Desejos Pecaminosos

4 Capítulo - 04 - Feitiço da Alma


Notas iniciais
Dois capítulos na mesma semana, nada mal né. Apesar que esses na verdade já estavam prontos quando começar os inéditos como vai ser o próximo é que vão ser elas.

Boa leitura. E não esqueça de me encontrar lá embaixo, vou dar uns spoiler do próximo capítulo. ^.^

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Um novo dia amanhece Dean se espreguiça na cama bocejando, seus braços vão para o alto e suas pernas se esticam pela cama, o loiro senta na beirada da mesma passando as duas mãos no rosto, ele ainda veste somente a boxer. Seus olhos visualizam todo o pequeno quarto, a cama do Adam está vazia, ele dirigi o olhar para o banheiro também não está.

Dean se levanta vai para o banheiro ainda meio sonolento, apoia as mãos na pia fitando o espelho, ele inspira fundo, e sua mente começa a trazer lembranças de ontem à noite, quando se deixou levar pelo a caçula, em seguida sua mente é invadida novamente por lembranças mais antigas quando ele ainda é um adolescente, Ele está deitado de bruços em cima de uma cama, mãos adultas lhe alisam o bumbum firme, branco e liso. Ele dá uma sacudida na cabeça afastando esses pensamentos, começa a fazer sua higiene matinal lavando o rosto em primeiro lugar. Quando termina sai do banheiro enxugando as mãos em uma toalha pequena, olha para a pequena próxima a uma janela, vê Adam em pé apoiando as mãos na mesma com um "breakfast" capaz de deixar qualquer um com água na boca, agora imagine quem nem se quer jantou na noite interior como Dean Winchester. O loiro abre o seu melhor sorriso esquecendo qualquer coisa desgostosa naquele momento: — Adam! Isso é uma maravilha

A mesa é composta por duas tortas de sabores diferentes, três copos de café expresso, frutas e outras guloseimas. Adam puxa uma cadeira, a única no pequeno quarto para que o mais velho se sente nela, o mais confortável possível.

Gostou? — Indaga Adam com as duas mãos no ombro do loiro. Dean sem se dar muito conta disso, bate as uma na outra respondendo ao menor: — Se gostei? Isso tá uma maravilha. Estou começando a pensar que ter você com a gente não é tão ruim assim.

O menor se abaixa perto de Dean deixando uma de suas mãos na coxa do mais velho e lhe diz: — Foi uma forma de me sentir útil. Como vi que vocês acordariam famintos, quis fazer uma surpresa.

Ótima surpresa Adam, pode apostar. — Fala Dean de boca cheia.


Nesse exato momento no quarto ao lado Sa acorda, ele esfrega os olhos levantando da cama e se espreguiçando em pé. Vai para o banheiro, olha no espelho tirando os cabelos revirados que estão na frente do seu rosto e começa a fazer sua higiene matinal.



O mais velho dos Winchesters bate na sua barriga satisfeito com o gostoso desjejum, um sorriso largo se faz na face, ele olha para o lado e vê Adam lhe fitando de maneira muito intensa. Dean levanta, vai a sua mochila pegando uma camisa sem manga branca com algumas letras estampadas. Ele senta ao lado de Adam na cama do mesmo.


Com o olha para o chão sem encarar o outro, Dean começa a falar: — Adam sobre ontem de noite, eu... Eu... — O loiro não consegue continuar e Adam o interrompe.

Dean, não esquenta com isso, eu quis aquilo. Você ao menos gostou?

O mais velho arqueia uma sobrancelha dando uma balançada de cabeça e diz: — Se gostei! Não tem como não ter gostado. — De repente faz se um silêncio enorme entre os dois. Então o loiro maior o quebra.

Mas sabe, a gente teve um contato com uma réplica sua e, depois o nosso encontro foi muito rápido, ai teve o Miguelito, o Lulu e tal, sabe... É... Assim...

Um braço de Adam envolve o pescoço do Dean e outro espalma a sua mão em seu peito: — Dean. Você quer saber se eu gosto de garotos, de homens? É isso?

É... Acho que é isso? — Fala o loiro desviando o olhar para o chão, novamente bastante sem graça.

Bom, acho que eu morri antes de fazer qualquer coisa com um garoto, mas sempre me senti atraído por eles. Mas por outro lado foi muito bom, afinal eu sou seu irmão e o meu irmão mais velho é o homem mais gostoso que eu já conheci e, vou adorar ser seu, ser todo seu Dean.

Adam, eu... — Dean olha para o irmão que interrompe mais uma vez.

Fala nada não. Eu espero você ficar preparado para isso.


Sam abruptamente abre a porta, meio que de relance ele vê Dean e Adam bem próximos. Dean rapidamente se levanta todo desajeitado.


Oi... Oi Sammy! Eu estava aqui... Aqui... Aqui...

Dean estava me contando da aventura de vocês ontem a noite e como se safaram de mais um desses perigos que cercam os membros da Família Winchester. — Emenda Adam de forma bem convincente, se não fosse o Sam que já tem suspeitas nada boas sobre ele.

