Destino

27 Amolecendo?


Notas iniciais
Olá pessoal, seculos depois e olha eu aqui!!!!! rs Maninha do meu coração, não é neste que tem o que você quer, mas eu vou dedicar este a você mesmo assim. Você fez aninhos e está se tornando cada vez mais uma mulher, mas enquanto não vira...rsrsrsrs.... Aproveite bem pirralhinha... Amo você... Companheira e Camila, prometido cumprido... Beijos até uma próxima breve.

–Mulan. Emma arregala os olhos.

–Emma. Regina faz o mesmo.

–Regina. Mulan também arregala os olhos.

As três ficam se encarando, não sabendo quem quebrava o silencio.

–Como assim também quer me pedir em casamento? Regina quebra o silencio que se instalou.

–Aah...Ehh...Eu....Na verdade.... Bem.... Emma gaguejava, não sabia o que dizer.

–Algum dia. Mulan soltou. – Emma me disse que pretende te pedir em casamento em algum dia. Repetiu mais convicta.

–Exato. Swan solta todo o ar. – Eu disse algum dia e Mulan também deve pensar em algum dia, não agora. A loira fala agora olhando pra oriental.

–Emma eu não quero... Emma levanta a mão.

–Uma semana, espere uma semana, afinal o mundo não vai acabar amanhã vai? Arqueia a sobrancelha utilizando a mesma frase.

–Mulan você já é casada, não acho que um papel mudará isto. Finalmente a voz de Regina é ouvida depois desse “embate” entre as duas amigas, capturando a atenção das duas. – O que? É a verdade. Dá de ombros.

–Claro que muda. Mulan fala ofendida. – Ainda mais se você coloca uma aliança bem grandona junta. Fala sorrindo. – Não é Emms?

Emma não responde, ainda estava pensando no fato de que por tabela Regina havia dito que elas eram casadas, afinal se Mumu e Aurora estavam casadas, elas também estavam seu sorriso bobo e seu olhar perdido não passou despercebido nem pela oriental e nem pela namorada.

–Ok, eu vou indo lá procurar Aurora. Declarou Mulan. – Não eu não vou pedir em casamento, vou esperar por uma semana. Disse indo para fora do quarto antes que a loira protestasse.

Emma olhou para Regina e a morena lhe devolveu o olhar. Um lindo sorriso se formou nos lábios da loira.

–Sabe. Começou a Swan toda animada. – Por que não voltamos para onde estávamos hum? Chega a morena e a abraça, enquanto balança a cabeça para a cama.

–Eu adoraria, mas eu vou tomar um banho e ir trabalhar. Falou selando os lábios e empurrando a namorada de leve.

–Hoje é sábado. Afirma e tenta a puxar contra si.

–Eu sei amor, mas eu prometi ficar no lugar do Whale hoje. Fala sorrindo e vê uma carranca na cara de Emma. – Por que tá enrugando a testa hein? Pergunta levando um dedo entre os olhos da loira.

–Nada. Murmura e bufa. – Nada. E fez um enorme bico.

Regina mordeu o lábio inferior de Emma e o puxou levemente. – Para de ficar pensando besteiras, aceitei só por que ele quer ficar com a namorada dele só isso. E sela os lábios.

–Eu queria você aqui. Pede toda manhosa.

–Eu também queria ficar, mas eu prometi. Fala se afastado totalmente. – Vou tomar um banho, juro que vai ser rápido o dia e logo, logo eu estou aqui. Sorriu para Swan.

Emma sorriu para si mesma com a ideia que teve, começou a seguir Regina, mas a morena foi mais rápida e fechou a porta do banheiro.

–O que? Não podemos tomar banho juntas? Pergunta encostando a testa na porta do banheiro.

–Não. Falou rindo. – Você não ia só tomar banho e eu não gosto de me atrasar. Falou alto para a namorada ouvir.

–Vai ser rápido. Disse ela se recostando mais, como se fosse possível.

–Mentirosa. Acusou a morena.

–Chata. Murmurou a loira. – Odeio você Victor. Debochou do nome do loiro e saiu do quarto.

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Fazia dois dias, exatamente dois dias que Mulan não dava sinal de vida e isso estava começando a deixar Emma apreensiva, pensando se a oriental não tinha feito nada de idiota, não aquelas grandes, mas aquela de se casar, por que se ela tivesse fugido pra casar, Emma jamais a perdoaria.

