Depois da Guerra.

11 Só quero que não acabe.


Notas iniciais
Heeeeeeeeeeey genteee, desculpa a demora. Como sempre tenho desculpas hahahaha. Tive que atualizar o Office do meu computador, aaaai a inteligencia em pessoa aqui fez tudo sozinha e depois da minha ação a reação veio em cadeia, então tive que mandar formatar todo o computador. Sorry. AGORA QUERO AGRADECER A PESSOA LINDA QUE É A LAIS, MENINA... OBRIGADA PELA LINDA RECOMENDAÇÃO EU AMEEEEI DEMAIS, DEMAIIIIS. SEMPRE SURTO COM RECOMENDAÇÃO E COM A SUA NÃO FOI DIFERENTE, ESPERO QUE GOSTE DESSE CAP, É DEDICADO A VOCÊ. Espero que goste do Hot principalmente ahsuahsuash

PEDRO.

Acordar ao lado de Karina é realmente maravilhoso. Sua cabeça sobre meu peito, seu braço envolvendo meu corpo, eu senti tanta falta disso, que agora nem acredito que é verdade.

– Mas, é claro que é verdade. – sussurro. Ela murmura meu nome ainda inconsciente, fazendo os meus lábios se alargaram. Ela só pode estar sonhando comigo, e agora eu queria muito estar no sonho dela. Beijo o topo da sua cabeça. Não queria sair da cama agora, mas quero ver Sophi.

Levanto com cuidado, para não acorda-la. Deslizo meu corpo para fora da cama e levanto. Ainda bem que ela não acordou. Olho seu corpo nu sobre a cama, coberto apenas por um fino lençol branco. Seguro a minha imensa vontade de voltar para a cama e giro sobre meus calcanhares. Piso no chão com cuidado para não fazer barulho.

Sai do quarto e entrei no quarto ao lado. Sophi estava dormindo agarrada na rena de pelúcia. Seus cabelos castanhos escuros caídos pelo seu rosto. Estava toda encolhidinha na cama, parecia uma bolinha, me aproximei dela e puxei sua coberta até seus pequenos ombros, ainda não estava na hora dela acordar para começar a se arrumar para a escola. Dei um beijo em sua têmpora e sai do quarto.

Quando sai do quarto de Sophi e passei pelo meu e de Karina, notei que ela não estava mais deitada, atravessei todo o corredor e entrei na sala, ela estava parada no meio da sala, vestia apenas um conjunto de lingerie preto todo rendado. Ela agachou-se e juntou minha camisa, vestiu-a e abotoou alguns botões.

Ela estava linda naquela camisa, uma verdadeira obra de arte. Perdi-me em meus pensamentos da noite anterior, em nós dois juntos completamente depois de tanto tempo longe um do outro. É incrível como nosso amor sobreviveu a todo esses anos, é ainda mais incrível o quanto cada dia que passa eu se apaixono ainda mais por ela.

Antes de segui-la até a cozinha tomei um banho rápido. Troquei de roupa e arrumei nosso quarto. Entrei na cozinha e encostei meu corpo no batente da porta, cruzei meus braços e fiquei a observando. Com certeza meus pensamentos eram um pouco improprio a vendo vestindo apenas com aquela camisa e um conjunto de lingerie. Com as coxas nuas. Ela estava muito sexy.

– Bom dia. – acordei dos meus devaneios ao escutar a voz dela. Karina andou até mim, segurava uma xicara de café na mão. Ficou na ponta dos pés e plantou um selinho nos meus lábios.

– Bom dia. – sussurrei, sorrindo encantado. Tirei a xicara da mão dela e depositei sobre o balcão ao lado da porta. Enlacei sua cintura e puxei seu corpo junto ao meu. Com a mão livre segurei sua nuca e aproximei nossos lábios. Olhei no fundo dos olhos dela, olhos que eu senti muita falta. Beijei-a com paixão e urgência. Karina segurou minha nuca pressionando ainda mais nossos lábios. Desci com beijos e lambidas pelo seu pescoço, abri alguns botões da camisa que ela vestia, abaixai o bojo do sutiã rapidamente, e abocanhei seu seio chupando e lambendo com fervor. Ela soltou um gemido rouco, agarrou meus ombros e cravou as unhas na mesma região.

