Destino
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Estacionou o carro dentro do estacionamento da empresa Akasuna, tinha feito uma copia do crachá de Sakura, tendo livre acesso aquele prédio. Parou em frente ao seu carro, esperando sua vitima aparecer, de acordo com seus cálculos, ele estaria voltando para empresa em poucos minutos.
Logo viu sua vitima surgir em seu campo de visão, sorriu perverso enquanto o via estacionar, descendo do carro em seguida. Sasori o olhou assustado, percebendo sua presença, gostou de vê-lo assim.
– Ora, ora, se não é o grande empresário Sasuke Uchiha. – ouviu Sasori falar debochado, fazendo sua mandíbula travar.
– Ora, ora, se não é o covarde Akasuna no Sasori – disse irônico – Ou devo dizer... Futuro defunto. – sorriu perverso, vendo o olhar arrogante de Sasori vacilar.
– Veio agradecer o que eu fiz a sua querida amiga? – Disse debochado, fazendo-o fechar as mãos em punho.
– Sim, sinta-se agradecido. – disse irritado, andando em sua direção acertando-lhe um soco em cheio em seu rosto, fazendo o ruivo cambalear para trás.
– O que está fazendo idiota? – Sasori perguntou, irritado, e assustado ao mesmo tempo.
– Eu mandei você se afastar dela. – disse irritado lhe acertando outro soco.
– Achei que não ligasse para ela. – Sasori disse debochado, desviando de um soco, tentando o acertar com um chute no estomago.
– Você sabia que eu estava irritado, usou aquilo como desculpa, e agora Sakura está machucada, mas não se preocupe... – disse com sua voz rouca pela irritação, a franja cobria-lhe os olhos o deixando sombrio. –... Eu irei fazer você sentir o triplo da dor que ela sentiu. – sua voz saiu fria.
Socou Sasori no rosto, em seguida de uma joelhada na barriga, que o fez cuspir sangue, sorriu, mas ainda era pouco. Segurou a perna de Sasori com força, parando um chute que iria acertar seu rosto, o olhou debochado.
– Lento de mais. – Disse o chutando com força no abdômen, o derrubando no chão.
– Cadê a sua valentia toda? Já está cansado?! – gritou sorrindo maldoso.
Sasori levantou cambaleante tentando lhe acertar um soco, que foi desviado sem nenhuma dificuldade. Desviou de outro soco, segurando Sasori pelo pescoço, o suspendendo no ar, Sasori tentava inutilmente se soltar, sorriu perverso, vendo o rosto desesperado de Sasori coberto de hematomas e sangue, o levantou até o seu limite, acumulando força suficiente o chutando na barriga, vendo seu corpo ser arremessado violentamente contra a parede.
– Você não é o machão? Vem me bater! – gritou irritado. – Esqueci você só bate em mulheres. – disse o vendo se levantar cambaleante se apoiando na parede.
– Eu vou... Mata-lo. – Ouviu Sasorri murmurar com dificuldades, enquanto tentava ficar em pé.
– Eu não sei se Sakura te falou, mas eu fico muito violento quando estou irritado. – disse andando lentamente em sua direção. – e eu estou muito irritado agora. – disse parando em sua frente, sorrindo maldoso.
– Seu filho... – O socou com força na barriga, o impedindo de terminar a frase, o socou outra vez no rosto, começando uma sequencia seguida de socos na barriga.
– O que disse a ela? – perguntou friamente, se afastando.
Sasori sorriu maldoso com os dentes cobertos pelo sangue que saía de sua boca, mesmo machucado o ruivo não perdia a oportunidade de lançar suas palavras venenosas.
– Eu disse a verdade – sorriu maldoso – disse que você a odiava, que não se importava com ela, que me mandou machuca-la.
Trincou a mandíbula com força, o ódio o cegava, só conseguia ver seu alvo. Sua mente gritava para mata-lo, seu corpo tremia pelo ódio que sentia.
– Ela o odeia, mesmo você me matando, ela nunca o perdoará, sabe disso. – debochou.
A verdade era perturbadora, sabia que Sakura estaria o odiando agora, sabia o quanto ela era fechada, o quanto odiava ser machucada, ela nunca o perdoaria, mesmo assim, se vingaria.
Sua gargalhada macabra ecoou por todo estacionamento, seu rosto estava transfigurado em maldade, seu sangue borbulhava em ódio, Sasori iria pagar, ele iria pagar com sangue.
– Mesmo que ela não me perdoe, eu vou mata-lo. – sussurrou sombrio.
Aquele que estava falando não era o Sasuke bonzinho que ajudava Sakura. Aquele que estava ali não tinha piedade, não tinha limites, não tinha bondade, não tinha sentimentos. Era o Sasuke que Sakura mais odiava, e Sasori iria entender o motivo.
