Destino Das Fadas
39 Capitulo 37 — Lutar pelo certo
Notas iniciais
Eu estou ótima! Ok, ninguém perguntou. T_T
Quero agradecer IMENSAMENTE pelas reviews do capitulo passado. 29 reviews deixam uma autora com certeza muito feliz! ♥
Porém eu ainda tenho que respondê-los. Tive que escolher entre estudar muito para a prova e escrever o capitulo. E escolhi escrever o capitulo hihi. Mas também tive que escolher entre tirar zero e responder as reviews. Me perdoem por escolher não tirar zero! HSUIAHUISAHUISA Aos poucos vou respondendo certo?
Boa leitura ♥
Leiam as notas finais (:
Capitulo 37 — Lutar pelo certo
Natsu
Algo errado está acontecendo. E por algum motivo ela não quer que eu saiba. Não poderia ter outro motivo para aquela ligação sem noção que acabei de receber.
Celular, minutos atrás
— Alô? — atendi enquanto mexia na papelada em cima da mesa.
— Natsu! Que bom que você atendeu, é a Levy! — disse afobada.
— Oi Levy, aconteceu algo? — perguntei curioso por sua exaltação.
— A Lucy precisa MUITO de você agora, então... — começou a falar e depois parou.
— Lucy? Aconteceu alguma coisa com a Lucy? — passei de curioso para preocupado. Mas então um silêncio permaneceu do outro lado da linha. E esse silêncio me assustava. Pude ouvir que Levy conversava com alguém, mas não conseguia identificar o que era — Levy? Tá aí? O que aconteceu com a Lucy? Me responde!
— Ah Natsu... — voltou com uma voz completamente diferente, como se tivesse falado o que não devia — não foi nada não, desculpa te atrapalhar no trabalho, tchau.
Tu tu tu tu tu
Fim de telefonema
Alguma coisa aconteceu com a Lucy. Estou sentindo isso. Não vou ficar sossegado enquanto não descobrir o que é. Simplesmente não consigo me concentrar em nada sem saber se ela está a salvo ou não. Certo ou errado, estou nem aí. Preciso ter certeza que ela está bem. Peguei minha carteira e meu celular, e passei pela sala de meu pai.
— Pai, vou dar uma saída, tenho alguns assuntos para resolver — falei da porta. Ele me olhou por trás da tela do computador, com as sobrancelhas arqueadas.
— Esses assuntos não teriam a ver com a filha dos Heartfilias ter sido despedida da empresa do próprio pai, teria?
O QUE?
— Do que está falando? — perguntei sem acreditar no que acabei de ouvir.
— A mídia é rápida filho, parece que sua amiguinha foi despedida após uma briga com o pai.
Não pode ser. Ela não faria nenhuma idiotice, faria? Porque me sinto tão culpado por isso? Ela não poderia ter enfrentado o pai por mim... Ela precisa daquele emprego. Não se sabe o quão assustador o pai dela pode ser para ganhar uma causa. Ele tem muitas influências, não se é um homem para brincar. Como ele pôde? A própria filha.
— Fique fora disso — a voz de meu pai dispersou meus pensamentos. Acho que pela minha expressão de inconformidade era de se esperar que eu fosse intervir — É um problema da família deles, não faça nada que possa piorar nossa situação, filho — disse com calma. Ele estava certo. Não estávamos em um cenário que daria para ficar se intrometendo nos assuntos dos outros. Ainda mais quando se trata de Jude, o cara que está nos processando. Mas...
— Desculpa pai, preciso saber o que aconteceu — falei firme. Ele ficou me olhando por alguns minutos. Não costumava desobedecer a seus conselhos, mas dessa vez eu não poderia deixar deste jeito. Ele suspirou fundo e passou a me olhar.
— O que você sente por essa garota é tão forte à ponto de cometer um erro desses? — perguntou. Seus olhos estavam fixados nos meus. Ele sabe da verdade. Aliás, é possível ler a verdade em mim.