Veja Sammy! O banquete que Adam nos trouxe. Nosso irmãozinho não é demais.


Sam com cara de poucos amigos senta na mesa para tomar o seu café, também está faminto, ele não faz elogios mas não nega que Adam fez um bom trabalho. Dean fica ao seu lado por um tempo exaltando a caçula dos irmãos, Adam em sua cama observa os irmãos de canto. Seu olhar sinistro demonstra que essa união não é algo que o agrade e, tem que acabar.



A temperatura está baixa, após passar a noite em um hotel, Bobby volta para casa, ele trás consigo muitos mantimentos, pneus novos pro seu carro, munição e também armas novas. O velho caçador da uma boa garimpada em sua propriedade por dentro e por fora, ele troca os pneus da pikup, coloca todo o armamento necessário e possível nele, depois prepara um café preto bem quente e forte. Ele bebe o café olhando o horizonte meio cinzento dessa manhã pensativo.



Em uma velha mansão abandonada o Jinn que estava na casa de Bobby junto das outras criaturas chega para dar informações a sua dona, ele passa para a jovem tudo o que acontecera lá. A jovem levanta-se de uma velha poltrona em tom roxo indo caminhando até um altar de bruxaria, ela põem o capuz da capa negra que veste em sua cabeça, faz um cântico há muito esquecido pelo homem invocando uma horrenda criatura malévola.


Envolto a uma fumaça negra seus olhos são vermelhos, há três chifres em sua cabeça, a criatura gargalha alto fazendo o som expandir em todo o local. A seguir a jovem põe em um cálice de ouro cheio de sangue algo que parece ser mecha de cabelos, e volta a entoar o cântico satânico.


Na residência de Bobby, o veterano caçador começa a sentir uma dor aguda em sua cabeça, a xícara de café cai de sua mão se espatifando no chão. Bobby leva as duas mãos a cabeça se contorcendo de dor, batendo pelas paredes e em vários móveis da casa, ele grita agonizando de dor, seus olhos começam a esbugalhar, perdem as órbitas ficando apenas branco por inteiro, então Bobby cai ao chão desacordado.



A jovem cessa o ritual, a negra fumaça se dissipa. Ela retira o capuz sorrindo com feições maléficas e diz: — Lhe dei uma chance seu velho, não me deu ouvidos. Agora... MORRA! — Logo ela estende o braço apontando para um corredor no velho casarão, o Jinn entende o comando seguindo por ele, há um extenso carpete vermelho sujo e rasgado cobrindo o chão, há uma jaula onde o Jinn entra e ali permanece dos lados há outras jaulas com outras criaturas em uma espécie de transe, o mesmo que o Jinn agora fica.



Depois do almoço e ainda alheios ao que acontece com Bobby, Dean e Sam se preparam para ir a residência de uma segunda vítima de desaparecimento sem rastro algum, Sam no seu quarto arruma-se sozinho enquanto Dean tem uma ajuda muito ousada de seu irmão caçula Adam. Falta apenas a gravata para ser vestida e Adam se propõe a fazer.


Adam! Sam pode entrar por aquela porta a qualquer momento. E hoje ele quase nos viu mais cedo, lembra-se? — Fala o loiro com o olhar atento a entrada do quarto. Adam terminando o nó na gravata de Dean e com um olhar maliciosamente provocador retruca: — Não há com o que você se preocupar eu tranquei a porta. — A seguir sua mão vai de encontro à genitália do mais velho.

Impressionante tudo isso mesmo estando relaxado?! — O loiro da um sorriso de canto, envaidecido.

Adam quase colando seus lábios ao do irmão lhe diz com voz sedutora: — Não vejo a hora de ser possuído por você Dean, de sentir seus braços fortes, suas mãos firmes, sentir em mim toda a sua virilidade.

Dean estremece o corpo inteiro ao sentir a ágil mão do menor lhe acariciar o membro por cima da causa, membro que não demora a responder aos estímulos lhe proposto.

Porém batidas são ouvidas na porta interrompendo o momento intimo dos irmãos, Dean se ajeita e Adama abre a porta para Sam. O moreno com uma cara muito interrogativa diz:

Porque a porta estava trancada?

Porque Dean estava se arrumando. — Diz Adam com um sorriso debochado fitando intenso o moreno.

E precisa trancar a porta por causa disso? — Exclama Sam, abrindo os braços. Adam ainda debochando do irmão lhe diz provocando: — Se você faz tanta questão de ver Dean seminu ou nu mesmo, me desculpe. Da próxima vez eu convido você Sam.

Sam irritadíssimo esbraveja em alto som: — MAS QUE MERDA VOCÊ ESTÁ FALANDO ADAM. EU APENAS... — Dean interrompe Sam.

Parou vocês dois. Sam você não está vendo que Adam está brincando com você não precisa ficar todo estressado com isso.

Eu não gostei nem um pouco da brincadeira Dean. — Fala Sam sem tirar os olhos de Adam.


