Destino Das Fadas
40 Capitulo 38 — Notícias
Notas iniciais
Sei que devem estar querendo me matar! Não postei sexta, nem ontem. O problema é que estou completamente amontoada de provas e trabalhos essas semanas. Então talvez as coisas fiquem um pouco fora de eixo por enquanto tá bom? Espero que me entendam! Eu sinto muito a falta de vocês! ♥
Mas deixando a minha parte de total atraso. Quero agradecer imensamente a todos que me deixam comentários fofos e incentivadores! ♥
E também, quero dize que estou MUITO MUITO e MUITO feliz! Destino das Fadas ganhou mais DUAS recomendações! *0000*
Deixo meu super obrigada à arielleandrade e levyS2moon! Amei de todo coração as recomendações meninas e fico muuuito grata por ter merecido a primeira recomendação de ambas! É muita honra para uma pessoa só! Quero completar que me emocionei com cada palavra de vocês! Sério, estava tento convulsões para postar logo! SHASHAHSAH 19 lindas e perfeitas recomendações para alegrar meus dias. Obrigada! ♥
Boa leitura, queridos!
Leiam as notas finais se possível! ♥
Capitulo 38 — Notícias
Abri meus olhos com certa dificuldade. Estava deitada em alguma superfície macia, porém desconhecida. Olhei para um lado, depois para o outro lentamente. Hospital? Minha cabeça ainda dói. Onde estou? Como vim parar aqui? Fui seqüestrada? Será que me doparam? Porque pelo meu corpo mole e sonolento, parece que sim. Sinto-me tão fraca. Que horror. O que aconteceu? Só me lembro de estar brigando com o meu pai. Nada fora do normal. Ah é, não tenho tempo para ficar aqui, tenho que procurar um advogado!
Ouvi alguns gritos na porta do quarto e olhei na direção. Alguns minutos após a porta se abriu, e Levy-chan apareceu, me olhando com os olhos marejados. Correu em minha direção e pulou em cima de mim para abraçar.
— Lu-chan! Que susto você me deu, nunca mais faça isso! — disse ao se afastar com um tom inquisitivo.
Como se eu pudesse parar um desmaio imprevisível. Nossa, verdade, eu desmaiei. Se for parar para pensar, eu não me sentia muito bem e quando percebi... puf. Já estava no chão.
— Oi Levy-chan, o que faz aqui? — perguntei um pouco abatida — Aliás, o que eu faço aqui? Sabe me dizer? — questionei ainda perdida, olhando para os lados.
Olhando mais detalhadamente, era claro que eu estava em um hospital. Era um quarto todo branco, com alguns equipamentos do lado, a cama que eu estava deitada, alguns quadros. Tudo simples, dando a impressão de ser bem higiênico. Percebi também que havia um tubinho preso em minha mão. Argh, é horrível saber que tem algo infiltrado em você. Olhei até onde o tubo levava, e vi que vinha de uma bolsinha, provavelmente com soro.
— O Sting ligou para mim quando te encontrou desmaiada, eu vim o mais rápido que pude! — explicou se sentando ao meu lado e segurando em minha mão sem soro.
Sting? Então era dele a voz que escutei quando cai? Depois não me lembro de mais nada. Nem sei como me deitaram aqui, muito menos quando colocaram essa coisa — tubo — em mim. Isso meio que me assusta, nunca passei mal deste jeito.
— Onde ele está? — perguntei sobre Sting. No mínimo eu deveria agradecer por me ajudar.
— Ele foi pegar algo para comer, vai que ficou a tarde toda aqui com você, foi muito atencioso — elogiou. O que era bem raro vindo dela — Quando ele te viu desmaiar, te pegou no colo e correu até o hospital com você, no carro claro, ele não é nenhum super man também — brincou, me fazendo rir.
Ele fez mesmo tudo isso por mim? Não esperava isso dele. Ainda mais depois de todas nossas desavenças. E idas e vindas de namoro. Sendo que não deu certo em nenhuma dessas vezes. Claro que me culpo por não ter me entregue mais, mas ele também era bem apressadinho e impaciente. Bom... as pessoas mudam.