–Larga esse celular amor. Pediu pela décima vez Regina. – Vem aqui comigo vem. Pediu do sofá. – Se algo tivesse acontecido ela teria te ligado. Insistiu.

–Aurora não me deixa falar com ela. Emma diz chateada, realmente Aurora não estava facilitando. –Mumu não me procurou. Diz triste

– Deixe Aurora ajudar Mulan a lidar com tudo isso, ela é a mulher dela. Acariciou as mãos de Emma a fazendo sentar.

– Sei disso. Emma bufa. – Mas queria poder ajudar também. Resmunga e puxa Regina pra que ela fique no meio de suas pernas.

–Então vamos esperar uma semana que tal? Perguntou pegando o controle da Tv. – Se ela não vier ou ligar, levo você para arrombar a porta dela combinado? Pergunta girando o rosto levemente para a loira.

–Combinado. Emma sorri e a puxa para um beijo.

–Não vamos namorar no sofá hoje. Diz animada e liga a TV buscando o filme que havia planejado pra ver.

–TV não, tudo menos isso. Implorou Emma.

–TV sim, quero ver um filme com minha namorada. Pediu fazendo aqueles olhos castanhos brilharem para ela.

O que você me pede fazendo esse beicinho e olhinhos que eu não faça. Suspira.

–Parar de usar aquela jaqueta vermelha e aquele carro ridículo? Diz ironicamente.

–Viu, você é esperta, sabe todas as respostas. Beija os lábios e a abraça, começando a se concentrar no filme.

Duas horas depois.....

–Eu não... mas... que porcaria. Emma exaspera olhando para a TV.

–Foi lindo. Regina murmura limpando as lagrimas. – Uma linda estória de amor. Completa.

–Não gostei, não mesmo. Emma fica irritada. – Por que ele tinha que morrer? Ok eu sei que era algo previsto, mas poxa, não foi legal não. Diz indignada.

–Amor era a estória e meio que eles querem passar veracidade. Argumenta Regina.

–Se eu quisesse ver coisas assim, assistia noticiário, ou a porcaria baseada em fatos reais, não quero ver algo que passa realidade, se estou vendo um filme, era para ser bonito e não triste. Reclama novamente.

–Amor. Regina tenta se virar, mas a loira não a deixa. – Own minha linda, eu sei que é triste, mas é o enredo e muito lindo por sinal. Regina aperta as pernas da namorada.

–Esta vendo isto? Emma aponta para a TV. – É o que eu não quero, não quero este amor, não quero que me ensine a amar e vá embora. Respira fundo. – Quero o normal. Regina consegue se virar e a encara. – Sabe aquele que vamos envelhecer juntas? E você ficará cheia de dores e ciúmes, por que eu estarei uma velha boazona? E você sentada em uma cadeira caquética, mas mesmo assim eu vou lhe amar. É este que eu quero. Fala convicta. – Quero o amor que uma hora vai querer me chutar, outra abraçar, outra criticar e depois do nada se apaixonar novamente por mim, mas que você não vai embora, que fica, fica aqui comigo. Swan suspira. – Quero o tipo de amor para sempre, portanto. Sela os lábios. – Nada grandioso, quero o comum, apenas o nosso comum.

–Emma. Regina chama emocionada. – Como eu vou ficar caquética e você não? Pergunta sorrindo limpando as lagrimas.

–Eu digo que vou amar mesmo assim e você só foca nisso? Aperta a morena e beija seus lábios.

–Sim quando você vai ficar boazona e eu não. Resmunga batendo no braço da loira.

–Então deixa eu reformular. Emma pede e a olha dentro dos olhos. – Quero o meu para sempre com você, com tudo que vier, eu só quero você para sempre e sempre. E seus olhos verdes se tornam mais claros.

–Eu... Regina começou a chorar, não aqueles choros comuns, mas os de soluçar.

–Amor, amor. Emma chamava. – Você não vai ficar caquética. Tentava acalmar a namorada.

–Não é isso. A morena diz com dificuldade. – Você é a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Solta ainda entre soluços e fungadas.

–Ownt, eu também te amo minha caqueticasinha. Zomba a loira.

