Notas iniciais
Voltei meninas vamos ler

Capítulo 46 – Quem eu sou?

P.O.V. Bella

Edward estava me olhando e eu não sabia se ele estava em choque ou apenas não tinha mais voz para me responder. Eu não sabia se era surpresa ou raiva o que ele sentia, mas eu sabia que parte da verdade eu já tinha falado.

— Então não era porque você não podia pisar embaixo da terra. — Ele diz, com a voz leve e aveludada. — Era porque apenas eu poderia pegar o Livro dos Mortos. Por que?

— É complicado. — Digo. — Tem a ver com você.

— O que tem a ver comigo? Se essa relíquia é a mais poderosa por que apenas eu posso usar ela?

— Eu não posso dizer o por quê. — Digo e ele me olha. — Eu prometi.

— Para quem? — Ele gritou, me fazendo pular em meu lugar.

— Edward, eu lhe contei sobre o livro porque você precisa saber, esse livro é responsabilidade sua, eu não posso tocar nele assim como ninguém.

— Então como você escondeu em solo proibido?

— Eu usei espíritos de mortos para fazer isso. — Digo. — Não é algo fácil de fazer.

— Quando você disse que ia caçar espírito com o Thomas era verdade? — Ele me pergunta.

— Eu sei que minha irmã disse que você era fraco porque não tinha uma parte do seu poder. — Eu falo. — Mas ela mentiu, de todos os Dráculas você é o mais poderoso. Eu nunca menti quando disse que se você fosse treinar com Caius você ficaria incrivelmente forte. Você só não sabe usar seus poderes. Porque falta algo, agora você tem as duas coisas, a parte da sua alma roubada e o Livro dos Mortos.

— Então todo o meu treinamento foi inútil?

— Eu não diria inútil, eu diria que Caius não poderia treinar você do jeito certo, sendo que nem ele sabe o que você realmente é.

— E por algum motivo você sabe a verdade sobre mim. — Ele me diz, está se controlando, eu posso ver a raiva em seus olhos.

— Eu salvei você porque eu sempre soube o que você é. — Digo e ele me olha. — Eu não vou dizer, não porque não quero, mas prometi isso a alguém, essas pessoas contarão a verdade. E quando você souber também saberá porque você é o único que pode controlar esse livro. O mantenha seguro porque ele é importante para você.

— Quantos segredos ainda existem? — Ele me pergunta.

— De você? Ou de mim? — Eu pergunto, só existe apenas dois segredo finais, um é sobre ele e outro é sobre mim. E nenhum dos dois eu posso dizer.

— Então existem mais segredos. — Ele diz, ficando de pé. — Você continua sendo uma caixa de segredo. — Ele me olha furioso. — Talvez a melhor descrição para você seja caixa de Pandora, se por acaso não sabe essa história.

— Claro! — Eu grito, ficando de pé, como eu não lembrei disso antes? Como eu fui tola, me preocupei o tempo todo em manter Edward seguro dele mesmo que esqueci completamente disso. – Você é um gênio! — Digo e beijo ele rapidamente em meio a animação. — Diga aos meus pais que precisei partir, mas estarei de volta em alguns dias. Por favor não diga a ninguém sobre nossa conversa.

Eu não esperei por resposta, eu estava tão animada que tudo o que eu queria era chegar logo ao meu lugar.

(...)

P.O.V. Edward

Havia se passado alguns dias desde a partida misteriosa de Bella, eu fiz o que ela pediu, avisei seus pais e também guardei o Livro dos Mortos em um lugar seguro. Meus pais estavam estranhos comigo, Thomas quase nunca estava em casa, e eu não podia culpá-lo já que ele passava todo o seu tempo com Tia, sua namorada, papai não gostou muito da ideia do seu filho estar namorando uma bruxa negra, mas mamãe disse que não era sua escolha e sim do Thomas.

— Parece preocupado. — Emmett disse, sentando ao meu lado no gramado.

— Muita coisa acontecendo.