— É sim — respondi com sinceridade. Nada que surpreendesse meu pai. Sabia no que ele estava pensando e o porquê de sua inquietude, então rapidamente completei: — Não farei nada que afete meu casamento com a Yukino, apenas... quero saber como ela está e porque isso está acontecendo, tudo bem?
Ele olhou para baixo e depois para mim. Pude ver em seus olhos, apreensão, mas também orgulho.
— Você é um garoto esperto Natsu, sempre confiei em suas escolhas e em suas ações. Nunca te impedi de nada, nem mesmo te obriguei que se casasse com uma desconhecida — começou a falar seriamente e por um momento parecia que iria me impedir que saísse dali — Não seria agora que eu iria impedir — completou para meu alívio. Não queria brigar com ele, não agora — Vá, estarei confiando em você mais uma vez, certo? — sorriu e eu devolvi outro sorriso.
— Obrigado pai, estou saindo — falei me virando de costas e me retirando dali.
Comecei a correr até a entrada do prédio. Eu sei que meu pai carregava o fardo de pensar que a culpa da minha infelicidade era dele. Mas não era verdade, nem mesmo o culpava. Eu fiz essa escolha. Apesar de ficar hesitante sobre ela toda vez que encontro Lucy. É minha família, e eu a protegeria. Porém... não conseguia deixar de querer proteger certa loirinha. Passei pela recepção e pela porta principal correndo. Comecei a correr entre as ruas. Preciso saber o que está acontecendo. Preciso saber como ela está. Se ela estiver segura, nada mais importa.
Cheguei aonde havia estacionado o carro, rapidamente passei para o lado do motorista, fechei a porta e dei a partida. Coloquei o cinto e literalmente, voei de lá. Logo avistei um prédio enorme, sofisticado, com as paredes feitas de vidro. Era ali, o prédio dos Heartfilias. A empresa deles era reconhecível de qualquer lugar. Era grande o bastante para ser visto de longe. Passei a procurar por algum estacionamento, e assim que achei, estacionei rapidamente. Sai do carro e corri para a entrada do prédio.
Assim que entrei, havia uma recepção. Olhei para os lados. Era mesmo enorme. Quanto de dinheiro esses caras já tem? E ainda precisam nos processar? Enxerguei um balcão, provavelmente a secretaria. Por trás dele, havia uma moça de cabelos verdes e batom vermelho. Andei até lá.
— Lucy Heartfilia está? — perguntei um pouco ofegante.
A moça me olhou um pouco assustada por minha presença súbita.
— Boa tarde senhor, já deve ter conhecimento sobre a dispensa da senhorita — disse um pouco magoada. Provavelmente havia se apegado à Lucy. Do jeito que a loira faz amizade com todos que conhece.
Fiquei pensativo na frente do balcão por alguns instantes. Preciso refletir sobre o que fazer para não ferrar com tudo de uma vez. Então era mesmo verdade. Ela foi dispensada. Preciso saber o motivo. Olhei para a secretária na minha frente e comecei a falar baixinho:
— Você poderia me informar o motivo? — pedi com a voz mais calma e fraca que consegui. Eu sabia que era confidencial algo deste tipo. Não iria ser fácil.
— Desculpe senhor, não é uma informação que eu possa partilhar — disse educadamente. Nada que eu já não soubesse. Apelar?
— Biska certo? — falei lendo seu crachá e ela assentiu com a cabeça — Não sei como era sua convivência e intimidade com a Lucy, pelo seu olhar posso supor que ela era pelo menos alguém pela qual você se importava — prossegui da maneira mais gentil possível e ela apenas me escutava atentamente, o que confirmava as minhas palavras — Eu também me importo muito com ela. Posso me auto proclamar o cara mais preocupado com ela na face da terra — expliquei de maneira exagerada, arrancando uma risada fraca dela — Por favor, não preciso de nada concreto, quero apenas saber como ela está. Ela é... a pessoa mais importante para mim.
Pode parecer exagero. Mas não era. Poderia mesmo considerá-la a pessoa mais importante na minha vida. Sei que não devo, mas na hora em que falei isso, foi com toda a sinceridade. A secretária olhou para os lados, para o chão, um pouco confusa e depois me olhou.