— O médico disse algo? Sabe... sobre o porque de eu ter vindo parar aqui — perguntei um pouco hesitante. Era só o que me faltava pegar alguma doença. Tudo para completar a minha vida “perfeita”. Levy me olhou um pouco angustiada.
— Desculpa amiga, ele ainda não disse nada. Nem mesmo cheguei a vê-lo na verdade, cheguei há pouco tempo, e ainda tive que brigar ali na porta para me deixarem entrar, acredita? — disse indignada. Está explicado a gritaria do lado de fora da porta.
— Entendo... desculpa te preocupar, você deveria estar bem ocupada — falei cabisbaixa olhando para a minha mão com o soro. Sério, isso realmente me perturba.
— Claro que não amiga, nunca estou ocupada o bastante para te ajudar. Estava dando aula particular de japonês para um garotinho, expliquei a situação e pedi para que marcássemos outro dia — explicou — E também, aquele meu último trabalho como tradutora de uma reunião de negócios internacionais, me rendeu um bom dinheiro para não precisar tanto dessas aulas — sorriu.
— Fico feliz — sorri de leve — Desculpe mesmo assim — falei desmanchando o sorriso. Sentia-me completamente desanimada. Talvez seja por meu corpo estar assim, tão fraco. Se for ver bem eu nem estava comendo direito com tantos problemas. Deve ser uma anemia ou algo parecido. Levy apertou minha mão.
— Lu-chan, você tem que entender que nunca estará sozinha — disse olhando em meus olhos, e eu adorava essa amizade que tínhamos, sem sombra de dúvidas, a mais verdadeira — Você está cheia de problemas, e fica guardando para você, não pode não! Eu estou ao seu lado e sempre vou estar. Amizade é para isso, sabe? É como aquela frase diz “duplicar alegria e dividir a dor” — citou mexendo seus dedos, toda cheia de pose. Só consegui abrir um sorriso e apertar sua mão.
— Obrigada Levy-chan, você é a melhor — falei sorridente. E ela devolveu com um sorriso amigável e doce. Nunca duvidei da nossa amizade, colocaria a mão no fogo por ela. E nessas horas vejo que nunca estive errada. Ela é mesmo a melhor amiga que eu poderia ter.
Ela ficou ali do meu lado, falando sobre seu dia-a-dia no trabalho e na faculdade. Enquanto eu contava o meu cotidiano também. Falei sobre ter sido despedida na empresa do meu pai e ela ficou abismada. Qualquer um ficaria. A verdade é que eu também fiquei, aquela empresa é... uma lembrança da minha mãe também. Ela se esforçou bravamente ao lado de meu pai para construir todo esse império. E eu estava prestes a por tudo abaixo. A empresa representa muito para mim, além de ser ótimo trabalhar lá, são todos muito simpáticos comigo. Agora não tem volta. Ainda não acredito que comprei briga com meu pai. Mas não estou a fim de perder e nem vou.
Levy-chan me contou que finalmente disse ao Gajeel que estava grávida. Resultado: Ele ficou super feliz e se tornou ainda mais doce com ela. Eu sabia desde o início que seria assim. Gajeel é louco pela Levy. Não a largaria nem que o pagassem bilhões de reais. Acho o amor deles lindo. Cada um mudou ao seu jeito, brigam tanto e se amam tanto, já passaram por inúmeros obstáculos e sei que passarão por esse também. Um ótimo exemplo de amor verdadeiro. À vezes me pego pensando se o meu amor e do Natsu foi assim, verdadeiro. Digo, nosso relacionamento não chega nem perto de ser tão sereno como o de Levy e Gajeel, mas nos separamos tantas vezes. Fomos fracos tantas vezes. Intenso, mas tão frágil. Não entendo.
Após alguns minutos de muita conversa jogada fora, a porta do quarto voltou a se abrir. Sting passou por ela sorridente e com alguns pacotes de compras e se aproximou de nós.