Regina não diz nada. Apenas abraça mais a namorada, tentando demonstrar todo o amor que sentia por aquela loira.

Passam algumas horas assim, até que Regina sente sua barriga roncar.

–Acho que alguém, ou alguns estão com fome. Cantarola Swan. – Que tal fazermos um lanche? Pergunta ainda aspirando o perfume dos cabelos da morena.

– Ótima ideia. Mills diz. – Você cozinha e eu descanso. Brinca e beija a bochecha da loira.

–Por isso você será a caquética da nossa relação. Emma a solta e recebe um beliscão da morena.

–Tonta. Regina sorri e beija os lábios da namorada.

–Que você ama. Emma fingi ainda passar a mão pelo braço que a morena havia batido, lhe sorri, adorava o jeito que Regina a fazia sentir, como se não precisasse de mais nada e nem ninguém.

Regina lhe sorria, pensando que finalmente o clichê havia acontecido em sua vida, havia concedido o verdadeiro amor.

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–Querida. Chamou James pela milésima vez a esposa.

–James eu já disse a você. Falou irritada. – Não estou doente a ponto de ir ao hospital, estou apenas chateada e.. a frase não saiu, logo ela estava chorando novamente.

–Perdoe-me. Ajoelhou-se James. – Eu não queria... Respirou fundo.

–Nós erramos. Enfatizou Margareth. – E acho que há perdemos para sempre. Ela disse abraçando o marido. – Desejei por tanto tempo ela em casa, sã e salva e feliz, mais tanto, e quando tive isso a deixei ir. Voltou a soluçar e suas frases saindo pausadas e desesperadas. – Somos tão... tão... Ela não sabia o que dizer para completar a frase.

James não disse nada, apenas apertou mais a esposa nos braços, não sabia o que sentir, pensar ou achar, aquilo era tão confuso para ele que, tão fora do que ele sempre quis, sonhou ou desejou para a sua única filha, que sentia apenas raiva e medo. Não queria magoar a filha e esposa, mas ter que aceitar algo fora da sua realidade, fora da sua criação era algo desafiador e.... seus pensamentos foram embora quando ouviu a voz da esposa.

–Pode ir trabalhar, eu vou ficar bem querido. O sorriso fraco e triste da esposa pareceu despertar James de seus sonhos.

Sr Swan acenou com a cabeça, beijou a testa da esposa e saiu de casa, direto para a sua empresa de segurança, iria passar o dia pensando na esposa e a filha e ao final do dia, já havia decidido, iria a outro lugar antes de sua casa.

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Regina chegou a sua casa exausta e mal humorada, estava nítida sua insatisfação. Aquele dia tinha sido uma porcaria, uma enorme e grande porcaria. Fechou os olhos e respirou fundo, seu carro estava “embicado” para entrar na garagem de sua casa, assim que abriu os olhos, sua visão por segundos rondaram sua volta até se deter em um movimento estranho atrás de um dos arbustos de seu jardim.

Apertou os olhos para tentar enxergar melhor. Conseguiu enxergar alguém agachado, não conseguia definir quem ou até se era realmente alguém, mas com certeza tinha algo ali. Antes de pensar com clareza e achando que poderia ser apenas alguma criança tentando fazer de seu jardim um lugar para brincar, saiu batendo a porta do carro e andando em passos firmes.

Parou atrás do que agora ela via que era um homem, com um boné de beisebol na cabeça e observando sua casa.

–Posso saber o que faz olhando para dentro da minha casa? Pergunta de maneira firme.

–Ai meu Deus, você é louca? Vira-se o senhor de olhos claros e rosto encoberto, levantando-se rapidamente e a olhando.

–Eu louca? O Sr que está aqui na porta da.... Ela para assim que consegue enxerga a fisionomia do Senhor a sua frente.

Aqueles olhos verdes, aquele cabelo grisalho e aquela cara de quem foram pego feito algo que não devia, definitivamente pertenciam a sua namorada.

–Sr Swan o que faz aqui? Pergunta enrugando a testa novamente.

–Nada. Responde ele nervoso.

–O Sr vem até minha casa, observa as coisas escondidos, como um tarado ou bandido e diz que não é nada? Pergunta cruzando os braços e agora arqueando a sobrancelha.