– Se me matar irá cavar sua própria cova, eles saberão que foi você – Sasori disse debochado. – Logo os meus seguranças virão aqui e chamarão a policia, e não vamos nos esquecer das câmeras de segurança. – Sorriu vitorioso, com sua fala.
– Que tipo de amador acha que eu sou? Ao contrario de você, eu faço as coisas bem feitas. – Caminhou perigosamente até o ruivo. – Se seus seguranças chamarem a policia... Farei questão de matar cada um de vocês, lenta e dolorosamente. – Sorriu perverso.
Ele não era nenhum amador, tinha pedido para um de seus amigos sabotarem o sistema de seguranças da empresa de Sasori. Quanto aos seguranças não estava brincando, mataria todos, todos que entrassem em seu caminho, e de Sakura.
– Mesmo que você me mate, eles irão atrás dela, cada um dos meus sócios irão atrás dela. – Sasori falou maldoso.
Seu corpo já tremia pelo ódio, ele mataria todos que tentassem ir atrás dela, qualquer um que se atrevesse a tocar em um só fio de cabelo dela se arrependeria amargamente. Segurou o pescoço de Sasori o apertando com força. Levantou o corpo com uma mão, o suspendendo no ar. O ódio tomava conta do seu corpo, estava descontrolado.
– Eu matarei todos... – sua voz estava sombria. –... Se alguém tentar mata-la, eu mesmo farei questão de tortura-los tanto, que iram preferir a morte.
O chutou com força na barriga, jogando o corpo com violência contra a parede. Socou Sasori fortemente na mandíbula, em seguida de uma joelhada, sorriu satisfeito vendo o sangue do ruivo.
Sasori dirigiu um forte chute em sua barriga, que foi parado, antes de acerta-lo. Sorriu segurando a perna de Sasori.
– Você sabia que Sakura torceu o tornozelo? – perguntou segurando a perna de Sasori. – Nada mais justo que você quebre a sua perna, já que você a deixou machucada.
Começou a socar a perna de Sasori com toda sua força, ouvindo os gritos do mesmo que pareciam músicas para os seus ouvidos. Sasori gritava enquanto Sasuke socava sua perna impiedosamente.
O grito de Sasori ecoou por todo estacionamento, quando o último golpe foi desferido contra sua perna, em seguida do barulho de osso se partindo. Sua respiração estava entrecortada pela dor, o sangue já banhava sua roupa.
Sasuke mantinha a expressão fria em seu rosto, olhando para um Sasori jogado ao chão que sangrava incessantemente. Para ele Sasori não tinha sofrido o suficiente.
– Eu vi a marca no pulso de Sakura, você a machucou antes do acidente, tentou torcer o pulso dela, e agora eu vou torcer o seu. – sua voz estava fria, sem vida.
Sasori tentava se arrastar para longe de Sasuke, seu olhar era de pânico perante aquela presença cruel.
– Fique... Longe de mim! – Sasori gritava aterrorizado vendo Sasuke se aproximar.
Sasuke sorria vendo o medo de Sasori, para ele aquela sim, era uma visão interessante.
Segurou os pulsos de Sasori com força, os torcendo lentamente, queria ouvir os gritos de agonia de Sasori, só assim se sentiria satisfeito. Sasori tentava inutilmente puxar os pulsos, mas de nada adiantava, não tinha forças.
– Eu poderia mata-lo, mas vê-lo sofrer em agonia é mais interessante. – disse girando os pulsos rapidamente ouvindo o barulho de osso quebrado.
Dessa vez o grito de Sasori foi pior que o primeiro, seu corpo tremeu pela dor. Desmaiou em seguida, seu sangue manchava o chão. A visão do corpo de Sasori jogado ao chão, coberto de sangue, era assombrosa.
Caminhou em direção ao seu carro lentamente, não se preocupava com alguém aparecer ali, tudo tinha saído como planejado, agora só precisava livrar-se do corpo. Limpou suas mãos cheias de sangue em seu casaco, o jogando dentro do carro. Pegou seu celular discando o número de seu amigo.
– Tudo certo? – Jack perguntou.
– Sim, preciso que se livre do corpo. – disse indiferente, ao corpo jogado de Sasori.
– Sem problemas. – desligou o celular, em seguida entrou no carro.
Manobrou o carro, passando pelo corpo de Sasori jogado ao chão, a vontade de atropela-lo era tentadora. Por fim, saiu do estacionamento despreocupado, se Sasori sobrevivesse, o que achava difícil, iria com certeza alertar seus sócios do que iria acontecer com os mesmos, se tentassem machucar Sakura. Não teria piedade se tentassem mata-la.
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