– A Sophi. – falou em meio a gemidos. Afastamo-nos e olhamos ao nosso redor, em seguida estávamos rindo. – Não podemos mais fazer como antes. – dei-lhe um beijo casto em seus lábios inchados pelo beijo anterior.

– Não podemos. – concordei ofegante. – Mas, você não faz ideia do quão sexy esta. – apontei para o seu corpo, a camisa estava toda amassada e torta, os botões haviam sido abertos, deixando a renda preta do sutiã amostra. Rapidamente abotoou a camisa, arrumou os cabelos.

– Eu vou acordar ela, o colégio é perto, mas ela não gosta de acordar cedo. – comenta, já saindo da cozinha.

– Quero levar ela na escola. – disparo. Karina olha para mim sobre os ombros e um enorme sorriso se espalha pelo seu rosto.

– Vai ser ótimo. – diz.

Peguei uma xicara na pia e coloquei café. Karina havia arrumado a mesa, com pães, geleias, frutas, presunto, queijo. Cereal e leite, esse deve ser o prato favorito de Sophi. Esperei as duas antes de começar a comer. Depois de um longo tempo Karina entrou na cozinha com Sophi no colo, a pequena estava com o rosto afundado no pescoço da mãe.

– Hey, filha. – falei suavemente. Ela virou-se para mim, estava visivelmente emburrada. – O que aconteceu? – questionei. Ela abriu os bracinhos e pulou para o meu colo.

– Não quelo i pala a escola. Quelo fica com vuce. – murmurou.

– Sophi, já conversamos sobre isso tudo. – a menina olhou para a mãe com os olhinhos cheios de lagrimas. Vi o quanto Karina tentava manter-se dura, mas ela ia acabar cedendo. Quem resiste a Sophi?

– E se eu falar que quem vai levar você para a escola hoje é... – virei Sophi para mim. – Eu! – exclamei. Os olhinhos dela brilharam instantaneamente, ela sorriu e me abraçou com seus pequenos e finos braços, mas que têm uma imensa força e me transmitem muita paz.

– Vucê não tá brincando, né? – indagou desconfiada.

– Claro que não. Quero levar você para a escola e depois eu vou buscar você e levar você no parque. O que você acha? – ela sorriu e seu sorriso refletiu-se nos meus. Olhei para Karina que soltou um suspiro e me olhou grata.

– E depoi nós podemos i nacademia do vô Gael? – perguntou cheia de expectativas.

– Claro. – disse. – Mas, agora vamos tomar café. – acrescentei. Ela pulou para a cadeira dela e Karina colocou a tigela com cereal e leite na frente dela, em seguida sentou-se no meu lado. Tomamos café os três juntos rindo e conversando. Karina levantou-se e foi terminar de arruma Sophi e se arrumar, afinal, ela trabalha e é uma grande advogada, tenho muito orgulho dela.

Tirei a mesa e guardei tudo, coloquei a louça suja na pia e as lavei, em poucos minutos toda a cozinha estava organizada. Logo Karina e Sophi saíram do quarto, arrumadas.

– Você fica durona vestida nessa roupa. – comentei olhando embasbacado para Karina. Ela vestia um tubinho preto, justo ao seu corpo, e um casaquinho branco. Usava uma sandália de salto alto, da cor prata. Segurava uma maleta na mão. – Eu deveria sentir ciúmes.

– Não, você não deve. – segura meu queixo e puxa meus lábios para os dela. – É com você que acordo depois de uma noite inteira. – sussurra no meu ouvido.

Seguro em sua omoplata e puxo seu corpo para mais perto, pressiono nossos lábios e a beijo com amor e doçura.

– Eu preciso ir agora. – me beija mais uma vez. – Os dois, se cuidem. – se agacha depositando um beijo na bochecha vermelha de Sophi e em seguida a abraça. – Vou senti saudades. – completa, antes de sair de casa. Pego Sophi no colo e nós dois olhamos a mulher mais importante das nossas vidas sair pela porta.

– Sua mãe é linda. – murmuro.

– Uma rainha. – ela completa.

– Vamos? – assente.

Saímos do apartamento e entramos no elevador. Sophi quis andar sozinha, argumentou que já era grande o suficiente para isso. Pegou na minha mão e com a outra segurava a alça da mochila de rodinha.

