Desistir? Nunca!
4 Sensação estranha
P.O.V Miguel
– Olha Garota, para de ser bruta! Começamos com o pé esquerdo, ok, pra mim tanto faz, porem você é amiga da minha irmã e pelo visto vou ter que te ver todos os dias.
Então, que pelo menos vamos começar isso direito – Revirei os olhos, tava me odiando naquele momento – Prazer Miguel Black! – Eu n queria ser grosso e muito menos ter demonstrado que não estava "nem ae" mas foi o que saio
. – Prazer Adryele Ponte! – Ela apertou a minha mão, mas antes, pelas minhas palavras jurei q ela ia me bater- Mais alguma coisa?
– Não! – Falei por fim, me retirando do local, porem quando sai o seu cheiro adentrou em minhas narinas me fazendo perder os sentido. Apressei os passos e fui para fora da sala. Aquela garota mexeu comigo, e odeio admitir mas mexeu como apenas uma garota avia mexido antes.
Eu não era raparigueiro, longe de mim, apenas "curtia" a vida de um modo em que a sociedade não curte. Ficava sim com uma e outra, porem em modéstia parte, eu sempre ficava com as mais gostosas, e que só queria uma noite de prazer e nada mais. Sai da escola, peguei meu carro e fui para casa. Sabe quando você sente que ta esquecendo algo? Era como eu estava, mas não liguei, Adryele não saia dos meus pensamentos.
Cheguei em casa, tomei um banho e cai na cama vendo tv, não demoro muito e meu celular começou a tocar.
–Alô? — Falei assim que atendi.
–Fala cara- escutei a voz do Arthur- afim de sair hoje pra conhecer a geral?
– É o que mais quero, principalmente se no meio dessa "geral" tiver mulher gostosa.
– Como se eu só saísse com macho — rimos, não sei exatamente do que — então as 22:00 passo ae, me da o endereço.
Dei o endereço para ele e logo depois desliguei o cel, pegando no sono logo depois.
– VOCÊ É UM IMPRESTÁVEL! Pulei da cama com gritos.
– INÚTIL! APOSTO QUE NEM A BUNDA SA PORRA LEMBRA DE LAVAR!
Sim minha irmã tem 15 anos, porem parece ter 18.
– Para de gritar! — Falei me sentando na cama com a mão na cabeça, estava morrendo de sono — Por que tudo isso!? — a olhei e ela estava com a farda, me liguei que tinha esquecido de busca-la puta merda — Poxa Mirela, desculpa, realmente esqueci.
– Só não esquece a porra da cabeça porque sa bosta é presa no pescoço!- ela realmente estava brava, e não tiro a razão.
–Mas vem ca, como você conseguiu voltar só?
– Não sou nem um animal que nem você! E liguei pra Dry, afinal, se não fosse ela eu taria ate agora na escola, com fome, sede, frio, hipotermia, diabetes, cachumba e sabe lá Deus o que mais! — exagerada não, um amor.
– Desculpa ok!? Agora rlx e deixe de drama. E quem é Dry!? — fiquei sem entender, ela não conhece ninguém, que eu saiba, aqui em Londres.
– A bela moça a qual você derrubou quando eu e ela saíamos do banheiro. -Adryele Ponte!? — falei mais pra mim do que pra ela. Bem, pelo visto ou eu tentava pegar ou eu desistia de vez dela. Nesse cu doce não dava mais.
– Sim! Boa tarde imprestável! Sorri pois apesar de brava ela me deu um beijo na testa e saiu. Eu sou orgulhoso e assumo, não daria o braço a torcer pra aquela gostosa patricinha da Adryele! O que não falta é gringa gostosa aqui.
P.o.v Sam Miller
Parei pra pensar será que a vida era realmente tão difícil assim!? Bem, eu tenho 20 anos, moro sozinho em um local que é meio como se fosse um " condomínio" em Londres. Meus pais moram um pouco perto daqui, com meu irmão mais novo Sander Miller, que tem 16 anos e de vez em quando vem passar os fins de semana aqui, pois saímos e tal. Meu nome é Sam Miler e trabalho em uma agência de fotografia. Ultimamente venho pensando muito na vida. Estava na varando quando vi um carro preto estacionar na casa do lado e uma Adryele furiosa descer do mesmo. Sorri, ela ficava mais linda ainda brava. Resolvi falar com ela. Botei uma camisa e desci, toquei a campainha
. — MAS QUE DROGA, VOCÊ NÃO LEVOU A.MERDA DA CHA...- Ela se calou assim que me viu.
