Destino Das Fadas
30 Capitulo 30 — Bebida da verdade
Notas iniciais
Estou atrasada né? Eu sei, eu sei... Mas estou aqui no meu sábado postando para vocês! Só tenho a dizer muito obrigada aos 29 comentários do capitulo passado, foi tipo um recorde! KKKKKKK Pelo jeito o noivado surpresa do Natsu deu ibope! E... ViúvaNegra meu amor, muito obrigada pela recomendação ♥ AMEI, AMEI, AMEI de todo coração ♥ Então por causa de todos os comentários - apesar de muitas ameaças - e pela linda recomendação, aqui está o capitulo,
Boa leitura ♥
Ps. tem um hiperlink ai no meio.
Capitulo 30 — Bebida da verdade
“— Lucy... eu... vou me casar.”
Casar. Casar. Ele vai casar. E até onde eu sei não é comigo. Nunca achei que ouvir essas palavras fosse doer tanto. Mas doem. Elas foram até o fundo do meu coração, e pude escutar o som dele se partindo novamente em pedaços. Como é possível... ele nem estava cicatrizado ainda. Quando pensei que pudesse... pudesse... Minha mente ficou em branco, bagunçada pelas minhas lágrimas que começaram a cair.
Uma semana se passou desde esta frase. Mas essas palavras insistiam em me perturbar o tempo todo. A cada dia, hora, minuto, segundo, instante. Não queria me deixar abater. Mas pela minha reação tenho certeza de que não foi isso que demonstrei naquele momento.
Flashback on
— Ca-casar? — minha voz saiu falhada e trêmula. Ainda não havia caído a ficha, mas era o bastante para meu corpo estremecer.
As lágrimas queriam vir. O que está acontecendo? Não tenho que chorar. Não estamos juntos. Não somos namorados. Eu... já tinha me preparado para caso a gente não fosse ficar juntos. Mas isso não era exatamente como tinha imaginado. A diferença é que agora a dor era real.
— Lucy, eu sei que parece estranho e repentino, eu sei também que eu deveri... — ele começou a explicar.
Não consegui olhar em seus olhos. E algo em mim também não queria ouvir sua explicação, pois a cada palavra que eu ouvia dele depois daquela frase parecia torturar ainda mais meu coração e a embaralhar meus pensamentos.
— Que — falei em um tom mais agudo que o normal, fazendo-o cortar sua explicação ao meio, ele me fitou, mas eu não fiz o mesmo — bom... — terminei a frase. Engoli a seco.
Lentamente dei alguns passos para trás. Não ia suportar ficar aqui com ele. Porque minhas lágrimas iam começar a cair. Já começaram. Porque? Estava me esforçando tanto para guardá-las. Mas pude sentir naquele instante: algo em mim havia morrido junto com aquela frase. Um sentimento indecifrável. Uma mistura de amor e esperança. Morreu. E a dor causada por isso era intensa e insana.
— Ei Lucy, me deixa... — Ele se aproximou e tocou em meu ombro, mas eu me afastei. Não era porque eu não queria seu toque, mas era por pensar que nunca mais o teria. O medo que isso me causava era grande e assustador.
— Eu... — lágrimas escorreram lentamente em minha face — espero que... — minha voz trêmula, minha cabeça abaixada — você seja feliz... — esbocei um sorriso e arrisquei olhá-lo pelo menos uma vez — Natsu!
Então eu corri... sem saber para onde ir. Mas qualquer lugar que me fizesse não me sentir tão idiota e frustrada estava bom. Ouvi sua voz me chamando, algo parecido como “Lucy! Preciso te falar algo!”, mas eu ignorei. Porque a essa altura, abandonei o esforço de guardar minhas lágrimas, e elas começaram a cair ilimitadamente.
