Despertar de uma sub
68 Capítulo 61
Notas iniciais
Capítulo 61
POV NARRADOR
Edward Cullen olhava, impacientemente, para o relógio de pulso, enquanto sentia o carro em que estava correndo mais do que tolerável, mas não se obrigaria a reduzir a velocidade, não quando estava, enfim, indo ao resgate da esposa.
Estava sentado no banco do motorista de um SUV estranho, ao lado de Collin Miller, que em nenhum momento retirou os olhos do aparelho celular de onde monitorava a localização de Isabella e Tanya.
― Tem certeza de que não quer acionar a polícia? ― O segurança se virou para encontrar o olhar do patrão.
― Você me garantiu que os seus homens darão conta do resgate... ― Edward respondeu, levando o olhar até os pontos vermelhos que piscavam em meio a um mapa, antes de voltar a sua atenção para a autoestrada ― E você sabe o que eu pretendo fazer após me certificar que Bella está em segurança.
Miller lançou um olhar para o espelho retrovisor, avistando o carro que os seguia.
Dois homens, que Edward não tinha conhecimento da existência até aquela manhã, ocupavam o outro veículo. Eram amigos de longa data de Collin, com quem o segurança havia dividido momentos bons e outros muito ruins. E era porque o guarda-costas confiava nos dois, tanto quanto Edward confiava nele, que aceitou o plano do segurança.
Não queria a polícia envolvida porque pretendia fazer Jacob Black pagar por todo o mal que já havia provocado, com as próprias mãos. Sabia que essa era a única forma desse pesadelo, enfim, chegar ao fim.
Isabella nunca estaria, realmente, em segurança enquanto Black existisse. Ele nunca a deixaria em paz. O que o transformava, consequentemente, em um perigo para toda a família e amigos da morena.
Não poderia se dar ao luxo de correr o risco de ter a esposa e a filha constantemente sobre a mira de um psicopata. De uma forma ou de outra, tinha que acabar.
― Você não precisa sujar as suas mãos... ― Collin comentou, após não ser capaz de calar um gemido ao se movimentar sobre o banco. Não tinha conseguido os cuidados médicos apropriados para a lesão que a namorada havia causado, apenas tinha estancado o sangramento e retirado a bala que havia se prendido ao ombro, mas pensaria sobre isso quando tudo acabasse ― Eu posso cuidar disso... Ou um dos rapazes.
― Tem certeza de que são homens de confiança? ― Edward questionou, ignorando um xingamento e algumas buzinas quando cortou um carro a velocidade máxima ― Um dos seguranças foi responsável por isso.
― Eles não são seguranças... ― O guarda-costas respondeu, recostando a cabeça contra o banco, propositalmente evitando dizer o que os homens que os seguiam faziam para ganhar a vida, não queria Edward Cullen envolvido naquela sujeira mais do que já estava ― Confio minha vida a eles. Seja lá o que acontecer hoje, no que depender daqueles homens, ninguém nunca vai saber.
― Ex-fuzileiros como você? ― O empresário questionou.
― Sim. ― Foi toda a resposta que recebeu.
― Jacob é meu ― Cullen continuou, como um decreto, sem margem para qualquer discussão.
Collin assentiu, embora o patrão não tenha visto já que mantinha os olhos sobre a estrada, ultrapassando tantos carros quanto fosse necessário para que pudesse, enfim, chegar ao local em que o aplicativo de monitoramento indicava. Entendia a necessidade que o moreno sentia de se livrar, de uma vez por todas, de Black, afinal sentia a mesma ânsia, o mesmo desejo de matar o filho da puta que destruía tudo o que tocava.
Levou uma mão ao ferimento no ombro e cerrou os olhos, pensando em Tanya Denalli, a mulher que o tinha traído e ferido. Estranhamento não sentia por ela nada além do mesmo amor de antes. Sabia o que a tinha motivado e a perdoava, embora soubesse que o ex-namorado, provavelmente, não seria tão misericordioso.
