Destino Das Fadas
36 ♦ BÔNUS — O início e o fim
Notas iniciais
Resolvi fazer um bônus, porque vocês merecem, claro ♥
Esse bônus vai contar como o Natsu e a Lucy se conheceram e como se tornaram amigos, ou seja, um pré Academia de Fadas, porque na primeira temporada eles já se conheciam e eram melhores amigos certo?
Quero esclarecer uma coisinha também, no último capitulo eu acabei colocando nas notas iniciais uma frase um tanto quanto suspeita, e ficou parecendo que a fanfic terminaria tipo, no próximo capitulo. Não era bem isso ok? HSUAHUSIHAUISHAUI Nem com reza e macumba eu iria conseguir terminar tudo em um capitulo, a não ser que deixasse eles brigados! *-*
Enfim, boa leitura, obrigada pelas reviews ♥
Ps. Tem um hiperlink no meio da história, se puderem escutem a música certo? ♥
Ps². O que está em itálico são os pensamentos da Lucy atualmente.
♦BÔNUS — O início e o fim
Segundo ano do Ensino Médio
Mal posso acreditar que estou morando sozinha agora. Vida nova. Escola nova. Tudo novo. Fiquei super feliz quando consegui aquele apartamento. Além de ser mais barato tem tudo o que eu preciso para sobreviver. Estou um pouco nervosa para conhecer meus novos colegas de classe, mas espero que dê tudo certo. Já liguei meu modo simpático e sorridente. Será que farei bons amigos?
“Eu estava animada para o começo das aulas, não imaginava o que estava por vir”
Peguei minha mochila e comecei a seguir em direção à escola. Estava atrasada, mas estava tudo bem. Nunca fui a uma escola de verdade. Sempre tive aulas particulares. É tão solitário. Passei a olhar tudo o que havia pelo caminho. Eu faria esse mesmo percurso por dois anos. Isso me deixa completamente feliz e disposta a fazer novos amigos.
Logo me vi na frente de um imenso portão com a fachada escrita “Fairy Tail”. Já ouvi muitas histórias sobre essa escola. Dizem que é sempre muito divertido e que o diretor é um velho louco que tira ideias do além. Estou morrendo de curiosidade para conhecê-lo. Passei pelo portão saltitante. Aqui seria meu novo lar. Tenho que estar ciente de fazer parte desta família.
Quando percebi estava perdida entre os diversos corredores. Essa escola é mesmo enorme. Que droga. Continuei a andar. Onde será que fica a diretoria? Não tem ninguém que possa me ajudar?
— Ei, tá perdida? — uma voz soou atrás de mim, me virei e vejo um garoto de cabelos... rosas?
“Então da maneira mais imprevisível possível, o conheci. A primeira impressão que tive era de um garoto super simpático e acolhedor”
— Oi, meu nome é Lucy — falei sorridente lhe estendendo a mão. Estava nervosa por encontrar um garoto logo de cara. Um garoto bonito logo de cara. Sinto que meu rosto corou instantaneamente.
Ele me olhou por alguns instantes. Ele perguntou se eu estava perdida, não meu nome. Será que pensa que sou oferecida demais? Ai Kami-sama, já estraguei tudo!
— Q-quero dizer, estou mesmo perdida, a-acabei de me mudar para cidade e... — desabei a falar. Minhas palavras atropelavam uma a outra. Meu nervosismo estava claro, quando repentinamente ele começou a rir.
— Você é estranha — disse entre suas risadas. Meu rosto ardeu em chamas de tanta vergonha — Meu nome é Natsu Dragneel, quer ser minha amiga? — sorriu marotamente.
“De início pensei que ele estava dando em cima de mim. Isso mexia com o meu coração. Um garoto bonito como ele que esbarrei na escola sem querer, ser tão simpático? Percebi que ele me afeta desde sempre”
— Seria um prazer — respondi animada. Consegui meu mais novo amigo. Estou indo bem. Além de ele ser bonitinho e super simpático.
— Qual é a sua sala? — perguntou gentilmente, enquanto andávamos pelos corredores vastos do colégio — Espero que seja a mesma que a minha daí podíamos fazer os trabalhos juntos né? — Me olhou com um sorriso terno.
