Destino
15 "Diversão" e... Tentando salvar uma vida!
Notas iniciais
Desculpem a minha demora, eu sei que é revoltante, e esse site não posta coisas como antes, mas aqui tou eu! *-*
Vamos para um hot?! Quem sente falta disso?! kkkk'
Boa leitura amooores *-*
Já em seu quarto, não foi preciso muito esforço para acontecer a tal diversão. Grissom, vagarosamente, a capturou pelo pescoço, passando seus dedos entre os fios de cabelo, trazendo-a pra si, já com as respirações coladas, o clima totalmente quente, os corpos ardendo em desejo, o amor florescendo.
- Serei sempre seu “parque de diversões” particular, baby.
Sara o olhou sorrindo de lado. Grissom falava as coisas somente nesses momentos, os quais ele estava anestesiado, embreagado de desejo. E quando falava, era em tom de sussurro. Seus lábios se movimentavam de tal forma que Sara mordia seus próprios lábios.
- Não tenho dúvidas. – Confirmou, sem desviar os olhares.
Tomaram-se em um forte beijo, capaz de fazer perder o fôlego. As mãos já trabalhavam por si só, tinham vida própria e trilhavam aquele tão conhecido e tão maravilhoso caminho.
Deitaram-se, aos poucos, fazendo aquele momento ser inebriável. Antes mesmo de tirarem suas roupas, os gemidos já eram ouvidos. Vontades latentes. Desejo insaciável.
Grissom deitou-se por cima de Sara, sem depositar todo seu peso sobre ela, mas com o peso suficiente para lhe transportar uma onda de prazer intensa. Começou a beijá-la no pescoço, nas bochechas, nos lábios. Seu hálito era quente e tinha um leve sabor de menta. Ao se pressionar contra ele, Sara sentiu uma mordida em seu ombro... Mas ela pediu por isso com um simples gesto. Amava quando ele decifrava suas vontades.
De repente uma mão subiu em seu seio, apertando, acariciando de um modo indescritível. Ela não sabia como reagir, ele sempre a deixava inerte. Logo a mão mágica desceu por entre suas pernas e tocou seu local de prazer, e só muito tempo depois foi que percebeu que já gemia baixinho, completamente anestesiada.
Mesmo com roupas, o calor que emanava era nítido. Foi aí que começaram a se despir... Desesperadamente.
Ao pé do ouvido de Sara, Grissom distribuia sussurros audaciosos, cheios de desejo, de tesão...
- Você é tão quente.
- Você acha? – Ela retribuía do mesmo modo: sussurando.
- Sem dúvida...
Sem roupas e literalmente excitados. Pronto! Pra quê esperar?
Grissom a penetrou com aquela delicadeza de sempre, com aquele amor de sempre, com aquela “vontade” de sempre... Segurou em sua cintura para controlar as estocadas e sua boca perdia o controle. Não dava para ficar sem beijar.
Sara simplesmente fechou os olhos e continuou trabalhando em dar todo o prazer que seu parceiro merece. Seus dedos acariciavam entre os fios grisalhos e cacheados, enquanto sua boca tratava de saciar sua fome.
E assim, ao chegarem ao climax, abraçaram-se e se aninharam um nos braços do outro, sorrindo em meio á um beijo apaixonado.
~♥~
Sara abriu os olhos e estava de bruços, enrolada somente em um lençol fino, completamente nua. O cheiro delicioso de café invadiu-se, e sorriu lembrando da noite inesquecível que teve.
- Meu amor? – Gritou lá do quarto.
Na cozinha, Grissom sorriu ao escutar o chamado. Tirou o avental de sua cintura e foi todo serelepe para o quarto.
- Bom dia, meu amor...
Ele quase pulou na cama e agarrou-a fortemente. Sara dava incansáveis gargalhadas enquanto ele fazia cocégas.
Eles tomaram café e tomaram seus rumos. Sara foi para o laboratório, e Grissom iria resolver com Ecklie, lá no Departamento de Polícia (onde fazem os interrogatórios) para voltar a trabalhar.
~♥~
- Mas como assim quer voltar a trabalhar?
- O meu pessoal precisa de mim, e já estou completamente bem, veja com seus próprios olhos. – Grissom abriu até os braços para fazer com que Ecklie o deixe voltar. – Anda Conrad, sei que até você precisa que eu volte... Está tudo lotado, não é?
Grissom e seu poder de persuasão.
- Ok... – Bufou o chefe careca. – Você venceu.
- Estou indo para o LAB... – Disse Grissom em tom sarcástico enquanto saia da sala com um grande sorriso.
- Hey! – Ecklie gritou. Ele se virou e o encarou. – Mas que diabos você tem que anda tão alegre?
Grissom o olhou arqueando a sobrancelha.
- Não se pode ser feliz agora, Conrad?