— Está difícil. — Emmett diz. — Algumas pessoas sabem que a rainha está a caminho e não existe lugar seguro para ninguém nesse acampamento.

— Bella tinha um plano. — Eu digo.

— É, só que ela perdeu a memória. — Emmett diz. — Na verdade Bella sempre foi uma caixa de surpresa.

— Nem me fale. — Digo. — Ela me disse algumas coisas e depois simplesmente sumiu.

— Bem a cara dela. — Emmett diz. — Eu conheci Bella criança, assim que ela chegou aqui no acampamento os Swan não deixavam quase ninguém se aproximar dela. Mas Bella sempre fugia e ia para o jardim oeste onde ninguém ia e ficava lá brincando sozinha, foi lá que ela quebrou o braço, também foi lá que ela perdeu o primeiro dente. Ela não era malvada quando criança, ela era gentil e doce, mas então depois ela mudou.

— Por que está me contando isso? — Eu pergunto.

— Bella sempre soube quem ela era, mesmo todos tentando esconder um detalhe ou outro, no final ela sabia. — Emmett diz. — Eu não culpo por ela ser assim, ela daria a vida dela por algo que acreditasse. E ela acredita em você, acho que até mais do que todos nós.

— Você está dizendo que não acredita em mim?

— Não é isso, Edward. — Ele me diz. — Ela sempre teve certeza de você, em todos os momento ela sabia quem era você, não importava o que estava acontecendo, ela sempre confiou em você. Existem muitas histórias sobre sua família, vocês foram temidos por anos, foi só quando a caçada ao Dráculas começou que vocês passaram a ficar mais sociáveis, o reino de vocês foi destruído, o castelo da família Drácula queimado e tudo sumiu, até temores sobre você.

— O que quer dizer isso?

— Que eu sei que Bella sabe bem mais do que nos diz, mas ela nunca nos abandonará. — Ele diz. — Ela confia em você, confie nela.

— Ela me contou uma coisa, mas não me disse o final da história porque tinha prometido a alguém que não falaria. — Eu comento. — Sabe o que é?

— Eu seria a última pessoa para quem ela contaria. — Emmett diz. — Mas talvez Thomas saiba a verdade. Eu vou indo, vou ver Rosie.

— Claro, vai lá. — Digo e volto a me deitar na grama e fechando meus olhos, então a verdade vem em minha cara como um soco dado pelo vento.

(...)

Eu entrei em casa feito um furacão indo direto para a biblioteca, era onde meus pais andavam passando muito tempo. Elizabeth, minha mãe, me olhou assustada quando empurrei a porta com força entrando, e John apenas levantou a cabeça, mas o seu olhar dizia “Ele sabe”.

— Eu só quero a verdade. — Digo. — Então comecem a falar.

Levou alguns minutos deles se olhando e então Elizabeth veio e sentou sobre a mesa de frente para mim.

— Pode sentar? — Ela perguntou.

— Acho que é melhor eu ficar em pé.

— Edward, quando você e seu irmão nasceram... — John diz. – Estávamos em paz, havia paz nesse lugar, era algo mágico viver aqui.

— Mas tudo mudou. — Elizabeth diz. – Margarida sempre foi uma bruxa de visão, ela sempre desejou duas coisas, poder e o amor do seu pai.

— E você tirou tudo isso dela. — Eu comento.

— E ela roubou vocês dois de mim. — Elizabeth diz.

— O que tudo isso tem a ver comigo?

— Uma lenda antiga de família. — Thomas diz, aparecendo atrás encostado contra a porta.

— Mais lendas da família. — Eu digo com sarcasmo e por algum motivo me lembro de Bella.

— Você e o Thomas são os primeiros gêmeos de toda a linhagem Drácula. — Elizabeth diz.

— Quando vocês nasceram foi uma bruxa branca que fez o parto de vocês. — John diz. – Ela viu o futuro dos dois assim que tocou em vocês.

