Desejos Pecaminosos
5 Capítulo - 05 - Laço Quebrado
Notas iniciais
E a segunda vez que faço o Dean ativo (aproveitem), porque eu adoro ele passivo.
Espero que gostem.

O impala vai à alta velocidade pela estrada ao som de Highway To Hell em um volume ensurdecedor, mesmo que o movimento seja quase inexistente na rodovia Sam prefere que o irmão dirija em menor velocidade e prestando mais atenção no que está fazendo.
— DEAN VAI MAIS DEVAGAR! — Fala o moreno berrando nos ouvidos do mais velho.
— O QUE? EU NÃO OUVI! — Retruca o mais velho em mesmo tom.
— O QUE É SAMMY?
Não tendo alternativa Sam abaixa o volume do som do carro. — Ah Sammy, qual é? — Fala Dean num tom muito bravo para o mais novo. — Dean, por favor, você está dirigindo, da pra se concentrar mais na direção? Os irmãos continuam a discutir dentro do impala quando de repente são surpreendidos pela aparição de Castiel no banco de trás. Dean se assusta tanto que chega a perder por um momento a direção invadindo o acostamento.
— DROGA CASS! Da pra você parar de fazer isso? Uma hora dessas, você vai me matar do coração, sabia? — Fala Dean depois de parar o impala e batendo com as mãos na direção. Totalmente alheio à reclamação do louro Castiel lhes fala: — Dean, Sam, temos uma urgência.
— Urgência?! O que houve Castiel? — Indaga Sam pensativo.
— Bobby Singer está morrendo. — Diz Castiel olhando para um e depois para o outro.
— O QUE?!— Exclama alto o loiro.
— Como?
— O que aconteceu com Bobby, Cass? Onde está ele?
— Calma Dean. Estamos indo para lá nesse exato momento. — Diz Castiel para em seguida estalar os dedos e levar os três junto com o impala para o quintal da casa de Bobby. Dean e Sam rapidamente saem do impala, eles veem o carro de Bobby estacionado, e veem sinais de lutas por toda parte, assim como as criaturas que Bobby matou. Eles se dirigem para a casa a porta está aberta, eles entram, chamam e procuram pelo o amigo por toda a casa encontrando-o desmaiado no chão da cozinha.
Dean se abaixa colocando dois dedos no pescoço para averiguar a pulsação de Bobby e ver se ele está vivo ou morto. A pulsação é fraca, Dean pede ajuda de Sammy e os dois colocam-no em sofá na sala. Castiel fica olhando atento para todo o lugar da residência.
— O que foi que aconteceu aqui?! — Fala o loiro fitando o moreno maior. Castiel se aproxima de Bobby, ele abre os olhos do velho caçador. Dean e Sam ficam espantados quando eles constatam que Bobby está com os olhos todo branco.
— Cass, o que diabo foi que aconteceu com o Bobby? Porque os olhos dele estão assim. — Castiel levanta-se ficando bem rente ao rosto do loiro e lhe diz: — Isso é você e o Sam que vão ter que descobrir Dean. Infelizmente tudo o que posso fazer por vocês é isso. Agora tenho outros assuntos mais importantes para resolver.
Então Castiel desaparece, deixando os Irmãos Winchester com um grande problema nas mãos para resolver. — DROGA! Onde será que ele foi? Justo agora que precisamos mais dele.
— Calma Dean. Senão fosse por Castiel nós nem saberíamos o que estava acontecendo com o Bobby. Veja por esse lado, mesmo estando tão ocupado ele veio nos alertar. Não temos muito que reclamar de Castiel aqui. — Fala Sam colocando a mão no ombro do irmão, acalmando este.
— Tudo bem Sammy. Mas o que vamos fazer agora? Como vamos tirar Bobby dessa enrascada.
— Eu me lembro de ter lido alguma coisa em relação a olhos brancos como estão os de Bobby em algum lugar. Talvez possamos encontrar alguma resposta nos livros que tem aqui.
— Ainda nem solucionamos o caso dos sumidos e agora essa? — Diz o loiro olhando para o amigo no sofá.
— Isso por enquanto vai ter que esperar Dean. Bobby é a nossa prioridade agora.
— Claro Sammy. Mas temos outro pequeno problema.
— Qual? — Indaga curioso o moreno.
— Adam. Cass nos trouxe para cá e ele ficou lá sozinho.
— É verdade. O que vamos fazer? Ligar para ele e pedir que venha?
— Sem condições Sammy. É quase meio estado de distância, um de nós vai ter que ir busca-lo.