Flashback off
Desde então não o vi. Nem mesmo me atrevi a olhar a janela, porque sentia que ele estava lá, me esperando. Agora penso... o que ele queria falar? O que ele poderia falar? Se for ver, ele não precisa me explicar nada. Pelo jeito nossa história já tinha acabado há muito tempo, só eu não me dei conta e continuava a me iludir. Também penso se seria assim se eu tivesse acreditado nele. Se eu o tivesse perdoado. Será que ele nem iria embora? Será que íamos estar juntos hoje? Será que... que... seria eu quem iria me casar com ele...
“Lucy”
Sete dias se foram. Depois de amanhã será o dia que Lisanna irá embora. Apesar de tudo me sinto triste, afinal ela se desculpou e parecia se sentir bem culpada. No fundo, eu e Natsu também erramos por não termos contado a verdade desde o início.
“Lucy”
E pensar que eu estava prestes a dizer o que eu sentia. Aquelas malditas três palavras que me aterrorizam. Bem quando eu ia dizer “Por favor, não desista de nós”. Tarde demais.
“LUCY”
Ele já desistiu faz tempo. Ou será que não? Ele me beijou e não parecia mentira. Ele me acolheu quando eu chorei. Ele disse que eu era importante para ele. Ele me abraçou para eu não me perder no metrô. E naquele dia da janela, ele não chegou a dizer que me amava, mas... chegou tão perto. Será impressão ou estou apenas me iludindo de novo?
— AAAARGH MERDA DE VIDA! — pensei alto o suficiente para gritar no meu escritório, bater na mesa e sem querer espalhar os relatórios para todos os lados.
E ainda ser surpreendida com minha secretária Biska, me olhando assustada da porta. Opa, não estou sozinha para dar ataque de nervos. Se controle Lucy.
— E...to... precisa de algo? — falei me recompondo, vendo algumas folhas ainda caindo lentamente na minha frente.
— Ahn... está tudo bem? — Perguntou preocupada e começou a recolher a papelada.
Levantei-me e comecei a fazer isso também. Aliás, fui eu quem não soube controlar meu emocional e fiz tudo aquilo acontecer. Comecei a juntar as folhas do chão.
— Está... sim, eu só... — Desculpas me venham a mente, por favor — não tava conseguindo preencher alguns formulários, daí fiquei um pouco... exaltada.
— Ah — ela murmurou sem acreditar muito — Eu já estava te chamando há algum tempo na verdade.
— Ah é? — falei espantada, então respirei fundo — Desculpe, estava mesmo distraída — Levantei-me pegando os papéis da mão dela, ajeitando e os colocando de volta na mesa.
— Você tem trabalhado muito, faltado as aulas, e estado bem distante, sabe, se precisar de alguém para desabafar pode falar para mim — disse amigavelmente e sorrindo.
Ela é mesmo um amor.
— Obrigada, mas são assuntos pessoais, acho que irão se resolver com o tempo... — Sentei-me na minha cadeira novamente, empilhando as folhas do meu lado.
Biska se sentou na cadeira na frente de minha mesa.
— A senhorita sempre foi muito boa comigo, se eu puder retribuir nem que seja um pouco me faria imensamente feliz — Pegou em minha mão. Ela passava uma calma eterna.
— Já vou avisando que a história é longa... — falei e sorri, me dando por vencida. Talvez seja bom eu falar com alguém que não seja sócio ou cliente da empresa.
— Tenho todo o tempo do mundo.
[...]
— Ele vai casar? — Ela pareceu surpresa depois de eu contar toda nossa história.
— Vai — respondi indiferente. Não queria mostrar minha tristeza, apesar dela ser eminente, porque eu chorei em algumas partes enquanto contava.
Relembrar nosso passado fazia eu me sentir ainda mais inútil por não ter acreditado nele.
— Mas ele parece gostar de você, quem sabe ele não tenha algum motivo maior para isso? — Tentou parecer otimista. Mas eu estava um poço de pessimismo, o que fazia suas tentativas serem falhadas.
— O que poderia ser além dele estar amando outra pessoa que não sou eu? — falei soltando um suspiro — Não importa, talvez seja melhor cada um seguindo seu caminho, eu nunca conseguiria se não soubesse a verdade. Saber que ele não me ama, meio que... me faz tentar seguir em frente.