— Olha moço, eu não deveria mesmo fazer isso — falou se dando por vencida. Logo abri um sorriso — Mas confiarei no que você diz, porque você não poderia ser tão bom ator — disse com o olhar fixo no meu. Não agüentei e ri de sua comparação. Não poderia mesmo — Pelo que ouvi falar, houve uma discussão entre a senhorita e o senhor Heartfilia, sobre alguma coisa de processo, sobre os detalhes ninguém sabe exatamente...
Processo? Ela não fez isso. Meu coração já começava a disparar.
— Tudo o que sabemos são os gritos ouvidos pelos funcionários que trabalhavam perto. Logo após descobrimos que ela foi despedida — completou, dizia tudo em um tom mais baixo que o casual para que ninguém mais escutasse — Pelo amor de Deus, não fui eu quem eu te contou, certo? — suplicou — Não quero ser despedida também.
— Não se preocupe... — falei um pouco atordoado.
— Ah! — disse parecendo se lembrar de algo — Isso posso falar livremente porque aconteceu fora da empresa. Após a briga com o pai, a senhorita Lucy saiu daqui um pouco perturbada e desmaiou ali fora na calçada.
— O QUE? — gritei no impulso — Desculpe... — pedi pela minha alteração de voz. Desmaiar? Será que era por isso que a Levy me ligou? O que está acontecendo? — Onde ela está? Para onde foi levada? — perguntei um tanto desesperado.
— Um rapaz passava ali perto e a reconheceu, ele a levou para o hospital, mas até agora não tivemos notícias — explicou com o olhar triste por não ter mais informações.
Lucy no hospital? Sentia meu organismo se revirando. Meus pensamentos em conflito sobre o que fazer. Meu coração despedaçado. Não acredito que enquanto ela passava por tudo isso, eu estava tranquilo em um escritório. Droga! Me sinto frustrado comigo mesmo! Maldição...
— Obrigado — falei à secretária gentil que respondeu com um sorriso nervoso — Eu poderia falar com o Jude?
Vou mesmo fazer isso? Com certeza.
— Desculpe moço, mas apenas com hora marcada — disse com um semblante triste.
— Apenas me diga onde é a sala dele — pedi com o olhar de cachorro abandonado.
Ela me olhou um pouco aflita, provavelmente estava a deixando em maus lençóis. Não queria causar nenhuma complicação em sua vida, mas convenhamos que a minha não esteja nada fácil ou agradável. Ela pareceu pensativa e depois se aproximou de mim para falar baixinho.
— Você por acaso... é o ex-namorado da senhorita Heartfilia? — perguntou como se fosse um segredo. Lucy falou de mim? Como não abrir um sorriso perante isso?
— Sou — respondi rapidamente e ela levou as mãos na boca como se fosse uma surpresa. Agora a parte importante: O que a Lucy falou de mim? Porque a secretária ficou com uma cara de pasma.
— Só por ser o senhor e por eu gostar muito de Lucy, vou te falar certo? Mas não garanto que você conseguirá chegar até lá! — sussurrou olhando para os lados. Assenti com a cabeça. Consegui! — Vigésimo andar, em sua sala estará escrito o nome — informou-me.
— Obrigada Biska, não sabe o quanto isso significa para mim — agradeci e sai dali para não piorar sua situação.
Tudo bem. Olhei para os lados. Elevador à direita. Guardas para todos os lados. Funcionários e empresários passando em todas as partes. Sorte: Estou com a roupa do escritório o que pode ajudar a passar por toda essa gente. Azar: Não faço a mínima ideia do que fazer caso chegue lá em cima. Mas antes de tudo... Peguei meu celular e liguei para Lucy. Tenho que saber se ela está bem. Chamando...
— Alô? — alguém atendeu. Por acaso um cara.
— Oi... — falei um pouco receoso. Tenho certeza que liguei pro número certo — A Lucy tá aí?
— Então cara, ela tá... ocupada — respondeu com certa dúvida. Conheço essa voz...
— Sting? — perguntei um tanto pasmo.
— E aí?
— Onde a Lucy está? — perguntei um pouco sem paciência. O que esse cara tá fazendo com ela?