— Então a bela adormecida finalmente acordou? — olhou-me radiante. Faz tempo que não o via. Está lindo como sempre, parece mil vezes mais calmo do que antes. Deixou as sacolas em uma mesa ali perto e depois foi ao lado de Levy.
— Pois é — falei um pouco sem graça — Soube que te dei trabalho, obrigada por me ajudar — agradeci sorrindo. Sting alargou seu sorriso.
— Não agradeça, qualquer um faria isso por você — afirmou. Bom, eu não teria tanta certeza — Eu estava indo na sua empresa mesmo, entregar algumas papeladas. Daí eu te vi, estava prestes a te dar oi, quando você desmaiou. Está se sentindo melhor? — perguntou com o semblante preocupado.
— Estou sim, obrigada mais uma vez. Não sei o que seria de mim se você não estivesse ali perto — agradeci novamente.
— Você estava perto da sua empresa, aposto que seu pai a ajudaria na hora. É que como eu já estava por perto, a trouxe para cá mais rapidamente — explicou. Meu pai? Ele me deixaria morrer na rua. Pensei ironicamente. Acho que deixei um pouco na cara o quanto aquela frase me incomodou, porque ele se calou na hora e depois de limpar a garganta, continuou: — E então, o médico disse algo?
— Ainda não... — murmurei um pouco aturdida — Acabei de acordar, nem sei o que estava acontecendo há pouco tempo atrás, antes da Levy entrar aqui — completei e olhei para Levy que ainda segurava minha mão amigavelmente.
Sinceramente, essa espera estava mexendo com meus nervos. Algo me diz que se o médico passar por aquela porta, não será algo bom que ele me falará. Desmaiar nunca parece ser bom. Nunca vi pessoas desmaiarem de saúde. Espero imensamente ser a primeira. Esbanjando saúde até desmaiar! Estou mesmo tentando me convencer disso? Meu coração acelerava a cada minuto passado ali. Por sorte, Levy e Sting não saíram dali um minuto sequer e tentaram me relaxar ao máximo. E eu adorei ter a companhia deles.
Então a porta se abriu novamente. E meu coração saltou.
— Boa tarde. Lucy Heartfilia, certo? — Um senhor de jaleco apareceu. Não era tão velho, e parecia ser muito simpático. Ou talvez seja apenas seu trabalho como médico.
— Sim... — falei num sussurro, enquanto por minha cabeça passava milhões de doenças fatais. Levy apertou minha mão e me olhou como se dissesse “Estou aqui”. Acho que ele pode perceber o quanto minha mão tremia. Sting continua a olhar par ao médico buscando respostas.
— Que susto você nos deu hein? — disse o médico com um sorriso e se aproximou das máquinas ao meu lado — Eu sou o Dr. Fukuda, estive cuidando de seus testes e análises. Como está se sentindo? — direcionou seu olhar para mim enquanto regulava a freqüência em que o soro descia.
— Me sinto melhor. Obrigada por seus cuidados — Agradeci. Apesar de fazer parte de seu trabalho. Estava aflita demais. Sinto que minha respiração se desestabilizava. E o mistério continuava. Nós três olhávamos para o doutor, curiosos.
— Não há de que minha jovem, apenas fazendo o meu trabalho — sorriu, confirmando o que eu já havia pensado — Agora que você está acordada, lhe farei algumas perguntas, tudo bem? Apenas perguntas básicas — disse e puxou um banquinho do outro lado da minha cama.
Assenti com a cabeça. Ele pegou uma prancheta que prendia um questionário e uma caneta. Anotava algumas coisas que eu não conseguia enxergar. A curiosidade estava me consumindo, então resolvi perguntar de uma vez por todas.
— Doutor, você já sabe o que eu tenho?
Ele me olhou, depois olhou para Levy e Sting. Talvez fosse algo que eles não pudessem saber? É tão grave assim? Ou ele apenas não quer me falar? Será que tem cura? Eu não quero morrer! Tenho tantas coisas a fazer ainda. Como, por exemplo, conseguir a herança da minha mãe que me pertence. Ir ao casamento da Erza. Ver o filho de Levy nascer. Ter outros bons momentos com todos que eu amo. Ver o sorriso de Natsu outra vez. Me formar. Viajar. Talvez casar. Ter filhos. Ser feliz.
