Notas iniciais
*O capítulo está muito grande? Pequeno de mais? Ta bom? *PERDOEM-ME PELA DEMORA. *Desculpem os erros. * Falem comigo :( * Boa leitura princesa... caso tenha algum príncipe ;) boa leitura também :)

P.o.v Miguel

Fomos jantar fora e, ocorreu tudo normal, rimos muitos e vimos que não daria certo caso um se achar maio do que o outro. Eu acho que na verdade ela aqui não daria muito certo, afinal ela é de menor, e eu não sou nem um adulto, responsabilidade também não é meu forte. Enfim, voltamos pra casa, no domingo de manha a levei ao shopping, e ela fez pequenas amizades. Na segunda, acordei cedo, levei Mirela na escola e fui em direção a minha. Bem pelo que vi, estava estudando em uma das melhores escola de Londres, e eu conhecia apenas um amigo aqui, que na verdade, morava no Brasil, era meu vizinho, fomos quase criados juntos, ele também estudava aqui, porem, dez de que cheguei em Londres eu não o encontrei.

Cheguei na escola estacionei o carro e sai do mesmo. Tinha poucas pessoas na frente da escola. Umas patricinhas, uma mais quietinhas, até líder de torcida tinha. E não, não reparei apenas nas meninas. Rodei meu olho pelo estacionamento e não achei ninguém conhecido. Me sentei em um dos bancos e fiquei observando “a visão” duas líderes de torcida, muito gostosas por sinal, com saia beira cu, conversando a poucos metros de mim.

– Miguel Black? — Escuto meu nome sair de, infelizmente, uma voz masculina. Viro para olhar quem me chamava.

– Arthur Silva? – Sorri aliviado por não me sentir mais ‘ tão só’

Bem Arthur é aquele melhor amigo que veio para ca, e eu ainda não tinha o visto. Bem conversamos por pouco tempo até uma minha atenção ser desviada por um carro preto que estava se estacionando poucos metros do meu. Arregalo meus olhos ao ver quem desceu, não escutava mais o que Arthur estava falando. Fiquei besta, não acredito que aquela gostosa e bruta estudaria na mesma escola que eu.

– Miguel? Oi? Ta vivo cara? – Arthur tira-me dos meus pensamentos passando as mãos enfrente aos meus olhos.

– Oi? To, foi mal – sorri sem graça.

Percebi que ela se encontrava parada na frente da menina que veio com ela, me encarando com uma cara de poucos amigos.

–Mal chego e o sr.pegador já começo a atacar? – Falou Arthur percebendo que eu encarava a menin, que se não me engano se chama Adry... alguma coisa.

– Não, vim pra ca para me focar nos estudos, me formar, e depois quem sabe curtir – Falei desviando o olhar e balançando a cabeça para que as imagens das pernas dela saíssem de minha cabeça.

– Vou fingir que acredito. Enfim, vamos entrar? Ta na hora.

Assenti que sim com a cabeça e entramos. Bem naquela “mutidão” a perdi de vista, mas não estava ligando muito. A escola era enorme, Arthur nos levou a nossa sala, já tinha algumas pessoas, mas para o meu agrado ela não se encontrava lá. Nos sentamos em uma das ultimas cadeiras, ele estava sentado atrás de mim, fiquei de costas para lousa e ficamos conversando mais alguns garotos em que Arthur tinha me apresentado. O tempo passou que nem percebi. Uma mulherzinha entra na sala, Jovem e muito gostosa, tinha cara deter uns 28, 29 anos.

– Quem é? – Perguntei para Arthur.

–Diretora, gostosa né? – ele fala rindo com um sorriso safado.

Assenti com a cabeça e me sentei corretamente, na minha frente estava sentada uma garota com cabelos logos. Não dava pra ver o rosto, mas parecia ser muito linda. Pois é pra quem veio para Londres apenas para estudar, ta mais com cara de raparigueiro. Afastei meus pensamentos para escutar a diretora, e meu Deus, que diretora.

