Notas iniciais
voltei meninas já ta tarde mais vamos lá

Capítulo 47 – Você tem meu coração.

P.O.V. Edward

Ninguém disse nada depois que Bella foi embora, ninguém a não ser Thomas que pareceu não estar nem um pouco surpreso. Acho que no final ele sempre soube que para acabar com tudo era preciso um fim drástico.

Meus pais saíram da biblioteca da casa me deixando sozinho, era como se meu corpo pouco a pouco fosse petrificando naquele lugar, eu não conseguia sentir nenhum tipo de emoção a não ser medo da perda. Eu não podia aceitar isso, não dessa maneira, tem que haver algum jeito. São dois planos em cima de um, não pode ser possível que dois vá falhar.

Alice, o nome dela me vem na mente de maneira como se nunca tivesse sido pronunciado na vida. E isso me faz sair do estado de choque que eu me encontrava. Evitei sair pela porta, assim como Isabella usei a janela e fui ao encontro dela.

— Alice. — Eu chamei assim que a avistei conversando com Jasper, eles estavam na praça. – Preciso falar com você.

— Pode ser em outro momento? — Ela perguntou, parecia que ela e Jasper estavam tendo um momento ruim.

— Não. Tem que ser agora. — Digo. – Qual foi sua visão sobre Bella? Algum tempo atrás Bella disse que você tentou matar ela por causa de uma visão sua. O que você viu?

Alice me olhou atentamente como se tentasse entender o que estava acontecendo, Jasper também prestava atenção na conversa, porém, agora ele tinha seu olhar voltado para a namorada.

— Bella destruiria todo esse mundo. — Alice diz.

— Como ela faria isso? — Eu pergunto.

— Ela destruiria as relíquias mágicas e depois tocaria fogo em todo esse lugar. — Alice disse. — Bella sempre foi a única que soube onde encontrar cada relíquia e sabe como destruir.

— Existe um motivo para fazer isso? Na sua visão o que levou ela a fazer isso? — Eu pergunto.

— Você estaria morto, faria ela perder a cabeça completamente. — Alice diz. — Se você morresse Bella destruiria tudo, é por esse motivo que ela briga tanto para você ficar vivo.

— E por que eu não destruiria? — Eu pergunto e ela me olha surpresa.

— Se seguir por esse caminho só comprovará o que minha avó viu. — Alice diz. — Bella já deve ter contado para você como funcionam as visões. Se você escolhe outro caminho seu futuro também muda.

— E o de Bella? — Eu pergunto. – Pode ser mudado?

— Eu não consigo ver o futuro de Bella, apenas o presente em que ela se encontra, e nem sempre é algo claro de ver, ela nunca tem um ideia só sobre o que fazer, ela sempre tem várias, suas opiniões mudam o tempo todo, seu presente também é incerto o tempo todo. Afinal, ela deveria ter morrido desde o seu primeiro dia de vida. — Alice me explica. – O que ela planeja fazer? — Alice quis saber.

— Jasper, reúna todos os nossos amigos no jardim centro-oeste. — Eu digo. — Tenho algo a informar, e um plano para montar.

Jasper se levanta assim que digo a ele o que fazer, ele apenas olha para Alice e acena levemente com a cabeça então parte, eu olho para Alice que me olha com toda atenção do mundo, ela deve estar tentando ver meu futuro novamente, no entanto ela não deixa nenhuma expressão se formar em seu rosto. Ela simplesmente me dá um sorriso tímido e some.

(...)

Quando chego na praça, Jasper, Emmett, Rosie, Jake Nessie e Eric já se encontram no local.

— Obrigado por vir. — Digo e então Thomas e Tia se juntam a nós.

— Vamos ajudar. — Thomas diz, ele segura a mão de Tia.

— Bella lembrou do seu plano, um dos dois planos. — Eu digo.

— Então conta. — Emmett diz.

— Primeiro, existe uma coisa que vocês precisam ser informados. — Eu digo e Thomas me olha dando de ombros, deixando claro que não intervirá e conto a todos sobre mim e Thomas, o que a avó da Alice viu a nosso respeito, explico cada detalhe do que poderia vir a acontecer.

