Depois da Guerra.

24 Amor escrito nas estrelas.


Notas iniciais
Aiiii gente, desculpa a minha demora. Foi um bloqueio chato que atingiu em cheio em mim. Mas aqui estou com o penúltimo cap. Triste, eu sei :(. Mas, essa fic significou muito para nós não é? Sei que vai estar guardada no coração de vocês, assim como ficará guardada no meu. AGORA QUERO AGRADECER A DUAS LEITORAS INCRÍVEIS BRUUH E TAMIRIS, FIQUEI MUITO FEEELIZ COM A RECOMENDAÇÃO. NA REAL, EU CHOREI COM O CARINHO DE VOCÊS, ASSIM COMO CHOREI COM AS OUTRAS RECOMENDAÇÕES. OBRIGADA MEUS AMOREES. DEDICO ESSE CAP A VOCÊS. musica do cap> https://www.youtube.com/watch?v=rtOvBOTyX00

Delma tem uma linda e casa, e um jardim espetacular. No qual Pedro escolheu para realizarmos a festa do casamento. Então, quando a cerimônia acabou, os convidados seguiram para a festa. Pedro havia alugado um daqueles carros antigos de novelas, para nos levar. É claro que Sophi ficou encantada com o automóvel e as latas amarradas atrás, então, não teve Cristo que a fez sair do carro. Devido a sua teimosia, ela foi com a gente até a casa dos avós.

Quando chegamos ao local, o jardim inteiro estava decorado, as mesas estavam bem espalhadas pelo gramado, tudo estava coberto. E um pequeno palco havia sido construído no canto esquerdo do jardim. A mesa grande dos noivos estava posicionada a frente das outras. Pedro e eu nos sentamos em nossos devidos lugares. Sophi sentou-se junto com meu pai, na mesa ao lado.

O buffet havia sido preparado por Delma. Não acredito que Pedro pensou em cada detalhe, sei que Bianca foi o apoio dele. Mas saber que Pedro esteve por dentro de toda a organização me deixa muito feliz.

— O que foi? — pergunta baixinho, perto do meu ouvido.

— Só estava pensando, em como vocês me enganaram direitinho. Eu não desconfiei de nada. Estava muito confusa. Como conseguiu esconder isso de mim? — Pedro esboça um enorme e carinhoso sorriso.

— Eu não sei. Só sei que foi difícil esconder. Eu notei que você estava desconfiando de mim, e não queria acabar lhe magoando. Só queria fazer uma surpresa. Não queria mais esperar para nos casarmos. — falou, com sinceridade na voz, seus olhos brilharam ao longo de cada palavra dita. Pedro segurava minha mão com carinho.

— Eu amei. Tudinho. O parque me trouxe boas lembranças. Não tem felicidade maior que essa. — murmurei. Segurei sua mão e coloquei sobre minha barriga. — Eu, você, e nossos filhos. — olhei para Sophi que fazia guerra de dedos com meu pai. — Eu tenho o que sempre desejei.

— Eu também. Mas, ainda falta uma coisa. — arqueei minhas sobrancelhas. — Mas, é segredo. Ao menos por enquanto.

— Não pode deixar uma mulher grávida e recém-casada curiosa. — rebato.

— Não vai ser por muito tempo. — dispara.

Pedro me enrolou outra vez. E permaneceu irredutível. Eu estava a ponto de pedir para Bianca se ela sabia demais alguma coisa, mas então era a hora do jantar e todos os convidados começaram a se servir. Segurei mais um pouco a minha curiosidade e jantei. Depois do jantar, os casais começaram a dançar. Eu dancei uma vez com meu pai, e então Pedro me roubou dele. E nós rodopiamos pela grama.

Meus pés começaram a doer, então voltei para a minha mesa e me sentei. Pedro dançou com Delma e depois dançou uma música com Sophi. Já estava vendo que ela ia dormir em baixo de uma mesa, porque seus olhinhos não paravam mais abertos. A música acabou e então Pedro sentou-se ao meu lado e Sophi foi brincar com algumas crianças. Meu pai tomou o último gole da sua bebida e se aproximou do palco.

Meu Deus, ele é péssimo com discurso, sempre disse que não sabia falar em publico e agora vai fazer o que? Um discurso? Pensei, quando ele subiu no palco e pegou o microfone.

— Eu sei que não sou muito de falar em publico. Sou péssimo com palavras bonitas. Mas, vou abrir uma exceção hoje, afinal, não é todo dia que a filha caçula se casa. — Solta um riso envergonhado. — Estou aqui para dizer o quanto me sinto orgulhoso pela minha filha, eu não podia estar mais feliz. Karina sempre foi sonhadora e sempre correu atrás dos seus sonhos. Era teimosa, não desistia fácil. Certo dia, ela me apresentou Pedro como seu namorado. Eu fiquei surpreso, ela não era muito sentimental. Mas em pouco tempo, ela estava tão feliz, radiante na verdade. E eu só tinha a agradecer por Pedro entrar na vida dela. E olha onde eles estão agora. Eu sei que não foi fácil para os dois chegar até aqui. Mas, eu sei que o amor dos dois resistiu a muita coisa, e se tornou forte. É um sentimento puro e para a vida toda. Então, eu quero desejar para os pombinhos, um amor eterno. E agradecer ao Pedro por fazer a minha caçula feliz.