– Sejam bem vindo mais um ano letivo – Fala a diretora parando em frente a lousa – Bem, sou a diretora de vocês, alguns aqui já me conhecem, mas para os que não me conhece me chamo Leticia varandas, e estarei a disposição de vocês para qualquer duvida ou reclamação. A Primeira aula de você será com Sr. Scott – Ela aponta para porta onde pela mesma entra um cara, jovem por sinal, o qual percebi que chamou a atenção de muitas garotas naquela sala – Professor de matemática, bem vocês terão os dois primeiro horários com ele, depois, vão até o quadro de anúncios e lá estará todas as aulas de segunda a sexta – Ela sorriu se direcionando a porta- São todos seus Sr.Scott . – E saiu da sala.

P.o.v Adryele

Mas porque? Porque gotas d’água eu teria que vim estudar na mesma escola que o bruto, porem lindo, do irmão da Mirela? Que inferno. Em quanto parei do lado da Ju e o observei com cara de nojo. O sinal tocou e eu e Ju nos misturamos naquela pequena multidão. Como erámos novatas não tínhamos muitos amigos nem nada, muito menos conhecíamos aquela escola.

– Ui, perdão – escuto assim que uma garota esbarra em mim.

– Nada não- sorri – você está bem?

– Sim, obrigada. Desculpa se vou ser indelicada e tal, mas vocês são novatas né? – Fala a mesma sorrindo. Assentimos com a cabeça – Prazer Safira Martin.

– Prazer sou Adryele Ponte e essa é minha quase irmã Julyane Lins – Falo sorrindo.

– Sejam bem vindas – Sorrimos – Então posso ser o guia de vocês?

Assentimos que sim, e ela nos mostrou o corredor, o refeitório e disse que depois mostrava o resto pois as aulas iam começar. A sala estava um pouco cheia e tinha poucas cadeiras vazias.

– Sentem aqui – Safira fala sorrindo.

Sentei em frente de um menino que se encontrava de costas conversando com outro, Safira do meu lado e Ju na minha frete. Não demorou muito e uma mulher entrou na sala, anunciando ser a diretora, se apresentou, deu boas vindas e apresentou o professor de matemática, que por sinal é muito lindo.

– Oi mais uma vez, para os novatos me chamo Taylor Scott, porem prefiro que me chamem apenas de senhor Scott. Sou professor de matemática e acho que só isso – fala o mesmo sem jeito – Então que tão tirar um tempo de atraso com um trabalho?

– Que isso Scott, não assuste os novatos, sabemos que o senhor é uma pessoa mais do que boa.

– Senhor Scott, Arthur. – Ele se sentou na sua mesa – Bem quero que vocês ponham em uma folha todos os assuntos em não são do agrado de vocês ou não se dão muito bem, para nossa próxima aula.

A aula ocorreu bem, ele fez algumas equações, tirou algumas duvidas, tiro algumas brincadeira, nada muito puxado. O sinal tocou anunciando o final do segundo tempo. Ia me levantar porem Safira me repreendeu.

– Vamos depois, agora vai está muito aglomerado – Ela deu de ombros.

– Safira- um garoto a chama bem na hora que eu ia a responder – Como sou um bom amigo, aqui pra você – Um garoto loiro de olhos azuis entregou uma folha para a mesma.

– O que você quer? – Safira pega o papel o encarando.

– Não posso ser apenas fazer uma ao ação sem esperar nada em troca?

– Hum, tá certo – Ela revira o olhos e se levanta vindo para o nosso lado — Meninas não se assustem esse é Arthur Silva, o garoto mais babaca, ops, mais legal que se pode achar nessa escola – Fala Safira apontando para o loiro – Arthur essas são Adryele e Julyane.

– Você é sempre tão amorosa assim? – Fala Ju a olhando.

– Você não viu nada – Fala o loiro – Prazer meninas.

– Prazer – Falamos em unisom.

