Depois da Guerra.

25 Amor memorável.


Notas iniciais
Eu queria muito ter postado antes, mas não estava/estou preparada para acabar essa fic, mas infelizmente esse é o último cap, não o último porque ainda tem um bônus. Desculpem a demora, mil perdões. Keylla, minha flooor, obrigada por tirar um tempinho e recomendar a fic, eu amei, fico feliz por lhe proporcionar tantas emoções com essa fic. Eu dedico esse cap para você. Espero que goste. Música > https://www.youtube.com/watch?v=1y7popBnOc8

PEDRO

— Essa é a nossa casa nova? — questionou Sophi, assim que estacionei o carro em frente à nova casa. Seu olhar vagou por toda a fachada, observando cada mínimo detalhe.

— Essa mesma. — respondeu Karina, alisando a barriga de quase cinco meses. — Você gostou?

— Ela é bonita. — respondeu Sophi, meio desconfiada.

Quando falamos a ela que nos mudaríamos ela se trancou no quarto. Aquele apartamento era especial para ela também, seu quarto decorado com cada detalhe que ela adorava. As estantes com brinquedos, o teto com estrelas fluorescentes que brilhavam no escuro, as paredes azuis com imagens dos seus desenhos preferidos, sei que está sendo difícil para ela. Mas Karina e eu cuidamos de toda a decoração, sei que ela vai adorar.

Demoramos alguns meses para enfim fazermos as mudanças. A casa ainda precisava de algumas reformas, Karina quis cultivar o jardim e arrumar o quintal da parte de trás de forma que Sophi amasse cada partezinha. E tinha a pintura também. Com isso o tempo passou depressa e Sophi ainda não conhece nada.

— Bom, vamos entrar. Tenho certeza que você vai adorar o seu quarto e o quintal da parte de trás da casa. — digo, desembarcando do carro e o contornando.

— O que tem no quintal de tás? — perguntou manhosa, pulando para fora do carro. Ajudei Karina a desembarcar, e nos pusemos ao lado do veiculo.

— Surpresa. — me agacho e a pego no colo. — Primeiro você vai conhecer o seu quarto e o resto da casa, então o quintal. — ela semicerra os olhos, joga uma mecha do cabelo para trás e diz:

— Vocês estão me enlolando né? — dispara, fazendo a mim e Karina explodir em gargalhadas. — Eu esto falando sério.

— Okay. — digo, notando o biquinho em seus lábios e os braços cruzados firmemente. — Nós não estamos enrolando você, meu amor. Agora vamos.

Karina se pôs na frente e abriu o portão, entramos no enorme quintal e seguimos pela estreita passarela feita de paralelepípedos. Havia uma pequena varanda que ligava o gramado na casa, subimos os poucos degraus. Sophi ainda parecia desconfiada e tristinha. Karina abriu a porta e tivemos a visão da enorme sala, decorada do jeito que Karina quis.

— Aonde é o meu quato? — indagou Sophi. — Quero ver ele.

— Claro. — murmuro. — É só subir as escadas. — coloco-a em meu pescoço, Karina me olha preocupada, com certeza com medo que eu derrube Sophi, meus lábios se curvam em um sorriso de segurança e ela relaxa.

— Por que tem esse potão no incio da ecada? — perguntou, assim que Karina abriu o portãozinho colocado ali tanto para proteger Sophi de futuros tombos, quanto o bebe, que ainda não sabemos se é menina ou menino, porque Karina quis guardar o segredo até os quase cinco meses, é surpresa para mim e para ela. Uma hora esse bebe vai engatinhar e andar, portanto temos que tomar precauções.

— Para você não ficar subindo e descendo e acabar se machucando. — respondeu Karina. — Vem, vamos. — coloquei Sophi no chão e ela pegou em minha mão e na de Karina. Subimos os degraus. Sophi observava tudo, parecia até um detetive.

— É aqui. — paramos em frente uma porta com uma plaquinha com o nome de Sophi. — Você pode entrar. — abro a porta e fito os olhos dela, eles brilham como decoração de natal. É acho que decorar igual o quarto do apartamento deu certo.