— Thomas seria forte e corajoso, um filho amado e querido, forte e justo, casaria e terias filhos. — Elizabeth diz. — E então seria feliz até o dia que viraria um deus e partiria para o olimpo.

— O que ela viu sobre mim? — Eu pergunto, não gostando muito do rumo da conversa.

— Você seria cruel e não teria amor, destruiria tudo que tocasse e controlaria os mortos. — John diz. — Você seria temido por todos e odiado por muito e então destruiria esse lugar mágico com seu poder.

— E vocês acreditaram? — Eu pergunto.

— Claro que não. — Elizabeth diz, seus olhos estavam cheio de lágrimas. — Mas você foi mudando quando começou a andar, e fazer coisas...

— Vocês acreditaram. — Eu digo vendo isso.

— Não era uma bruxa qualquer. — Thomas diz. — Era uma Brandon, quem não acreditaria nela? Quando a notícia se espalhou todos tinham medo de você. Foi assim que nosso reino foi queimado e ficamos sem lar, você deveria ter morrido quando o castelo Drácula foi queimado.

— Alguém salvou você. — John diz. — Eles nos prenderam evitado que nós o salvássemos.

— Quando você foi encontrado com vida. — Elizabeth diz. — Eles descobriram que nós não podíamos morrer assim tão fácil.

— A caçada começou, todos os Dráculas que a rainha conseguiu capturar ela os matou junto com nosso reino, todos estão enterrados na terra dos Dráculas.

— Mas nenhum corpo foi visto. — Eu digo, lembrando o que Bella comentou uma vez.

— Viramos pó quando morremos, Edward. — Thomas diz. – Eu não credito que você seja capaz de fazer algo cruel, mas a bruxa Brandon nunca erraria em sua visão.

— Essa bruxa é parente de Alice Brandon? — Eu pergunto.

— Era a sua avó, ela foi capturada pela Rainha Louca e torturada até a morte para revelar a ela tudo o que sabia sobre nós, e foi assim que Margarida descobriu como nos matar.

— E como é que podemos morrer? — Eu digo irritado. — Ouço todos falarem sobre isso mas ninguém nunca disse como podemos morrer.

— Uma garra de lobisomem alfa. — John diz. – No coração, é o nosso fim. Assim como uma mordida nossa em lobisomem, é o fim deles.

— Só existe Jacob como lobisomem. — Eu comento. – Ele vem dessa linhagem, Emmett ou Eric comentaram algo sobre isso quando eu comecei a morar aqui.

— Margarida tem dois lobisomens presos em suas masmorras, todos os dois são alfa, ela tem as garras deles. — John diz. — Ela pode nos matar, e tentará isso até o final.

— Porque ela acredita que eu posso destruir tudo. — Eu digo com a voz baixa, mas minha vontade era gritar. – Sabe, eu tinha uma vida boa morando com os humanos, Elford só me deu problemas, essa família só me deu problemas.

— Acha que ela não iria atrás de você lá? — John perguntou, irritado. — Ela foi, ela mandou aqueles malditos gêmeos irem roubar sua alma para então depois matá-lo!

— Foi Heidi que mandou. — Eu digo. – E foi Bella que me salvou!

Vejo choque passar no rosto de todos eles, então eles não sabiam que Bella tinha me salvado.

— Bella? — John diz, como se lembrasse de algo junto com minha mãe.

— Ela foi atrás de você? — Thomas sussurra. – Mas por quê?

— Ela disse que sempre soube o que eu sou. — Digo. – Do que ela está falando?

— Zeus e Hades. — Bella diz, ela está sentada na janela, havia dias que eu não via ela.

— Bella. — Eu sussurro.

— Isabella, não se atreva. — John diz.

— Chega de mentiras. — Ela diz. — Você e Thomas são como Zeus e Hades, você pode controlar os mortos e Thomas será um deus que viverá no Olimpo enquanto você não, você governará com Hades no submundo. Contraditório. — Ela diz, revirando os olhos.

— Vocês sabiam disso? — Eu pergunto.

