Notas iniciais
Voltei meninas Vamos ler que tem novidade. Falta apenas dois capitulo para final é isso? Quem vai saber....rsrs

Capítulo 50.1 — O Filho do Sol

P.O.V. Edward

— O seu pai não vai poder te livrar dessa vez. — Jasper diz irritado, ele está amarrado, eu já tinha feito os primeiros socorros em seus machucados.

— E quem disse que pedirei ajuda a ele? — Digo, sem perder tempo, olhando para ele. — É melhor Alice cuidar.

— O que pensa que está fazendo? Ela já está morta. As pessoas morrem, Edward! — Jasper grita.

— Você faria a mesma coisa se fosse com Alice. — Digo e então olho para ele e vejo ele se encolher com meu olhar frio em sua direção. — Talvez não, você sempre foi um covarde mesmo.

— Mesmo que você consiga, mesmo que você possa trazer ela de volta. — Jasper diz. — Você trará Margarida de volta também, não acha que existe mais risco com Margarida viva?

— Tem medo da bruxa velha lhe matar? — Eu digo em zombaria. — Eu tenho um plano, e dessa vez será do meu jeito.

Viro indo em direção à saída do cativeiro onde Jasper ficaria preso.

— Espera, onde pensa que vai? — Jasper pergunta.

— Isso você descobrirá rapidinho. — Digo, sumindo e deixando ele sozinho em um lugar que apenas eu sabia como chegar.

(...)

Eu olhei ele ao longe, estava acompanhado de Nessie e Jake, eles conversavam e até sorriam, era incrível como as pessoas esqueciam rapidamente das outras que já foram. Talvez Bella só fosse importante para mim.

— Então você tem um plano. — A voz de Bella ecoou atrás e mim. – Será que dessa vez dará certo?

— Vai dar certo. — Digo e vejo ela encostada em uma árvore, como das outras vezes está coberta por sangue. – Por que está aqui?

— Porque você precisa de mim. — Ela diz naturalmente. — Você sabe, se algo sair errado você estará ferrado.

— Talvez eu fique morto também. — Digo, olhando para ela. — Mas viver sem você é bem pior.

Saio deixando ela para trás, assim que vejo que Nessie e Jake já partiram, o sol começava a se pôr. Eu caminhei mais rápido, Alice poderia muito bem ter contado para meu pai ou para tio Carlisle o que eu tinha feito com Jasper, havia essa possibilidade.

— Dom. — Digo, chamando ele. — E aí, cara?

— Ei. — Ele diz, meio sem jeito, não era muito meu estilo estar conversando com ele. – Aconteceu alguma coisa?

— Meu pai pediu para levar você em um lugar. — Digo mentindo descaradamente. — É algo importante e ele acha que você pode ajudar.

— Tem certeza? Eu não sou a melhor ajuda, Edward. — Ele me diz, mal sabe ele que sim, será de grande ajuda para mim.

— Não se preocupe. — Digo. — Você não está correndo nenhum perigo.

— Se você diz que é importante então eu vou e vejo no que posso ajudar. — Dom diz.

— Claro. — Digo, dando um sorriso e sigo mostrando o caminho para ele.

Assim que nos aproximamos do local onde Jasper estava, Dom parecia estar cada vez mais nervoso.

— Onde estamos indo? — Ele perguntou. – Por que não tem mais soldados?

— Relaxa. — Eu digo. — Você está seguro nada vai acontecer com você.

— Edward, não estou gostado nada disso. — Ele comenta. – Eu vou voltar. — Ele diz e eu seguro ele rapidamente, colocando uma adaga em seu pescoço.

— Você vai seguir comigo. — Eu digo. – Ou realmente as coisas vão ficar bem feias para você, Dom, filho do deus do Sol.

— Você me enganou. — Ele diz ao se dar conta.

— Não, eu disse a verdade, preciso que você me ajude em algo. — Explico e levo ele direto para o cativeiro. — Só que meu pai não tem nada a ver com isso.

Assim que entro com ele, Jasper me olha intrigado, amarro Dom assim como fiz com Jasper.

— Vão sentir minha falta. — Dom diz.

— Vamos torcer para isso não acontecer. — Eu digo. — Ou as coisas ficarão feias, para os dois. — Olho para o relógio e está quase na hora de encontrar Alice. – Eu preciso ir. — Informo. — Mas já, já estarei de volta, não se preocupem, se tudo correr bem vocês logo estarão livres de minha pessoa.

(...)

O jardim centro-oeste estava deserto como sempre, eu estava sentando no banco da praça esperando Alice enquanto contemplava as estrelas. Não demorou muito para ela aparecer, em sua cara eu podia ver a ira presente.

— Alice. — Digo, assim que ela se aproxima. — Descobriu onde ela está?

— Cadê Jasper? — Ela pergunta.

— Respirando. — Eu digo olhando para ela. — Vai depender de você se ele seguirá assim.

— Você só pode estar ficando louco. — Alice diz. — Ele é seu amigo.