— Então você tem o Livro dos Mortos. — Rosie comenta. – Qual é o plano?

— Bella acredita que se eu escrever o nome de Margarida no Livro dos Mortos ela possa deixar de ser uma imortal. — Eu digo. — Tornado assim fácil para nós a matarmos.

— Só que também pode não dar certo. — Jasper diz. — Eu conheço as histórias sobre esse livro, ele controla os mortos, assim como dá vida ao morto, ele também pode destruir.

— Aí entra o plano B dela. — Thomas diz.

— Que seria? — Eric pergunta.

— Trancar Margarida na caixa de Pandora. — Eu digo.

— Mas essa caixa nunca foi vista. — Nessie diz. — É apenas uma lenda contada pelos deuses para causar medo nos humanos há muito tempo.

— Bella está com a caixa. — Digo e todos me olham surpresos. — Ela conhece todas as lendas e histórias mágicas, ela perdeu boa parte da vida estudando e buscando cada objeto mágico. Então a ideia final é trancar Margarida dentro da caixa.

— Mas também pode falhar. — Rosie diz. — Margarida não é tola, e eu tenho certeza de que Bella tem um plano final.

Eu fico em silêncio olhando para eles, eu não quero falar o que seria esse plano.

— Ela morre. — Thomas diz e eu olho para ele, Tia tem a expressão triste no rosto. – Teremos que matar ela, foi a última coisa que ela falou.

— Não. — Rosie disse. — Não pode. Como? Edward, você vai aceitar isso? Ela é sua alimentadora!

— Ela disse que não é minha escolha. — Eu digo, quase sem voz. – É por isso que os dois primeiros planos tem que dar certo, precisamos que dê certo.

— Vamos ajudar. — Rosie diz e Emmett levanta com ela.

— Eu ajudo. — Emmett fala. — Se for para manter ela viva vamos lutar com tudo o que temos para esse plano dar certo.

— Preciso que vocês treinem. — Digo. — Fiquem cada vez mais fortes.

— Alice disse que temos apenas duas semanas. — Jasper fala, depois de muito tempo apenas ouvindo. – Ela viu a rainha vindo, ela e seu grande exército.

— Eu preciso avisar meus pais. — Thomas diz. — Os guardas precisam estar a postos.

E ao dizer isso Thomas some, deixando apenas nós para trás.

— Vamos lutar para ganhar. — Eu digo e todos nós juntamos as mãos simbolizando a nossa aliança.

(...)

P.O.V. Bella

Eu estava girando na cadeira do meu quarto, o escuro era inevitável já que a noite cobria todo o acampamento. Eu sabia que ele viria, ele sempre vem, mas ele estava com raiva.

— Por que? — Ele perguntou, ainda escondido na escuridão da minha varanda, deixando apenas o vento balançar a cortina.

— Por que? Eu não sei dizer.

— E você espera que eu aceite isso sem lutar? — Ele me pergunta, entrando.

— Não. — Digo, parando e ficando em pé. – Eu realmente espero que você lute.

— Bella, tem que haver outro jeito. — Ele me diz.

— Eu não sei se existe outro jeito. — Digo. — Pela primeira vez eu não tenho a resposta, estou apostando tudo nessa ideia.

Foi rápido demais, ele se moveu bem mais rápido do que o normal, me segurando com a mão na minha cintura e a outra em meu cabelo, firmando minha cabeça.

— Eu não posso perder você. — Ele diz, fazendo eu olhar em seu olhos. — Eu não vou perder você, tem que ter outro jeito.

— Eu queria ter outra solução. — Eu digo, segundando as lágrimas para não cair. — Eu queria que fosse diferente.

— Eu posso fazer você imortal. — Ele me diz.

— E transformará Margarida em uma imortal completa. — Digo. – Eu sei o que você fez naquela noite, mas precisa de mais, tente entender, me tornar imortal é o mesmo que deixar Margarida imortal.