— Não é como ela diz. — Elizabeth diz.

— Sério? Gêmeos no Olimpo? E quem assumiria o lugar de Zeus quando ele tirasse seu sono eterno? — Bella zomba. – Thomas tem uma espada de fogo, e não é porque ele morreu algumas vezes até virar semideus, é porque ele foi expulso do submundo, o que quer dizer que você é quem Hades quer.

— Você sempre soube da minha espada. — Thomas diz. – Mas você tinha perdida as lembranças. — Ele comenta.

— Recuperei todas de volta. — Ela diz. – O que me leva a dizer o por quê estou aqui.

— O que seria? — John pergunta a ela.

— Eu lembrei de como acabar com Margarida.

— Então diga. — Thomas fala.

— Não, terminem a reunião de vocês, estarei lá na sala esperando. — Bella diz e sai do mesmo jeito que entrou.

— Às vezes a minha vontade é arrancar a cabeça dessa garota. — Elizabeth diz. — No entanto ela nos ajudou muito.

— Então eu nunca serei um deus e nunca habitarei o Olimpo. — Eu comento. — Só não explica o por quê de Margarida me querer morto.

— Você não quer por perto alguém que não pode controlar, se você virar o que a Brandon falou será nosso fim. — John diz.

— É mentira. — Bella grita da sala. — Você é bem melhor do que o monstro que ela viu.

— Cala a boca, Isabella! — Elizabeth e John dizem juntos, mordo o lábio para não rir.

— Podemos terminar essa conversa outra hora. — Elizabeth diz. — Só quero que saiba de uma coisa, eu sempre amei você, e foi para te salva que te entreguei a Carlisle, ele fez a melhor escolha quando mandou você para o mundo dos humanos.

— O que o Livro dos Mortos faz? — Eu pergunto e todos naquela sala ficam chocados.

— Controla os mortos. — Bella grita da sala.

— Cala a boca, Isabella! — Eles gritam juntos e ouço a risada de Bella vindo da sala.

— Foi um livro criado por garantia, ele tem o poder de controlar os mortos, como dar vida ao morto, você pode escrever o nome da pessoa e ela voltará à vida.

— Mas não terá alma! — Bella grita novamente, o que faz meu pai bufar de raiva.

— Isso também, será alguém sem emoções, sem sentimentos e sem calor, um morto-vivo. — John diz. — Apenas nós Dráculas podemos controlar esse livro, já que estamos no estado de mortos-vivos devido a nossa imortalidade.

— Mentiroso. — Dessa vez Bella estava na porta ao lado de Thomas. — É porque vocês são os únicos que também podem destruir essa relíquia, essa é a verdade. E meu plano tem a ver com esse livro.

— Do que está falando, Bella? — Elizabeth pergunta.

— Vamos matar a rainha usando o Livro dos Mortos.

— Espera. Como? — Thomas diz, confuso.

— O livro controla os mortos, a rainha esta semimorta. — Bella diz. — Assim como também podemos colocar o nome dela no livro e ela voltará à vida, se ela está viva ela pode morrer como uma pessoa normal.

— Esse é seu plano original? — Eu pergunto, olhando para ela porque sei que é mentira, Bella conhece bem as reais consequência se fizemos isso, ela morre também.

— Não. O original é mais perigoso. — Ela diz. — Esse é apenas uma distração.

— Qual é o plano? — John pergunta.

— Trancar ela na caixa de Pandora.

— A caixa existe? — Pergunto, surpreso.

— Claro. — Bella diz. — E foi você que me deu a ideia.

— Você? — Minha família diz, me olhando surpresos.

— Não era a intenção. — Digo, nem sabendo como fiz isso mesmo.

— Mas tem um detalhe. — Elizabeth diz. — Não sabemos onde a caixa está, se ela de fato está aqui.

— Ela está comigo. — Bella diz. — Eu sabia onde ela estava, e não me olhem assim, eu conheço todas as lendas, eu gostava de ler quando criança, era o único momento de paz que eu tinha.