— Não tenha pressa, minha querida — disse com uma voz calma — Vamos terminar esse questionário com calma, daí conversaremos, tudo bem? Pode ter algumas perguntas um pouco pessoais, eles podem ouvir? — direcionou o olhar para os dois ao meu lado.
Olhei para eles. Pessoais? Quão pessoais? Bom, a Levy sabe tudo sobre mim de qualquer forma. E Sting... ele me ajudou muito até aqui, além de passar toda a tarde comigo, não posso simplesmente expulsá-lo. Voltei a olhar o doutor e assenti:
— Pode começar, não tem problema eles ouvirem não — concordei num suspiro.
Após isso, eles passou a fazer algumas perguntas básicas. Nome, idade, endereço, onde estudo, onde trabalho, o que eu tinha comido antes, o que eu tenho comido, como anda meu psicológico e coisas afim. Não parecia nada constrangedor. Ele me deu algumas broncas sobre eu não estar comendo direito. E disse que eu tinha que me alimentar de maneira mais saudável, como também tentar levar uma vida mais serena e tranquila. Como se fosse fácil com tudo que tenho vivido.
— Próxima pergunta. — Ele declarou após os sermões, olhou para o papel e depois para mim — Quando foi a última vez que você teve uma relação sexual?
Opa. Pelo jeito a parte das perguntas “pessoais” chegaram. E digamos que me pegou de surpresa. Levy deu um sorriso de lado e Sting me olhou curioso. O médico não demonstrava nenhum sinal de tentar me ofender ou coisas assim. Mas essa pergunta é realmente necessária? Todos me olhavam esperando uma resposta. Droga. Quanto mais rápido eu responder, mas rápido tudo isso acaba, certo?
— Há... algumas semanas talvez... — respondi um pouco em dúvida. Nem eu sabia direito quanto tempo se passou desde então. O doutor arqueou as sobrancelhas, acho que não fui muito especifica. Foi antes do noivado da Erza, porque lá ele já tinha levado a Yukino. Então... — Um mês, por aí.
— Certo — murmurou e anotou algo naquele questionário eterno. Ia tudo muito bem até chegar nessa parte. Nem me atrevi a olhar para Sting ou Levy.
Tudo seguiu sobre perguntas dos meus cuidados. Se eu costumava ter relações com muita freqüência ou se tomava anticoncepcional. Respondi tudo com o rosto vermelho. Porque deixei com que eles ficassem? Droga de escolhas mal feitas. Após algum tempo. Finalmente acabou-se. Ele continuou fazendo alguns rabiscos e depois se levantou.
— E então? — Sting se pronunciou. Parecia tão desesperado quanto eu para saber o que havia de errado comigo.
Apertei ainda mais a mão de Levy enquanto olhava para o médico.
— Bom senhorita Heartfilia, seu caso é bem simples — Ah! Isso com certeza me aliviou. Talvez seja apenas algo por causa que não tenho comido bem, meus ombros até relaxaram e eu pude respirar, olhei para ele já sorrindo.
— O que seria? Uma anemia básica? — perguntei já calma.
— Não, minha querida — disse com um sorriso — Você está apenas grávida.
...
Grá...vida? Fiquei estática. Apesar de sentir meu corpo tremer muito. Grávida. Grávida. GRÁVIDA. Apenas isso se passava em minha mente. Pude ouvir Levy gritando de emoção e Sting tentando me fazer voltar à vida. Mas nada conseguiria esse efeito. O médico disse mais algumas palavras que foram inaudíveis para mim. Parece que era algo a ver do porque eu ter passado tão mal. Nada mais faz sentido. O que eu farei? Grávida? O que? Não consegui prestar atenção em nada a minha volta. Fiquei perdida em pensamentos em conflito. Um bebê... meu e do Natsu...
