Desejos Pecaminosos

12 Capítulo - 12 - Pecado Angelical


Notas iniciais
Acredito que o nome já diz tudo. Boa Leitura.

Castiel se materializa em um quarto de motel, onde ele sente a presença de seu mais querido protegido Dean Winchester, porém o que seus olhos veem é algo que o anjo jamais pensou que veria. O lugar está imundo, desarrumado, há inúmeras garrafas e latas de cerveja atiradas por todo o canto que seus olhos visualizam. Ao olhar para a cama, contempla a imagem do homem que salvou do inferno totalmente distorcida de sua verdadeira natureza.

Dean está a dormir roncando alto, está com a barba por fazer, há um mau cheiro que exala de seu corpo, Castiel não entende, não sabe o porquê de isso acontecer, mas seus olhos lacrimejam, o Anjo chora.

A mente do anjo vai para dias atrás na última vez que esteve com o Winchester, Dean estava no hospital sentado em uma cadeira ao lado da cama de Bobby Singer, estava pensativo, preocupado quando Castiel se materializou.

Oi Dean.

— Cass! — Exclama o loiro o nome do anjo, levantando da cadeira. — E o Sammy Cass? — Pergunta aflito.

Eu ainda não pude ir procurar por ele Dean. Vou fazer isso agora, mas queria ver como estavam às coisas com você e este homem. Ele me parece bem. — Castiel toca a testa de Bobby.

E aquela coisa Cass, nós voltaremos ver aquilo de novo?

— Asmodeus conseguiu sair do inferno através de alguma força que eu desconheço. Porém como ele não pode permanecer muito tempo aqui fica evidente que essa força se esgotou fazendo-o voltar de onde saíra. Se ele conseguir reestabelecer essa força outra vez é bem possível sim Dean.

— O que faremos para impedir isso?

— Temos que descobrir qual e de onde Asmodeus está tirando essa força. Vou deixar isso a seu encargo, pois acredito que para você seja mais importante que eu encontre Sam, estou certo.

— Por favor, Cass. Traga meu irmão de volta. Eu vou tentar descobrir tudo que eu puder a respeito deste Asmodeus.

Depois disso Castiel partiu em uma jornada no tempo e no espaço na tentativa de encontrar Samuel Winchester, agora voltando ele encontra Dean nesse estado penoso. Castiel caminha até a cama onde Dean está deitado com os braços abertos, sua mão quase largando a garrafa seca, ele está sem camisa deixando a amostra os largos peitos, as botas e calça jeans é o que tem vestindo seu corpo.

Dean? — Castiel tenta acordar o loiro, para Dean há uma voz muito ao longe lhe chamando, conforme Castiel vai pronunciando o seu nome cada vez mais seguido, é como se o anjo fosse chegando mais e mais perto de si. Lentamente muito sonolento seus olhos vão se abrindo, a claridade do dia o machuca um pouco, como se Dean não visse a luz do sol há muito tempo. Aos poucos a imagem em pé borrada na sua frente vai tomando forma, confirmando quem é Dean balbucia o nome baixo, quase inaudível.

Cass! Cass...

Quando finalmente desperto Dean grita o nome do anjo. — CASS! — E em seguida pula em cima dele tal qual um animal feroz pronto para dilacerar sua presa. Castiel não entende a reação do loiro, ficando perplexo com sua atitude se perguntando a si mesmo o que teria feito de tão errado para despertar uma fúria como aquela em seu amado protegido.

No hálito que sai da boca do loiro tem um forte cheiro de álcool, o próprio mesmo meio que cambaleia ainda que conseguindo prensar o anjo na parede. — Cass, onde afinal você esteve? Por onde andou? — Indaga irado o mais velho dos filhos de John Winchester.

— Eu estava procurando por Sam. Você não se lembra?

— Ah me lembro. E como lembro Castiel. Você desapareceu por longos três meses sem dar nenhuma resposta aos meus chamados. TRÊS LONGOS MESES CASTIEL, VOCÊ SABE O QUE SÃO TRÊS LONGOS MESES? — Fala e grita Dean, ainda presando forte Castiel.

Desculpe Dean. Mas eu estou viajando pelo tempo e pelo o espaço. Isso pode ter passagem temporal relativa em determinadas épocas diferentes. Para você hoje aqui, podem ter se passado três meses, mas o mesmo percurso para o seu eu de ontem ou amanhã podem ser três anos ou três minutos.

