Depois da Guerra.

23 O envelope vermelho.


Notas iniciais
Oi gente, olha eu aqui novamente, com o antepenúltimo cap, acho que é isso mesmo. É infelizmente está acabando, mas esse cap só vai fazer vc chorar de alegria. Espero que gostem. Música do cap > https://www.youtube.com/watch?v=lp-EO5I60KA Júlia meu amor, muito obrigada pela sua linda, linda recomendação, é verdade, nem eu sei como consigo fazer vc e os outros leitores chorarem tanto. Bom, floorzinha, eu amei, de verdade e dedico esse cap MARAVILHOSO, para você

3 semanas depois.

KARINA.

É tão bom se sentir completa, como se nada no mundo fosse estragar a felicidade que eu sinto. Muito menos o processo que estou movendo contra Diego. Eu não quero mais olhar na cara dele. Porém a audiência com o juiz esta chegando, e infelizmente teremos que dividir a mesma sala. Entretanto, nada estragará a minha felicidade.

O Sr. Arantes e dona Helena voltaram da viagem que estavam fazendo pela Europa, por causa desse processo, eu me senti um pouco culpada por atrapalhar as férias que eram para ser eternas. Sr. Arantes sempre foi um chefe bom comigo e eu sei que Helena sempre quis fazer essa viagem ao lado do marido. Sinto-me como uma estraga prazeres. Quem comanda o escritório agora é ele.

Eu até pedi para ficar afastada do escritório durante a ação contra Diego, mas meu ex-chefe disse que eu sou uma funcionaria excelente e que cometeu um grande erro em colocar o sobrinho à frente do escritório. Eu apenas aceitei, tenho minha consciência limpa e tranquila. Mas não entendi o porquê dele me dar folga hoje.

Na verdade o dia começou muito confuso. Quando acordei Pedro não estava ao meu lado como todos os dias. E há dias ele está me escondendo algo, e eu não estou nenhum pouco feliz com isso. Depois que levantei fui direto para o quarto de Sophi, já virou rotina isso. Porém, Pedro foi e a levou com ele. Já estava achando que os dois formaram um complô contra mim. Sobre a cama de Sophi tinha um papel lilás todo dobradinho. Eu o abri, poucas palavras estavam escritas nele com lápis colorido.

Olá mamãe...

Sei que deve estar passando pela sua cabeça onde papai e eu nos enfiamos. Mas, peço que fique tranquila. Mais tarde você nos verá. Papai fez o café da manhã, disse para você se alimentar bem. Depois saia e faça compras, vá ao cabelereiro, é um dia seu, aproveite. Mas esteja em casa antes das duas da tarde.

Com amor. Sophi e papai.

Xoxoxo

A carta havia sido escrita à mão e por Sophi, obviamente Pedro a ajudou e a carta serviu apenas para me deixar ainda mais confusa. Sai do quarto de Sophi e percorri o corredor, atravessei toda a sala e entrei na cozinha. A mesa estava posta, com pães frescos, frutas, geleias, presunto, queijo, bolo de fubá, entre outras coisas.

Já que tudo aquilo havia sido preparado para mim, não vi problemas em provar tudo. Os enjoos não me incomodam mais como antes e agora eu posso comer tudo que meu estômago jogou para fora nos últimos dias. Encontrei um pequeno bilhete sobre a mesa, em baixo da cesta de pães. Aquela letra não era de Sophi e nem de Pedro.

Bom dia maninha...

Eu sei, deve estar tudo muito confuso. Mas, prometo que logo, logo tudo vai se esclarecer. Agora, confie em mim, termine de tomar seu café e me encontre no shopping. Vou estar na entrada te esperando.

Beijos... Bianca.

Agora realmente é um complô e até Bianca está no meio, resta-me saber quem mais. Nem me importei com o café. Levantei-me e segui para meu quarto, abri o armário e tirei um vestido salmão, todo rodado da cintura pra baixo e justo no torço. Coloquei uma sapatilha preta com dourada. Escovei meus dentes, arrumei meus cabelos e peguei a bolsa. A merda do trânsito estava lento, e eu estava ficando cada vez mais e mais confusa.