— Natsu que bom que você atendeu, é a Levy!
Natsu? Levy? Hm?
— A Lucy precisa MUITO de você agora, então...
Olhei para o lado e vi Levy ao celular. O que ela está fazendo? Mandei-lhe um olhar de desespero. Não. Não quero vê-lo. Ele... ele não pode saber. Comecei a balançar a cabeça em negação. Sting arqueou as sobrancelhas. Levy afastou um pouco o celular em dúvida.
— Não Levy, não — murmurei atordoada. Ela ficou confusa e não parecia concordar com o que eu pensava. Mas se deu por vencida.
— Ah Natsu... não foi nada não, desculpa te atrapalhar no trabalho, tchau.
Desligou o celular e veio ao meu lado. Só então percebi que o médico havia se retirado. Meu corpo todo estava endurecido ainda com a notícia. Se fosse... antes. Talvez tudo seria perfeito. Mas agora? Por quê? Porque comigo? Não posso fazer Natsu escolher entre mim e sua família.
Algumas lágrimas passaram a cair de meus olhos. Desespero. Espanto. Medo. Todas essas emoções tomavam parte de meu corpo, minha mente, meu coração. Levei as mãos até minha face para escondê-las, e comecei a soluçar de tanto chorar. Senti a mão de Levy em meu braço.
— Amiga... você não pretende esconder isso dele, né? — perguntou com a voz mais dócil do mundo — Ele é o pai dessa criança, merece saber.
Não consegui responder. Meu coração estava estraçalhado. Mesmo que tentasse dizer algo, com certeza, sairia de uma forma incompreensível. Não sei o que farei. Não sei... quando eu achei que não poderia piorar... Lágrimas e mais lágrimas escorriam por todo meu rosto. Senti alguns braços me envolverem.
— Ei, não chora. Estamos aqui com você, certo? — Sting tentou me acalmar também. Levy sorriu por trás dele.
— A gente não vai contar para ninguém, amiga. E não vamos sair do seu lado também — Levy pegou em minha mão que deixei cair novamente na cama.
Não estou sozinha. Eles têm razão. Levei minha mão até meu ventre. Não estou mais sozinha...
—♥—
Natsu
— E então Dragneel, o que vai ser? — disse me estendendo um papel — É só assinar.
Ele me olhava de um jeito manipulador. E devo dizer que ele é realmente bom nisso, em pressionar as pessoas. O papel estava diante de mim. Milhões de pensamentos sobre certo e errado vinham em minha mente. Se eu assinar, tudo voltará ao normal. Tirando o fato de que nunca mais poderei ver Lucy. Mesmo assim eu a devolveria seu emprego que foi tirado por me defender e ainda minha família voltaria a viver bem. Se eu recusar, então terei que me casar com a Yukino para salvar minha família e também não poderia ficar com a Lucy.
Peguei o papel de suas mãos, confiante.
— É um garoto esperto, sabe que essa é a melhor opção — disse sorridente por sua vitória.
Olhei para ele e depois para o papel. E em um ato rápido e consciente, o rasguei. Bem diante de seu olhar que passava de triunfo para descrença.
— Desculpe senhor — falei deixando as partes daquele contrato tosco caírem no chão — mas meus sentimentos pela Lucy não estão à venda.
Notas finais
Me deixem reviews com suas opiniões!
Ps1. Devido ao meu tempo e também à alguns leitores que penam para acompanhar a minha história, começarei a postar apenas duas vezes mesmo! Apesar de eu ter amado muitos comentários dizendo que precisam da fanfic e outros também de ameça se eu fizesse isso, mas enfim! HSUIAHSUIAHUISHASA Segunda e Quinta, me aguardem certo?
Ps2. Reviews atrasadas. MP's atrasadas. Não se magoem comigo por favor. Tentarei responder TUDO, quando minha semana de provas e trabalhos passarem tá bom? :/ Até eu fico magoada comigo, mas peço para que sejam pacientes!
É isso, amo vocês! ♥
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