Sorri sem jeito. Não tinha pensado nisso na verdade. Mas vendo desse jeito era verdade. Eu nunca tentei pensar em outro futuro que não fosse ao lado de Natsu. Cheguei a namorar Sting e a ficar com Loki, porém eu nunca tentei de verdade dar uma chance a eles. Talvez agora eu consiga me entregar para alguém realmente.
— Estou triste por você, não merece sofrer assim — disse com sua voz de consolo. Que era muito bem vinda nesse momento — Passei por algo parecido na verdade — seu olhar ficou distante e ela esboçou um sorriso, parecia se lembrar de algo bom.
— Sua vez de me contar então — impus num tom de brincadeira.
— Meu atual marido ia se casar com outra também.
Okay, isso me surpreendeu.
— E o que você fez? — perguntei curiosa. E ela alargou seu sorriso.
— Não desisti nem por um segundo — disse convicta. Essa frase meio que me tocou — Eu ouvia lá no fundinho meu coração, uma voz me dizendo “Ele ainda te ama, boba, não desista”, e eu segui essa voz. Foi difícil, pensei em desistir muitas vezes, mas só pensava. Pensar e realmente desistir são coisas diferentes. Eu nunca conseguiria desistir de verdade, porque...
Ela fez uma pausa que fez aumentar ainda mais minha atenção.
— Eu o amava — sorriu — E quando a gente ama, não desistimos. Sempre pensava, pessoas que se amam tem que ficar juntas, essa é a coisa certa a ser feita.
“...só acho que quando duas pessoas tem sentimentos uma pela outra, o certo é elas ficarem juntas não é?”
Sorri de leve, lembrando dessa frase. Mas acho que não tem jeito.
— Que bom que vocês conseguiram ficar juntos a tempo — dei um sorriso verdadeiro. Era bom ouvir uma história de amor que deu certo — Obrigada Biska, mas acho que no meu caso não tem solução — abaixei o olhar, triste.
— Lucy, uma coisa que aprendi é que o coração cria soluções que desconhecemos.
E se meu coração estiver despedaçado o suficiente para isso?
—♥—
Cheguei em casa depois do dia exaustivo de trabalho. Apesar de ter ficado perdida em pensamentos o dia inteiro. Nem consegui trabalhar direito. Pensei que se ocupasse minha mente com trabalho não pensaria tanto nele. Pelo jeito me enganei. Semana que vem não poderei faltar nas aulas todos os dias também. Acho que não dá para fugir para sempre. Às vezes me pergunto do que estou fugindo, de vê-lo? De chorar mais? Da verdade? Ou de ver minha esperança sendo destroçada? Sinceramente, penso que seja um pouco de cada, mas principalmente do medo de ter certeza de que não ocupo mais espaço no coração dele.
Novamente pensando nele, como odeio minha mente. Não consigo controlá-la. Forço-me para pensar em outra coisa e ela me guia até aqueles malditos cabelos rosas de novo. Passei entre alguns cômodos de casa até chegar em meu quarto. Abro a porta e me assusto.
— LU-CHAN! — Levy dá um pulo que me faz gritar. Ela começa a rir e eu olho para ela curiosa — Eu e meu amiguinho viemos aqui te animar! — continuou dizendo animada.
— Amiguinho? — pergunto suspeitando.
— TÁ-DA! — ela faz o som tirando atrás de si uma garrafa de saquê. Começo a rir.
— Está louca? Eu que não vou me embebedar.
[...]
— LEVY-CHAAAN ELE VAI SE CASAA COM OTRA! — gritei me jogando em seus braços, enquanto ela só passava a mão por meus cabelos.
— Calma amiga, calma — disse com a voz mansa.
— CALMA? EU TO CALMAAAAAAA! — continuei gritando e chorando.
— Ai, porque você tá gritando tanto? — se queixou, mas eu não liguei.