— Vá você Dean. Além dele “gostar” muito mais da sua companhia. Eu sou o mais indicado para vasculhar a biblioteca do Bobby por saber mais ou menos do que estou atrás. Mas não demore Dean, não sabemos com o que estamos lidando e Bobby pode estar correndo um grande perigo sem que saibamos.
Dean se despede do irmão deixando ele com Bobby, pega o impala partindo para buscar Adam que ficou no hotel onde eles estavam hospedados.
No hotel Adam acaba de terminar o ritual que fazia depois dos irmãos terem partido, mas não por simples acaso e, sim porque fora avisado de que Dean está vindo para lhe buscar, o que se torna a oportunidade perfeita para seduzir Dean Winchester. Adam começa a preparar o lugar para recepcionar o irmão, prepara o ambiente tornando-o propicio para uma memorável noite de amor.
Sam na casa de Bobby olha atentamente o amigo moribundo agachado ao seu lado com as mãos em forma de oração encostadas a sua face, todavia os seus pensamentos não estão ali ou se quer no amigo. Seu pensamento está voltado para seus dois irmãos, Dean e Adam, Sam vê a maneira despudorada que Adam vem se jogando para cima do mais velho. Para ele tudo bem se Adam for gay, mas o Dean, não o Dean não poderia ser, esse sempre foi um dos motivos que fez com que ele sufocasse o que sente pelo loiro dentro de si e, agora isso. Aquele moleque se atirando para cima de Dean e ele aceitando, ou até mesmo gostando, como se estivesse querendo aquilo. Está certo que Adam não fora criado com eles, mas ainda assim são irmãos. Como ele e Dean também são. Não, não é hora para ficar pensando nessas coisas, o mais emergencial agora é cuidar do caso do seu amigo Bobby. Com esse pensamento ele se levanta tirando o casaco pondo-o na guarda de uma cadeira perto, arremanga a camisa xadrez em branco e preto que estava por baixo iniciando sua busca na biblioteca. Em algum lugar Sam sabe que já tinha lido algo a respeito que se envolve vitimas com olhos brancos, mas não consegue lembrar-se onde e nem do que se tratava o assunto. Vários livros são postos na mesa, Sam senta na cadeira, a mesma que pôs seu casaco, respira fundo iniciando sua pesquisa. Ele passa rapidamente os olhos por alguns livros até que um lhe parece bem familiar, ele o lê lhe dando mais atenção.
Após algumas horas de vagem atravessando quase todo o estado, Dean chega finalmente ao hotel onde Adam está ele bate na porta com o código de batidas que ensinara ao irmão caçula e aguarda. Adam abre a porta usando apenas uma cueca boxer cinza, Dean entra falando para o menor: — Você já estava dormindo? Desculpe, mas pintaram uns imprevistos, nós temos que ir embora daqui imediatamente. Se vista para pormos o pé na estrada, vai ser uma longa viagem.
— Tão longa como essa que você acabou de fazer vindo para cá. — Diz Adam para o loiro fechando a porta, depois chegando bem rente ao mesmo. Ele passa os dedos nos lábios de Dean que vira o rosto não o deixando continuar.
— Veja bem Adam. É... Aconteceu aquilo e tal, mas... — Adam vira o rosto de Dean de volta, fazendo com que eles se fitem mutuamente. Com uma voz tranquila, baixa o menor retruca o mais velho.
— Do que você tem medo Dean? Eu só quero que você descanse um pouco só isso. Você deve estar cansado de dirigir depois de tanto tempo fazendo isso, não? Quero que você descanse e relaxe. Eu sei bem como fazer você relaxar. — A mão de Adam desce até a genitália do loiro alisando-a por cima do grosso jeans, o que não impede de Dean sentir o toque do rapaz.
— A... Adam... Por favor... — Gagueja o mais velho, enquanto lembranças antigas vão invadindo sua mente.
O menor começa a tirar a jaqueta de couro do louro, que não o impede, pelo contrário o ajuda a se desfazer da vestimenta pesada. A camisa é a próxima deixando o loiro só com a camiseta preta. Adam então vai se ajoelhando devagar na frente de Dean, ele abre o botão, desce o zíper da calça passando levemente a língua no membro já bastante ereto. Dean respira com a boca entre aberta soltando sussurrados gemidos. As mãos de Adam num ato violento abaixam as calças e cuecas do loiro até embaixo, o pênis duro, grosso cheio de veias é abocanhado com gula, o vai e vem é frenético, rápido. O menor sente sua boca inteira preenchida pelo grosso membro do irmão que joga a cabeça para trás, gemendo cada vez mais com toda a volúpia que percorre o seu corpo.