Depois de enfrentar todo aquele inferno de acumulo de carros eu estacionei no estacionamento do shopping, andei com passos largos até a entrada e lá estava Bianca, me esperando. Quando me viu alargou um enorme sorriso nos lábios e acenou com a mão.

— Pode me explicar o que está acontecendo? — perguntei, me aproximando dela.

— Calma. E infelizmente, tenho instruções de não revelar a você o que está acontecendo. — Arqueei minhas sobrancelhas. — Ka, apenas confie em mim.

— Okay. — Confirmei. Talvez com o tempo eu arrancasse o que estava acontecendo. — Então. Por que estamos aqui?

— Hum... Pedro disse que era para você fazer compras, então é isso que vamos fazer.

— Tudo bem. Mas e depois?

— Cabelereiro. — Assenti. — E podemos almoçar no restaurante do shopping. Então, depois vamos para casa.

— Pra mim tudo bem. —falei, fazendo Bianca sorrir satisfeita.

— Então vamos. — Puxou-me para dentro.

Durante toda manhã Bianca me arrastou por várias lojas, me fazendo gastar uma fortuna, depois fomos ao salão de beleza, até que o dia de rainha não foi tão ruim assim. Como planejado almoçamos no restaurante do shopping. No fim da manhã estávamos voltando para a minha casa.

Entramos no edifício, carregadas de sacolas. Pegamos o elevador e subimos até o meu apartamento. Peguei a chave na bolsa, porém a porta já estava aberta, empurrei-a e pude ver Delma sentada na poltrona da sala, quando entrei vi Dandara também. Minha cabeça estava fazendo um nó.

— O que estão fazendo aqui? — perguntei, estranhando a presença das duas.

— Ó minha querida. — Delma levantou-se e correu me abraçar. — Eu estou tão feliz. — disse se afastando e olhando dentro dos meus olhos.

— Vocês podem me explicar o que está acontecendo? Eu estou bem confusa.

— Claro. — disse Delma mexendo em sua bolsa e retirando um envelope vermelho. — Mas antes leia isso. — Entregou-me.

— O que significa isso? — perguntei, olhando para o envelope vermelho em minha mão. Eu acho que estou em um sonho, já que tudo está tão estranho. — É uma piada?

— Não. — Bianca deu a volta em meu corpo e segurou nos meus ombros. — Leia a carta que tem dentro do envelope, aí você vai entender direitinho o que está acontecendo.

— Tudo bem. — suspirei e me sentei no sofá. Comecei abrir o envelope, tirei uma folha amarelada de dentro dele, estava dobrada em duas partes, desdobrei. A letra era de Pedro.

Meu amor...

Como ficam lindas essas duas palavras acima quando eu as pronuncio em voz alta, as palavras parecem terem sido escritas para nós dois.

Meu amor, meu desejo é lhe chamar assim pelo resto da minha vida, todas as noites quando deito ao seu lado e todas as manhãs quando acordo com você ao meu lado.

Eu quero envelhecer ao seu lado, segurando a sua mão macia e escutando sua doce voz. Eu quero olhar para trás no futuro e dizer que tudo valeu a pena, porque nem um sofrimento ofusca a felicidade que sinto ao seu lado. Felicidade que apenas você pode me proporcionar.

Eu era um garoto quando te conheci, eu me apaixonei por você naquele dia no parque, e soube também naquele dia que seu sorriso e seus olhos eram meus, assim como meu sorriso, meus olhos, e cada partícula de mim pertence a você. Especialmente o meu coração. Eu não consigo mais imaginar a minha vida sem você. Você me tornou um homem de verdade.

E toda vez que eu vejo esse anel de noivado em seu dedo, eu penso em colocar a aliança. Você sabe que ela significa união e eu sei que já somos unidos, mas tudo que quero e oficializar o nosso amor. Quero ser o seu marido, da mesma forma que anseio que você seja minha esposa.

Então, se você aceitar casar comigo hoje, nesse dia que o sol brilha igualmente aos seus olhos, confie nas três mulheres sentadas no sofá da nossa casa.

Com amor, o seu amor.