— Bella, eu não posso viver em um mundo onde você não exista.

— Você viveu no mundo dos humanos tanto tempo sem mim. — Eu digo.

— Ninguém no mundo que te conheceu pode seguir a vida sem sua presença...

— Eu não quero morrer. — Pela primeira vez digo a verdade, eu sinto a respiração dele contra meu rosto, sua testa está apoiada contra a minha.

— Você não vai. — Ele me diz e então toma minha boca em um beijo.

(...)

O beijo que deu início a tudo foi um beijo intenso, forte e cheio de amor misturado com medo. Os toques eram mais apressados e cheio de urgência, de desejo contido nos últimos dias.

As minhas mãos estavam em seu cabelo, assim como a dele me descabelava toda, as roupas foram sumindo pouco a pouco até não sobrar nada e eu sentir meu corpo contra a parede, onde ele me completou por inteiro. Em um ritmo lento e cheio de vigor, ele me enchia cada vez mais.

Meus gemidos eram abafados pela sua boca que tomava para si cada gemido meu, minhas unhas arranhavam suas costas, tentando fazer ele se fundir ainda mais a mim. Assim como suas mãos apertavam com mais intensidade minha bunda e minhas pernas se prendiam ainda mais em sua volta.

Quando gozamos escorregamos para chão, onde Edward distribuiu beijos e mais beijos pelo meu corpo nos deixando em chamas novamente, o ritmo era mais rápido, mais intenso, mais profundo, meu corpo curvou completamente quando explodiu em gozo e então eu senti ele me morder novamente no pescoço, bebendo do meu sangue, de certo modo acalmando assim seus batimentos.

(...)

Ninguém foi embora pela manhã, ele estava lá quando acordei, desenhando com os dedos linhas imaginárias em minhas costas, me deixando ciente de sua existência e de sua presença. Uma presença que eu não quero que deixe de existir.

— Ninguém fugiu. — Eu digo.

— Acho que já passamos dessa fase. — Ele me diz. — Já sabemos o que queremos.

— Já? — Digo, levantando o rosto e olhando para ele.

— Quero você e quero para sempre. — Ele diz e então sorri levemente de canto de lábios. — Casa comigo? Eu não vou perder você.

Minha voz sumiu completamente devido ao pedido inesperado, ele falava sério, ele dizia a verdade, será que ele tem ideia do que estava fazendo?

— Edward. — Eu disse, tão baixo mas tão baixo que fiquei com medo dele não ter ouvido.

— Só temos duas semanas. — Ele me diz. — A rainha está vindo e se um de nós pode morrer a qualquer momento, quero que você seja minha mulher.

Só quando sinto as lágrimas rolarem pelo meu rosto que me dou conta que estou chorando, Edward tem razão, nós podemos morrer, se nada der certo há grande risco de nós estarmos mortos.

— Mas nossos pais não vão deixar. — Eu digo.

— Eles não precisam saber. — Edward diz, sentando na cama e me puxando junto com ele. — Apenas nós dois, sabe que podemos celebrar essa cerimônia.

— Me encontre no jardim oeste. — Digo, me levantando. — Leve as alianças.

(...)

P.O.V. Edward

Eu estava lá esperando por ela, coloquei uma roupa legal porque o momento pedia. Fiquei esperando por alguns minutos até Bella aparecer, junto com ela estava Carmelita, ela era uma bruxa negra. Acredito que seria ela a nos casar.

— Bom, vejo que você tomou uma decisão. — Carmelita diz. — Sempre achei que acabaria assim, vocês dois.

— Aff. — Bella diz. — Faça seu papel e comece a cerimônia.

— Tá, tá, vamos começar. — Carmelita disse. — Como há muito tempo feito estou aqui para unir duas almas em um só corpo, o vento que sopra, e o sol que brilha lá no céu em um dia lindo, cumpro eu meu papel. — Ela disse, pegando minha mão e de Bella, colocando juntas sobre a dela. — Edward Masen, herdeiro do sangue de Hércules, filho puro da linha Drácula, Descendente de Zeus, deseja de livre e espontânea vontade juntar sua alma, seu corpo e sua vida a essa mulher?