Minha mente estava girando. E sinto que meu emocional estava um pouco balançado. Dane-se. Vou matar esse idiota que me deixa assim. A bebida me fez ver! Não preciso de homi! Sou feliz suzinha! Comecei a rir escandalosamente, mesmo sem parar minhas lágrimas. Levy murmurou algo como “Vish, não deeria te feto isso”. Ela tá falando engraçado!
— HAHAHAHAHAHA VOCÊ É DIMAIS MIGA! — ri batendo na cama.
— Lucy, será que até bêbada você vai fugir do assunto? O que você tá sentindo?
HUH? De repente eu parei. E voltei a chorar.
— E-eu nã sei... — falei num tom normal dessa vez.
Levy me olhou. Seus olhos se arregalaram como se tivesse pensado em uma ideia e um sorriso monstruoso se fez em seus lábios.
— Já sei — disse indo até algum lugar, enquanto me joguei na cama com a cabeça doendo. Ela voltou trazendo algo em mãos, mas eu não conseguia identificar o que era, apenas fiquei olhando que nem retardada tentado desfazer da minha visão embaçada — Celular Lucy, celular — ela começou a chacoalhar o objeto na minha frente o que dificultava as coisas. Peguei de sua mão, confusa.
— Hm? — Olhei para ela tentando entender.
— Liga para ele — disse com a voz firme — fala tudo que tá guardado, essa é a hora!
Hã?
—♥—
Natsu
Virei mais um copo. Cacete, essa tava forte. Bati o copo no balcão e o carinha lá encheu o copo de novo. Olhei para frente para se certificar que ainda estava enxergando e que chegaria vivo em casa. Na minha casa de preferência.
— Ei cara, melhor ir com calma — Gray tocou no meu ombro. E eu tirei sua mão dali.
— Me deixa em paz, estou bem ainda — retruquei irritado.
— Bem porque ainda não pôs os pés no chão né? — debochou.
— Eu só... quero esquecer... que amanhã minha vida acaba, será que posso? — falei sorrindo.
— Que deprê em velho, não deveria ter vindo aqui hoje, você vai se suicidar no meio do caminho — disse olhando para o outro lado.
Eu sei que ele tá preocupado, nunca fui de beber muito. Ainda consigo pensar. Pelo menos acho que estou pensando porque quero e não porque a bebida está me fazendo pensar. Algo assim. Muita coisa para pensar. Mas algo martela minha mente até quando tento esvaziá-la. “Lucy”, “Lucy”, “Lucy”. No fim não consegui explicar nada. O que adiantaria explicar? Não muda o fato que sou um idiota e que não vamos ficar juntos. Mesmo assim... quero vê-la. Queria pelo menos uma última vez sentir ela. Nem que seja apenas para me iludir que a tenho.
Começou a tocar uma música bem baixinha e algo vibrar dentro do meu bolso. Quem me ligaria hoje? Será que é meu pai preocupado com minha sanidade? Pus a mão no bolso e aproximei o celular perto de mim. Essa música... Lucy? Levantei-me rapidamente e desajeitadamente do banco. Gray se assustou com meu pulo me perguntando aonde eu ia, mas eu ignorei, ignorei tudo. Lucy, Lucy... Corri para fora do bar, onde a música já estaria abafada, encostei-me à parede e ouvi aquela musica tocando. Vi o nome dela na tela “Loirinha chata”. Meu coração parecia se comprimir. Atendi.
— ...Lucy? — finalmente tive coragem de dizer. Ficou um silêncio por alguns minutos.
— Natsu... — Sua voz mansa soou do outro lado da linha. Só isso e apenas isso fazia meu coração se curar de todos os pensamentos ruins.
— Oi...
— Eu te odeio
HUH? Isso estava fora do esperado.
— Como é? — perguntei só para me certificar. Quando ouvi alguns soluços. Ela está chorando?
— Eu... te odeio... — repetiu, só que agora com a voz enrolada.
— Você está chorando?
— Não.
— Lucy...