O loiro fixa o olhar no anjo, de repente de fúria seu olhar passa a expressar dor, tristeza. Uma tristeza tão grande que faz Dean desabar em um choro abafado cheio de soluços como uma criança. Com a voz embargada Dean pergunta: — Mas e o Sammy, Cass?

— Nada Dean. Eu estou em uma busca às cegas. Isso como eu já lhe expliquei pode levar duas semanas, ou vinte anos. Mas e você Dean? O que aconteceu, porque está nesse estado?

Sentando na cama pondo ambas as mãos na cabeça Dean chora compulsivamente, não há sombras do homem que fora um dia, Castiel quase não o reconhece. O anjo não sabe direito o que fazer, não sabe como os humanos fazem para reconfortar alguém que está a sofrer mesmo tendo os visto fazerem isso por tantas vezes. Contudo Castiel ajoelha-se em frente ao Winchester. Ele nada fala, fica ali olhando com aqueles olhos tristonhos, os olhos ainda mais tristes que os seus que se derramam em lágrimas.

Dean vagarosamente vai prestando atenção no anjo, sua pelo amorenada, sua face lembram um pouco o pai, John Winchester aquele que o iniciou anos atrás em um novo caminho de prazeres. Prazer com outro homem, prazer que está acima de todas as regras e convenções feitas pelo homem e, por seus dogmas. Os lábios carnudos aproximam-se carinhosamente dos mais finos a sua frente, ele os toca de forma delicada.

Dean? O que foi isso? Porque pôs seus lábios nos meus? — Indaga Castiel intrigado, mas também muito curioso.

Você perece tanto com um e me lembra de muito o outro. — Diz Dean calmo.

O loiro levanta-se puxando Castiel para cima da cama, deita-o de frente para si, debruçando seu corpo sobre o do moreno, dessa vez os lábios de Dean vai mais sedento, ele devora os de Castiel de uma maneira muito voraz. Sua língua invade o interior quente, úmido da boca morena. O anjo começa a respirar ofegante, começa a arrepiar-se com as coisas que o loiro lhe faz mesmo sem nada entender.

Dean?

— Cass, não fale nada. Apenas deixe que eu lhe mostre algo... Algo muito bom. — A mão clara, firme passeia em cima do membro do moreno. Castiel sente algo acontecer abaixo do seu umbigo, algo que sempre esteve ali, mas ele na verdade nem sabia para que, que servia.

O anjo sente uma nova sensação percorrendo todo o corpo que ele usa como receptáculo. Dean o beija novamente, Castiel tenta fazer igual ao loiro, porém um pouco atrapalhado. Dean ao perceber a intenção do anjo solta um sorriso de canto de boca dizendo em seguida: — Você é saidinho Cass.

— Você não gostou... Dean?

— Gostei. Gostei sim Cass.

A mão de Dean continua a estimular o membro que respondeu perfeitamente ficando duro rijo. Assim o botão da calça é aberto, o zíper descido e o membro de Castiel só se vê preso pela fina cueca de seda preta. Algo que não dura muito, pois Dean logo o puxa para fora da peça que o aprisiona.

Huummm... Você é grosso... Cass. — Fala Dean em meio aos beijos que aplica no membro ainda encapado pela pele que o reveste.

Está certo isso estar assim? — Fala Castiel olhando para seu membro.

— Sim Cass.

A pele é puxada para trás revelando uma glande pontiaguda na ponta, quando a língua hábil a toca, Castiel geme ardoroso com o que sente. Aquilo é tão bom, tão gostoso. O vai e vem inicia devagar fazendo o anjo suspirar arfado. E tudo que Castiel sente aumenta mais quando a boca de Dean engole toda a extensão de seu membro duro, a língua ágil que lambe a ponta da glande, os lábios grossos que alternam entre beijos e sucções levam-no a um estado de loucura inimaginável para ele.

Oh! Isso é tão bom... Tão... Dean... Ah!

Esses primeiros gemidos de Castiel fazem Dean lembrar a primeira vez que gemeu assim para John, Dean estava sentindo, como era gostoso ver, ouvir um homem gemer seu nome, gemer para si. Aumentando o ritmo do oral, Dean faz Castiel gemer mais e mais, porém cessa tudo para que o outro não atinja o clímax tão cedo.

— Dean! — Exclama o anjo.

