Desejos Pecaminosos
13 Capítulo - 13 - Triste Solidão
Notas iniciais
Oooiii Minna.
Bom, depois de alguns problemas (coisa que todo mundo tem) para se resolver vou tentando normalizar a vida. Tive alguns problemas técnicos que não foram totalmente resolvidos e, também aproveitei para dar uma descansada, afinal estou escrevendo direto desde abril. o.O
E pra ajudar o Nyah, mais uma vez trollou minhas imagens (capas de capítulos) o que me deixa muito triste e em razão disso vou parar de por as capas aqui no Nyah até que eles consigam normalizar o site. Não sei o porquê de eles não usarem o mesmo metodo pras capas da história para os capítulos também, ficaria bem mais fácil. u_u
Agora vamos ao que importa. Finalmente o 13° capítulo, espero que gostem, apesar que tá uma tristeza só, como o título já diz.
^.^
Bom, depois de alguns problemas (coisa que todo mundo tem) para se resolver vou tentando normalizar a vida. Tive alguns problemas técnicos que não foram totalmente resolvidos e, também aproveitei para dar uma descansada, afinal estou escrevendo direto desde abril. o.O
E pra ajudar o Nyah, mais uma vez trollou minhas imagens (capas de capítulos) o que me deixa muito triste e em razão disso vou parar de por as capas aqui no Nyah até que eles consigam normalizar o site. Não sei o porquê de eles não usarem o mesmo metodo pras capas da história para os capítulos também, ficaria bem mais fácil. u_u
Agora vamos ao que importa. Finalmente o 13° capítulo, espero que gostem, apesar que tá uma tristeza só, como o título já diz.
^.^
Dean acorda, sua cabeça dói, está pesada. É como se uma manada de elefantes tivessem a esmagado, o mínimo ruído é tal qual uma barulhenta orquestra desafinada lhe doendo dos tímpanos ao cérebro. Ele senta-se na cama passando as mãos no rosto, respirando fundo suas narinas são impregnadas pelo forte odor de sexo da noite passada, suas memórias estão embaralhadas, mas Dean sabe o que aconteceu, sabe o que fez e, por mais que se repreenda pelo acontecido, em seu íntimo ele não lamenta, pois os momentos que tiveram foram intensos, prazerosos de uma forma que ele não teve com nenhum outro homem.
Suas pernas o levantam da cama e dirigem seu corpo desnudo até o banheiro, Dean liga o chuveiro deixando a água quente banhar seu corpo, seus músculos começam a relaxar e a tensão ao abandonar. As lembranças do dia anterior vão embora dando lugar aos últimos instantes em que esteve com Sam, quando este disse que o amava. Isso faz com que os olhos esmeraldas se enchem de lágrimas que se misturam com a água que cai.
Voltando para o quarto, a toalha é pega e passada por seu corpo secando-o por completo, a cueca Box é posta seguida da calça jeans azul surrada, camisa, camiseta e jaqueta preta de couro desbotada. Rapidamente Dean da uma ajeitada no pequeno quarto, Sam não merece ser recebido naquele muquifo desarrumado e sujo como estava. Sim, Sammy vai voltar, Dean não tem duvidas de que Castiel encontrará e trará seu amado irmão de volta para casa, para ele.
O loiro sai indo para uma lanchonete próxima, a dor e a saudade de não ter Sam sentado à sua frente é notável em seu triste semblante, seus olhos passeiam rápidos por todo o ambiente ao redor no estabelecimento, onde ele vê um jornal com a notícia de que vítimas continuam a desaparecer misteriosamente sem deixar rastro algum como se nuca tivessem existidos.
Uma morena muito bonita por volta de 20 e tantos anos de cabelos curtos chega à mesa de Dean, o sorriso dado para o loiro por ela é muito mais do que um mero cumprimento chega a ser um convite dos mais indecentes. Talvez em outros tempos Dean Winchester abriria um sorriso de um lado ao outro do rosto lhe dando até uma piscadela das mais marotas, mas hoje isso é algo que não lhe chama mais a atenção, as belas curvas da morena não são mais de seu agrado, não depois de ter experimentado prazeres que vão muito além desse. Assim, ele retribui com um tímido sorriso fazendo seu pedido para saciar a fome da manhã.
A jovem se retira indo buscar o pedido que lhe foi passado enquanto Dean abre o jornal para ler a matéria por inteiro ficando a par nos mínimos detalhes dos últimos acontecimentos dos desaparecidos. Ao mesmo tempo em que seus olhos passam pela noticia, sua mente volta para quando Castiel lhe falara que Asmodeus deveria ter consigo algum tipo de força extra para conseguir abrir passagem pelos portões do inferno. Não há nenhuma evidência que um caso esteja ligado ao outro, mas um caçador experiente também deve contar e dar vazão aos seus instintos e, os instintos de Dean Winchester estão lhe dizendo exatamente isso. Esses desaparecimentos podem sim ser a fonte de energia usada por Asmodeus.