— Está igual. — resmunga. — Eu até acho que vou gosta daqui.

[...]

Enfim Sophi tinha conhecido toda a casa e seu humor foi melhorando aos poucos. Mas quando ela conheceu o jardim, com balanço e uma caixa de areia para ela brincar, acho que até se esqueceu que havíamos mudado de casa. Começou a brincar e pular e dizer que tinha adorado o quintal. Também disse que não sentia mais tanta falta do apartamento.

Tinha certeza que ela ia gostar, ficar enfurnada em um apartamento não é legal para uma criança pequena e espoleta como Sophi. Ela adora o jardim da casa da minha mãe e eu sabia que um espaço para brincar era o que ela precisava. Logo seu irmão ou irmã estará brincando com ela. Correndo por toda a grama.

Observei Karina que olhava toda boba para a filha. É incrível como a cada dia que passa ela fica ainda mais linda, e a gravidez só está fazendo bem para ela. Está mais radiante do que nunca. Devo dizer que ela ganhou o processo contra o imundo do Diego, porém mandou-o enfiar o dinheiro naquele lugar, então o bastardo foi embora. E Karina voltou para o escritório depois da insistência do Sr Arantes.

Aproximei-me dela e abracei-a por trás, colocando meus braços em torno da sua barriga. Apoiei meu queixo em seu ombro e lhe dei um beijo no pescoço, isso a fez se arrepiar toda e emitir um suspiro pesado e lento. Essa mulher ainda acaba comigo.

— Está feliz? — pergunto, lhe dando outro beijo no pescoço.

— Mais do que nunca. — ela gira em meus braços e segura meu rosto, fita meus olhos profundamente. — Me sinto completamente completa.

— Eu também. — lhe dou um beijo na testa e outro em seus lábios. — Isso é tudo que sempre sonhei viver ao seu lado. — Karina aninha a cabeça no meu peito e acaricia meu ombro. — Está ansiosa?

— Muito. Sinto-me tão ansiosa para saber se é menina ou menino. E você? — suspiro, e volto a olhar para Sophi, penso nela correndo ao lado de outra menininha com cabelos claros iguais o da mãe, ou um menino bagunceiro que irá puxar os cabelos longos da irmã.

— Também. — digo, cheirando os cabelos da minha mulher. — Você já pensou nos nomes?

— Gosto de Rafael para menino e andei fazendo umas pesquisas para nome feminino. — ela ergue o rosto e fixa o olhar no meu. — Você sabe qual o significado do nome Uzuri?

Lágrimas se formam em meus olhos ao lembrar-me da mulher que foi minha protetora quando estive no inferno, a mulher que me ensinou a ter fé e nunca desistir, a menina que para mim foi uma espécie de irmã caçula que eu não consegui defender do mal.

— Não. — Minha voz mais parece um resmungo, cheio de dor. Karina segura meu rosto e me dá um beijo casto nos lábios.

— Significa bondade. — diz. — Eu sei o quanto Uzuri foi bondosa com você, sei o quanto ela foi importante, e mesmo sem nunca ter a conhecido, eu a agradeço muito por ter sido a sua luz durante todo aquele inferno pelo qual você passou. Então, seu o nosso bebe for outra menina eu quero dar o nome de Maria Uzuri.

— É lindo. Tenho certeza que nossa filha será bondosa como Uzuri.

— Vamos ensina-la a ser bondosa. — diz. Eu abraço Karina com cuidado e deposito um beijo no topo da sua cabeça.

— Te amo.

***

Estávamos na sala de espera do consultório da Doutora Silvana, a mesma que cuidou do início ao fim da primeira gravidez de Karina. Karina confia muito na doutora e eu também, ela manteve em segredo o sexo do bebe durante o pré natal até aqui. E confesso que foi um pouco torturante, ela sempre sorri no final da consulta e diz que será uma grande surpresa para nós.