— Você é um idiota! — disparou e apenas fiquei quieto escutando suas palavras feridas — Você volta pra cá, faz minha vida... minha vida divolta a doiis anos atrás! Faz eu sofree, então porque, porque ainda penso em você? Purque você só num some?
— Lucy, você tá bêbada? — percebi suas palavras saírem meio enroladas e erradas.
— NÃO IMPORTA! Eu.. eu... — ouvi ela engolindo o próprio choro — não sei o que fazer... o que eu façu? Hein Natsu? O que eu deveria faze agora...
— Onde você tá?
— Não importa, não queru te vê nunca mais... nunca mais...
Olhei para os lados. Em qual direção fica a casa dela? Espera, é na mesma que a minha. Onde fica a droga da minha casa? Porque bebi tanto? Porque não consigo pensar direito num momento desses?
— Lucy, você tá na sua casa? — perguntei e ouvi ela gritar algo como “FOMOS DESCOBERTA LEVY-CHYAN”.
— NÃO TO NÃO! Você nunca vai me acha!
Será que devo fazer isso?
—♥—
Lucy
— Lucy, tem algo que quero te falar
— Num queru ouvir mais naada de vooxe! — respondi e desliguei.
Meu coração parecia querer sair do meu corpo. Segurei o celular firme em minhas mãos. É isso. Acabou. Minhas lágrimas começaram a cair. Levy-chan veio me abraçar. E ouvi a porta se abrindo.
— Mas eu quero te falar mesmo assim... — Natsu apareceu arfando no meu quarto.
Fiquei paralisada. Levy olhou para mim e depois para ele.
— Estou indo embora — disse saindo do meu lado da cama, segurei seu braço implorando para que ficasse, mas ela ignorou. Pegou suas coisas, passou por Natsu e acenou para mim. TRAÍRA.
Só nós dois. Não deveria ter bebido demais. Isso deixa ele irritamente mais sexy do que já é. Lucy, controle-se! Se mantenha consciente, isso é importante. Ele começou a dar passos até a cama onde eu estava. Estremeci.
— Va... vai embora! — pedi com o corpo tremendo.
— Não vou — respondeu rapidamente, me encarando. Isso não é bom.
— Eu num queru mais ver voxe! — gritei desesperada por aquela situação. Que vergonha.
— Está mentindo — replicou. Me encolhi na cama vendo ele se aproximar — Você tava bebendo?
— Num ti interessa! — comecei a lentamente sair da cama e andar para longe dele. Preciso ficar longe. Mesmo com a mente bagunçada, sei que devo ficar longe.
— Claro que me interessa — disse com a voz calma. Sua face estava meio avermelhada. Apontei para ele.
— VUCÊ TAVA BEBENDO! — falei em tom de julgamento.
— Estava, mas ainda estou mais sã que você — admitiu sem se queixar e continuava se aproximando. Andei para trás até sentir a parede. Droga.
Ele se aproximou, até ficar na minha frente. Meu coração acelerava em um ritmo anormal. E tenho certeza de que não era apenas por causa da bebida. Uma lágrima escorreu lentamente pelo meu rosto. Doía vê-lo. Eu o queria. Queria apenas para mim. Mas não podia tê-lo. Porque ele não era mais meu.
— O que... você... quer? — falei devagar para as palavras saírem perfeitamente. Não olhei para seus olhos logo acima dos meus. Sinto que despencaria se fizesse isso.
Então senti seus dedos nos meus. Me acariciando, entrelaçando-os. Ele se aproximou vagarosamente seu rosto do meu e sussurrou:
— você.
Como resistir? Se você vem com cara de desejo
Me pedindo um beijo
Como te deixar? Se quando você vai
Eu te quero de volta
Como fugir? Se você sabe o caminho
E eu nunca tranco a porta
Como desistir? Se te chamo, Reclamo,
Me entrego, Não nego...Te amo...
Notas finais
Achei legal por a mesma música de antes, fica como a música deles! KKKKKK Para aos que me perguntaram no youtube, a música é Melody - Funkist
Até segunda meus lindos, me deixem reviews~♥
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