Meu pai desce do palco e vem em minha direção, eu me levanto pronta para receber seu abraço. Sim, eu estava chorando mais uma vez. Dou um passo à frente e jogo meus braços em torno dos ombros do meu pai. Ele me aperta forte e deixa os lábios pressionados no topo da minha cabeça.

— Eu te amo, pai. Muito obrigada por ter sido e ainda ser esse pai maravilhoso e que eu admiro muito. — murmuro.

Sinto-me como um pássaro pronto para dar o primeiro voo e sair de baixo das asas dos pais. Estou mais do que pronta para trilhar meu próprio caminho, ao lado do meu marido e dos meus filhos.

— Eu também te amo. — diz, beijando minha bochecha.

— Acho que agora é a minha vez. — Olho para o palco e Pedro está sobre ele agora. Acho que vêm mais palavras bonitas por aí.

— Seu capiroto está nervoso. — comenta meu pai. — Vou voltar para o meu lugar. — assinto.

Aproximo-me do palco e Pedro fita meus olhos. Ele está tão feliz, seu sorriso é tão lindo. Radiante, acho que é a palavra que nos define no momento.

— A música, por favor. — diz, sem tirar os olhos de mim. A música começa a tocar — Agora sim. — solta um riso nervoso. — Essa música foi feita para nós.

Eu morri todos os dias esperando você

Amor, não tenha medo

Eu te amei por mil anos

Eu te amarei por mais mil

— O tempo em que eu estive longe para algumas pessoas podem parecer apenas curtos 5 anos. — diz. — Rápidos 5 anos. — completa, com um sorriso triste desenhando seus lábios. — Mas para você e para mim, pareceram mil anos, talvez muito mais... Mas durante todo esse tempo... eu nunca parei de pensar em você, nunca parei de lhe amar. Eu pensei em desistir, mas fechar os olhos e lembrar-me do seu rosto me fazia não desistir. Eu tinha que voltar para você. Porque tudo que eu queria e ainda quero é lhe amar por mais mil anos. Tudo me leva a você, meu amor. Você é o meu alicerce, meu norte. É para você que sempre vou voltar. E não importa o que acontecer daqui em diante, nossas almas assim como nossos corações estão ligados para todo o sempre. Eu te amo com todas as minhas forças, Karina. E esse é o meu voto de amor eterno. Não prometo lhe amar por toda sua vida, mas sim por toda a minha vida.

Pedro desce do palco e se aproxima de mim, ele tem um enorme sorriso nos lábios que se reflete nos meus. Tudo que ele falou é tudo que senti durante os cinco anos que ele esteve fora. Eu não queria acreditar que ele havia morrido, eu nunca consegui superar a perda do único homem que amei. Aqueles cinco anos foram longos, mas eu nunca deixei de amar o meu Pedro.

— Você quer matar sua esposa antes da lua de mel? — Ele sorri e segura minha cintura, puxando-me para perto dele.

— Jamais. — diz, e beija meus lábios. — Você quer dançar com seu esposo?

— É claro que sim. — Pedro espalma a mão em minha cintura colando meu corpo no dele. Com a outra mão ele segura a minha e nos começamos a rodopiar. Até que:

— Mamãe. — Sophi segura meu vestido. Ela está com os olhinhos murchos e dá um bocejo de sono. — Eu quelo dumi. — avisa.

— Okay. Mamãe vai colocar você para dormir. — digo.

— O papai também? — ela arregala os olhos brilhantes.

— Claro que eu também. — responde Pedro, pegando-a no colo e erguendo-a em seu pescoço.

Saímos do jardim e seguimos para o quarto de Tomtom. Pedro larga Sophi no chão e ela corre para a cama dela, se aninha em baixo das cobertas.

— Vem. — chama, gesticulando com a mão. Deitamo-nos cada um em um do lado dela e ela segura nossas mãos, deita a cabecinha no travesseiro e fecha os olhinhos, solta um longo e tranquilo suspiro e diz:

— O dia foi legal hoje. E eu amo vocês.

— Nós também te amamos. — dizemos juntos. Ficamos com Sophi até ela sucumbir em um sono tranquilo e profundo. Ela é o nosso maior presente.

— Então, você quer descobrir a outra surpresa. — cochicha Pedro. Eu até tinha esquecido.