Karina apertou a minha mão assim que notou que a última paciente antes dela saia do escritório da doutora. Agora é a nossa vez e a ansiedade cresce como uma bola de neve dentro do meu peito. Imagino Karina, é ela que carrega esse bebe e diz toda a noite enquanto acaricia a barriga que o ama. Silvana aparece na porta e nos olha, um sorriso forma-se em seus lábios.

— Entrem, por favor. — diz. E nós levantamos. Karina anda rapidamente ao meu lado. Entra no escritório e se senta. Eu faço o mesmo. Seguro sua mão e encaro a doutora. — Bom, eu guardei isso em sigilo até agora como vocês me pediram, mas confesso que estou um tanto ansiosa para ver a reação de vocês.

— Eu também estou ansiosa. — diz Karina. Eu concordo com a cabeça.

— Vamos fazer a ultrassom e escutar os batimentos cardíacos, então eu revelarei a vocês. — comenta sorrindo. — Vamos.

Seguimos para a salinha onde a Doutora fará a ultrassom. Ajudo Karina se deitar na maca e puxo uma das cadeiras sentando-me ao lado dela, permaneço segurando sua mão. Silvana aplica o gel na barriga de Karina e liga o aparelho com o monitor onde poderemos ver nosso bebe. Ela começa a deslizar o transdutor pela barriga redonda de Karina, sons começam a sair das caixas de som do monitor. Eu não entendo nada disso, mas as lágrimas começam a correr pelo meu rosto instantaneamente. Isso acontece com Karina também.

— Estão escutando esse conjunto de batidas? — assentimos. — Notaram algo diferente?

— São rápidos. — diz Karina. — E dá a impressão que tem um par... Sei lá, não consigo entender. — os lábios da doutora se alargam ainda mais e ela olha para mim. Fito o monitor e consigo entender. Começo a sorrir como um bobo, a doutora me acompanha. Enquanto Karina parece alheia a tudo.

— Meu amor. — levanto-me e beijo a testa dela, depois as pálpebras, a ponta do nariz e enfim os seus lábios. Afasto-me e limpo suas lágrimas. — São gêmeos.

— Gêmeos? — ela ainda não acredita. — Estou grávida de gêmeos? — olha para a doutora que apenas faz que sim com a cabeça. — Nós vamos ter gêmeos, amor. Sophi terá dois irmãos ou irmãs.

— Não. — diz a doutora. — Terá um irmão e uma irmã. É um casal de gêmeos. — corrige.

A Felicidade apenas cresce dentro do meu peito e eu devo estar chorando como um bebe, porque até minha vista está embasada. Tenho vontade de sair gritando, pulando, fazendo o maior zue. Serei pai de gêmeos, e da princesa Sophi. Três filhos lindos! Meu coração parece que a qualquer minuto vai sair pela minha boca, de tanto que pula dentro do meu peito. Karina parece tão feliz quanto eu.

NÓS VAMOS TER GÊMEOS! MAIS DOIS FILHOS, EU NÃO SEI SE EXISTE FELICIDADE ALÉM DESSA QUE EU SINTO.

***

KARINA.

Depois da noticia maravilhosa que tivemos, eu tive que ir para o escritório. Sr Arantes marcou uma reunião de última hora comigo. Queria ir para casa e aproveitar o resto do dia ao lado da minha filha e do meu marido. Porém Pedro agora é sargento do exercito e orienta os jovens soldados, e justamente hoje tem uma palestra para fazer no final da tarde. Isso é bom, porque ele não precisa sair do país e muito menos enfrentar missões como antes, e ele usa aquela farda sexy que me faz ter pensamentos impróprios.

Entrei na sala do meu chefe depois de Laura me anunciar. Ele estava sentado em sua mesa com a expressão casada de sempre. Depois do que Diego fez, o Sr Arantes teve que voltar para o escritório e ser novamente o presidente, suas férias acabaram e sua expressão exausta voltou a fazer parte do seu rosto.