–Cuidado estresse da ruga. — brinquei e ela riu.
– Desculpa, pensei que Ju tinha voltado mais cedo- ela estava sem jeito, sorri com isso.
– Juh? — indaguei.
–Sim, Julyane, minha quase irmã.
– Conte me como é ter uma quase irmã- Ela sorriu e se afastou da porta como se tivesse "pedindo" pra eu entrar.
– Se quiser entrar, pelo menos eu odeio conversar em pé- sorriu tímida, sorri mais ainda com aquilo. Entrei, sentamos no sofá.
Ela me ofereceu algo pra beber, e eu disse que não queria nada. Ela contou como é ter uma meia irmã. Conto porque veio pra Londres. Brasileira, por isso tão gostosa... digo, formosa, linda. A quem quer enganar? É gostosa sim, e muito. Durante a conversa, rimos muito e descobrimos coisas um do outro. Percebi que ela estava com um short e uma blusa que parecia mais um vestido, que a deixava muito atraente.
– Então você só estuda? Bancada pelos pais?- Perguntei.
– Sim — sorriu sem jeito- Porem, vou atrás de um emprego, não gosto de depender por completo deles.
– Sei como é, mas procura trabalho em que área mais ou menos?
– Eu queria algo relacionado a moda. Sempre gostei, porem não tou pra "escolher" ou criticar algum emprego. — Sorri.
– Bom, caso eu veja algum lhe aviso — Sorri — Bem, a conversa ta muito boa, mais tenho que ir pra casa.
– Obrigada....Posso te fazer uma pergunta? — ela " ignorou" o que eu falei — outra no caso.
–Claro- sorri.
– O que exatamente você veio fazer aqui?
– Eu tava na varanda e vi você sair brava do carro, e afinal, você fica linda brava — sorri e percebi que ela avisa ficado vermelha- ae resolvi vim pedir "uma xícaras de açúcar" ou a senha do wifi pra poder puxar assunto- fiquei em jeito em admitir.
– Bem, não temos wifi, apenas modem, e açúcar também, vou fazer a feira daqui a pouco — Sorriu "entrando na brincadeira"
– Ainda bem que nem cheguei a pedir — ri e ela me acompanhou na risada — mas, tenho que ir linda, Dinorar está só em casa — vi seu corpo "endurecer" em minha frente, e sua face fechar. Não sei o porque. — Ok — Ela se levantou, não entendi muito, mas como mulher é um bixo que temos que desvendar aos poucos, resolvi não questionar. Me levantei e a também, seguimos até a porta, ela abriu, porem não olhava mais na minha cara.
– Até mais qualquer hora linda — beijei o topo de sua cabeça.
– Até. E lembre-se, não tenho wifi — rimos e sai.
Entrei em casa e Dinora estava "atacada" correndo pelo quintalr. Não comentei, mais Dinora é minha cachorra. Daquela raça que parece um leão. Esqueci o nome.
P.o.v Miguel
–Mirela? — Bati na porta do quarto da mesa adentrando o mesmo.
– Oi? — ela estava deitada na cama vendo tv.
– Bem, Arthur me chamou pra sair com a geral, eu disse que de boa, porem se passar pelos sonhos da nossa mãe que eu te levei pra sair a noite, digamos que pra "farriar" ela me mata.
– Como se eu quisesse ir pra esses lugares que você vai — fez cara de nojo -é de que horas?
– 22:00 -Já são 21:00 vai se arrumar.
– Qual a parte do não posso te levar você não entendeu?
– Por acaso eu disse que ia!? Vai, eu tenho idade suficiente pra passar uma noite só, não sou nem uma criança.
– Não vou te deixar só — passei a mão na cabeça — você não tem nem uma amiga que você conheça na escola ou aqui por perto que esteja afim de dormir aqui hoje com você?
– Eu vou ligar pra Ashylei. Mas vá logo se arrumar que você é uma dama — fiz cara de.nojo e fui me arrumar. Não demorei muito e voltei para o quarto dela.
– Alguma amiga sua vem?
– Sim, chega daqui a uns 20 minutos.
– Certeza!? — sim, vai tranquilo, qualquer coisa ligo ou saio correndo pela rua gritando.
– Liga é melhor — ri com aquilo e escutei a campainha.
Era o Arthur, nos despedimos da Mirela e seguimos para a casa de um cara, a qual não sabia o nome. La séria onde todos se encontrariam, pra zoar, beber, e não vou mentir, se pegarem também. A casa não era muito longe umas três ruas da minha. Arthur estacionou o carro e entramos. Já tinha um bocadinho de gente lá. Porem mais macho. Já estava desanimado, e recurgitando voltar para casa, porem, para a minha alegria e pra de muitos ali, chegou um grupinho de garotas. Muitos ja estavam bêbados, porem eu não muito, não sou muito de beber e não queria acordar amanha com ressaca.