— Sem agressividade por telefone, por favor. Ela está comigo e está bem, é tudo o que você precisa saber — disse sem alterar o tom de voz. Um alívio sem tamanho tomou posse do meu corpo. “Está bem”. Era tudo o que importava. Queria vê-la, mas precisaria esperar agora.
— Certo... — respondi para a surpresa dele que murmurou um “HM?” — Cuida dela pra mim, por favor... e diz que estou preocupado, beleza? — pedi um pouco constrangido. Nunca na minha vida imaginei pedir tal coisa para ele. Mas se ela estava bem, já está ótimo.
— beleza... — respondeu um pouco hesitante.
Desliguei a chamada. Olhei um tempo para o celular. Ainda sinto que algo aconteceu, e que por algum motivo ninguém quer me falar. Mas agora tenho outros assuntos para resolver. Sei que Lucy está bem, então consigo seguir adiante. Guardei o celular no bolso da calça e comecei a andar até o elevador.
Perto dele, dois guardas passaram a me olhar. Andei da maneira mais ereta e formal possível, passei por eles, dando um breve aceno com a cabeça e falei “Boa tarde, senhores”. Eles não pareceram desconfiar, vai que não me impediram de entrar no elevador, apenas me devolveram o cumprimento. Menos algo para me impedir. Entrei no elevador e apertei o último botão. Meu único problema agora é coragem. Pelo menos uma vez na vida tenho que lutar pelo que acho certo. É por uma boa causa e não vou parar agora. Passado alguns minutos, o elevador abriu. Com o coração na garganta dei alguns passos à frente. E lá estava eu, tão perto de fazer uma burrada. Uma burrada consciente, pelo menos.
Havia algumas portas no andar. Entre elas, uma escrita “Co-presidente Lucy Heartfilia”. Ler o seu nome já me afeta. É um nome perfeito, ficaria ainda melhor com o meu sobrenome, mas não vai acontecer. Então está bom, apenas perfeito. Parei de me iludir com a plaquinha e olhei a próxima sala. Muito maior, só poder ser ali. Me aproximei e logo li: “CEO Jude Heartfilia”. Respirar fundo. Repensar o que fazer, o que falar. Repensar se vou mesmo fazer. E entrar.
Nunca me senti tão nervoso na vida. Fixei em minha mente que não me deixaria assustar por seu poderio, como ele sempre tenta intimidar as pessoas. Abri a porta e lá o vi. Atrás de sua mesa, me olhando um tanto perplexo, enquanto a filha está por aí perdida, desempregada e talvez passando mal. Sabe tão bem administrar seus negócios e não faz a mínima ideia de como cuidar de uma filha. Chega a ser cômico. Engoli a seco e dei alguns passos a frente.
— O que o traz aqui filho de Igneel? Não tenho tempo para pessoas de seu nível, talvez eu possa encaminhá-lo para algum funcionário — disse em seu tom arrogante, sem nem mesmo me olhar.
— Boa tarde, senhor Heartfilia, creio que nunca fomos apresentados pessoalmente — falei firme o olhando. Mas ele continuava a mexer em sua papelada, como se eu nem existisse.
— Não que vá me fazer falta, não acha? — deu um olhar de desaprovação e voltou a ler alguns papéis — Se veio pedir a anulação do processo como a ignorante de minha filha, desista.
Então ela fez mesmo isso. Boba. Por quê? Porque ela arriscaria seu emprego por algo deste tipo? Não entendo... Mas então a conversa com meu pai me veio em mente.
“— O que você sente por essa garota é tão forte à ponto de cometer um erro desses?
— É sim”
Será que temos a mesma motivação? Ela continuou tentando, enquanto eu apenas tentei aceitar tudo de uma vez. Que ridículo. Não a mereço nem um pouco.
— Não quero parecer mal educado, mas não ofenda Lucy na minha frente — falei no mesmo tom em que ele falava. Não iria permitir, que ninguém, nem mesmo seu pai, a ofendesse, ele iria começar a falar algo, mas eu o cortei: — Quanto à sua afirmação, tenho que dizer que o senhor está errado — ele voltou a me olhar, parecendo um pouco mais interessado, ou apenas ofendido — Não vim pedir para que anule o processo, vim pedir para que aceite Lucy de volta.