— Senhor. — chamei sua atenção e ele me encarou.

— Olá Karina. Sente-se, por favor. — Apontou para a cadeira a frente da sua mesa e eu me sentei. — Chamei você aqui porque quero lhe fazer um pedido.

— Claro. E o que é?

— Vou ser direto. — dispara. — Quero que tome o meu lugar e seja a nova presidente desse escritório. — eu o olho sem reação. — Confio plenamente em você para liderar tudo isso. É uma ótima advogada e muito centrada, não consigo pensar em alguém melhor que você. — continuo sem esboçar reação alguma. Ele apoia as mãos sobre a mesa. — Então, você aceita?

— Eu... Eu, é... — coço minha cabeça e dou um sorriso nervoso. — Senhor, eu estou gravida e daqui a alguns meses terei que sair de licença maternidade. Acho que não é uma boa ideia.

— Você será promovida depois da licença maternidade. E poderá trabalhar em casa, perto da sua família. Não quero que envelheça depressa, isso aconteceu comigo e eu não desejo isso a ninguém. — pigarreou. — Então, Karina, você aceita?

— Sim. — digo. — E prometo ser uma grande líder.

— Tenho certeza disso.

***

4 meses depois...

Estava de malas prontas para voltar para a minha casa, depois de passar alguns dias no hospital. Rafael e Maria Uzuri vieram ao mundo saudáveis. Ambos carecas. Ah os olhos, dois pares de olhos azuis como os meus, mereço, já que Sophi é a cara do pai. Maria é mais gordinha que o Rafael, também, ela praticamente mama o dia todo, enquanto o Rafa é mais calminho e preguiçoso.

Eles são tão lindos. A primeira vez que Sophi veio visita-los, ela estava se escondendo atrás das pernas do pai. E então eu a chamei, seus passos foram cautelosos e ela olhava tudo ao redor. Pedi que Pedro a colocasse ao meu lado na cama e então apresentei-a o Rafa, que já estava mamando no meu colo. Sophi olhou bem no fundo dos olhos do irmão e disse que ele parecia uma batata, mas que mesmo assim o amava. Eu não sabia se dava risada ou chorava com a forma carinhosa que ela o olhava.

E então foi a vez de Maria, Pedro colocou o Rafa no bercinho hospitalar e colocou a pequena Mari no meu colo. Sophi fitou a irmã caçula com um olhar inexpressível. Levantou o rosto e fitou meus olhos e depois perguntou O que acontece com os bebes? Todos eles têm cara de batata? Não foi fácil conter o riso depois que ela perguntou isso. No fim, Sophi ficou encantada pelos dois e disse que os deixaria brincarem com a rena.

Pedro está encantado com os dois filhos, ele não teve oportunidade de acompanhar o crescimento de Sophi, mas agora está aproveitando cada momento com os gêmeos. Depois de tudo que ele passou, é mais do que merecido. Eu não sei como vai ser agora com três filhos, o trabalho em casa apenas vai aumentar, mas tenho pessoas maravilhosas para me ajudar e sei que cada momento vai valer a pena.

— Oi. — meu pai entra no quarto, aproxima-se de mim e me dá um beijo na testa. — Como está se sentindo?

— Ótima. Não vejo a hora de voltar para casa. — respondo empolgada. — Onde está meu marido?

— Ficou procurando uma vaga. — assinto. — O médico assinou sua alta, não temos mais nada para fazer aqui.

— Graças a Deus. — me agacho e com cuidado pego o Rafa no colo, coloco ele nos braços do meu pai, que já está carregando uma bolsa azul. Ele olha para o neto todo bobo e lhe dá um beijo na bochecha rosada. Depois pego Maria, ela ressona calmamente nos meus braços.

— Hey. — Pedro entra no quarto, me dá um selinho nos lábios. — Como você está?

— Bem. Só quero minha casa.

[...]

2 meses depois...

— Mamãe, você vai me coloca pa dumi? — perguntou Sophi, encostada no batente da porta do quarto dos irmãos.