– Posso saber seu nome? — Eu estava na varanda, sentado em umas cadeiras de sol, olhando para piscina quando senti mão quentes e delicadas passar pelos meus ombros.
– Miguel Black — falei com um sorriso safado ao ler a loira que estava sentada na mesma cadeira que eu, porem atrás de mim — E eu posso saber o seu!?
– Leah Oliveira- Devolveu o sorriso malicioso — O que um cara como você faz por aqui só?- sim tínhamos apenas eu e ela na área da piscina, e um casal do outro lado, mas eles estavam muito "intertidos" o que era o mesmo que nada.
– Não estou só- falei me sentando de frente para mesma — estou muito bem acompanhado — mordi o lábio inferior. Ela se aproximou mais.
– Posso saber mais sobre a sua companhia? — ela estava tão perto, que eu tinha que respirar pra não a atacar a mesma ali.
– Quanta pergunta — Coloquei uma mecha de seus cabelos para trás da orelha.
– Se nesse momento não queres que eu te encha de perguntas- ela mordeu o lábio, o que fez um puto arrepio passar pelo meu corpo.
Gosto muito de mulheres com atitudes, não aquelas que só acham que o "trabalho todo" é do homem. Não pensei duas vezes, segurei em sua nuca e acabei com o espaço que tinha entre nos, juntei nossos lábios e pedi passagem com a língua, a qual foi cedida sem nem uma relutância. Minha língua explorava sua boca, e suas mãos estavam "fazendo tuor" pelo meu corpo. Minha mão estava em sua nuca e a outra em sua cintura a puxando mais pra mim. O momento começou a ficar um pouco mais quente, separei nossos lábios para procurar ar, e assim que abro os olhos, em vez de ver a loira eu vi Adryele. Quase cai da cadeira, em uma tentativa falha de levantar, cocei meus olhos e voltei a ver a loira.
– Eu beijo tão mal assim?- fala Leah ficando em pé na minha frente. Puta merda porque eu tinha visto Adryele?? Porque? Caralho!
– Você? Beijar mal? — ri irônico apontando para o meu "amigo" que estava, digamos "animado"
Ela mordeu os lábios e acabou com a distância entre nos. Passo as pontas dos dedos em meu rosto e antes de que ela me beijasse eu virei o rosto.
– Desculpa Leah — sorri sem jeito — Eu não tou bem- PORQUE CARGAS D'ÁGUA EU TAVA FAZENDO AQUILO!? Eu também não sei, só senti que nao deveria.
–Ok — ela ficou meio desanimada.
– Vem ca. — a puxei pela mão e me sentei na cadeira de sol me encostando na mesma assim ficando quase deitado, a puxei para o meu lado pondo a cabeça dela no meu ombro
– Gostaria muito de saber mais sobre você e responder as suas perguntas.
Ela abriu um sorriso, depositei um selinho em seus lábios e ficamos conversando. Descobrindo coisas um do outro. Aquela "reunião" até que foi legal. Conheci pessoas novas, nos divertimos, e o estranho, não conseguia 'fazer nada' do que apenas selinhos e beijos na Leah, quando tentava, era como se a culpa me tomasse por completo.
Por volta das 2h da manha, eu já estava morto. Voltei pra cara com Arthur, antes fui me despedir do povo e principalmente da Leah, que apesar de eu não consegui fazer muita coisa, ela demonstrou se sentir bem ao meu lado.
– Eu vou indo Leah — falei a abraçando por trás, ela estava na pia da cozinha pondo um copo na pia.
–Mais já? — ela fez bico, e ei mordi de leve o mesmo.
– Infelizmente, ta tarde, acordo cedo amanha e minha irmã está só em casa com uma amiga.
– Ok — ela me deu um selinho
– Até amanha então- a sim, Leah estudava na mesma escola que eu, na verdade todos ali, menos o dono da casa, que era apenas um amigo. Leah estudava na sala B e eu na D por isso que eu não tinha a visto ainda.
– Até sr.Oliveira — brinquei.
– Até sr.Black — ela também entrou na onda, a beijei e me despedi de todos saindo da casa.
Cheguei em casa, e fui ver se ir ela estava acordada, bati devagar na porta e a mesma estava aberta. Arregalei os olhos com a sena que vi.
Fale com o autor