Terminei de ler a carta com meus olhos cheios de lágrimas, meu coração batia forte contra meu peito. Eu não esperava por isso, agora eu entendo porque Pedro estava me escondendo algo, ele estava preparando um casamento o nosso casamento. Tudo que eu desejei desde que me apaixonei incondicionalmente por ele, foi tê-lo me esperando sobre o altar. E é claro que eu vou me casar com ele. Olhei para as três mulheres sentadas no sofá da minha casa e sorri.

— Confio em vocês. — disse, e então elas sorriram e se levantaram animadas.

— Vem. — Bianca pegou em minha mão e me puxou rumo ao meu quarto. — Preparada? — indagou, segurando a maçaneta da porta.

— Mas é claro. — Bianca abriu a porta e meu vestido estava esticado sobre minha cama, no chão um sapato prata com tiras de brilhante. Maquiagens estavam espalhadas pelo criado mudo. É, elas pensaram em tudo.

— Senta nessa cadeira que eu vou te maquiar. — Bianca praticamente me jogou sobre a poltrona. — Eu estou tão feliz, mesmo minha caçula estando casando antes de mim. Aiin Ka, Pedro te ama tanto.

— Eu sei. — disse. Bianca começou a fazer seu trabalho, confiei nela, sei que o que fazer vai ficar maravilhoso.

(...)

— Agora vamos colocar o vestido. — diz Delma, pegando o vestido que eu comprei há meses atrás. — É lindo. — acrescenta.

Coloco o vestido com cuidado para não estragar a maquiagem. Lembro-me do dia que o comprei, eu achei ele perfeito para mim. Seus bordados, a calda, tudo nele é lindo.

— Você está tão linda. — diz Delma, segurando minhas mãos. Estamos a sós no quarto. — Quero que saiba uma coisa. — Seus olhos começaram encher de lágrimas. — Eu sempre rezei que meu filho encontrasse uma boa esposa, e olha só. Meus pedidos foram atendidos. E meu filho encontrou uma mulher maravilhosa para viver ao seu lado. Karina, minha filha, você é a nora que eu sempre sonhei. — Ela me abraça forte e eu retribuo.

— E você é a melhor sogra do mundo. — falei. — Vou fazer seu filho o homem mais feliz do mundo.

— Eu sei que vai. E na verdade você já faz. Você deu uma família e ele. — começa acariciar minha barriga. — A família que ele sempre sonhou.

— Seu filho também me faz muito feliz.

— E essa felicidade será eterna. — Ela vai ate o criado mudo e abre a gaveta, retira uma caixa media de veludo e me entrega. — Usei isso no dia do meu casamento. — era um cordão de prata, com uma pequena esmeralda presa no pingente.

— É lindo. — Delma pega o colar e coloca em volta ao meu pescoço.

— Obrigada. — a abraço mais uma vez.

— Pronta para arrumar os cabelos? — diz Bianca, eu assinto. — Oba.

Bianca fez um coque delicado sobre minha cabeça e prendeu a tiara de brilhantes junto com a grinalda.

— Ka... Papai mandou eu lhe entregar isso. — Entrega-me um saquinho vermelho de veludo com um laço, eu abro e tiro um par de brincos de perolas de dentro. — E o brinco da nossa mãe, ela usou no casamento. Papai achou que você adoraria.

— Eu amei. — Segurei as mãos de Bianca, apertando de leve. — Obrigada Bi... Você será uma excelente dama de honra. — Bianca sorriu e eu a abracei forte afagando suas costas. — Tenho certeza que o próximo vai ser o seu. — ela sorri.

— Você está linda. Pedro vai ter um Treco quando te ver. — Meus olhos encheram-se de água. — Não chora que vai borrar a maquiagem.

— Bi... Posso ficar um momento sozinha?

— Mas é claro. Eu tenho que me arrumar mesmo. Qualquer coisa eu vou estar no quarto de Sophi. — assenti. Então ela saiu e fechou a porta. Coloquei os brincos.

Andei até o enorme espelho que elas haviam colocado no quarto para eu poder me ver. Olhei para o meu reflexo, meu sorriso era enorme. Eu não pensei em nada disso quando acordei pela manhã, pensei que seria um dia normal, mas é um dia tão especial pelo qual eu sonho há muito tempo, e daqui a algumas horas eu vou dizer sim para o homem que amo.