― Tanya... ― Collin começou a falar, ganhando um olhar irritado de Edward ― Você não vai tocar nela. Eu não vou deixar.
♥
Estava estranhamento quente para o estado de Illinois entre as árvores altas enquanto Edward Cullen aguardava que os três homens ao seu redor, finalmente, agissem.
Podia sentir o suor escorrendo pelo rosto, proveniente da longa caminhada que teve que fazer até chegar ao ponto em que estavam, escondidos entre as árvores, olhando para a cabana velha que, segundo o que o rastreador de Collin indicava, abrigava Isabella, Tanya e Jacob.
Sentiu vontade de retirar a jaqueta de couro que ainda usada, desde que tinha aceitado a estúpida ideia da esposa de ter uma noite livre com o melhor amigo, mas queria ter as mãos livres quando pudesse agir.
Agitou a cabeça para afastar os pensamentos indesejados e forçou o olhar, tentando ver algo do que acontecia dentro da construção de madeira. De nada adiantaria ficar pensando em como tudo teria sido diferente se, em vez de estar com Jasper, tivesse ficado em casa ao lado da esposa. Não podia voltar no tempo e, naquele momento, o que tinha que fazer era focar em ter Bella de volta.
― Aparentemente, ele está sozinho... ― Um dos amigos de Collin disse, apontando para o único carro parado de frente para a casa.
― Sim... ― O outro concordou ― Mas ainda podemos ser surpreendidos. O ideal seria tentar averiguar, nos aproximarmos com cautela, e tentar descobrir o que está acontecendo lá dentro.
― Não temos tempo... ― Collin rebateu, sendo muito mais emocional do que os companheiros desejavam. Tinha urgência em adentrar o local e reencontrar as duas mulheres que deveria ter protegido.
Um grito alto chamou a atenção dos quatros homens e Cullen se adiantou, chegando a dar dois ou três passos largos, antes de ser impedido de continuar por Miller.
― Você vai por último... ― O segurança falou com firmeza ― E vai entrar apenas quando eu liberar.
Edward tinha uma reposta nada amigável na ponta da língua, mas Collin usou o braço bom para puxar o patrão pela jaqueta de couro, prendendo o olhar dele com o seu.
― Não banque o herói, Cullen. ― Disse ― Ou pode acabar morrendo lá dentro e tenho certeza de que não veio até aqui para deixar Bella viúva.
O ruivo não teve outra opção que não fosse aquiescer.
― Sabe usar isso? ― O guarda-costas continuou, retirando uma arma do coldre e a entregando para o patrão, depois de fazê-lo calçar um par de luvas grossas. Cullen acenou positivamente, afinal já tinha feito algumas parcas aulas de tiro quando mais novo ― Só atire quando tiver certeza de que tem o filho da puta na mira. Você não vai querer acertar ninguém por acidente.
Foi difícil para o empresário ter que andar devagar, tomando cuidado com o local em que pisava, tentando não fazer nenhum barulho que denunciasse que estavam ali, quando tudo o que queria era correr até àquela maldita casa, arrombar a porta e retirar a esposa de lá de dentro.
Foi a imagem de Isabella que o fez fazer o que o segurança tinha falado, manteve-se na retaguarda, apertando a arma com tanta força que podia sentir os dedos começarem a ficar dormente, aguardando pelo momento em que fosse autorizado a adentrar a cabana. Não faria nada que colocasse a esposa em mais perigo do que ela já estava.
Viu quando Collin se abaixou, esgueirando-se até que estivesse com as costas coladas à parede. O segurança respirou fundo, antes de se mover devagar, tentando olhar pela pequena janela e descobrir o que acontecia dentro do imóvel.
Um dos homens se posicionou ao lado da porta, pronto para arrombá-la, assim que recebesse o sinal apropriado, enquanto o outro mantinha a arma em punho, apontada diretamente para a passagem que em breve seria aberta.