A escola era bem perto do apartamento de Karina, 15 minutos no máximo, Sophi conversou comigo sobre sua professora, sobre seus coleguinhas e sua amiguinha chamada Leticia. Parei na frente da escola e ela pulou no meu colo, me abraçou forte e beijou minha bochecha.

– Te amo, papai. – essas palavras foram tão fortes que eu quase chorei com um bebe, mas segurei minha lágrima e beijei sua testa.

– Eu também amo você. – a soltei no chão. Ela entrou na escola ao lado de seus coleguinhas. Quando chegou na porta, virou-se e me mandou um beijo, acenou com a mão e entrou na escola.

Em tão pouco tempo Sophi se tornou algo enorme na minha vida, algo que eu amei no primeiro instante que a vi. Ela é minha filha, eu sou pai! Esses cinco anos longe dela podem ter afetado de alguma maneira a vida dela, mas agora, eu não vou mais ficar nenhum minuto longe de Sophi e da mãe dela.

[...]

Cheguei no perfeitão e o movimento estava um pouco fraco, sempre foi fraco pela manhã. Meu pai foi o primeiro a notar-me, correu até mim e me abraçou, em seguida foi minha mãe. Tomtom há essa hora está na escola. Sentamos em uma mesa, aproveitando que o restaurante estava vazio.

– Então, como foi à primeira noite ao lado delas? – quis saber minha mãe.

– Foi ótimo. – respondi. – É ótimo estar com Karina e agora Sophi, eu amo tanto elas que não tenho força para ficar longe. – acrescentei, um sorriso lindo se formou nos lábios da minha mãe.

– Você merece tudo isso, filhão. – meu pai segurou no meu ombro, apertou e chacoalhou meu corpo.

– Merece muito mais meu filho. – foi à vez da minha mãe.

– Eu estava pensando se vocês têm uma vaga de garçom, preciso de um emprego. O exercito está me ajudando com a questão salarial, mas, não vai durar para sempre. – explico. – Então... Vocês têm? É só até eu me firmar na sociedade de novo e voltar ao mundo dos vivos, ai vou procurar outro emprego.

– Claro meu filho. Temos sim, você pode começar amanhã. – dispara dona Delma.

– Obrigado mãe. – pego na mão dela e aperto.

Ajudei meu pai a arrumar o estoque e limpar o restaurante até a hora de pegar Sophi. Estava tudo arrumado quando olhei no relógio no meu pulso. Despedi-me dos meus pais e prometi voltar para o almoço.

***

KARINA

Essa noite com certeza foi uma das melhores da minha vida, estar com Pedro é incrivelmente maravilhoso. E como eu senti falta dele, suas caricias, seus beijos, seu toque. Nossos corpos unidos. Quero fazer amor com ele todas as noites para compensar o tempo perdido.

Okay! Estou parecendo uma tarada.

Concentre-se Karina!!

Abri alguns arquivos que tinha que revisar, passei alguns e-mails, as horas passaram voando, ainda bem, por que não vejo a hora de chegar na minha casa. Tirei meus olhos da tela do computador quando escutei uma leve batida na porta.

– Karina, os arquivos que você pediu. – Milena minha assistente estava parada na porta. Aproximou-se e colocou os papeis sobre minha mesa. – Sr. Arantes quer lhe ver na sala dele. – completou, antes de sair da minha sala.

Comecei a ler o arquivo, tratava-se de um processo administrativo. De repente estava pensando em Pedro e Sophi novamente, os dois juntos, devem estar se divertindo. Definitivamente preciso de férias. Guardo o processo na minha pasta. Olho no relógio e está mais do que na hora de ir para casa, odeio fazer hora extra, mas eram muitos arquivos para revisar.

Posso sair dando pulinhos de alegria, mas antes tenho que passar na sala do chefe. Coloco meu casaco. Pego minhas coisas e saio do meu cubículo. Dirijo-me até a sala da presidência. Abro a porta e Roberto está sentado em sua cadeira giratória e luxuosa, rodeado de papeis.

– O que deseja? – indago. Ele levanta o rosto de sorri de canto.