Minhas bochechas coraram novamente. Não estava acostumada a conversar com garotos e a proximidade deste aqui ao meu lado faz meu coração acelerar. Será que ele é gentil assim como todo muno?
— S-sala 2A — respondi sem graça por seus comentários.
— Sério? — empolgou-se. Assenti com a cabeça — Olha só, deve ser o destino, é a mesma sala que a minha — sorriu.
Não consigo explicar o porquê, mas uma felicidade estrondosa preencheu meu coração. Agora eu saberia como chegar à sala e ainda já tenho um amigo. Que demais. Tudo dando certo mesmo.
— Vamos, estamos atrasados — ele disse e pegou no meu pulso.
Nem preciso dizer que meu rosto avermelhou novamente. Nenhum garoto nunca tocou em mim. Ainda mais com tanta familiaridade. E em pouco tempo já estava sendo arrastada para a sala. Por um garoto de cabelos rosas.
“Já estava certo... eu me apaixonaria fácil pelo Natsu. Desde o ínicio”
—♥—
Alguns dias se passaram. Ainda me sinto tímida na sala, mas todos me acolheram super bem. Só um grupo de garotas que me olham super torto. Minhas novas amigas dizem que é inveja da minha beleza. Mas não me acho bonita de causar inveja. Acabei por me enturmar com os amigos de Natsu. Ele me apresentou e em um piscar de olhos, eu estava cercada de amigos.
“Sou grata até hoje pelas amizades que construí por causa dele. Percebo que desde sempre, ele me ajudou.”
É estranho, mas sempre que eu vejo Natsu meu coração acelera. Será que é isso que chama de amor? Melhor não me deixar levar por essas novas emoções, até porque ele parece ser gentil com qualquer um. Ele sempre dá um jeito para me irritar. Mas eu meio que gosto dele no meu pé.
— Tudo bem alunos, se juntem em duplas para o trabalho que passarei agora — a professora pediu, e depois começou a escrever o trabalho no quadro.
O que eu faço? Olhei em volta na sala. Todos pareciam já saber com quem fazer a dupla. Isso é o ruim de ser nova, sempre fica de fora. Tentei não me deixar abalar. Não tem problema fazer sozinha. No fundo uma tristeza me invadia, mas não deixaria isso transparecer.
Ia começar a escrever o trabalho quando senti uma mão em meu ombro. Olhei para o lado e o vi. Na hora meu coração disparou e meu rosto avermelhou.
— E aí Luigi, quer fazer trabalho comigo? — disse sorridente.
— Meu nome é Lucy — murmurei meio irritada. Falei que ele sempre arruma um jeito de pegar no meu pé. Tentava me fazer de durona perto dele, mas por dentro eu estava plenamente grata por ele ter aparecido e me tirar da solidão.
Ele trouxe sua carteira e encostou-se à minha. Nesse pouco tempo percebi que ele é do tipo de garoto que fica apenas jogando aviãozinho e conversando. Um típico bagunceiro popularzinho. Mesmo assim ele é tão simpático comigo que tento ignorar isso. Já sou tachada de quietinha e estudiosa.
— O que tem que fazer? — perguntou enquanto lia o que a professora passava no quadro.
— Alguns exercícios do livro e responder em uma folha separada — respondi, abrindo meu caderno.
De verdade? Estou pronta para fazer o trabalho, sozinha. O que um bagunceiro como ele pode me ajudar? Mas eu não ligo, será como retornar um favor. Então o vi abrir o livro e começar a ler as perguntas.
— Eu posso fazer as perguntas ímpares e você as pares, pode ser? — sugeriu me olhando por trás do livro. Devo ter sorrido feito boba.
— Claro — falei animada.
Então foi assim. Enquanto ele escrevia a resposta das suas perguntas na folha eu procurava pelas minhas. Aí quando ele acabava de escrever, eu pegava a folha e começava a escrever a minha parte. Em um minuto terminamos.
— Nossa, foi rápido — falei deslumbrando nosso trabalho. Segurava o papel entre minhas mãos.
— Fazemos uma bela equipe não acha? — disse com seu sorriso casual.