— E Bella é minha mulher. Parece que é um peso desleal. — Informo e ela bufa de raiva.

— Está na torre do relógio. — Alice diz. — Na praça central do acampamento.

— Você já sabia onde estava, não é mesmo? — Eu pergunto e ela me olha com os olhos arregalados. — Eu vi quando a Bella interceptou você tentando fugir depois do ataque da Margarida, ela enfeitiçou o Jasper e você tinha medo dele morrer. Você sempre soube, não é mesmo?

— Bella descobriu todas as relíquias, ela tinha apenas sete anos quando encontrou as duas primeiras. — Alice me diz. — Foi quando ela perdeu as memórias, e logo depois aos dez ela foi encontrando as outras, cada vez que ela encontrava uma das relíquias ela tratava de esconder, ela sabia que a única pessoa que não poderia ser rastreada era ela. Quem ia querer rastrear uma garota fraca?

Sim, Bella era conhecida como fraca naquela época, ninguém sabia do tamanho da sua força, foi naquela época que ela foi salva pela esposa de Ares, e ela mesma disse a Bella como recuperar as memórias perdidas. Então ela poderia perder as lembranças mas também sabia como recuperá-las.

— Ninguém sabia quem era Bella de verdade, até eu ter uma visão sobre ela. — Alice diz. — Eu tentei matá-la, mas foi Bella que quase me matou, ela só me soltou depois que roubou a minha lembrança sobre o que vi sobre ela. — Alice me diz. — Então ela disse que se eu falasse para alguém o que eu tinha visto ela fazer, ela me matava. — Alice morde os lábios. — Eu sabia que ela faria, eu vi isso nos olhos dela, Bella nunca teve um coração, e naquela época ela mataria qualquer um que entrasse em seu caminho, depois que ela roubou minha memória sobre ela, eu nunca mais consegui ver nada sobre o futuro dela. Nada.

— Se espera que eu sinta pena de você. — Digo me levantando. — Está perdendo tempo, eu não sinto.

— Você ficou igual a ela. — Alice diz. — Talvez até pior.

— Então deveria ter se esforçado ainda mais. — Eu digo. — Mas você não pode ver mais o meu futuro, não é mesmo, Alice?

Ela ficou pálida e então eu soube que era verdade, ela não conseguia mais ver meu futuro porque eu não era mais o mesmo Edward, agia imprevisivelmente, igual a Bella, o que deixa ela bem confusa em relação ao meu futuro.

— Foi bom fazer negócio com você. — Digo, caminhando em direção a praça central.

— Cadê o Jasper? Onde você deixou ele?

— Você descobrirá assim que eu terminar. — Digo. — Mas não se preocupe, Alice, ele está bem.

Sinto ela grunhir em frustração mas eu não fico para esperar e saber o que ela ia fazer, apenas saio dali correndo em direção à praça, tenho que correr, o tempo está ficando cada vez mais curto.

(...)

Eu já tinha o que procurava, estava comigo, mas falta algo que era muito importante. Eu andei pelo acampamento das bruxas até avistar ela.

— Tia. — Eu digo, sorrindo gentilmente.

— Edward. — Ela diz confusa. — O que faz aqui? Achei que estava em missão.

— Fui mandado para casa mais cedo. — Informo. – Preciso de um favor seu.

— Que favor?

— Preciso que abra uma porta.

— O quê? Uma porta?

— É, foi enfeitiçada, apenas uma bruxa pode abrir. — Informo ela.

— De quem é a porta que estamos falando? — Ela pergunta desconfiada.

— Você pode fazer ou não, Tia? Você só tem que dizer sim ou não.

— Edward, Thomas me disse que você não anda bem. — Ela fala.

— Por que vocês escolhem o jeito sempre mais difícil? — Eu digo, então agarro seus braços. — Vou lhe dar uma boa motivação para fazer o que estou pedindo. Vou matar todos que você ama, um por um, e se for preciso matar meu irmão na sua frente eu farei. Então, que tal abrir a porta agora?

Senti o corpo de Tia tremer ao meu lado, ela engoliu em seco e me olhou de canto de olho.

— Vamos. — Tia diz. – Você é igual a ela.

— Eu tentei ser legal, mas vocês andam dificultando muito as coisas.

Não soltei o braço dela, seguimos em direção à floresta proibida, mas antes fizemos uma parada para pegar Dom e deixamos Jasper para trás, Alice logo estaria lá para soltar ele mesmo e levar ele junto só atrapalharia.

— Você perdeu o controle de vez. — Tia diz. — Tudo isso para quê? Ela já está morta.

— Talvez. — Eu digo. — Mas eu descobri que todas as lendas são verdadeiras, há algo que sempre podemos fazer.

— Não há nada que pode fazer, a lança não funcionou. — Tia diz. – Você está fazendo uma loucura, pense em seus pais, sua mãe, ela ficará desapontada com você.