Vez que outra o menor para a sucção lambendo o membro de uma extremidade a outra, Dean põem suas mãos na cabeça do irmão, elas reviram os cabelos de Adam e em seguida conduzem o menor no ritmo de um gostoso vai e vem levando Dean Winchester a um frenesi alucinante. Vendo que o irmão não para e sentindo que ele está quase a atingir o clímax, Adam para o ato frustrando o loiro que abre os olhos lhe fitando com um pouco de indignação. O loiro menor se levanta: — Calma Dean, devagar, eu quero Dean Winchester por inteiro, não só pela metade: — Fala Adam de forma maliciosa para o mais velho, ao mesmo tempo em que começa a tirar-lhe a camisa. Dean ergue os braços para cima auxiliando o menor, ele sente certo odor diferente no quarto algo que parece estar inebriando seus pensamentos.
Adam desnuda inteiro o corpo de Dean assim como também o seu, ele paga a mão forte, calejada do mais velho levando consigo para cama a qual Dean dormia. Então de forma muito violenta, o loiro maior puxa o menor apertando ele forte contra o seu corpo, Dean olha pra o mais novo dos filhos de John, o fita intenso. O loiro tem um lampejo de lembranças de si mesmo nessa mesma idade tendo seu corpo tomado, muitas e muitas vezes por um homem, um homem que lhe possuía tomando o seu jovem corpo para si como se fosse dono dele.
Dean pega Adam no colo, o menor prende o corpo do maior com suas pernas, o membro de Dean duro roça a bunda do mais novo, eles se olham fixamente e, então o menor avança nos grossos lábios de Dean. Eles se beijam violentos, Dean agarra os cabelos de Adam, puxando sua cabeça para trás passando a beijar e lamber seu pescoço. Os primeiros gemidos de Adam são ouvidos, eles chegam à cama onde Dean se joga mantendo seu corpo em cima do menor. Ele continua a puxar forte o cabelo do outro, o loiro maior puxa agora a face do menor colocando esse para chupar seu mamilo, conforme Adam vai lambendo e chupando Dean geme gostosamente com a boca entre aberta arque a cabeça para trás.
Logo o outro é oferecido, Adam faz o mesmo nesse também, depois o loiro maior abaixa a cabeça de Adam até o seu membro que se manteve duro, Dean comanda os movimentos do menor firme, fazendo ele lhe fazer um boquete com movimentos rápidos. Depois de um tempo Dean empurra o menor para trás na cama, ele olha o corpo do outro, o pênis dele está duro, Dean o pega com firmeza, aperta e inicia um vai e vem enlouquecendo Adam de excitação.
O loiro maior, pega as duas mãos do menor pelos pulsos prendendo as fortemente com uma de suas mãos, Dean enfiam dois três dedos de sua outra mão na boca de Adam dando para ele chupar, ele assim o faz. Dean aplica algumas lambidas pelo pescoço, peitos e mamilos do menor, ele pega no pênis dele dando uma ligeira estimulada, para em fim descer até o orifício de Adam e bem lentamente lhe enfiar o dedo maior de todos. Adam geme forte, quando sente o dedo de Dean lhe adentar as entranhas. Não demora muito e, o segundo dedo é introduzido pelo maior, agora dois dedos fodem Adam, o loiro menor se contorce gemendo despudorado cheio de volúpia.
— Huummm... Ai... Meu... Ah!
Dean sem menor complacência de Adam lhe enfia mais um dedo, fodendo o menor agora com três dedos, ora ele mantém um entra e sai, ora dança com seus dedos dentro do menor. Em meio à tortura de prazer que o irmão lhe impõe, Adam pede suplicante ao maior: — D... Dean. Por... Favor! Eu não... Aguento mais, eu quero você... Dean.
— Você me quer é Adam? — Indaga o loiro maliciosamente maldoso ao menor, metendo os dedos num delicioso vai e vem dentro do irmão.
— Sim... S... Sim Dean.
Dean sorri maroto, solta os braços do menor e, lhe tira os dedos do interior, ele vira Adam de bruços, pega o seu membro com a mão passando com ele pala as nádegas do menor. Dean cospe na ponta de dois dedos e depois passa na entrada do menor, Adam se arrepia com aquilo. Dean da uma cravada com o polegar, o menor geme alto, então finalmente Dean se posiciona melhor sobra o corpo do menor e começa a lhe penetrar com o seu grosso membro. Uma firme e forte estocada põe o loiro maior inteiro dentro Adam que geme, grita, sofre... — Ah, Dean...
