Desligado!

12 Faço algo inesperado.


Notas iniciais
Oi gente linda do meu coração, sim venho aqui para dizer que tem capítulo novo para vocês, a partir de agora as coisas vão mudar um pouco de direção, bom vou parar de falar antes que acaba dando um spoiler heuaheuah, boa leitura a todos '-'

Eu estava dirigindo fazia horas, enquanto Alícia parecia a bela adormecida, e desta vez não tinha nem um príncipe por perto que iria acorda-lá e sim um sapo, no caso eu.

–Acorda Alícia, estamos quase chegando, agora você pode dirigir um pouco.

Ela teve dificuldades para acordar, e me lançou um olhar fuzilante, mas eu não estava nem me importando, era a minha hora de descansar então fui parando o carro ou seja a mini van para que Alícia assumisse o controle da missão.

Quando eu havia pegado no sono, foi a vez de Alícia se vingar.

–ACORDA, a gente já chegou!

Parecia que fazia um século que eu não via aquela cidade, alguns dias atrás nem parecia que a minha vida ia mudar completamente, eu faria de tudo para voltar no tempo e ter minha vida de volta, meus pensamentos se foram quando eu me lembrei que tínhamos que ir atrás do amigo de Alícia.

–Bom agora você pode me levar até o seu amigo.

Ela concordou, mas antes de ir até o amigo dela, ela sugeriu que fizéssemos algo.

–Primeiro devemos parar e comer algo, porque estou morrendo de fome, segundo como eu e você somos fugitivos da polícia acho que um disfarce não seria nada mal.

Eu ainda tinha um dinheiro que tinha pegado quando invadi a minha velha casa, espero que ele dê conta de todos esses gastos.

Alícia parou em um boteco que ficava em uma vila que eu nunca tinha entrado, com certeza era um dos lugares que meu pai conhecia muito bem, eu estava prevendo que seria assaltado a qualquer instante, foi quando um homem de meia idade surgiu na porta e abraçou Alícia.

–Quanto tempo enfermeira, o que vai querer dessa vez? e quem é essa menino assustado que está com você?

Uma raiva se expandiu pelo meu corpo, eu estava demonstrando medo, não podia sentir medo, eu ia falar algo mas Alícia me interrompeu.

–Quero uma boa comida, daquela que sua mulher sabe fazer, e uns disfarces, ah! esse aqui é um amigo, não se preocupe ele não mata nem uma mosca.

O homem e Alícia começaram a rir na minha cara, era como se eu não estivesse ali, mas eu respirei fundo e não liguei, minutos depois o homem apareceu de volta com uma sacola que estava exalando um cheiro ótimo e algumas roupas, devia ser a comida e nossos disfarces, Alícia se despediu do homem e nós embarcamos novamente na mini van.

–Nem vou perguntar o que aquele homem faz aqui nessa vila, aliás você tem amigos bem estranhos não é Alícia.

Ela mal ligou para o que eu falei e começou a comer feito uma doida, ela me ofereceu um prato de comida e por minutos ficamos ali devorando nosso lanche e vestindo o nosso disfarce.

–Chega de papo e vamos para a casa do meu amigo que sabe rastrear as mensagens, aliás ele mora aqui perto.

O amigo de Alícia morava a três quadras de onde estávamos, ela não demorou muito para chegar na casa dele, e quando chegou começou a buzinar, um cara de aproximadamente 18 anos saiu porta a fora desesperado.

–Ah! é você sua louca, entre não tem ninguém em casa.

Alícia contou toda a história para o seu amigo, que aliás se chamava Alex, ele disse que viajaria no final de semana então teria muito tempo para analisar as mensagens, e convidou Alícia e eu para dormir na sua casa até que ele descobrir o anônimo das mensagens e é claro que aceitamos.

Alex foi muito simpático com a gente, arrumou colchões e cobertores para que a gente descansasse e também permitiu que usássemos sua cozinha a hora que queremos, eu estava a um passo de descobrir o assassino do meu irmão, foi quando eu me lembrei que devia explicações ao maluco, eu também me lembrei que nesse exato momento ele poderia estar bolando um plano para me encontrar.

Então quando eram mais ou menos quatro horas da madrugada, eu levantei pé por pé e escrevi um bilhete para Alícia explicando que eu teria que ir embora, mas não explicando que iria encontrar o maluco, não queria que ela corresse perigo por minha causa, peguei minha mochila e permaneci com o disfarce.

Deixei escapar uma lágrima quando sai da casa, não sabia o que me esperava, nem achava que ia acabar saindo vivo dessa história, mas o que mais me cortou o coração foi ter deixado Alícia e pior mentindo para ela.

Comecei a caminhar rumo a escuridão da noite, só a luz do luar me iluminava.

Notas finais
e então o que estão achando, comentar não faz cair pedaço não hein? heuaheuahu capaz