Notas iniciais
Olá pessoas. Sei que atrasei um dia e que ainda dei um susto em todas. Mas vocês sabem como é. Divergencias e errinhos básicos. O fato é que o capitulo esta aqui e acabou de sair do forno e a fic VAI CONTINUAR.

Admito que não é o melhor. Tem bastante ItaSaku, mas duvido que vá ser o que queriam visto que ainda não sei se quero algo assim para o futuro dele. E tem a parte fofa e chata que é necessária para a fic por motivos que logo vão entender. Como recompensa posso dizer que a partir do próximo capitulo estamos chegando ao ponto X que muitos queriam e a coisa começa a acontecer realmente (ate que em fim.) Casais ficando junto, todo mundo se matando, todo mundo morrendo e a voz revelada. Uma maravilha. Adoro sangue kkkkkkkkkk'

Queria agradecer a todos que me apoiaram e farei o máximo para que fiquem satisfeitos. Sei que vão ficar em duvidas sobre algumas coisas, mas é só perguntar que eu respondo. As principais perguntas vão estar nas notas XD

Capitulo revisado pela Thais Fru, só que eu mudei uma ou duas partes então se tiver algum erro me desculpem e podem falar sem problema. Espero que gostem.

"A vida é uma jornada, ela não leva a um destino exatamente, mas a uma transformação."

(Para Salvar uma Vida)

Meditar na teoria era fácil. Itachi havia explicado mais de mil vezes e Sakura sabia o que fazer. Primeiro retirar todo o pensamento da sua mente, fazer com que fosse uma folha em branco onde nada a não ser seu corpo e as coisas a sua volta tivessem importância. Sakura conseguia fazer isso, quase facilmente.

Depois que todas as preocupações tivessem saído de sua mente, quando apenas o que estava querendo reforçar fosse o principal, deveria se concentrar mais. Itachi havia dito algo sobre atingir o máximo da sua concentração e conseguir chegar ao relaxamento. Você sentirá automaticamente o seu elemento ao seu redor — se estivesse mesmo relaxado — e então a ligação ocorreria automaticamente. O elemento iria entrar em você, te inseri dentro dele e você iria inseri o elemento dentro de si. Exceto se você fosse um escolhido como o Shikamaru, porque no caso o elemento iria se transformar em você e você no elemento de forma que seria a mesma coisa.

Para Sakura isso não importava, porque ela simplesmente não conseguia fazer nenhuma ligação. No desespero havia tentado sentir todos os elementos, conseguia sentir uma pequena sombra de algo. Mas ter uma ligação verdadeira? Isso não ocorria de forma nenhuma. Certa vez quando estava sentada entre algum garoto da Terra e Hanabi Sakura teve a sensação de que estava conseguindo. A sensação de terra por todo o corpo, o cheiro de mata, barro e tudo o que Itachi disse que deveria ser cativante, mas para ela não foi, chegou a si. Demorou um pouco para ver que o garoto da Terra que estava com energia descontrolada. Isso porque após conseguir fazer a ligação tinha que conseguir controlar a energia. Parecia que todos estavam tentando melhorar o controle, menos ela, que ainda não tinha uma ligação pra controlar.

Era frustrante.

— Sakura o que esta fazendo ai? Vamos de uma vez. — Ino a chamou e a rosada abriu os olhos. Mais um dia sem nenhuma ligação.

— Não, eu vou ficar aqui um pouco mais. — murmurou e a loira a encarou seriamente.

— Sakura, em uma hora começa os jogos de avaliação. — avisou e a rosada fechou os olhos com força. Tudo o que queria era mais tempo para conseguir fazer a sua ligação, mas sabia que as avaliações eram no momento eram mais importantes.

— Daqui a pouco eu vou lá. — garantiu se prometendo apenas mais alguns minutos e Ino deu ombros enquanto saia.

Sakura fechou os olhos e voltou a se concentrar. Era só desligar a mente de tudo, como por exemplo, Sasuke, coisa que era bem difícil. Depois de fechar a mente tinha que se dar conta das coisas ao seu redor. Ela conseguia fazer isso. Com os olhos fechados conseguia saber da lâmpada a quase dois metros e meio de onde ela estava, do espelho e até mesmo do que o espelho refletia, do chão e as ondulações, o ar imóvel e as vezes chegava ao cumulo de se dar conta até mesmo dos microorganismos que se moviam no ar. Coisa que Shikamaru havia dito que nem ele conseguia fazer. Desde vez não era diferente. Chão, espelho, reflexo, microorganismo e...