— Sim. — Eu digo.

— Isabella Swan, filha legítima de Ares, excluída do mundo dos deuses, possuidora de uma maldição, reencarnação viva de Hera, aceita se ligar de corpo e alma a esse homem?

— Sim. — Bella diz.

— Se ambos confessam aceitar esse acordo eu os selo com uma gosta de sangue de cada. — Carmelita pega uma agulha dourada e espeta meu dedo mindinho e faz o mesmo com Bella, assim que o sangue aparece ela junta nosso dedos e mistura nosso sangue e então no final carimba nossa digital em um papiro bem antigo. — Assim eu selo esse casamento, que seja feita a vontade dos deuses sobre vocês.

Carmelita lança um fogo sobre o papiro antigo e ele simplesmente explode, sumindo por completo.

— O que você fez? — Eu pergunto.

— Não se preocupe, está em um lugar seguro. — Carmelita diz. — Acredito que esse casamento é segredo, e acho que seja melhor manter assim.

— Espera. — Eu digo, tirando do bolso dois anéis prateados e dourados. Havia as inicias dela e as minhas em cada anel, e uma pequena palavra, Eterno, eu me ajoelho perante a ela pegando sua mão e coloco o anel. – Me curvo perante a ti, não como Drácula, mas como homem apaixonado e selo esse momento com esse anel.

Ela me olha sorrindo abertamente e eu coloco o anel em seu dedo, ela segura meu anel e beija ele antes de colocar em meu dedo. Chegando perto me abraça e sussurra.

— Você tem meu coração. — Ela diz. – Encontrará um jeito de me trazer de volta, eu sei que vai.

Eu a abracei com força como se não quisesse deixar ela partir, e de fato não queria, Carmelita foi embora sem nem mesmo nós notarmos sua partida. Sim, eu fiz amor com ela ali mesmo no gramado, beijei cada parte do seu corpo, me afundei o mais profundo dentro dela, ouvi cada gemido dela quanto fazia dela cada vez mais minha até explodirmos juntos em pura felicidade.

(...)

Os dias foram passando, as coisa começavam a caminhar para o fim, um fim que não sabíamos quem ganharia, todas as noite eu passava com Bella, e durante o dia treinava assim como os outros, Bella também andou treinado mas seu treinamento era diferente, Félix e Caius estavam ajudando ela a controla a caixa de Pandora, pelo que soube era uma caixa bem poderosa e Bella precisa ter cuidado pois poderia acabar presa dentro dela também. E assim a primeira semana foi passando e todos preocupados com futuro que ainda era incerto.

Estava com Bella sentado na varanda da minha casa, ela estava em meu colo e meus braços em volta da sua cintura. Estava conversando e rindo de bobagens, ela pouco falava com os outros, acho que ela tinha medo de não conseguir ser forte na frente deles.

— Eu tenho uma pergunta para te fazer já tem alguns dias. — Eu digo e ela vira o rosto para me olhar.

— Pergunta?

— Sim. — Eu digo e olho para trás para ver se meus pais estão por perto, mas ouço apenas silêncio vindo de dentro da casa. – Por que Carmelita lhe chamou de reencarnação de Hera? Quem é Hera?

— Esposa do meu pai, Ares. — Bella diz, sorrindo. — Foi ela que me salvou, pode-se dizer assim.

— Das mãos de Margarida?

— Mais ou menos. — Ela diz. — Quando eu ativei a marca da maldição pela primeira vez foi ela que me ajudou a lembrar de tudo, ela me disse como lembrar, ela apontou o caminho para as relíquias, eu achei cada uma delas.

— Por que ela faria isso? — Eu pergunto.

— Raiva do meu pai. — Bella diz. — Ele a traiu, e não foi a primeira vez, Ares é filho de Zeus, no entanto Hércules era seu preferido e sempre foi.

— Entendi. — Digo sorrindo e beijo cada canto do seu pescoço. — Acho que podemos entrar.