Porém o loiro nada responde, apenas sorri safado. O efeito do álcool já lhe abandonara faz tempo, mas agora está completamente tomado pela excitação da luxúria, ele ergue-se com o membro duro levemente apontando para a esquerda, Dean de novo puxa Castiel fazendo agora se sentar na cama ficando rente ao seu membro.

Só quero que você abra a boca Cass e deixe o resto comigo. Pode fazer isso pra mim Cass?

— Sim Dean. — Confirma o anjo com palavras e balançar de cabeça positiva.

As mãos de Dean agarram a cabeça do moreno que como foi pedido a abre, o membro branco de glande rosada vai adentrando devagar, sentindo gostosamente toda a umidade e quentura do seu interior. O entra e sai começa, Dean geme gostoso, mais gostoso ainda quando sua glande chega ao fundo da garganta. Como movimentos acelerados a boca de Castiel é fodida dando muito prazer para o loiro.

Vez que outra o anjo engasga-se com a enorme quantidade de saliva que ali se forma, mas nada que impeça Dean de continuar depois do outro se restabelecer. Ele só se retém para impedir o gozo.

Dean faz com que Castiel vire-se de bruços em cima da cama, uma de suas mãos desliza por sua bunda sobre a calça, aperta fortes as nádegas uma a uma. Ele deita se com seu corpo sobre o de Castiel, roçando seu membro naquele belo traseiro que o receptáculo do anjo possui. Castiel sente o membro lhe roçar. O loiro enfia a mão por baixo abrindo o botão e desce o zíper da calça, puxa ambas a calça e cueca do anjo para baixo revelando o traseiro torneado. Beijos lascivos, lambidas esguias são dados ali, fazendo Castiel arrepiar-se todo.

Aaah! — Geme Castiel arqueando a cabeça para cima, depois olha para trás, tentando ver o que Dean está a fazer.

O loiro afasta as nádegas e esfrega seu polegar no orifício do moreno, Castiel geme. Em seguida o indicador é levado à boca, ele é bastante lambuzado com saliva, uma cuspida é dada rápida no ânus e, então o dedo indicador começa a desbravar o virgem local. O anjo se retrai fechando seu orifício.

Não Cass. Ao contrário, relaxe. Abra-se para mim. Você vai gostar. Pode confiar em mim meu anjo.

Castiel não sabe como fazer o que Dean lhe diz, apenas deixa tudo acontecer confiando em seu caçador. O dedo de Dean entra devagar, entra inteiro, aquilo incomoda Castiel. Quando Dean começa a entrar e sair dali de dentro o anjo expressa um misto de desconforto com gosto. Brincando com o dedo Dean o retira para lamber a orifício de Castiel que aperta seus lábios e outra os lambe, enquanto a outra mão do loiro masturba seu membro num vai e vem não muito rápido.

Não se aguentando mais o caçador se apruma em cima do anjo, abaixa mais sua cueca e calça deixando-as na altura dos joelhos, ajeita seu pau bem na entrada, o membro está lambuzado com liquido pré-gozo que sai de seu canal. A mão firme ajuda o falo de Dean a adentrar o interior de Castiel, a glande mal é introduzida e um grito é ouvido.

AI... DEAN!

Dean interrompe o ato para falar com o seu anjo. — Tudo bem Cass. Confie em mim, é só você relaxar que logo vai ficar muito gostoso.

— Mas Dean. Você não deveria estar fazendo isso com uma mulher?

— Também Cass. Mas quero fazer com você. Por favor, deixa? — Fala Dean com uma voz suplicante.

Castiel assente com a cabeça permitindo-se ser possuído pelo loiro. A penetração é reiniciada, uma grande dor percorre o local onde Dean invade, o anjo se espreme, sua face esquenta muito, ele aperta o coxão e cerra os dentes emitindo mais um grito quando Dean finalmente enfia-se todo dentro de si. — AH!

Parado dentro do anjo para que o mesmo se acostume com o grosso membro, Dean aplica beijos pelo pescoço, nuca e orelha de Castiel, o prazer e a dor nesse momento andam juntas em seu corpo. O caçador inicia a foda o mais calmo que pode, ele entra e sai ameno, mesmo assim ouvi os gemidos dolorosos que Castiel emite. O anjo com a boca entre aberta rente ao lençol respira ofegante sentindo o pau duro lhe rasgar as entranhas, mas ele agora não se importa, se gosta daquilo, se ele quer aquilo assim será.