“Depois desse dia, passamos a fazer todos os trabalhos juntos. Todos achavam isso estranho. Até eu mesma achava. Estava começando a me apaixonar por sua gentileza e por seu jeito irritante. Me pergunto se ele fazia de propósito”
—♥—
Não sei se já comentei, mas ele senta atrás de mim. Somos a divisão exata, do fundão e das primeiras carteiras. Acostumei rápido com a escola, e a cada dia que passa é mais diversão. Estou me soltando cada vez mais. Até levei broncas por ser escandalosa. Culpo Natsu eternamente por isso. Ele fica me cutucando, ou contando piadas super engraçadas nas minhas costas. Eu sempre caio na gargalhada, levamos broncas e passamos a rir baixinho, enquanto eu bato nele por causa da bronca.
Passamos a conversar por bilhete. Ele começou é claro, eu nunca faria algo assim. Um dia qualquer ele jogou um papel em minha carteira escrito “Oi chatinha” e eu devolvi escrito “Oi chatinho”. Desde então a gente conversa assim, feito dois idiotas. Estou me tornando mais amiga das garotas também, não quero ficar colada no Natsu. Passo o intervalo com elas. São todas meigas e simpáticas. As mais chegadas são: Levy-chan — já considerada minha melhor amiga e que me deu um apelido fofo —, Erza — apesar de me dar muito medo quando fica brava por meus atrasos, Cana — ela bebe pra caramba mesmo sendo tão nova —, Juvia — apesar de super meiga, tem um amor doentio pelo amigo do Natsu —, e Lisanna, que é super fofa.
As aulas iam se passando. Já me sinto completamente em casa aqui. Mas tenho suspeitas que talvez eu esteja gostando de certo garoto de cabelos rosas. Ele é bonito, simpático, divertido, companheiro e com um leve toque de chatice. Será que eu deveria falar para ele sobre isso? Melhor não.
Mais um dia de escola acabou. Despedi-me das garotas e tomei o caminho para casa. Assim que passei pelo portão ouvi passos apressados atrás de mim. Parei e assim que me virei, vi um Natsu atrapalhado tentando parar com tudo, mas não a tempo de não cair em cima de mim.
— Ai Natsu, está louco? — falei, passando a mão pela cabeça e depois o olhei. Estava perto. Muito perto.
“Foi primeiro momento em que nossos rostos se aproximaram. Senti meu coração querer abandonar o corpo. Não é incrível como ele tem esse efeito sobre mim até hoje?”
— Desculpa, é que você saiu tão rápido da sala que achei que não daria tempo — disse se levantando e me estendendo a mão.
Ele estava me procurando? Ai Kami-sama. Por quê? Por quê? Peguei em sua mão e me levantei, passando a mão pelo uniforme.
— O que queria comigo chatinho? — indaguei, tentando mostrar que não estava nervosa por causa disso.
— Ah! É que eu te vi entrando no seu apartamento esses dias, e descobri que é pelo mesmo caminho que a minha casa, poderíamos ir juntos né? — supôs sorridente. Minhas bochechas logo começaram a arder.
Ir e voltar com o Natsu da escola? Eu não poderia pedir coisa melhor! Mais tempo com ele. Será que estou mesmo me apaixonando? Quero dizer, ele não parece ser diferente comigo do que com as outras garotas. Quando caímos e ficamos próximo ele nem pareceu ligar. Somos só amigos?
— Ai que legal, daí eu não vou mais sozinha e não me atraso — aceitei com alegria.
Passamos o caminho todo conversando, rindo, brincando. Sinto-me diferente com ele. Como se nada de mal pudesse me atingir. Não tem como não rir com ele. Gosto de tê-lo perto de mim. Sou feliz hoje graças a ele e a incrível coincidência de encontrá-lo no primeiro dia de aula. O destino é mesmo bacana.
—♥—
“Secretamente guardei esse amor dentro de mim, não queria que atrapalhasse nossa amizade. Me sentia bem só por saber que eu poderia rir com ele. Mas um dia isso não bastou e eu queria me confessar, porém...”