— Itachi? — abriu os olhos observando o moreno que estava escorado na parede e a encarava de forma firme. Ele era tão silencioso que ela nem havia o visto ali, nem a sua respiração entrava nos ouvidos aguçados de Sakura.

— Iria vir te avisar que já terminou a aula. — falou entrando na sala e se sentando ao lado de Sakura. — Mas estava tão concentrada que resolvi não atrapalhar. — explicou e Sakura o encarou pelo espelho. A forma seria e calma dele era quase surpreendente para ela.

— Hum. — murmurou querendo dizer que não iria incomodar nada. Ela não conseguia fazer nenhuma ligação. — Itachi. Será que existe a possibilidade de que eu seja uma rejeitada? — perguntou por fim e o moreno a encarou com o rosto inexpressivo.

— O quê? — a voz dele demonstrava que estava mesmo surpreso. — Não está conseguindo fazer a sua ligação? — só queria checar.

— Não. — admitiu mordendo os lábios, não queria que fosse uma rejeitada, havia perdido tanto por esses poderes. Demorado tanto, aprendido tanto que agora que estava começando a os desejar iria descobrir que nem ao menos os tinha? — Eu sei que faço tudo certo, sério consigo me concentrar tanto ao redor que sei que todos os elementos estão aqui, sinto até mesmo os microorganismos daqui. Tem idéia que o Shikamaru não acreditou quando falei isso com ele? Mesmo assim eu não consigo ter uma ligação. — completou deixando toda a frustração sair de si.

— E se importa tanto com isso assim? — Itachi perguntou a encarando. Sakura conseguia ver pelo reflexo do espelho que havia uma onda de diversão ao redor do Uchiha mais velho. — Se me lembro bem, quando te conheci tudo o que você queria era se livrar desses poderes. Estava escondida atrás de um livro de romance barato querendo fugir do fato de ser quem era. — completou e Sakura sentiu um pouco de vergonha pelo que havia dito na época. O chamou de aberração, pensou em todos como monstros. Era tão estúpido tudo o que tinha feito.

— Não sei se quero ficar com os poderes. Ainda tenho uma estima grande com a vida normal embora a minha esteja mais para artificial. É um apego estranho. — admitiu se encarando no espelho a sua frente, parecia mais madura dizendo essas palavras e mais ela mesma. — Por falar nisso, acho que tenho que te pedir desculpas. Eu já pensei em conversar com você por outros assuntos e não pensei nisso. Desculpa pelas coisas que eu falei e a forma que eu agi nas primeiras vezes que a gente se viu. — o encarou pela primeira vez. Na sua cabeça milhões de desculpas surgiam, ela estava assustada, com medo, era muita coisa para a sua mente, mas era tudo mentira. Sakura simplesmente era assim, não tinha mais o que dizer.

— Imaginei que iria pedir isso logo que a vi. — ele não parecia se importar com nada do que tinha ocorrido. — Eu sei muitas coisas, uma delas é que você é especial. Só estava em um momento difícil. — garantiu e Sakura respirou fundo.

— Então tive dezessete anos de momentos bem difíceis. — falou sorrindo e Itachi acabou deixando com que um sorriso emoldura-se em seus lábios. Quase imperceptível, mas ainda assim estava lá.

— O importante é que as coisas melhoraram agora. Quanto mais abrir os olhos para realidade, mais vai gostar do resultado. — Itachi falou fechando os olhos. Era como se estivesse entrando em um estado de meditação sublime. Mas Sakura estava com os olhos arregalados ainda o fitando.

— Como assim abrir os olhos? — perguntou mantendo a voz firme, não queria falar demais para Itachi.

— É a forma que chamamos. Abrir os olhos, como despertar para você mesmo. — ele passou a dar lhe atenção. — A meditação é a melhor forma de abrir os olhos a qual você pode conseguir. Por quê? — parecia tão compreensivo.