Ele sorrio e uma mulher entrou na sala, ele foi se sentar e Safira também. Ela a professora de História. A aula foi tranquila, tirando o fato que no primeiro dia de aula já rolo barraco entre duas meninas, pelo o que eu ouvi uma deu em cima do “macho” da outra. A professora saiu da sala acompanhada das duas. E o assunto em questão era que a professora não deveria ter se metido porque os alunos queriam ver sangue rolas ‘-‘

– Com licença. Pode me emprestar uma caneta preta? – Escuto uma voz familiar, vindo de trás de mim, e cutucar meu ombro.

– Claro. – Me virei para dar a caneta e ver o rosto do ser que não trás UMA CANETA pra sala de aula.

– Você!? – Falamos em unimos .

– O que você está fazendo aqui? – O idiota faz essa pergunta puta da inteligente.

– A vim fazer compras, aqui as calças jeans estão na promoção!

– Bruta!

– Fala o ser que esbarrou em mim, e nem uma mera desculpa me deu!

– Você que não olha por onde anda e a culpa é minha?

Eu ia falar algo porem, a professora entrou na sala falando algo porem ninguém entendia o que. Me virei irada.

– Estão todos dispensados – Fala a professora indignada.

O intervalo e as ultimas aulas ocorreram bem, me recusei a olhar para cara do irmão da Mirela. Estávamos nos últimos minutos da ultima aula.

– Ei... – Sinto algo me cutucar, me viro discreta para que o professor não veja.

– O que você quer?

– Devolver sua caneta, obrigada – Não me liguei que tinha a deixado com ele – E no final da aula, podemos conversar?

– Olha ele tem educação – sorri sarcástica – Não!

Me virei, porem, antes percebi ele “bufando”. A aula acabou, peguei minhas coisas e fui com as meninas para a saída.

– Ei, espera! – Sito uma mão segurando meu braço – Por favor – Ele fecha os olhos como se fazer aquilo doesse nele- Só um minuto?

– Vai Dry, até eu estou sem saco, eu e a Safira estamos esperando lá no carro – Fala Ju se retirando da sala.

– O que você quer? – Falo largando meu braço da mão dele.

– Olha Garota, para de ser bruta! Começamos com o pé esquerdo, ok, pra mim tanto faz, porem você é amiga da minha irmã e pelo visto vou ter que te ver todos os dias. Então, que pelo menos vamos começar isso direito – Ele revira os olhos – Prazer Miguei Black! – Resolvi entrar no “jogo” afinal, não aturaria ter uma briga com ele toda manha, acabaria matando ele ou me suicidando.

– Prazer Adryele Ponte! – Apertei a mão do mesmo que estava estendida.- Mais alguma coisa?

– Não! – Fala o mesmo sorrindo, e se retirando da sala, me deixando ali, só com uma carinha de anta mal comida.

Meu Deus que sorriso é aquele? E o cheiro dele quando ele passou do meu lado quase me levando? Tratei de tirar esses pensamentos da minha cabeça e fui em direção ao carro.

– O que ele queria? – Pergunta Ju.

– Pedir desculpas, pela brutalidade. – Falo logo mudando de assunto – Então Safira, está de carro ou acompanhada?

– Sim. Obrigada – Ela sorrio – Até amanha meninas.

– Até – Eu e Ju falamos juntas entrando no carro.

Deixei Ju na escola de dança e segui para casa. Não deixava de pensar do modo que ele falou comigo. Meio bruto porem educado. Viajei na imagem dele revirando os olhos, sorrindo, pela primeira vez, um sorriso sincero. Me lembrei do momento em que ele tropeçou em mim no aeroporto... QUE MERDA EU ESTOU FAZENDO? Só porque ele dissídio não aturar brigas todos os dias, não significa que ele sente algo por mim, muito menos que se importa comigo. Tratei de afastar todos os pensamentos da minha cabeça e estacionei o carro e entrei em casa.

Notas finais
Gostaram? Pf, quero saber da opinião, critica o que seja, de vocês :) Obrigada.