— E o que é? — Arqueio minhas sobrancelhas. — Conta logo.

— Terá que vir comigo. — diz, dando um beijo na cabeça da Sophi e depois se levantando e esticando a mão para mim.

— Okay. — dou um beijo na bochecha vermelha da Sophi. — Mamãe te ama. — murmuro, em seguida levanto-me com todo o cuidado, pego na mão de Pedro e ele me guia.

Saímos da casa dos seus pais e ele me puxa até o carro que ele alugou. Abre a porta para mim e eu entro. Ele dá a volta no veiculo e embarca no mesmo. Olha para mim com um olhar culpado.

— Para aonde vamos? — questiono.

— Você já vai ver. — Começa a dirigir. E a curiosidade cresce dentro de mim cada vez mais. Porém espero que ele me conte ou me mostre a tal surpresa.

(...)

— Que lugar é esse? — indago, quando Pedro estaciona o carro em uma rua iluminada por postes e ladeada por casas diferentes, e todas bonitas.

— Espera. — ele desembarca do carro e abre a porta para mim. Pega em minha mão e me puxa para fora.

— Pê, é sério, onde estamos? — pergunto impaciente já.

— Calma. — murmura. — Vai acordar nossos novos vizinhos.

— O que? — franzo o cenho. — O que quis dizer com isso? — Ele sorri. Continua me puxando e, entra no pátio de uma casa.

— Estou dizendo, que essa casa é nossa casa.

— Pode me explicar isso? — olho a casa com um enorme quintal, fachada azul e flores nas janelas.

— Ah sim. Mas antes vamos entrar. — assinto. Ele tira uma chave do bolso e abre a porta. Nós entramos e eu olho ao redor. — Está vazia ainda. Mas só nos esperando. Nosso apartamento é muito pequeno, sei que ele é muito importante para nós dois. Existem muitas memórias nossas lá. — ele me abraça por trás e beija meu pescoço. — Mas aqui é grande, tem um quintal enorme para Sophi brincar e mais tarde, para ela brincar com o irmão ou irmã. — afaga minha barriga. — Podemos fazer novas lembranças aqui.

— Acho que não tenho palavras agora. — pondero. — Maravilhoso. Você é maravilhoso. — digo, me virando em seus braços.

Fito seus olhos e seguro seu pescoço puxando seus lábios para os meus, ele me beija com amor, e me encosta na parede, descendo a mão pela lateral da minha barriga. Afasta-se e olha nos meus olhos.

— Quer conhecer o nosso quarto? — Tem um sorriso provocativo nos lábios e um olhar de desejo sobre mim.

— Claro. — Ele me ergue em seus braços, e sobe as escadas.

Roço meus lábios em seu pescoço e distribuo beijos por ele. Pedro para em frente a porta do que presumo ser o nosso quarto e a abre. Dá alguns passos e me coloca no chão.

— Uma cama? — Arqueio minhas sobrancelhas e ele dá um sorriso safado.

— Acho que ela já estava aí. — murmura. Passa o braço em torno da minha coluna e pressiona o corpo contra o meu. Tiro seu paletó e afrouxo sua gravata. — Temos que nos livrar disso com cuidado. — diz, olhando para o meu vestido.

— É claro. — viro-me, ficando de costas para ele. — Abre o zíper. Tem uma surpresinha em baixo. — Pedro começa abrir o vestido depois segura meus ombros e desliza as alças pelos meus braços, seus toques fazem meu corpo reagir instantaneamente. O vestido se esparrama no chão e eu dou um passo à frente. — O que achou? — Viro-me para ele que me fita dos pés a cabeça.

Eu uso um espartilho branco com detalhes pretos, ele aperta meus seios deixando um belo decote. Uso uma calcinha branca de renda e cinta liga em cada perna. E calço salto alto. O olhar nenhum pouco comportado de Pedro faz meu corpo aquecer e deseja-lo.

— Vai ficar aí parado? — começo abrir o espartilho. O que eu acabei de falar faz com que ele acorde de seu transe.

— Uau! — exclama embriagado. — Não acredito que isso é tudo meu. — dá passos lascivos em minha direção. Segura minha cintura e me ergue no ar, eu coloco minhas pernas em torno do seu quadril. Sinto sua ereção pressionar contra meu sexo que já pulsa sob a calcinha, desejando-o.

— É tudo seu. — digo, lambendo sua orelha. — E pode fazer o que quiser comigo hoje. — o ouço gemer. Ele me coloca sobre a cama e se afasta alguns centímetros. Seus dedos percorrem pelo interior da minha coxa, até a cinta liga.

— Maravilhosa. — murmura, abaixando a fita pela minha perna, ele tira e deixa cair em qualquer lugar. Depois beija meu tornozelo e sobe distribuindo beijos. — Linda. — segura minha outra coxa e se livra da pequena cinta. Beija toda minha perna de novo, até perto da minha virilha. — Gostosa. — segura minha calcinha e abaixa até meus tornozelos.