Por fim Dean sai com Sam indo para o impala o mais velho faz as mesmas recomendações de antes para Adam. Sam caminhando resmungando ao lado do irmão que a única coisa que faz é rir de toda a situação, quando entram no impala Sam fala bravo.


Dean, por favor, quer para de rir. Não tem graça, você viu a insinuação que ele fez?

Relexa Sammy, foi só uma brincadeira.

Brincadeira porque não foi cm você. — Fala Sam se acalmando. Dean dá a partida e elas partem para mais uma investigação sobre o carro.


A porta do quarto que Dean e Adam estão hospedados se abre, o menor olha para confirmar se os irmãos já haviam partido assim ele entra se tranca no quarto tirando a camisa que veste. A seguir pega um pote embaixo de sua cama e um cálice em sua mochila, despeja o conteúdo do pote no cálice, algo que parece sangue de algum animal e desenha um símbolo satânico em seu peito, ele senta na cama cruzando as pernas, põe uma mão em cada joelho com a palma virada para cima, seus olhos ficam vermelhos e um sorriso maldoso surge em sua face.



No meio do caminho Dean para o impala estacionando perto da calçada, Sam o olha interrogativo, Dean deita a cabeça no volante que segura com as duas mãos. Sam o indaga: — Dean o que foi?


Dean respira fundo olha o irmão intenso nos olhos e pergunta com a voz muito embargada: — Sammy, aquilo que o Adam disse, tem pelo menos uma ponta de... Verdade?

Sam fitando o outro de mesma forma não acredita no que ouve as palavras que saem da boca do mais velho lhe deixam completamente desorientado, pasmado, ele engole seco. Não sabe o que fazer o que responder ao irmão. Dean torna a perguntar.

Você gosta de ver meu corpo Sam? — Com muito custo Dean continua agora com a voz tremula:


Sabe... Eu... Eu gosto de ver...De ver o seu corpo Sam... E acho-o... Tão... Tão lindo.


O peito de Sam parece que vai explodir, de repente não há lugar suficiente para guardar tanta emoção dentro dele, o moreno engole seco de novo, ele quer falar, mas as palavras parecem presas em sua garganta, então ele apenas confirma fazendo um sinal positivo balançando a cabeça, Dean sorri, se aproxima cada vez mais do irmão, seus hálitos se encontram assim como suas bocas logo em seguida, o beijo é forte intenso, como se fosse um ar que há muito não era respirado. Sam envolve o corpo de Dean com seus braços, aperta forte contra seu próprio corpo. Uma de suas mãos desliza pelas costas do loiro indo a sua definida nádega apertando firme aquela parte do mais velho.


Então Sam ouve a voz de Dean lhe chamar: — Sam, EI SAM, ACORDA. CHEGAMOS! — O moreno da um sobressalto no banco, olhando assustado para os lados. Passa as mãos no rosto suspirando forte. Quando sai do impala Dean lhe diz: — Sammy, uma hora você vai ter que me contar quem é essa gostosa que tá te virando a cabeça. Você estava numa gemedeira que só vendo.


Sam da uma risada sem jeito e muito forçada para o irmão.


Na casa são recebidos por Donald Piercy, ele indaga o porquê da visita dos agentes, sendo que já informou a policia local de tudo, assim como dois outros agentes estiveram em sua casa há um dia atrás. Sam explica que talvez seus companheiros tenham deixado passar algo despercebido, e terem que fazer uma investigação mais detalhada no ultimo lugar em April esteve antes de desaparecer. Depois de relatar tudo para Sam e Dean, o Sr. Piercy os deixa sozinhos na sala de estar que foi a garota estava pela ultima vez, eles vasculham por tudo procurando por qualquer sinal que fosse não encontrando nada.


Não é possível Sammy! nós temos que estar deixando passar alguma coisa. Ninguém some assim no ar. — Fala um Dean demonstrando cansaço, sentando em um sofá.

Sam enrijece o queixo concordando com o mais velho: — Você está certo. Mas o que está passando que não estamos vendo?

Bem que o Cass podia aparecer pra dar uma luz aqui. Não é CASS?


Sem sucesso algum de algo concreto do que tenha acontecido com as vitimas, os irmão findam a investigação na casa dos Piercys, se despedem do Sr. Donald e partem. Dean abrindo a porta do impala diz: — Eu queria saber onde foi que Castiel se meteu?


Se ele não está respondendo o seu chamado não é o meu que ele vai atender.

Eles entram no impala, Dean da à partida retornando para o hotel.

Notas finais
A partir do próximo capítulo vai ser tudo inédito, não sei se lembram que eu disse que essa é uma fic reciclada que eu já tinha escrito antes e deletado.
De agora em diante é tudo ideia nova, e para o próximo capítulo teremos três momentos fundamentais que são eles. A primeira aparição de Castiel, o destino de Bobby e o primeiro lemon completo da fic, sim Dean fuck Adam. Pra quem já me conhece sabe que eu gosto de lemon detalhado e intenso então preparem-se para alguns caracteres a mais por conta desse detalhe. Até!