Um grande evento será feito na cidade. Chama-se Festa Hanami. Dizem que as cerejeiras florescem e ficam maravilhosas. Ouvi dizer que tem uma cerejeira especial que floresce apenas hoje e que suas flores têm a cor do arco-íris. Estou super animada para ir. Todo o colégio vai. Nem haverá aulas, só para podermos ir. Talvez seja um bom momento para eu abrir meus sentimentos com o Natsu. Será que é cedo demais? Conhecemos-nos há apenas algumas semanas. Mas estou confiante hoje. Preparei um bom lanchinho. Vesti um vestido novo. É a primeira vez que vou encontrá-lo fora da escola. Meu coração está a mil.
Peguei minha cestinha e um chapéu. Assim que me virei dou de cara com o Natsu na minha poltrona.
— KYAAAAAAAAAAAA! — gritei assustada. Coloquei a mão no peito — Está louco? Por onde você entrou? — perguntei exaltada, arrumando meu vestido novamente.
— Pela janela, oras. — respondeu indiferente e se levantou.
— Como assim pela janela? — falei incrédula.
— Deixa para lá, vamos logo, não quero atrasar — disse com um sorriso no rosto. Vai entender, que garoto bipolar. Ele começou a dar passos em direção a janela.
— Ei, saia pela porta! — gritei apontando para a porta. Mas ele me ignorou pondo o pé de apoio na janela para pular.
Ele é o que? Um macaco? Perguntava-me em mente. Antes de pular ele me fitou uma última vez, sério e logo alargou um sorriso.
— Você está bonita, Lucy — piscou e saiu.
Não preciso dizer que meu coração quase abandonou o corpo. Todo meu sangue deve ter subido para minha cabeça, porque senti meu rosto arder em chamas. Está mais que certo que ele mexe demais comigo. Ele me chamou mesmo pelo nome? Tentei me controlar, me olhei uma última vez no espelho para últimos retoques e desci as escadas, me encontrando com o Natsu lá fora.
— Como é possível? — murmurei olhando a altura da janela.
— Que perigo deixar a janela aberta — ele disse arqueando as sobrancelhas. Olhei para ele pasma.
— Só um maluco como você, pularia pela janela! — reclamei. Mas ele não pareceu ligar porque começou a rir. Eu não agüentei e comecei a rir também.
— Então, o que você fez de gostoso? — disse olhando para a cesta em minhas mãos.
— Muita coisa boa — falei convincente.
— Quer que eu leve a cesta para você? — ofereceu gentilmente, com a mão estendida para mim.
— Você não vai comer nada que tem dentro? — suspeitei, puxando a cesta para meu lado.
— Você vai ficar brava se eu fizer isso? — perguntou com a cara de pidão.
— Vou — respondi secamente e fazendo cara de brava. O que era mentira, obviamente.
— Tudo bem, deixa que eu carrego — se fez por vencido e pegou a cesta de minhas mãos.
Ele realmente não comeu, nem ao menos tentou. Sua ação me deixou comovida. Caminhamos alegremente até o parque central onde havia as inúmeras cerejeiras espalhadas. Apenas conversamos e rimos como sempre. Chegando lá nos separamos. O que era triste. Mas eu estava certa de encontrar com ele mais tarde, até combinamos. Eu diria a ele. Todos meus sentimentos.
[...]
— Não é lindo? — Levy-chan disse olhando para a cerejeira acima de nós. Estava sentada apoiando seu corpo em seus braços para trás. Uma leve brisa bagunçava seus cabelos azuis.
— Se estiver falando do Natsu, eu concordo — brincou Lisanna. Todas riram, mas eu não entendi. Meu coração até falhou na hora de sua fala.
— Você nunca vai se declarar Lisanna? A história de vocês é tão linda! — Levy disse sonhadora com as mãos dadas ao lado de seu rosto.
Lisanna ficou envergonhada. E eu ainda estava tentando entender do que elas estavam falando.
— Juvia também acha. Uma verdadeira história de amor — A azulada completou.
— Do que vocês estão falando? — finalmente tiver coragem de perguntar. Todas me fitaram. Lisanna sorriu e seu rosto corou.
“Na hora eu já entendi, ela era apaixonada por ele também. E pelo jeito há muito mais tempo que eu. Ela passou a tarde toda falando dele, e o quanto o achava lindo e gentil. É claro que eu já sabia de tudo isso. Mas então eu desisti de me confessar. Meu amor não era forte o bastante para combater o de Lisanna. E eu não queria perder uma amiga...”