— Claro, meu amor. — dei um beijo na testa de Maria que dormia em meus braços depois que eu a amamentei. Rafa como sempre tranquilo estava dormindo no seu bercinho azul. — Você quer dar boa noite para os seus irmãos?

— Sim. — coloquei Maria no berço e peguei Sophi no colo, agachei e com muito cuidado Sophi deu um beijo na testa da irmã. Fez o mesmo com o Rafa.

— Boa noite, anjinhos. — sussurrou ela.

Saímos em silêncio do quarto e seguimos para o quartinho da Sophi. Ela se deitou na cama e eu sentei ao lado dela. Colocou a cabeça sobre meu peito e ficou mexendo em meus cabelos, enquanto eu afagava os dela. Seus olhos foram fechando gradativamente e ela dormiu tranquilamente. Levantei meu rosto e Pedro estava encostado no batente da porta. Aproximou-se e beijou o topo da cabeça de Sophi.

— Durma bem, meu amor. — sussurrou. Levantei-me e cobri Sophi até as orelhas, dei um beijo na lateral da sua cabeça. Pedro segurou minha cintura me fazendo virar-se para ele. — Acho que temos um tempo para nós agora.

— Sempre terá um tempo para nós. — sussurrei, segurando seu rosto entre minhas mãos.

— Bom, então eu vou te levar para o meu quarto e para a minha cama. — inclinou o rosto e seus lábios tocaram os meus. — E fazer amor com você.

— Estamos merecendo isso. — sussurro, o beijando calmamente. Ergui meu rosto e fitei seus olhos. — Promete? — ele levantou uma das sobrancelhas. — Sempre me amar?

— Não existe nada e nem ninguém no mundo que acabe com o amor que sinto por você. Você é única Karina, pode passar anos e anos, e nada vai importar, apenas o que sinto por você. Eu prometo lhe amar todos os dias da minha vida. — ele beijou minha testa. — E prometo lhe fazer a mulher mais feliz do mundo.

— Você já me faz feliz. — murmurei. Pedro sorriu, segurou meu queixo e me beijou, me pegando em seu colo.

Eu tenho certeza que nosso amor é mais forte e resistente do que rochas enormes e sólidas. Os dias, os meses e os anos vão passar, mas nosso amor vai continuar intacto. Vamos envelhecer juntos, acompanhando o crescimento dos nossos filhos e os vendo formarem um amor igual o nosso. Claro que teremos que passar pela fase da adolescência deles, e vai ser legal ver Pedro com ciúmes das filhas.

Nosso amor pode ser desconhecido para muita gente, porém, para nós dois ele sempre vai ser memorável.

Assim como a nuvem só existe se chover, assim como o poeta só é grande se sofrer, assim como viver sem amor não é viver, não há você sem mim, eu não existo sem você.

Vinicius de Morais.

Notas finais
Bom eu espero muito que tenham gostado. Durante todo esse tempo que eu dediquei para essa fanfic (foi muito tempo, eu sei. Mas, se eu demorei a escreve-la é porque eu queria trazer um cap bom para vocês, não uma coisa monótona e sem emoção, eu escrevia os cap apenas quando eu não me sentia cansada, para proporcionar o melhor para vcs), recapitulando, durante todo esse tempo eu chorei bastante e dei muitas risadas também e vocês foram o grande motivos, devo admitir que as leitoras de DDG são MARAVILHOSAS e me mostraram o quanto eu posso melhorar e evoluir como escritora. Eu sonho sim em publicar um livro e se isso um dia acontecer, eu vou pensar em cada uma de vocês (mesmo sem conhecê-las) eu vou lembrar do quando vocês me ajudaram e me elogiaram, também vou lembra do quanto escrever essa fic despertou emoções em mim e do quanto foi bom escrevê-la, enfim, eu agradeço a paciência de vocês e por terem me acompanhado até aquii, vocês são lindas e maravilhosas. Obrigada por tudo, desculpa, tô chorando. Bejooos e até o cap bônus.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!