A morena não tanto saliente dessa vez, traz o pedido do loiro, põe em cima da mesa e se retira tão calada quanto chegou. Dean devora tudo em poucos minutos, não só pelo fato de estar faminto como também por estar com pressa para voltar aos lugares onde esteve com Sam dias atrás. Para Dean agora não há a menor duvida, ele e o Sam devem ter deixado alguma coisa ficar de fora, tem que haver alguma coisa naqueles lugares e ele precisa descobrir o mais rápido possível.
Logo após terminar seu desjejum solitariamente, Dean pega o impala se dirigindo para a casa de uma das vitimas, o Sr. Donald Piercy não se encontra então ele é recebido e atendido apenas por uma de suas serviçais, uma velha senhora de certa idade avançada, parece ser uma governanta que com a devida identificação feita pelo falso agente concede permissão para que Dean tenha acesso à casa. Sua investigação desta vez é muito minuciosa, Dean sabe que deixou algo escapar por entre seus dedos, algo que com toda certeza está ali e ele não pretende cometer agora.
A mulher estranha a mochila velha que o agente trás consigo, todavia não pergunta nada, embora para si ache muito estranho um agente andar com uma tranqueira daquelas. Assim que a governanta se afasta Dean começa usando o EMF com uma busca demorada e, sem nenhum resultado positivo, algo que ele já esperava, mas quis se certificar e ter toda a certeza de que não havia fantasmas ligados ao caso. O loiro prossegue com a investigação, ele olha atento para a estante imensamente coberta de livros de cima a baixo, é quando seus olhos muito bem treinados conseguem desta vez visualizar algo que como pensara havia deixado escapar.
Dean se chega bem perto e BINGO! Um mínimo resquício de enxofre no local, é uma quantidade mínima quase inexistente, seu dedo indicador é passado para constatar dando o aval final. Naquele momento Dean se pergunta como um demônio da classe de Asmodeus consegue deixar um rastro tão baixo de sua estadia? O que o leva a crer que não é um rastro de Asmodeus e sim de algum outro subordinado mais baixo.
Com a constatação de demônios estarem envolvidos com o desaparecimento das pessoas Dean vai a todas as residências e locais onde os desaparecimentos aconteceram encontrando pequenas quantidades de enxofre como na casa dos Piercys.
Sabendo agora que demônios estão envolvidos no caso de desaparecidos, Dean decide ir até o hospital onde Bobby Singer está internado e ver qual a sua atual condição. O impala é estacionado, Dean sai indo para o hol de entrada onde é atendido por uma simpática atendente que o pede para aguardar o Dr responsável pelo caso.
Uns 30 minutos se passam até que finalmente o Doutor Roberto da Costa vem ter com Dean. É um homem jovem negro e muito bonito em torno de 27/30 anos, ele pede para que Dean o acompanhe à sua sala. Dr. Roberto senta-se em sua mesa, Dean na cadeira à sua frente. Há um leve e triste penar na face e voz do Dr quando esse começa a falar.
— De inicio está tudo bem com seu amigo. Ele está completamente estabilizado, seus ferimentos físicos estão sarando de forma normal. O único problema é o coma.
Ao ouvir a palavra "coma", Dean levanta falando muito alto, praticamente é um grito desesperado: — COMA! COMO ASSIM COMA? Da última vez que estive aqui ele estava bem, agora você fala que Bobby está em coma! COMO? POR QUÊ?
Apesar de sua jovialidade o Dr. Roberto responde a Dean com bastante paciência e calma fazendo tudo a seu alcance para tranquilizar o rapaz, lhe dizendo: — Eu posso entender o seu nervosismo. Isso é muit natural, mas veja não vai ajudar em nada seu amigo todo essa inquietude sua e, não esqueça que estamos em um hospital, há pessoas doentes, debilitadas aqui que precisam de sossego, tranquilidade. Por favor sente-se e acalme-se senhor Winchester.
Dean acata o que o doutor lhe pedira, senta-se na cadeira novamente ouvindo tudo o que o Doutor Roberto lhe diz: — Nós não conseguimos descobrir a causa desse coma até agora. Não há absolutamente nada no corpo ou no cérebro do paciente que possa levá-lo a esse estado em que se encontra. Tenho aqui comigo todos os exames e procedimentos que fizemos para conseguirmos diagnosticar e, nada. Desculpe-me Sr. Winchester mas não tenho uma resposta para lhe dar, pois nem mesmo eu sei qual a natureza disso. — Termina o Dr. tirando os óculos de seus olhos esfregando-os devagar.