Ficou um silêncio perturbador entre a gente. Ele mantinha seu olhar imponente sobre mim. Não desviaria o olhar. Por ela, eu continuaria.
— O que pensa que está... — passou a falar, mas eu me agachei e abaixei minha cabeça.
— Eu imploro, a aceite de volta — disse firme, cortando sua frase. Ergui a cabeça e encontrei seu olhar de surpresa. Até eu estava surpreso — Se o motivo de sua ação de dispensá-la tem a ver com o processo da empresa de meu pai, então por favor, a aceite de volta. Ela é uma ótima administradora, organizada, eficiente e muito comunicativa. Você perderá também se a deixar de fora — expliquei, ou melhor, supliquei.
— Levante-se — disse em um tom rijo. Levantei-me rapidamente. Ele se levantou e começou a vir em minha direção — É um rapaz muito corajoso pelo que vejo — disse começando a andar em círculos em volta de mim, me analisando — Poderia me responder, o que o faz tão destemido?
Não é fácil pensar em uma resposta, sendo observado de tal maneira. Não tinha tanta certeza se parecia tão destemido agora, mas enfim.
— Com todo respeito senhor, tenho sentimentos fortes o bastante por sua filha para querer o melhor para ela, e não vejo outro lugar onde ela possa crescer mais do que nesta empresa — respondi ainda parado no lugar, olhando para a parede, enquanto ele continuava a andar em volta de mim.
— Interessante... — disse com a mão no queixo — Soube que vocês tiveram um casinho qualquer — Casinho qualquer? Tá desinformado em velho? — Pois bem — disse parando a alguns metros na minha frente — Podemos tratar de negócios, então.
— Não entendo o que o senhor quer dizer — falei prontamente. Esse assunto começava a me intimidar. O que ele poderia querer negociar?
— Faremos uma troca — disse com as mãos atrás de seu corpo — Eu aceito Lucy de volta na empresa — Certo — Tiro o processo e ainda dou a sua família uma boa quantia — Sério? A cada palavra sua, me fazia sentir, que o que estava por vir, seria no mínimo impossível — E em troca... — disse pensativo — Você se muda daqui novamente e não volta nunca mais, manterá distância de minha filha. Em outras palavras, salva o emprego que você tirou de Lucy e ainda salva sua família, e para meu gosto, fica longe da minha empresa e da minha filha, o que acha?
Me mudar de novo? Longe de Lucy? Nunca mais vê-la? Mas assim ela consegue seu trabalho de volta e o processo contra a empresa de meu pai vai acabar. Tomaremos nossa vida novamente, reergueremos nossa empresa. Sem preocupações. Lucy volta a sua vida antiga...
— E então Dragneel, o que vai ser? — disse me estendendo um papel — É só assinar.
Uma escolha... e eu vou fazer a certa...
Notas finais
Alguns avisos adicionais:
♦ Como veem meu tempo está curto, peço desculpas a todos que me mandaram MP's, vou responder assim que possível também.
♦ Estou pensando em postar duas vezes por semana, não é por mim e sim pelos leitores, vejo que muitos estão atrasados nos capitulos e creio que seja por eu postar com muita frequencia. Enfim, me deixem suas opiniões.
♦ Outro aviso é para todos os leitores da Mellorine. Sinceramente nunca fui de mandar muitas reviews para ela, e tampouco conversava muito, mas ela é uma escritora execelente, passando por uma fase ruim. E se fosse comigo, eu gostaria muito que as pessoas divulgassem. As fanfics dela estão sendo betadas, e por causa de alguns probleminhas, ela teve que deletar sua conta. Para vocês, leitores e amantes das histórias dela, entrem no grupo do face: https://www.facebook.com/groups/494761710616550/
Mais informações: http://fanfiction.com.br/u/189151/
É isso, apenas para os desinformados da situação ok?
Beijinhos, e espero as reviews ♥
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