— Ela supera. — Eu digo e empurro ela em direção à porta do laboratório da minha mãe. — Eles sempre superam bem as perdas. Agora abre a porcaria dessa porta e pode dar o fora se quiser, mas se ficar é melhor não se meter em meu caminho ou vou arrancar seu coração e comer.

Os olhos de Tia ficaram arregalado de medo, ela lançou o encanto sobre a porta que logo em seguida se abriu. Puxei Dom entrando com ele, mas Tia veio junto, eu não sei se para tentar me impedir ou para saber o que eu iria fazer.

— Que lugar é esse? — Dom perguntou.

— O laboratório da minha mãe. — Digo para os dois. — Ela roubou de Charlie uma máquina, até então eu não sabia do que se tratava essa máquina até que descobri.

— Que máquina é essa? — Tia perguntou.

— Quando Renée foi dada como morta, Charlie ficou sem rumo e perdido. — Eu informo. — Caso nem um dos dois saiba, a família Swan é descendente direta de Frank, eles são inventores, e Charlie em meio a loucura da dor da perda criou essa máquina.

— Que máquina? — Dom perguntou.

— Uma máquina que é possível voltar no tempo. — Eu digo. — Minha mãe roubou quando Renée voltou à vida. Só que ela roubou para poder usar contra Margarida, caso na batalha algo acontecesse, se nós perdêssemos.

— Inacreditável. — Dom diz, olhando para a máquina, assim como Tia e eu.

— Ela precisa de muita energia, aqui não existe nada que possa dar essa energia para ela funcionar. — Eu informo. — Esse foi o motivo de minha mãe nunca ter falado sobre essa máquina para ninguém a não ser meu pai. Só que Bella sabia da existência da máquina, ela sempre soube como fazer ela funcionar. Assim como Margarida.

— O que você quer dizer? — Tia perguntou.

— Margarida queria você, Dom, porque você é filho de Apolo, deus do sol, o único que pode controlar a carruagem do Sol. Existe uma lenda sobre essa carruagem. Se você fizer o sol se pôr ao contrário, você volta no tempo.

— Impossível. — Tia sussurra.

— Não, era verdade, Bella disse que era a única lenda sobre o deus do Olimpo que ela sabia que era real. — Eu informo. – Bella disse para minha mãe destruir a máquina porque ela seria sua destruição, só que o futuro pode ser mudado de acordo com as atitudes que as pessoas tomam. Alice viu minha mãe morrer, Bella roubou essa lembrança dela, coisa da Bella.

— Então, o que você quer fazer? — Dom pergunta.

— Existe algo que Apolo fez que tem um pedaço não só da carruagem como uma pequena lasca do sol.

— A Rosa de Ouro. — Tia diz. – Você vai usá-la para ativar a máquina.

— Isso mesmo. — Eu digo. — Só que eu não tenho o sangue de Apolo, eu tenho sangue de Hércules. Você é o único que pode ativar a máquina e a Rosa de Ouro, Dom, por esse motivo você está aqui.

— E se eu me recusar a fazer? E se eu não fizer? O que vai fazer?

— Corto sua mão e ativo eu mesmo, se for o caso. Acho que uma gota do seu sangue ativa a Rosa de Ouro. — Eu digo.

— Você ficou louco. — Dom diz. — Voltar no tempo pode mudar não só o passado como o futuro. Não acha que está passando dos limites por alguém como ela?

— Ela morreu para salvar vocês, seus vermes. — Eu digo com raiva. — Me ajuda a trazer ela de volta, é o mínimo que vocês podem fazer, já que suas vidas miseráveis foram salvas por causa da morte dela.

— Margarida voltaria também. — Tia diz.

— Eu já tenho um plano. — Eu falo. — Dessa vez o final daquela batalha não será o que já conhecemos.

— Eu não posso deixa você fazer isso. — Tia diz, mas eu jogo ela longe acertando ela com raios. Ela cai no chão inconsciente.

— Eu nunca disse que você ia me ajudar. — Eu falo e olho para Dom. — Vai me ajudar ou terei de lhe dar um pouco de incentivo?

— O que eu tenho de fazer? — Dom pergunta e eu dou meu melhor sorriso do mal.

Continua...

“Ninguém pode fugir de sua própria história.”

― Rango

Notas finais
O que acharam? Vamos comentar? Esperando que sim! Espera só eu to adorando esse Edward malvado....? Eu acho que não..kkk Bellinha e melhor você volta a vida rápido por esse cara ta ficando loucão ...rsrs Anne querida muito obrigada ficou incrível como sempre.. Meninas em breve teremos novidade... Uma nova Historia, um novo romance, e muita aventura.. Um Bella totalmente desligada e Edward nada convencional.. uma pouco de loucura vocês saber.. Historia nova para variar um pouco... Meninas respondo comentários amanha, to enrolada em em coisa aqui.. rsrsrs postado aqui:https://www.wattpad.com/603248516-descendentes-cap%C3%ADtulo-50-1 E aqui também:http://levadapimentas.blogspot.com/2018/07/descendentes-capitulo-501.html Bjos fuiiiiii Ate sexta novamente