Pedro ajoelha-se entre minhas pernas e inclina o corpo sobre o meu. Termina de abrir o espartilho e joga ao lado da cama. Beija minha testa, minhas pálpebras, a ponta do meu nariz, meu queixo e volta para a minha boca, plantando um beijo em meus lábios. Nossas línguas se entrelaçam com volúpia. Nossos corpos se movimentam em sintonia.

Quero Pedro dentro de mim, mas posso esperar um pouquinho. Empurro seu corpo e subo sobre ele. Espalmo minhas mãos em seu abdômen e percorro até seus ombros, deslizo a camisa por seus braços, livrando-me dela. Inclino meu rosto e distribuo beijos pelo seu tórax, escuto seus suspiros e fico ainda mais excitada. Trilho um caminho com minha língua até o zíper que abro, e abaixo sua calça junto com a cueca. Seu pau salta para fora da roupa. Grande, ereto e grosso, do jeito que gosto.

Levanto meu rosto e sorrio para Pedro. Passo a língua sobre meus lábios e abocanho seu membro, chupo-o e distribuo beijos por sua extensão grossa e sólida. Passo a língua pela cabecinha rosada e começo a chupa-lo novamente. Pedro geme, pragueja e murmura meu nome. Faço isso durante alguns minutos, até escutar:

— Caralho! — exclama. Engatinho sobre ele e dou um beijo rápido em seus lábios.

— Quero que me coma de quatro. — sussurro, deixando-o com mais tesão.

Ele sorri e se joga sobre mim. Fico de quatro sobre a cama e Pedro posiciona-se atrás de mim. Segura as laterais da minha barriga, e desliza os dedos sob ela. Chega ao meu sexo e acaricia meu clitóris, em seguida penetra dois dedos em mim, movimenta-os em sincronia, me deixando ainda mais molhada.

Ele tira os dedos de mim e afasta-se por segundos, sei o que vem agora e meu corpo enche-se de expectativa. Eu sinto sua glande roçar na minha entrada. Pedro provoca e eu o xingo baixo. Ele sorri e em seguida estoca tudo dentro de mim. Seus movimentos são fortes e rápidos.

Eu gemo sentindo suas investidas dentro de mim. Ele solta alguns grunhidos. Seu membro entra e sai de mim em uma velocidade alucinante e muito prazerosa. Meu corpo sente milhões de espasmos. Pedro aumenta a velocidade e depois de alguns segundos diminui, movimentando seu sexo com lentidão dentro de mim.

Ergue meu corpo e distribuiu beijos e mordiscadas por minhas costas. Tombamos na cama e ele aumenta a velocidade. Fecho meus olhos e apoio meus braços no colchão, estou quase gozando. E a sensação é indescritível. Seu membro entra mais uma vez dentro de mim e eu sinto meu corpo amolecer.

Chegamos ao ápice juntos.

O corpo de Pedro desliza para o lado da cama e ele me puxa para cima do seu peito. Beija o topo da minha cabeça e afaga minhas costas. Eu sorrio contra seu pescoço.

— O que foi? — pergunta.

— Acabamos de criar nossa primeira lembrança nessa casa. — comento.

— E foi prazerosa. — sorrio. — Acho que Sophi vai adorar essa casa. — murmura. — Principalmente os balanços no quintal. — ergo meu rosto e fito seus olhos.

— Tem balanço aqui?

— Sim. Na parte de trás da casa. Dá até de ver por essa janela. — aponta para a janela.

— Sério. — levanto-me e ando até a janela, vejo o balanço ao lado de uma caixa de areia. — Sophi vai amar esse lugar! — exclamo. Volto para a cama e me deito ao lado dele novamente. — Você pensou até nisso.

— Sim. Em tudo. — Ele coloca seu corpo sobre o meu. — Mas, agora eu só penso em você e no resto da nossa noite de núpcias. — seus lábios encontram os meus e ele me beija com urgência.

Sei que nossa vida pode parecer um livro ou um filme, com altos e baixos. Com alegrias e tristezas. Com perdas e ganhos. Enfrentamos muitos obstáculos. Derramamos muitas lágrimas ao longo do caminho, lágrimas de tristezas, lágrimas de dor e lágrimas de alegria. Mas, tudo isso nos trouxe a essa lugar, onde sabemos que tudo dará certo. Nosso amor permanece intacto e nada e nem ninguém vai acabar com ele. Porque eu o amo e ele me ama. Nosso amor é como dizem, foi escrito nas estrelas.

Notas finais
Gente desculpa caso ter erros enormes, tipo erros chatos, é qe escrevi metade do cap pelo celular e meu corretor me ama. Espero que tenham gostado do cap e não esqueçam de comentar. Bjooooos amor vcs.