— Se a caixa de Pandora está com você... — Thomas diz. – Então a lenda é verdadeira.

— Oh, você quer dizer da Esperança estar presa? — Bella pergunta.

— Sim.

— Não. — Bella diz para Thomas. — A Esperança foi solta há muito tempo, quando o caos se espalhou pelo mundo.

— Como sabe disso? — Elizabeth pergunta, olhando para Bella. – Todos sabem que Pandora fechou a caixa antes da Esperança escapar.

— E a mesma abriu quando viu o que estava acontecendo. — Bella diz. — E sabe o que aconteceu quando ela abriu a caixa?

— Não. — Eles dizem juntos.

— Hércules veio para a terra, foi assim que o mundo ganhou paz.

— Como sabe disso? — John perguntou.

— Meu pai passou anos tentando destruir você e sua família, eu passei cada segundo da minha vida quando não estava treinando lendo sobre vocês. Na verdade, sobre Hércules. Por isso conheço cada lenda da sua família, cada uma esquecida, cada lenda inventada, e também pude transitar entre os dois mundos, o nosso e o dos humanos.

John levanta uma sobrancelha, ele parecia pensativo, era como se ele analisasse a ideia de Bella, assim como ele, Thomas estava avaliando a situação também.

— Tenho uma pergunta. — Minha mãe diz. — Se nenhum dos planos não der certo o que faremos?

— Me matarão. — Bella diz e sinto o ar faltar em meus pulmões.

— O quê? Não. — Eu digo. — Essa opção não está em discussão.

— Não é sua escolha. — Bella diz, me olhando e dando um sorriso pequeno e tímido de canto. — Tem que ser minha, ela não vai parar, ela quer algo que vai além da imortalidade que ela tem.

— Ninguém vai matar você! — Eu grito.

— Ainda não é sua escolha. — Bella diz. — Antes uma vida do que várias perdidas.

— Auto sacrifício não é seu forte. — Eu digo. — Ninguém vai fazer isso.

— Lembra quando Alice teve uma visão sobre mim? — Ela falou e nós a olhamos. — Ela tentou me matar por causa dessa visão, ela me viu destruindo todo esse mundo com fogo, ela me viu perdendo o controle.

— Você tem a marca da maldição, isso faz você perder o controle. — Eu digo, tentando justificar.

— Sabe por que isso aconteceu? Sabe por que eu perdi o controle? — Bella pergunta. — A visão de Alice não mudou, continua a mesma sempre quando ela olha meu futuro, ela diz que eu bloqueio ela com relação ao meu futuro, o problema é que eu não tenho futuro, eu tenho que morrer.

— Não. — Eu digo. — Não é assim.

— Se eu não morrer você morre. — Bella diz e vejo que ela tem os olhos vermelhos começando a se encher de lágrimas, eu nunca tinha visto ela chorar a não ser naquele dia quando voltei do treinamento de Caius. – E se isso acontecer eu farei exatamente o que Alice viu, acabarei com tudo.

— Eu não posso matar você. — Eu digo e o clima em nossa volta está tenso.

— Não tem que ser você. — Bella diz. — Apenas tem que ser feito.

Eu pensei em falar algo mas Bella estalou os dedos, sumido novamente. Meus pais nada falaram, apenas ficaram em silêncio.

— Essa escolha sempre foi inevitável. — Thomas disse. — Eu sinto muito.

Então ele saiu, deixando eu sozinho e meus pais que ainda se mantinham em silêncio apenas me olhando atentamente.

Continua...

“Você lhe deu o que ele pediu, e eu, o que ele precisava.”

― Legião

Notas finais
O que acharam? Vamos comentar? Esperando que sim! Eita que as coisa começaram a ficar dificil.rsrs O que Edward vai fazer? Que comecem os jogos...rsrs Anne como sempre perfeito obrigadão rsrs Meninas volto semana que vem! Bjos Fui Jul M