— Olha, você vai me achar louca. — mordeu os lábios enquanto ficava cabisbaixa, vendo os seus próprios pés. — Mas na minha casa eu ouvi uma coisa. E também sonhei com a mesma coisa. Era uma voz me dizendo que eu deveria abrir os olhos. — engoliu seco, dizer isso era quase um atestado de loucura em sua opinião.

— Uma voz? — ele perguntou rápido. Quando Sakura o encarou conseguiu ser surpreendida. No rosto de Itachi havia quase uma fascinação, como se ele estivesse diante de algo raro e magnífico, algo bem maior do que o primeiro dia, no qual se encontraram.

— É, acha que isso se deve ao fato de que eu não consigo fazer a ligação? — perguntou apreensiva, Itachi era diferente de Sasuke, às vezes a assustava e às vezes encantava, não sabia qual reação era a certa diante o mais velho.

— Eu já te falei que você é especial, não? — perguntou e Sakura assentiu. — Então a sua ligação obviamente tem que ser especial. Pelo que me falou consegue se concentrar muito mais do que a maioria das pessoas aqui, só precisa do ambiente certo. — explicou se virando para ela ficando tão próximo que a parte de dentro da perna dele batia nos joelhos e nos quadris de Sakura.

Ela por sua vez apenas olhou para os reflexos, não estava muito encorajada com a aproximação do moreno. Quase se odiou por isso! Mas sabia que o fato de estar apaixonada por Sasuke a fazia ver o quanto Itachi era belo e, na linguagem popular, gostoso, mesmo assim ela só conseguia pensar no quanto queria Sasuke e no que sentia por ele, a forma que ele colocou a mão em seu rosto e prometeu que tudo ficaria bem. Sabia que era errado, mas o que poderia fazer? Se forçar a gostar de outro garoto só porque Sasuke havia deixado claro que só queria amizade não era opção. Resolveu que iria se concentrar em seu poder e no mistério que a rodeava.

— E qual seria o ambiente certo? — perguntou o olhando de canto de olho, quando viu que o mesmo estava ereto, mas com o rosto distante do seu, acabou o encarando.

— Onde ouviu as vozes? — falou como se fosse apenas uma sugestão.

— O que seria essas vozes? — rebateu com outra pergunta, estava se segurando para não fazer isso, mas tinha algo a ver com sua família, com o fato de todos serem especiais.

— O seu destino te chamando. — falou simplesmente e deu um sorriso de canto. Sabia que isso iria a deixar curiosa.

— Como meu destino? — perguntou sem entender, havia sido um reflexo e não uma vontade.

— Não me diga que não notou? Você é diferente. Especial, melhor que todos aqui. Você tem um destino maravilhoso pela frente Sakura e se fizer as decisões corretas, eu sei que pode mudar o mundo. — garantiu e Sakura se sentiu estranha.

— Como toda a minha família? — pensou no pai, e em quem quer que tivesse vindo antes. Todos tinham a mesma coisa.

— Sua família é especial. — Itachi explicou o que Sakura descobriu sozinha.

— Todos eles tinham esse destino de mudar o mundo? — perguntou sentindo a cabeça doer e então os olhos de Itachi sobre ela não eram mais tão convidativos e ela tinha a sensação que alguma coisa estava errada. Algo em Itachi não era verdadeiro. Observou o moreno afirmar com a cabeça com seu jeito sério e reservado, que era ao menos tempo lindo e um pouco assustador. — Então porque nenhum deles mudou nada? — perguntou por fim e notou que a expressão de Itachi se desfez como se pego de surpresa pela pergunta.

— Eu falei que existem escolhas. — respondeu alguns instantes depois e então voltou à expressão habitual.

— Então é bom que quando tiver que escolher esteja pronta. — murmurou se levantando rapidamente. Os mistérios e a desconfiança, tudo o que Itachi havia lhe trazido, estava rodando a sua mente e ela só queria Sasuke. Não. Sakura não poderia ser tão dependente de ninguém. Muito menos de Sasuke, quem ela jamais entendia. — Até mais. — se despediu assim que chegou à porta.