– Karina... Sente-se, por favor. – aponta para a cadeira em frente a sua mesa. – Eu me esqueci de avisar você sobre o evento que vai ter aqui na empresa semana que vem, na sexta-feira. Eu quero que você esteja presente. Alguns clientes vão comparecer e você é uma das melhores advogadas do escritório. Posso contar com sua presença? Você pode trazer um convidado, menos a Sophi, ela vai se sentir deslocada aqui. – assinto.

– Estarei aqui. Pode contar comigo. Posso ir agora? – estou muito ansiosa para chegar na minha casa.

– Claro.

Levanto e saio do escritório dele. Pego o elevador e desço até o estacionamento. Embarco no meu carro e dirijo até meu apartamento. O transito estava mais calmo, sorte minha.

Quando chego em casa sinto um aroma gostoso flutuar pela pequena sala de estar. Escuto barulhos vindos da cozinha. Tiro meus sapatos e guardo minhas coisas no balcão. Entro na cozinha, Pedro e Sophi estão cozinhando, ao menos o cheiro está ótimo.

– Mamãe! – ela corre até mim, esta coberta de farinha. Pula no meu colo e me abraça forte, enche meu rosto de beijo. Como senti falta dela. Dou um beijão estalado na bochecha dela.

– O que vocês estão fazendo? – ela solta uma gargalhada e sai do meu colo, corre até o pai e fica parada ao lado dele, os dois trocam um olhar cumplice.

– Pizza! – gritam juntos.

– Eu amo pizza! – exclamo.

– Foi Sophi que deu a ideia. Acho que somos bons cozinheiros. – Pedro se aproxima de mim, segura minha cintura e beija meus lábios, um beijo cheio de saudade e paixão. – Não sei mais se consigo ficar tanto tempo longe de você. – sussurra.

– Nem eu. – planto um selinho em seus lábios.

– Papai, vai demola? – pergunta Sophi, olhando para dentro do forno.

– Alguns minutos Sophi. – responde.

– Vou tomar um banho rápido. – saio da cozinha dando pulinhos. Tomo um banho rápido. Coloco meu pijama e minhas pantufas e volto para a cozinha. A mesa está toda arrumada, porem, a pia está uma bagunça.

– Sente-se, mamãe. – Sophi puxa a cadeira para mim. Sento-me na cadeira e ela senta-se na dela.

– Especialidade da casa, pizza de calabresa. – Pedro coloca uma fatia no meu prato, outra no da Sophi e outra no seu próprio prato. Senta-se ao meu lado.

– Vocês se divertiram hoje? – pergunto.

– Sim mamãe, fumo na casa da vovó Delma e do vô Macelo e depois nacademia do vô Gael. E daí fumo no parque e tomamos sovete. – mencionou Sophi. Soltei um longo suspiro.

– Preciso de férias. – comento.

[...]

Dei um banho em Sophi e a coloquei para dormir. Ela estava muito cansada e logo caiu em um sono profundo, coloquei a rena de pelúcia ao lado dela e a cobri, dei um beijo em sua testa e sai do quarto dela.

Pedro estava lavando a louça e arrumando toda a bagunça que os dois tinham feito na cozinha. Não é justo o deixar fazer isso tudo sozinho.

– Quer ajuda? – ele pondera, depois de alguns segundos joga um pano de prato na minha direção, pego o tecido no ar e vou até onde ele está. Começo a secar a louça e guardar. Depois de tudo organizado firmei meu corpo na mesa, enquanto Pedro terminava de limpar a pia. Ele é um desastre lavando a louça, no fim estava com toda a camisa molhada, grudado no seu abdômen, mordi meus lábios e apertei a borda da mesa, meu corpo reagiu instantaneamente ao vê-lo.

– Como foi no trabalho? – perguntou, já estava muito perto, perto o suficiente. Puxei ele pela gola da camisa e abri minhas pernas, ele posicionou o quadril entre minhas coxas.

– Foi bom, mas não consegui parar de pensar na nossa noite. – sussurrei em seu ouvido. – E como foi seu dia?