Com um tempo passado, sentido Castiel um pouco mais relaxado, Dean escora-se nos braços erguendo a parte superior de seu corpo, ele retira seu pau para fora permanecendo só com a glande dentro. Então crava o grosso, duro membro para dentro de uma única vez, esse é o grito mais alto de Castiel. — AAAH, Dean.

O caçador não se importa, ele quer ouvir os gemidos de prazer por isso continua a foder Castiel sem parar dando potentes estocadas no mesmo. A respiração é pesada, o gemido começa a ser um misto de dor prazerosa, Dean sabe muito bem o que é isso, ele sorri. O anjo começa a gemer gostosamente, o pau de Dean entrando e saindo no seu ânus passa a ser muito gostoso, Castiel está adorando tudo aquilo.

Ah... Huummm... Ah, Dean...

— Isso Cass, está gostando…

— Sim... Sim... Dean! Oh!

— Então... Aproveita Cass... Porque vou foder... Você... Bem gostoso... — Fala Dean pausadamente sem parar as fortes estocadas no anjo, vendo seu pau entrando e saindo.

Pode-me foder... Dean... Oh... Ah...

O loiro mete, Castiel geme, grita, murmura. Seu pau endurece a um ponto dolorido, pela falta de experiência e controle o tesão lhe sai em abundância derramando-se nos lençóis. Em atos apressados o loiro tira suas botas e calças ficando só com a cueca Box preta, desnuda por completo seu anjo. Dean vira Castiel na cama, ergue as pernas do anjo colocando- as em seus ombros, sua mão pega o membro duro de Castiel lambuzando com seu próprio liquido, ele sorri malicioso ao fazer isso e, Castiel gosta, adora.

A enterrada é forte como antes, porém agora Castiel adora prazeroso o ato feito pelo caçador. Seus olhos se reviram, a cabeça arqueia para trás, Dean o fode com força, com velocidade frenética, a cada estocada os gemidos do anjo são intensos, cheios de prazer, ele sorri para Dean enquanto é enrabado por ele, pedindo mais por aquilo.

Que gostoso... Dean. Isso... Me fode. Me fode Dean.

O rosto do loiro abaixa até que suas bocas possam se tocar, Dean sente um beijo mais entregue por parte do anjo, a língua dele é enfiada dentro da sua boca mesmo que um pouco desajeitada. O loiro, pega a mão de Castiel levando até o falo do mesmo, as duas mãos começam o vai e vem nele juntas, após Dean deixa apenas Castiel masturbar-se sozinho. As fortes estocadas certeiras logo fazem o loiro alcançar o momento máximo, Dean goza prazeroso soltando seus esguichos para o interior do ânus que acabara de deflorar. Quando seu corpo cai exausto em cima do anjo, esse fica um tanto “assustado” com o que acontece parando de se dar prazer.

Dean, você está bem?

— Muito... Muito bem... Cass. — Diz o caçador de forma pausada, recuperando o folego.

Recobrando-se, Dean ajeita-se ao lado de Castiel, seus lábios se encontram mais uma vez e, sua mão inicia o vai e vem cheio de prazer que Castiel aprendeu a gostar. A mão fica cada vez mais veloz, o frenesi causado no membro é delirante para o dono que sente seu corpo se retesar, as pernas bambeiam, a respiração fica difícil e, numa explosão alucinadora Castiel experimenta pela primeira vez a forma mais prazerosa dos homens, ele goza gostoso jorrando seu sêmen que lambuzam até os seus peitos.

Nada é dito entre eles, ficam abraçados descansando seus corpos exaustos, Dean logo pega no sono. Castiel levanta dando uma ultima olhada para o belo loiro que acabou de ama-lo, lhe mostrando um mundo de novas sensações.

O Anjo inclina-se encostando seus lábios delicadamente nos do Dean, depois desaparece recomeçando sua busca temporal por Sam. Agora mais do que nunca para vê-lo feliz Castiel sabe que precisa encontrar Sam o mais depressa possível. Ele não quer ver Dean mais naquele estado, ele quer o seu caçador de volta, como o conheceu e o caminho para esse Dean é o seu irmão caçula, aquele que Dean protege desde pequeno e quando falha ao fizer isso, o resultado é catastrófico.

Castiel está fortemente decidido, ele encontrará Sam e o trará de volta para Dean.

Notas finais
Caraca, já estamos no capítulo 12 o.O
Espero que tenham gostado desse capítulo Destiel, é o meu segundo. Até mais. ^.^