Miller calou um gemido de dor, ao apoiar o ombro machucado contra a parede, e arrastou o corpo até que pudesse examinar o interior da cabana, a cena que encontrou lhe roubou o ar por um instante, então desviou o olhar, sentindo o coração afundar contra o peito e movimentou o braço bom, indicando que os homens podiam entrar, enquanto escorregava até o chão.
Não se moveu, sabia que não seria necessário, nem para impedir que o patrão fizesse o que pretendia, nem para salvar quem desejava. Tinham chegado tarde demais.
Ouviu quando a porta foi arrombada, os gritos masculinos e os passos apressados, mas não conseguiu se mover. Quis chorar, mas as lágrimas não vieram, apenas permaneceu onde estava, paralisado, sentindo como se o coração estivesse sendo arrancado do peito.
Cerrou os olhos com força, no momento em que um silêncio mortal tomou conta do local, tentando recuperar o controle de si mesmo.
Edward não esperou pelo segurança, no momento em que a porta de madeira foi enfim derrubada, correu para entrada, sem se importar em empunhar a arma que segurava de qualquer jeito. Tudo sobre o que pensava era em encontrar Isabella, só então daria fim ao filho da puta que a tinha levado.
Não sabia bem pelo o que esperava, embora tivesse passado todo o caminho até ali silenciosamente rezando para que não fosse obrigado a encontrar a morena gravemente feriada, ou pior. Mas imaginava acabar por presenciar alguma cena parecida com o dia em que viu Isabella pela primeira vez, por isso tinha se preparado para o baque que seria encontrá-la sendo, de alguma forma, violentava.
Talvez por isso tenha estacado assim que passou pela porta arrombada e a encontrou, nua, ajoelhada no chão sujo, desferindo golpes de faca sobre o corpo inerte de Jacob Black.
Precisou de vários segundos até processar toda a cena, após olhar ao redor, encontrando a ex-namorada em um canto, completamente imóvel e coberta de sangue, e um menino pequeno, encolhido contra uma poltrona velha, abraçado às próprias pernas, chorando em silêncio, enquanto olhava fixamente para o que Bella continuava a fazer.
Esqueceu-se dos homens que vasculhavam o imóvel, procurando por outras pessoas, e chamou pela esposa, aproximando-se devagar, sem saber como ela reagiria.
Ela não parecia ter notado que já não estava sozinha com o algoz, muito menos que já o tinha matado, continuava a cravar a faca contra o peito masculino, espalhando sangue por todo o canto.
― Bella? ― Chamou mais alto quando parou ao lado dela, agachando-se para que pudesse olhá-la, odiando vê-la tão descontrolada ao sorrir para o cadáver do homem que por anos a tinha perseguido e abusado ― Bella… ― Repetiu, levantando a mão para impedir um novo golpe, depois de deixar a arma que segurava ir ao chão. Conseguiu segurá-la e, em seguida, jogar a faca que ela usava para longe. Pensou em livrá-la das cordas que prendiam os pulsos delicados juntos, mas primeiro precisava senti-la, ter certeza de que ela estava mesmo viva ― Meu amor, acabou. ― Sussurrou contra o ouvido feminino, quando a abraçou apertado, balançando-a contra o corpo ― Acabou.
― Edward? ― Ela o chamou baixinho, depois de um tempo, quando ele a livrou da mordaça improvisada, como se só agora tivesse se dado conta de que estava nos braços do marido ― Edward?
― Estou aqui… ― Ele respondeu de imediato, correndo as mãos pelas costas nuas e então, examinando-a atentamente, ao mesmo tempo em que retirava a jaqueta de couro, para cobri-la, bastante ciente de que outros homens observava a troca dos dois.