James coça a cabeça e abre a bocas algumas vezes, antes de suspirar e finalmente dizer. – Queria ver ela. Diz em tom baixo.

–E não pensou em ligar ou bater na porta? Pergunta ainda na mesma posição.

–Se estou escondido a resposta é obvio não? Pergunta ele agora cruzando os braços e tentando assumir uma postura confiante.

Não tem nem vergonha de dizer que bisbilhotava? Regina questiona.

–É minha filha, não é errado. Ele argumenta. – Errado é você se aproximar assim de alguém do nada, quase me matou. Resmunga ele.

–Você quase morreu? E eu que encontro alguém no meu jardim observando minha casa? Minha namorada? Devolve-a.

–Outra coisa errada e se eu fosse um bandido? Você iria... ele para de falar, não tinha por que se preocupar com aquela mulher. Questionou-se por que de está conversando com ela se claramente deveria odiar, por apoiar o comportamento em sua filha.

–Enfim, vai entrar ou ir embora? Pergunta Regina.

–Embora. Fala já indo até a saída. –Não... Ele não termina, Regina passa por ele indo até o carro para guarda-lo dentro da garagem.

–Não precisa dizer, não falarei nada. Resmunga e entra no carro, entrando finalmente na garagem.

Não sem antes de olhar pelo retrovisor e vê seu sogro indo embora de cabeça baixa. Talvez seu dia tenha finalmente melhorado.

–Estão me deixando muito mole. Murmura enquanto acaricia a barriga e sorri de lado.

James ainda viu Regina abrir a porta e entrar, esperou ela fechar a porta para ligar seu carro, suspirou fundo e soltou o ar com força. Precisava admitir até que aquela mulher tinha “peito” para encará-lo o olhando nos olhos. Ninguém nunca havia feito ou ousado fazer. Ele ainda não sabia se era bom ou ruim isto

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Assim que entrou em casa, parou por segundos para observa a loira, perdida em seu próprio mundo, com certeza estava em outro livro, um novo pelo jeito.

–Demorou a entrar. Resmungou Emma, colocando o livro na mesinha de centro e fazendo um gesto para a namorada sentar em seu colo.

–E você percebeu quando cheguei? Perguntou se alojando no colo da loira.

–Sempre estou alerta. Cantarolou e beijou seu ombro. – Então? Voltou a questionar.

–Precisei respirar um pouco. Fala sorrindo e selando os lábios. – Como foi seu dia? Perguntou se acomodado melhor.

–Eu li, depois fiz exercícios, respondi uns emails da empresa, por que estou trabalhando em casa agora, ai li novamente e agora estou querendo namorar. Sussurrou a ultima parte. – E você? Beijou o pescoço da morena.

–Briguei com o Gold, seus filhos me deixaram cansada e enjoada o dia todo. Disse suspirando, não só pelo beijo, mas por lembrar-se do problema e do mal estar. – E agora não estou com humor para namorar. Apoiou a cabeça no ombro da loira.

–Sem namoros então. Emma a apertou. – E vocês hein? O que conversamos? Não se façam de desentendidos, combinamos que daríamos uma folguinha para a mamãe Reh lembram? Ela parece durona, mas eu sei que ela é mole, mole, então vamos combinar de colaborar ok? Nada de enjoos, vamos apenas mima-la. Diz olhando para a barriga de Regina, fazendo a morena sorri com aquela cena. – Agora vamos ficar assim, eu fazendo carinho nos meus bebês e você contando tudo, o que acha? Disse já levando a mão para a barriga da morena.

–Adoro suas ideias. Murmurou ela. –Adoro você.

–Eu sei. Emma sorriu travessa. – Causo isso nas pessoas.

–Deve ser essa sua humildade. Regina debochou e sorriu.

–Com certeza ou um dos meus outros atributos. Sorriu novamente.

Logo Regina estava contando seu dia todo, enquanto era mimada pela namorada. Emma conseguia ouvir calada e atentamente a tudo que a Mills falava. Admirando a cadencia da voz, os gestos e suas expressões.

Notas finais
Ficou faltando muita coisa que eu queria colocar, mas se eu fosse por tudo ficaria enorme, não que vocês achem ruim, mas demoraria mais um seculo, do que já demorou... Espero que tenham gostado, até a próxima.