— Até mais, e Sakura, eu sei que te assustei com o que falei. — o moreno estava na sua frente a encarando sem mostrar nenhuma emoção ou expressão. — Certas coisas são assustadoras sim, mas acho que tem que saber a verdade e não fabulas bonitas na teoria, mas que na pratica pioram tudo. Se algo é assustador é porque assim deve ser para te alertar. Não posso florear nada para você. — falou com uma sinceridade que ela até estranhou. — Mas acho que é forte para sobreviver e crescer a algo assustador. Qualquer coisa, pode me procurar. — terminou com um sorriso só para provar a Sakura que ele era confiável, e ela, só havia ficado confusa com toda aquela conversa.

•••

Observou o moreno por alguns instantes. A pele morena combinava tanto com o mar e a praia, a forma que usava suas roupas tão despreocupadamente, o corpo grande que fazia contraste com o seu pequeno, os olhos castanhos tão profundos que lhe prendiam. Kiba era fascinante em cada um dos aspectos e era dela. Hanabi não conseguia acreditar sempre que se lembrava, Kiba gostava dela e de mais ninguém.

Vai ficar me olhando por quanto tempo? — ele perguntou quase gritando já que estavam distantes, o mar estava agitado e batia contra as pedras com força o suficiente para quebrar-las. Ao menos o clima não estava tão frio, mas parecia que iria chover pelos próximos mil dias de tanto que as nuvens estavam escuras.

— Eu gosto de te olhar. — sorriu marota, assim o viu retribuir o gesto enquanto a via caminhar em sua direção. Eram tão opostos que assustava. Kiba parecia sempre violento, grande, assustador enquanto Hanabi passava calmaria, delicadeza e uma inocência infantil. Era isso que os atraia um no outro, ele conseguia ver a guerreira que existia dentro de Hanabi e ela conseguia ver o menino inocente que existia dentro de Kiba. Mesmo que ele não admitisse.

— Está animada demais para quem vai ser avaliada em meio a uma tempestade. — observou, ela estava mais radiante do que nunca.

— Está animada demais para quem vai ser avaliada em meio a uma tempestade. — ele observou se afastando um pouco.

— Você me deixa animada. — Kiba lhe lançou um sorriso malicioso. — E vai ser até melhor, se esqueceu que sou de Aqua? Na chuva fico mais forte. — estava convencido de sua força. — Eu vou adorar essa chuva. — garantiu e o moreno suspirou olhando para o céu.

— Na minha família existe uma crendice que diz que quando o céu fica tão escuro quanto à noite, mas não chove como agora. É porque a própria Aqua esta esperando o momento certo para dar força a um de seus filhos. — falou apreensivo.

Hanabi acabou olhando para o céu cinza escuro. Sua mente voou para Hinata a forma que a garota andava estranha nos últimos tempos, uma onda de desprezo passou por si. Claro que até a Aqua iria chorar pela garota perfeita. Não sabia o que estava ocorrendo ou iria ocorrer, mas tinha a idéia de que Hinata merecia isso mais do que qualquer um. Não. Hanabi não iria pensar mal da Aqua, porque Hinata era beneficiada pela mesma. Não iria se perder.

— Isso não é verdade. Todos sabem que estamos em períodos de chuva, pelos próximos meses vai chover. — garantiu e Kiba a encarou como se não se importasse muito se era a Aqua guardando algo ou o clima.

Ela entendeu o que o olhar dele queria dizer e por isso, logo Hanabi estava na ponta do pé e seus lábios estavam nos do moreno. Passou os braços em volta do pescoço do mesmo e aprofundou o beijo ao máximo, como gostava de beijar, de sentir, de amá-lo...

— Já existem pessoas sabendo da gente. — Kiba sussurrou preocupado e encarando os olhos da morena a sua frente, os olhos transparentes haviam sido estranhos por toda a sua vida, até que Hanabi apareceu e os olhos se tornaram lindos.

— Eu já notei isso há um tempo. — a morena entendia a preocupação dele. A coisa mais rara do mundo era que alguém de Aqua se relacionasse com quem não fosse da sua própria casa. Mas já havia explicado para Kiba que sua mãe na verdade era uma mulher simples da casta mais baixa do clã, se unir a alguém de fora não seria tão problemático quanto os demais membros do clã. Já havia explicado que iria enfrentar tudo por ele. — Estava pensando e acho que não precisamos ficar tentando esconder. Até porque não está dando certo. — completou o encarando e conseguiu ver uma onda de surpresa invadir o rosto de Kiba.