O homem á sua frente nada respondeu. Grissom simplesmente o ignorou e partiu rumo ao seu lugar de trabalho, ou melhor... De encontro com sua família.
~♥~
- Volte pra casa... Agora Grissom!
Catherine ao ver Grissom entrar na sala de descanso teve um ataque repentino. O mesmo somente ria para a loira.
- Mas Cath eu...
- Mas nada. Como ousa vir trabalhar depois de uma cirurgia?
- Não estou de resguardo Catherine.
Todos ali caíram na gargalhada, até Sara quase se engasgou com o café que tomava. Catherine olhou de lado para ele, com um olhar fuzilante.
- Faça o que quiser. – Disse irritada.
- Calma Cath, posso explicar. – Disse se apoiando na mesa. – Faz duas semanas que fiz minha cirurgia, mas em uma semana eu já estava bom. Ainda passei uma semana a mais pro Ecklie não me encher o saco... Mas o médico só me deu uma semana de repouso... Estou bem agora.
- Hm... – Disse ainda “se doendo” sobre a resposta que ele havia lhe dado. Mas quando Grissom a olha com aquela cara de sapeca, não tem como resistir. – Ok seu traídor, vou te desculpar dessa vez...
- Mas porque traídor? – Disse sem entender.
- Você não me conta nada, Gilbert.
E assim foi o sermão de Catherine durante horas naquele turno. Mas valia a pena. Estarem juntos era como uma terapia.
No fim do turno...
- Está indo pra casa? – Grissom pergunta a Sara.
- Claro... E você?
- Também. Algum compromisso? – Seu sorriso malicioso não negava interesse. Sara sorriu de lado e abriu a porta do seu carro.
- Nenhum. Quer companhia?
- Com certeza. – Respondeu antes de entrar na sua Denalli.
No caminho de casa eles sempre ficavam lado a lado enquanto dirigiam. Às vezes até brincavam, pois Grissom acelerava e ela também e assim eles se curtiam, com poucos detalhes. Ao parar em frente ao edifícil onde moravam, Grissom percebe uma aglomeração de pessoas no prédio da frente. Desceram do carro, pois Sara também percebeu, e foram até lá.
- O que acha que está acontecendo? – Perguntou Sara.
- Vê a fumaça, querida? – Disse Gil apontando para a fumaça que era vista saindo do prédio da frente.
- Oh meu Deus... Um incêndio! – Disse assustada.
- Vamos até lá! – Ele a puxou pela mão e atravessou a pista. Chegando lá, encontra o Robert com o semblante anda bom.
- Robert... O que houve aqui? – Sara diz.
- Não sei muito bem, só sei que todos saíram do prédio que está quase desmoronando em chamas, Sara... Mas ainda tem uma criança lá... O Matt.
Matt era a única criança que morava no prédio da frente, Sara e Grissom já tinha o visto algumas vezes, mas nunca tinha falado com ele. Ele morava somente com a mãe, o pai havia sido morto na Afeganistão, onde trabalhava de soldado.
- Onde está a mãe? – Grissom disse quase em desespero.
- Ali... – Robert apontou para o carro do Necrotório.
- Meu Deus!
Sara colocou a mão na boca, completamente apavorada. Grissom olhou para os lados e viu os bombeiros atendendo as outras pessoas feridas, e somente um deles tentando entrar no local. Decidiu fazer algo que não sabia se daria certo, mas que tentaria de todas as formas.
- Vou entrar lá! – Disse decidido.
- O quê? – Sara se espantou. – Você não pode!
- Não só posso, como irei fazer. – Atravessou a faixa amarela e foi até onde os bombeiros estavam. Pegou duas máscaras: uma colocou em sua boca e a outra segurou para quando pegasse a criança. Logo sentiu alguém tocar seu ombro.
- Vou com você! – Sara já estava até com a máscara.
- Não! – Ele a segurou pelos ombros. – Você não vai, é perigoso.
- Se você pode, porque eu não? – Ele a olhou um pouco, pensou bastante. – Anda Grissom, a criança não pode esperar. – Ela o gritou e ele a atendeu.
- Eu vou na frente, tirando as coisas da frente, e você pega o Matt, ok? – Sara assentiu quando de repente...
- Ei, vocês! Saiam já daí, vai desmoronar! – Um dos bombeiros gritou.
- Não dê ouvidos á esses irresponsáveis. – Sara disse.
Grissom simplesmente segurou na mão dela e adentrou o local, a fumaça atrapalhava sua visão, por isso não desgudavam suas mãos. Subiram as escadas, com toda a pressa possível, e avistaram Matt debaixo da mesa.
- Matt! – Sara gritou.
E de repente, uma parte do teto cai, e o desespero aumenta.
To be continued...
Notas finais
E aí? Será que eles vão salvar a vida do Matt?
Isso vocês só saberão no próximo e intenso capítulo de "DESTINO" rsrs
Minha novelinha *-* ount ♥
Mandem meus reviews *.*
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