– Quase perfeito, faltou apenas você. – disse próximo a minha boca, com um sorriso travesso e um olhar de desejo. – Mas, agora você esta aqui. – beijou meu ombro e subiu com beijos e mordidas pelo meu pescoço. Uma onda elétrica percorreu minhas veias, meu corpo emanava calor, Segurei sua camisa e tirei do seu corpo. Beijei seu abdômen e passei a língua ao redor do seu mamilo, um gemido rouco escapou da sua garganta.

Rapidamente Pedro tirou meu vestido, apertou minhas pernas envoltas ao seu quadril, segurou minha nuca e puxou meus lábios para os dele, beijando-me fervorosamente. Retribui o beijo com a mesma intensidade. Minhas mãos seguraram forte a lateral da sua barriga e deslizaram até sua calça jeans, procurei pelo zíper da calça e abri.

– Quarto. – murmurei. Ele segurou minhas coxas e me carregou até o nosso quarto, fechou a porta, seus passos até a cama foram rápidos. Pedro colocou com cuidado meu corpo sobre o colchão macio, ficou em pé na minha frente e jogou meus cabelos para trás.

Meu corpo estava exalando luxuria, queimando de prazer. Abaixei a calça dele e a cueca, revelando seu membro duro e ereto. Segurei seu membro com minha mão e comecei fazer movimentos intensos, lambi sua glande, Pedro soltou um urro de prazer. Segurou meus cabelos gentilmente, comecei a chupar e lamber seu sexo. Ele mordeu o lábio e fechou os olhos. Depois de alguns minutos deitei na cama e Pedro deitou lentamente sobre mim, beijou meus lábios com carinho.

– Minha vez. – disse com um olhar sexy. Ele abriu meu sutiã e jogou para longe, tirou minha calcinha. Seus lábios roçaram meu pescoço e ele desceu distribuindo beijos pelo meu corpo. Roçou a língua nos meus mamilos um de cada vez. Beijou minha barriga e mordeu, trilhou um caminho até minha coxa e deu um beijo nela. Olhou para mim e sorriu travesso, inclinou a cabeça e passou a língua pelo meu clitóris. Cerrei meus punhos e apertei o lençol da cama. Pedro fazia movimentos circulares, e chupava meu clitóris, gemidos escapavam da minha boca. Ele continuou amentando a velocidade, com a mão apertava meus seios e passava o dedo indicador ao redor do mamilo.

– Pedro. – grunhi seu nome. Ele subiu com beijos pelo meu corpo, segurei seu rosto e puxei seus lábios para os meus. Seu membro roçava minhas coxas e me deixava ainda mais ansiosa. Queria ele dentro de mim. Mordi o lóbulo da sua orelha e lambi. – Quero você dentro de mim. – sussurrei em seu ouvido. Ajoelhou-se entre minhas pernas, segurou seu sexo e roçou-o na minha vagina. – Pedro! – exclamei. Pedro sorriu. Segurou minha coxa e em um único movimento estava dentro de mim, fechei meus olhos e mordi meu lábio quando o senti me preencher. Deitou-se na cama e me puxou, fiquei sobre seu quadril. Apoiei minhas mãos em seus ombros e rebolei sobre seu membro constantemente, cada vez mais rápido.

Chegamos ao ápice juntos, nossos corpos suados, ofegantes e exaustos. Afundei meu rosto na volta do seu pescoço e beijei a mesma região. Pedro abraçou meu corpo, aproximando do dele, pegou minha mão e levou ate a sua boca, deu um beijo nela.

– Nesse ritmo vamos ter outra filha ou filho. – ergui meu rosto e fitei os olhos dele.

– Você quer outro? – indaguei.

– Mais 3 está bom. – sorri. – Você não quer mais?

– Claro que quero. Podemos praticar todos os dias. – Pedro girou o corpo ficando sobre o meu.

– Agora, por exemplo? – segurei seu rosto e o beijei com paixão.

– Sim. – ele cobriu nossos corpos e novamente estávamos fazendo amor.

[...]

Deitei minha cabeça no peito de Pedro, depois de nossos corpos chegarem a exaustão. Ele beijou o topo da minha cabeça afagou minhas costas. Não sei explicar essa sensação de estar com ele novamente, só quero que não acabe, nunca. Depois de alguns minutos acabei caindo em um sono profundo.

Notas finais
Então, não esqueçam de comentar. Titia Adriani sempre volta. Bjoos e até o próximo.