Depois de terminar a conversa com o Doutor Roberto, Dean se dirigi para o quarto de Bobby. Se não há uma explicação para a medicina, há uma explicação para o SOBRENATURAL. Esse inexplicável coma só pode ter relação com Asmodeus, Dean não tem nenhuma dúvida sobre isso, mas por hora não há nada que ele possa fazer também. Para salvar Bobby ele precisa acabar de vez com aquele maldito demônio ou no mínimo mandá-lo de volta para o buraco de onde saiu e impedindo de nunca mais voltar para esse plano. Ele tem que encontrar um rastro de para onde as pessoas são levadas quando desaparece, se encontrar onde elas estão saberá onde está ou estará Asmodeus quando ele voltar.
O impala anda por algumas horas quase sem rumo, até que para de repente. Dean tira o palitó do terno,desce, afrouxa o nó da gravata e pega uma bebida sentando-se no capô do carro, o som ligado a todo o volume, toca RAMBLE ON. Por um instante ele pensa em chamar por Castiel, porém desiste, sabe que "seu" anjo está em uma empreitada para encontrar Sam que foi mandado para sabe-se onde por Asmodeus. De novo esse maldito, pensa Dean. Foi ele quem afastou seu querido Sammy de si e quem deixou Bobby naquele estado. O loiro da um último gole na pequena garrafa e começa a aperta-la forte em sua mão, até que o frágil vidro não aguenta a imensa pressão exercida quebrando-se toda. Fazem-se dois pequenos cortes na palma da mão de Dean algo que ele não da a menor atenção, mais intenso do que aquele leves ferimentos é o ódio que perpetua em seu ser nesse momento, as duas pessoas que mais ama estão afastadas dele de uma maneira ou de outra e o responsável por isso vai pagar bem caro, aliás, vai pagar muito caro.A noite começa a cair quando Dean volta para o hotel, se é que da para chamar aquilo de hotel. Ele fica parado na porta por alguns instantes fitando o lugar vazio, em outros tempos Sam estaria chegando com ele ou estaria ali sentado vidrado em notebook tentando descobrir pistas relacionado a algum caso ou buscando um para os dois solucionarem. Seus olhos se fecham para que ele posso visualizar melhor seu amado irmão, os cabelos, o lindo sorriso, a voz grave e o alto corpo cheio de músculos de quase dois metros de altura. Mas Sam não está ali e essa solidão é angustiante está lhe matando. A falta que sente de Sam vai crescendo e machucando cada vez mais Dean. Se algum dia por um momento que fosse Dean achasse que podia viver sem Sam, hoje ele tem toda a certeza do mundo que não, isso é algo impensável, inimaginável. Dizem que ele é o melhor caçador de todos, se isso for verdade, ele sabe que não conseguiu isso sozinho, ele sabe que toda essa força vem da necessidade constante de proteger Sam e mantê-lo s salvo de tudo e todos. Algo que ele não conseguiu contra Asmodeus e está pagando o preço por esse fracasso, pois está só, sem ninguém para abraça-lo, para reconfortá-lo ou sequer brigar com ele.
Dean senta na cama que seria a de Sam, pega a mochila do irmão, de dentro dela tira seu notebook, quando faz isso, enquanto seus dedos passeiam pelos teclados seus olhos verdes esmeraldas se enchem de lágrimas. Uma de suas mãos passam por seu rosto na tentativa de limpa-las o que é em vão, já que as lágrimas voltam a transbordar denunciando uma tristeza, uma fraqueza que Dean não gosta que ninguém veja. Para sua sorte ou azar não há ninguém ali para isso, se dando conta disso ele não mais se preocupa com elas e as deixa vir.
Dean se pergunta onde está Sam? O que estará passando? Será que precisa de sua ajuda e ele não está ao seu lado para ajuda-lo? Essas indagações ferem mais e mais o seu ser. O seu peito aperta dolorido e, tentando fugir dessa dor implacável ele vai para um banho, entra no chuveiro de roupa e tudo o mais que veste, fica bem embaixo da água esticando os braços que tocam as duas paredes laterais, algo fácil sendo o banheiro um pequeno cubículo. Ergue a cabeça para trás deixando a água bater em seu rosto, ele mantêm-se nessa posição por infindáveis minutos. Depois tira sua roupa aos poucos, desliga o chuveiro e sai pingando água por todos os lados, se Sam estivesse ali, já o teria xingado, esse pensamento lhe brota um fraco sorriso, o único do dia.
Por fim Dean seca-se e veste uma boxer preta. Deita na cama de Sam e lhe deixa o sono e o cansaço tomar-lhe o corpo. Em seu íntimo ele espera que depois desse solitário dia consiga ter a bela companhia de seu irmão pelo menos em seus sonhos.
Notas finais
E então, o que acharam? Tadinho do Dean né?
Não prometo nada, mas vou fazer o possível para lançar o próximo no prazo de sete dias como combinado no princípio.
Gomensai pela demora. Padakisses. O/
Não prometo nada, mas vou fazer o possível para lançar o próximo no prazo de sete dias como combinado no princípio.
Gomensai pela demora. Padakisses. O/
Fale com o autor