O louro inicia as estocadas para dentro do menor, ele faz com força, com firmeza, ele arranca de Adam gemidos altos quase gritos agonizantes de dor, Dean escora-se nos braços fodendo, metendo com mais força, ele fita o seu grosso membro entrando e saindo no irmão. Ele não se importa com os gemidos como se soubesse que como o passar do tempo à dor vai dando vazão a um prazer gostoso, prazer que vai dominando o corpo de Adam a cada investida do mais velho. Dean descansa um pouco se sobrepondo em cima do menor de novo, as estocadas são agora mais amenas, suaves, seus corpos estão colados um no outro, Dean aplica pequenos beijos pelos ombros, pescoço e costas do menor.
Depois de um tempo mantendo um ritmo mais ameno, Dean se retira de dentro do irmão, vira-lhe de frente colocando dois travesseiros embaixo do traseiro do mesmo, deixando a parte inferior do corpo de Adam, mais alta que a superior. Dean invade o menor de novo, ele se ajoelha em pé na cama, ergue as penas de Adam para cima e as abre para os lados, fodendo o irmão novamente num ritmo frenético alucinante, quando seus corpos se chocam os estalar deles se batendo é alto. Adam volta a gemer mais alto, mais gostoso, Dean também geme muito, ele solta as pernas de Adam escorando as mãos na cama agora, mantendo as pernas de Adam escoradas em seus ombros e metendo com potência no orifício dele. Dean sorri maroto, gostoso ao ver o irmão gemendo para ele, gemendo sendo fodido por ele, o loiro maior gosta daquilo e sorri prazeroso.
O corpo de Dean começa a dar sinais da proximidade do seu clímax, ele acelera mais e mais o ritmo, sentindo o seu gozo chegar e o enchendo de prazer, o loiro jorra seu sêmen para dentro do menor, enquanto deixa seu corpo cair em cima do corpo do mesmo, enquanto sua ofegante pesada respiração, vai voltando pouco a pouco ao normal. Adam passa a mão pelos cabelos de Dean puxando-os para trás, outra mão sua desliza pelas costas largas e musculosas do mais velho. Dean cai para o lado olhando para o teto, pelo pequeno espaço Adam fica de lado escorando a cabeça com uma mão, ao mesmo tempo em que a outra brinca fazendo círculos, envolta do mamilo de Dean.
— Eu sabia que você deveria ser muito gostoso. Porém você superou minhas expectativas Dean, Foi como eu pensei como eu esperava com digamos até umas surpresas a mais.
Dean quase nem ouve o que o menor fala, sua mente está longe em outro lugar. Ela está com Sam, o loiro pensa no que fizera e não era isso que ele queria, não com Adam que ele queria estar, era com Sam, o seu irmão, o seu companheiro, o seu amor. Sim, mesmo não querendo ou não podendo admitir, Dean Winchester sabe que esse forte sentimento que sente por Sam é amor, amor verdadeiro como ele nunca sentiu antes por ninguém em toda a sua vida.
O loiro mais velho levanta-se da cama como se estivesse arrependido do que acabara de fazer, Adam tenta se chegar carinhosamente, mas é repelido brusca e severamente pelo o outro. Dean começa a vestir sua roupa, o menor indaga se ele não quer tomar um banho antes, Dean recusa lhe dizendo que os dois estão mais do que atrasados para voltar, já deviam estar na estrada há muito tempo. Adam começa a se vestir enquanto Dean vai fechar a conta no hotel. O mais novo leva todas põe todas as suas coisa e as dos irmãos no impala, ele entra, senta no banco do carona esperando Dean, que não tarda e logo já está no impala.
Durante a viagem mais uma vez Adam tenta uma aproximação carinhosa com Dean, todavia ele diz que tem que ficar atento a estrada e, que é melhor o menor dormir porque a viagem vai ser longa. Adam fica intrigado, ele não entende o que está acontecendo, de qualquer forma, ele se encolhe no banco tentando passar certa fragilidade, desamparo esperando com isso que Dean volte a lhe dar atenção, o que não acontece. Pois Dean olha firme e pensativo á estrada, nos seus pensamentos só há uma pessoa, um nome Sam Winchester.
Notas finais
Lembrando que não há sentimentos entre os personagens, sendo assim não podia ser algo nesse sentido. Mas também não gostaria que tivesse ficado muito cru.
Como eu disse, esse capítulo era pra ser bem maior, mas optei por não estendê-lo muito, por outro lado isso quer dizer que o próximo está quase pronto, mais tardar, domingo devo estar postando o sexto.
Todas as capas dos capítulos são minhas, é que as vezes o "Zé" aqui esquece de colocar o autógrafo nas cafonices que faz ashaushhaushahusha
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