— Sou apaixonada pelo Natsu — explicou. Então algo dentro de mim mudou. Eu não poderia fazer nada. Somos amigas, não faria algo assim com uma amiga.
[...]
Depois de muito comer, beber e conversar, a noite começava a tomar conta do cenário. E no meio de todas aquelas cerejeiras, a cerejeira central chamava a atenção de qualquer um que passasse por ali. As cores do arco-íris preenchiam o local. Era lindo. Observava aquela cena um pouco afastada. Era com toda certeza, as flores mais lindas que já vi.
— Perfeito, não acha? — Natsu apareceu no lugar combinado. Havia até me esquecido disso. Que eu o chamei perto da cerejeira de arco-íris para me declarar. Mas não faria mais isso.
— Muito — respondi com os olhos brilhantes, olhando para a cerejeira.
— Peguei para você — disse ao meu lado. Olhei para ele e vi sua mão estendida em minha direção. Entre seus dedos havia uma flor, uma flor daquela cerejeira. Era ainda mais linda se visto de perto.
— Que lindo! — exclamei surpreendida. Ele aproximou sua mão perto de mim.
— Posso? — pediu com um sorriso. Assenti com a cabeça sem graça. E então ele pôs a flor na minha orelha.
— Então, como fiquei? — brinquei rodopiando e fazendo pose com a flor em meus cabelos. Ele deu risada e depois sorriu ternamente.
— Existe algum jeito de você ficar feia? — olhou-me.
Senti minha respiração parar. Isso foi uma cantada? Eu sinto que foi. Será que ele está se insinuando? Pare de pensar nessas coisas Lucy! Você não pode trair uma amiga! Tentei ignorar seu comentário, apesar de meu rosto ter corado. Pude perceber que ele ficou meio magoado depois disso.
Sentamos em alguns banquinhos abaixo de uma cerejeira, olhando para aquelas flores que caiam lindamente ao nosso redor. Era o lugar perfeito. O clima perfeito. Mas eu também tinha o motivo perfeito para ficar apenas nessa zona, a zona da amizade.
— Nee Lucy... — me chamou, enquanto eu estava distraída olhando a cerejeira central. Passei meu olhar para ele. Só então percebi o quão perto ele estava. Perto suficiente para me beijar a qualquer momento.
Coração acelerado. Estômago revirado. Pernas estremecidas. Podia até ouvir as batidas altas e descontroladas do meu coração.
— O-oi? — murmurei. Eu não conseguia me mover. Estava hipnotizada por seu olhar sedutor.
— Tem alguma chance... de você se apaixonar por mim?
TUDUM TUDUM TUDUM
Seu rosto foi se aproximando do meu. Seu rosto estava levemente corado e à centímetros do meu. O que eu faço? O que eu falo? Eu sei a resposta verdadeira para essa pergunta, mas...
“Foi quando fiz a maior idiotice do mundo”
— Não
“Depois disso, ele apenas parou de tentar. Ficamos apenas sendo amigos, e nos acostumamos a isso. Aos poucos, essa história simplesmente foi esquecida. Mas o destino foi sacana o bastante para me mostrar que meu amor por ele não tinha passado e alguns meses depois, tudo mudou, ou melhor, começou.”
—♥—
Dias atuais...
E agora, tudo acabou. Pensei limpando minhas lágrimas enquanto guardava um papel velho de volta à gaveta, juntamente com uma flor desgastada com o tempo.
Ainda está esperando, Natsu? Porque eu estou com saudade...
Quero saber mais, quero ouvir sua voz
Fico com vontade de chorar, fico perdida, sou tão fraca, né?
Se eu lhe dizer que quero encontrá-lo,
vou acabar magoando-o novamente
Os meu olhos enchem de lágrimas, meu amor
Cada desencontro me deixa mais apaixonada
Por favor, fique comigo.
Notas finais
Me deixem reviews ♥
Até amanhã!
Ps. O trecho do final é de uma outra música ok? É que achei o ritmo dessa música mais apropriada, mas gostei mais da tradução de outra HUSHAUIHSAUIHSA.
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