— Saberem? — parecia confuso e então um enorme sorriu se abriu. — Então podemos dizer que estamos oficialmente namorando? — a encarou tão alegre que mesmo que tudo não passasse de uma brincadeira Hanabi iria começar a agir como se não fosse.

— É um pedido? — sorriu o encarando.

— Quer que eu me ajoelhe e te entregue um anel? — perguntou sorrindo brincalhão e Hanabi rodou os olhos.

— Não sei, espero um pouco de romantismo. — deu ombros o encarando de forma que tentava ser séria. Não teve muito sucesso, afinal como ser séria se tudo que quer é fazer sorrir?

— Então vamos esperar um pouco. — as palavras dele fizeram com que a felicidade de Hanabi caísse como água entre os dedos. — Só até terminar as avaliações. — explicou quando notou o olhar decepcionado da menina.

— Mas por quê? Já estamos esperando há um mês. — incomodada ela cruzou os braços.

— Olhe bem Hanabi, o que todos vão pensar quando eu estou te avaliando e você começa a namorar comigo? — perguntou o que em sua mente parecia obvio.

— Não me importo com o que eles acham. — foi direta.

— Eu me importo com o que acham de você. Só estou querendo te proteger da língua venenosa das pessoas daqui. — garantiu colocando uma mecha do cabelo da morena atrás da orelha. — E depois podemos começar a namorar agora e contar depois das avaliações, é uma opção que eu considero muito boa. — segurou o queixo da garota e mais uma vez os olhos estavam presos.

— Com uma condição. — impôs, e ele a encarou curioso. — Você vai me apresentar a sua família. — afirmou de forma mandona e ele quase sorriu, ela ficava tão fofa tentando ser brava.

— Já ia te convidar para passar o natal na minha casa. — era verdade, queria que todos soubessem que ele estava com Hanabi, que todos soubessem que ele estava com a garota que amava.

— Tem namorado melhor no mundo? — perguntou e mais uma vez uniram os lábios em um beijo. Sabiam que tudo daria certo embora fosse difícil com a família dela, mas se amavam, então mesmo que tivessem que travarem uma guerra, seria uma guerra travada pelo motivo certo.

Notas finais
"Sobre um personagem que fiquei confusa quem é o Kono?"
- Então. Kono é um personagem que eu inventei só pra não ficar falando "o carinha da Terra", porem ele acabou tomando uma proporção realmente grande e ganhando espaço na fic. Então será um personagem curinga que sempre que não tiver ninguém pra fazer algo porque sai do contexto eu coloco ele fazendo e pronto. Talvez ele se torne bem importante, mas tenho que ver as reações e opiniões quanto a ele.

"Qual a razão do Neji não gosta da Tenten?"
- O Neji é idiota, mas ele não odeia a Tenten, ele odeia os seres humanos em geral. Vocês logo vão saber que existe muitos sobre-humanos que odeiam os humanos ate mais que ele. É nisso que a fic se baseia na verdade, mas isso é mais para frente xD

"O poder da Sakura era dela mesmo ou com ajuda da Ino?"
- Dela, todas as vezes que a Ino ajudou eu deixei mais a mostra como no caso da Hanabi não se machucar e tals. Isso é a Sakura e sim, ela pula alto kkkkkk'

"O Naruto é tipo o mais foda?"
- Não, quero dizer, mais ou menos. Os mais phodas que eu acho são os que deram inicio aos sobre-humanos, mas eles vão demorar demais a aparecer ou então não vão notar que são tão poderosos. Mas posso dizer que o Naruto quase chega ao patamar deles por um motivo ai secreto o qual pode mudar toda a ideia que vocês têm sobre o Naruto.

"Como age a maldição da Tenten?"
- A Tenten não é amaldiçoada não, coitada. Da história toda ela é a unica que não tem maldição nenhuma. No caso a maldição é algo que protege os seres humanos. Qualquer sobre-humano que ferir um humano (por querer ou sem querer, independente se é pra se proteger ou com um motivo nobre) utilizando seus poderes é assolado por uma maldição. O que devo dizer que vai tornar a Tenten muito útil na segunda parte da fic.

Então é isso pessoal. Espero realmente que gostem e que comentem porque seu comentário que faz a fic continuar xD