Eu não tenho como explicar o que sinto no momento, é algo que vai além dá felicidade. Eu nunca pensei que seria tão feliz na minha vida, e olha agora? Minha alegria esta ultrapassando os limites já. O homem que amo, está me proporcionando um dos dias mais feliz da minha vida. É o meu final feliz. Eu me sinto completamente completa.

— Hey. — Dandara bate de leve na porta. — Está pronta?

— Sim. — respondo abrindo a porta, ela me olha dos pés a cabeça e sorri.

— Está linda. — diz. — Seu pai esta te esperando para lhe levar ao local do casamento.

— Okay. — Eu sigo Dandara pelo corredor e quando chegamos à sala, meu pai está de costas para mim.

— Amor. — chama Dandara. Ele vira-se e seus olhos me encontram. Existem poucos momentos que farão meu pai chorar, esse é um deles.

— Minha menina. — Anda até mim e me abraça.

— PAI VOCÊ VAI AMASSAR O VESTIDO. — ralha Bianca. Ela veste um vestido cor-de-pérola, longo, de alcinhas. Usa um coque nos cabelos e uma maquiagem leve cobre seu rosto bonito.

— Deixa Bi. — digo, abraçando meu pai na mesma intensidade.

— Eu sempre esperei por esse dia, e ver você tão feliz, me deixa imensamente satisfeito. Pedro é um homem de sorte. Você está perfeita.

— Obrigada pai. Mas, agora vamos antes que eu chore e acabe borrando toda a maquiagem.

— Então vamos. — diz me oferecendo o braço. Eu aceito e engato meu braço no dele.

Descemos até a recepção do edifício. Meu pai estava com seu carro e Bianca estava com o meu, ela acabou indo com Delma e Dandara na frente, eu fui com papai logo atrás. Não fazia a mínima ideia de para aonde estava indo, dali em diante tudo era um grande mistério para mim.

— Para aonde vamos? — perguntei depois de alguns minutos.

— O capiroto... Digo, o Pedro disse que é segredo. — respondeu. — Mas é um lugar especial para os dois.

Estava me mordendo de curiosidade, Pedro havia me surpreendido de várias formas hoje, não sei mais o que ele tem guardado na manga. Olhei para fora vendo a cidade passar, quando comecei a me lembrar de certos edifícios, casas, e lugares comerciais, esses lugares ficam perto de um local onde trabalhei no passado, lembro-me que minha chefa era uma megera e que joguei café nela porque me demitiu por justa causa, e o parque onde conheci Pedro fica muito perto também.

— Chegamos. — exclama meu pai. Estávamos parados ao lado do parque, o mesmo que trombei com Pedro, o mesmo que conheci o homem que amo.

— Meu Deus. — falei encantada e com vontade de chorar.

— Pedro sabia que você ir amar.

—Co...como? — gaguejei.

— Parece que o ex-general de Pedro é amigo do prefeito, deixou que fechássemos o parque para a cerimônia. Tem guardas ao redor do parque inteiro. Pedro pensou em cada detalhe.

— Ele é surpreendente.

— É eu sei. Mas, agora vamos, porque ele está te esperando.

Durante esses últimos anos o parque foi reurbanizado e fechado para entradas apenas no fim de semana, foi feito um enorme jardim europeu, com lagos e flores coloridas por toda parte, foram plantadas árvores novas e feito um parquinho para as crianças e também uma estufa para as pessoas semearem flores e plantarem pelo parque, ele é lindo. Um Gazebo foi construído ao centro e é rodeado por um gramado curto e esverdeado.

Meu pai me conduz pela entrada principal. Dandara, Bianca e Delma estão me esperando, mas agora Sophi esta junto delas. Minha princesa usa um vestido azul turquesa, meias-calças transparentes e sapatinhos pretos. Seus cabelos castanhos estão presos atrás da cabeça em cachos perfeitos. Está linda como sempre.

— Mamãe, vucê está parecendo uma rainha. — diz, com seus olhinhos curiosos grudados em mim.