― Ele… ― Ela começou a dizer, desviando o olhar até encontrar o corpo estirado ao chão ― Ele…
― Eu sei… ― Cullen puxou o rosto feminino, impedindo que ela continuasse a olhar para Jacob e a virou, colocando-a de costas para o falso dominador. O movimento fez com que encarassem a criança que ainda chorava, sozinha, em um canto e o empresário se perguntou quem era aquele menino, olhou ao redor tentando encontrar Collin, mas não avistou o segurança em nenhum lugar, então acenou para um dos homens parado próximo a porta destruída e apontou para o menino ― Eu vou tirar você daqui, ok? ― Ele voltou a falar com a esposa, depois de ver o homem se aproximar e se abaixar para apanhar a criança, que não ofereceu qualquer resistência, no colo ― Mas antes vamos livrá-la dessas cordas.
A menção às cordas fez a submissa olhar para o próprio corpo, encontrando-se suja do sangue de Jacob.
― Dói… ― Ela reclamou, baixinho.
― O quê? ― Edward questionou, se afastando para olhá-la melhor, alarmado com o que tinha escutado. Imediatamente levou uma mão até o ventre dela, tocando-a, necessitando sentir a filha se mexer ― Onde está doendo, Bella?
Ela não o respondeu com palavras, mas levou as mãos ainda presas até os seios e, em um movimento rápido e impensado, puxou uma das braçadeiras com pouco cuidado.
Foi o grito de dor feminino que fez com que Cullen voltasse a se apossar dos pulsos finos.
― Não! ― Ele falou com ela ― Devagar ou você só vai se machucar.
― Tira isso de mim… ― Ela se remexeu, tentando se soltar.
Por um segundo, o moreno quis acariciar os seios fartos para afastar a dor, talvez beijá-los como sabia que ela gostava e ansiava que ele fizesse sempre que a livrava do aperto implacável dos prendedores, mas sabia que suas caricias não seriam de grande ajuda naquele momento. Não existia nenhuma maneira de livrá-la da dor que viria quando soltasse o mamilo que ainda era apertado, muito menos das dores que as lembranças daquela noite sempre causariam.
― Eu preciso que você respire fundo para mim… ― Tentou acalmá-la.
― Tira isso de mim ― Ela gritou, voltando a se debater, lutando para soltar as mãos.
― Isabella? ― Cullen se obrigou a falar firme com ela, tentando fazê-la focar no que ele falava. ― Eu vou tirar, mas antes preciso que faça o que eu estou mandando.
― Está doendo… ― Ela reclamou, voltando as lágrimas.
― Eu sei… ― Ele suavizou o tom de voz, puxando o rosto feminino de encontro ao seu tórax, enquanto levava os dedos ao prendedor que ainda se mantinha firme ao mamilo feminino ― Respire fundo para mim, baby.
Ela não fez como ele pediu, mas Edward aliviou o apertou das braçadeiras mesmo assim, puxando-a para ainda mais perto quando a volta do fluxo sanguíneo a fez voltar a gritar.
Todo o processo se repetiu enquanto ele a livrava das cordas ao redor dos seios, o mais delicadamente que podia. Quando pôde enfim jogar a corda grossa para longe, tinha tantas lágrimas em seu rosto quanto ela.
― Faça melhorar… ― Ela pediu baixinho, quando ele a cobriu com a jaqueta ― Por favor, faça melhorar.
Ele sabia o que ela estava pedindo, mas beijos e toques libidinosos não seriam o suficiente naquele momento, então a pegou no colo, pronto para finalmente levá-la para longe daquele inferno.
― Vai melhorar, meu amor ― Sussurrou para ela quando a acomodou contra o peito ― Vai melhorar. Eu prometo!
♥
Cullen lançou um olhar para o carro parado entre as árvores, onde Bella estava seguramente acomodava, antes de se voltar para o segurança.
Collin parecia horrível, com os olhos vermelhos e o rosto abatido. Edward não sabia como ele se mantinha em pé.