— Seu pai não vai dar nem uma lição de moral? — Ela pergunta, o que me faz rir.

— Não, ele está respeitando, afinal, ele tem outras coisas para se preocupar.

— Tipo a minha morte? — Bella pergunta com um pouco de sarcasmo.

— Não é engraçado quando você fala assim. — Digo e aperto seu nariz. — Vem, vamos entrar, está ficando frio aqui fora.

Assim que entramos encontramos papai e mamãe saindo do escritório, John olha para mim e depois para Bella.

— Queria falar com você mesmo. — John diz, olhando para Bella

— Não foi eu. — Ela diz zombando.

— Você não sabe o que é e já está dizendo que não foi você? — John questiona.

— Pai, fala logo de uma vez. — Eu digo.

— Você sabia que Margarida mandou os gêmeos para buscar Dom, por quê? O que ela quer com Dom, o filho de Apolo?

— Você sabe o por quê? — Elizabeth diz, quando Bella fica calada.

— Ah, é melhor nos sentamos. — Bella diz e me puxa em direção ao sofá. — Apolo deu às bruxas brancas o conhecimento para criar a Rosa de Ouro, ela contém pequenos fragmentos da carruagem de Apolo, por isso é tão poderosa.

— Mas não é por isso que ela quer, não é mesmo? — Elizabeth diz.

— Você sabe quem é minha mãe e sabe o que ela quer. — Bella diz. — Por isso mandei você destruir aquela coisa.

— Ai, minha nossa. — Elizabeth diz, quando parece entender a verdade.

— O que está acontecendo? — John quis saber. — Vamos, falem.

— Há uma lenda. — Bella começa e eu estou atento a cada detalhe do que está acontecendo. — A única que eu sei que é verdadeira sobre os deuses.

— Que lenda? — Eu pergunto.

— A lenda fala sobre a carruagem de Apolo, aquela que leva o sol fazendo ele se pôr e nascer todos os dias. — Bella diz.

— Ainda não entendo. — John diz.

— Dizem que se um mortal ou imortal conseguir o controle dessa carruagem tem poder de voltar no tempo, basta fazer com que o sol se ponha ao contrário. — Bella diz e meu pai fica chocado.

— Era para ser apenas uma lenda. — John diz.

— Eu aprendi que todas as lendas são verdadeiras. — Bella informa.

— Ela queria usar o garoto para roubar a carruagem. — Elizabeth diz em choque.

— Não. — Bella diz. — Ela o usaria para controlar a carruagem, apenas alguém que tem o poder do sol correndo em suas veias pode controlar aquela carruagem. Só os descendentes de Apolo podem controlar.

— E você sempre soube disso. — Meu pai diz.

— É um dos motivo dele ainda estar vivo. — Bella diz.

— Por que ela quer voltar no tempo? — John pergunta.

— Não tenho certeza, mas tenho uma ideia. — Bella diz, pensativa.

— Destruir todos nós. — Eu digo.

— Não. — Bella diz. – Apenas um, e todo o resto se encaixa.

Todos olharam para Elizabeth que ainda estava surpresa com as novas descobertas. Bella sabia quem Margarida queria matar desde o começo, sempre foi minha mãe, é ela que Margarida quer matar. Sempre foi ela, desde o começo.

Continua...

“Sempre achei que o casamento fosse como uma doença simples. Como catapora a qual eu estava imune.”

― Vida de Casado

Notas finais
O que acharam? Vamos comentar? Esperando que sim! Espero que todo mundo tenha colocado seu vestido de festa! Essa Bella e terrivel..rsrs Meninas amanha respondo todos comentarios com calma.. Anne como sempre ficou incrivel e muito obrigada! Meninas sapecas postado aqui:https://www.wattpad.com/589811293-descendentes-cap%C3%ADtulo-47 E aqui:http://levadapimentas.blogspot.com/2018/06/descendentes-capitulo-47.html Daquele jeito que vocês gostam.. E bom começa torcer pelo nosso casal as coisa ta ficando tensa ara eles. bjos volto na sexta! fui