— E você uma princesa.

— Sabia que papai está te espelhando? Ele também tá muito lindo. É o seu rei. — Eu sorrio. — Ele disse que era para você seguir eu e tia Bianca.

— Eu sei.

— Então. Vamus?

— Agora mesmo.

PEDRO...

Confesso que estou muito nervoso. Eu passei as últimas semanas preparando isso, para que nada desse errado. Eu escondi a verdade de Karina e só deus sabe o quanto isso é difícil. Mas, eu tenho certeza que tudo vai dar certo.

— A noiva chegou. — grita minha mãe, entrando pelo tapete vermelho estendido no gramado, e sentando na primeira fila ao lado esquerdo. Logo depois entra Dandara.

Meu coração começa acelerar. Eu esperei tanto por esse dia, um dos mais felizes da minha vida. Eu não posso chorar agora. Respiro fundo, mantendo minha postura. Olho para o inicio do tapete. A música começa a tocar, eu vejo uma movimentação atrás das árvores e lá está Sophi, segurando uma cesta cheia de pétalas de rosas, ela espalha pelo chão. Logo depois vem Bianca, com um pequeno buquê de flores. Então, lá esta ela, linda como sempre. Melhor do que imaginei em meus sonhos. Meus olhos encontram os dela, e meu sorriso reflete em seus lábios. Meu Deus, como eu amo essa mulher.

Ela está se segurando para não chorar, assim como eu. Seus olhos azuis intensos ficam grudados nos meus. À distância esta me torturando, aos poucos ela se aproxima. As vozes e a música viram um plano de fundo, existe apenas Karina e eu. Ela e Gael sobem as escadas do Gazebo.

— Quem está entregando a mão dessa mulher? — pergunta o padre.

— Eu. — responde Gael emocionado. Ele larga o braço da filha e entrega para mim. Eu seguro as mãos de Karina, ficando de frente para ela.

— Eu amo você. — sussurro.

— Eu também.

— Estamos aqui reunidos para realizar a união dos Jovens Karina Duarte e Pedro Ramos. Dois jovens apaixonados que se conheceram nesse parque e se encantaram um pelo outro. Há quem diga que finais felizes não existem, ou que o amor verdadeiro é pura marmelada, eu discordo. Olhando para esse casal eu vejo o quanto os dois se amam. E esses dois estão unidos por um laço muito forte, incapaz de ser arrebentado. Eu vejo o amor nos olhos deles, e aqui existe um final feliz. — Encosto meus lábios na testa de Karina. — Vocês dois hoje se tornaram apenas uma pessoa, e o amor de vocês será eterno. Mas, se lembrem, que em um casamento é necessário além do amor, compreensão, união, sabedoria, confiança, fidelidade, segurança e felicidade. Vocês serão felizes pelo resto das suas vidas, se seguirem isso a risca. Poço ver que os dois estão enlaçados para sempre. Mas, se existe aqui, alguém contra essa união, que fale agora ou cale-se para sempre. — todos ficam em silencio. — Bom. As alianças. — Sophi sobe no Gazebo e entrega a almofada para o padre. Ele benze as alianças e entrega a menor para mim.

— Eu, Pedro Ramos, recebo-te como minha esposa, e prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, todos os dias da minha vida. — deslizo o anel pelo dedo de Karina e no fim dou um beijo sobre ele. O padre entrega a aliança maior para ela.

— Eu, Karina Duarte, recebo-te como meu esposo, e prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, todos os dias da minha vida. — Ela deposita um beijo sobre a aliança.

— Eu os declaro marido e mulher. O noivo pode beijar a noiva.

Fito os olhos de Karina, seguro seu queixo e inclino meu rosto, encostando meus lábios nos dela que segura à lapela do meu terno, nos beijamos com amor e a certeza de que nosso amor vai durar para sempre.

— Meu amor. — sussurro em seu ouvido.

— Serei para todo o sempre o seu amor.

Notas finais
Booom, não esqueçam de comentar e dar meu presentinho hahahah Beijooos! Amor vocês. P.s se tiver erros me perdoem, escrevi metade do cap pelo cel e o corretor ama me fazer passar vergonha.