― Quem é o garoto? ― Perguntou, lançando um olhar para o menino sobre o capô do outro carro, ao lado dos homens que aguardavam as ordens de Miller.
― Eu não sei… ― O guarda-costas respondeu ― Talvez Isabella saiba nos dizer.
― Você vai poder perguntar o que quiser a ela…. ― Edward disse com firmeza ― Depois de eu me certificar que ela está, realmente, bem.
― Sabe que vai precisar explicar o estado dela para o médico que a atender, não sabe?
― Vou cobrar alguns favores e pagar por outros.
Collin assentiu.
― Quero que um dos homens vá com você, só para o caso de alguma surpresa desagradável aparecer pelo caminho.
― O menino… ― O empresário começou a falar, apenas para ser interrompido.
― Vamos mantê-lo em segurança até descobrir quem ele é.
― E quanto a todo o resto?
― Vou cuidar de tudo.
― Tanya…
O segurança desviou o olhar, voltando a encarar a casa que ainda abrigava o corpo da namorada e do homem que a tinha matado.
― Vou cuidar dela… ― Collin respondeu, sentindo a voz embargar ― Como deveria ter cuidado quando ela ainda estava viva.
Cullen não soube o que dizer diante da dor que podia ouvir na voz masculina.
― Sinto muito! ― Foi tudo o que conseguiu falar, levando uma mão até o ombro do guarda-costas. E realmente sentia, podia imaginar o quanto Miller estava sofrendo. Ele próprio também sofria, afinal Tanya tinha feito parte da sua vida, tinha participado da sua história e, embora a loira tivesse cometido muitos erros nos últimos meses de vida, ainda nutria um carinho especial por ela.
― Ela merece mais do que qualquer coisa que você decida fazer com ele.
― Ela terá tudo o que eu puder dar.
O empresário chegou a abrir a boca para dizer que estava disposto a ajudar no que fosse preciso, mas sabia que o segurança não estava falando sobre qualquer coisa que o dinheiro pudesse comprar, então se manteve em silêncio.
Collin foi quem se afastou primeiro, voltando para a cabana. Cullen seguiu até o carro em que a esposa estava, ocupando um lugar no bando traseiro, ao lado dela, enquanto um dos homens de confiança de Collin assumia a direção.
― Para onde, patrão? ― Ele perguntou, quando o carro foi posto em movimento.
― Basta seguir para a cidade, por enquanto ― Edward olhou para a esposa, examinando-a atentamente, então infiltrou a mão sob a jaqueta que a cobria e tocou a barriga feminina, soltando um suspiro quando sentiu a filha se mexer.
― Como você se sente? ― Questionou baixinho, procurando pelo telefone celular ― Estou há um segundo de ligar para a sua médica, então me diga se há algo que ela precise saber.
Existia muito que a médica precisaria saber, mas nada que não pudesse esperar por mais alguns minutos, felizmente.
― Preciso de um banho antes…― Bella respondeu, sentindo-se enojada por ainda estar coberta pelo próprio sangue e do de Tanya e Jacob.
― Hospital em seguida… ― O empresário respondeu, abraçando-a com carinho.
Bella imaginou que o ouviria passar o endereço da casa onde viviam para o homem que dirigia, mas o moreno apenas discou uma combinação de números no aparelho celular, enquanto tentava manter a mente em branco para não pensar demais em tudo o que tinha vivido durante toda a noite e parte da manhã, para não se lembrar do que tinha feito.
Edward aguardou a chamada que fazia ser atendida, enquanto torcia para que o melhor amigo tivesse, de alguma forma, conseguido se entender com a esposa porque precisaria dele.
― Jasper… ― Falou assim que ouviu a voz do loiro a aceitar a ligação ― Preciso de você e Alice na casa de Rose, em trinta minutos.
Nenhuma explicação foi proferida, apenas a ligação encerrada e, então, uma nova sendo feita, dessa vez diretamente para a Domme.
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