Depois da Guerra.

16 Dois corpos, uma só alma.


Notas iniciais
Gente, acabou não dando tempo de eu achar uma musica para o cap, então escutem qualquer uma que vocês gostarem e acharem romântica HUASHUAHS Bom, eu vi que muita gente ficou brava porque a Sophi empatou a tranza dos dois HASUHAUS Eu ri muito gente. Deixem-me me explicar, eu estava achando que estava exagerando nas partes hots e então deixei o cap 15 sem, mas vi que não estou exagerando não, então, aproveitem esse cap que tem hot e no proximo também vai ter, e já vou avisando, preparem os lenços. Agora, sem mais delongas, boa leitura.

KARINA

Acordei com Sophi dormindo sobre o meu braço, ela estava envolvida em um sono profundo e profundo. Hoje acaba a nossa folga, ela tem que voltar para a escola e eu para o trabalho. Graças a Deus, porque eu não aguento mais ficar em casa olhando para as paredes. Com cuidado para não acorda-la eu retiro meu braço debaixo da sua cabeça, ele está um pouco dolorido, mas sei que logo ele vai estar melhor.

Sento-me na cama e percebo que Pedro não está deitado ao nosso lado, escuto o barulho do chuveiro ser ligado. Adoraria tomar banho junto com ele, mas com a sorte que andamos tendo, Sophi vai acordar na hora H e eu vou precisar de um banho gelado para me acalmar.

Levanto e calço minhas pantufas, coloco o roupão de seda e amarro as tiras. Saio do nosso quarto, vou até o de Sophi e pego seu uniforme, arruma tudo que ela vai precisar durante o dia. Preciso me prepara psicologicamente para ser imune ao dengo que ela vai fazer.

Quando entro no meu quarto novamente, Sophi está sentada na cama brincando com sua inseparável rena de pelúcia, ela olha par mim e sorri, entretanto seu enorme sorriso se desfaz quando ela vê as roupas da escola em minha mão.

– Já tenho que voltar pala a ecola? – indaga com a voz manhosa.

– Sim. Você para a escola, e eu para o trabalho. – sento ao lado dela na cama.

– Não posso ficar em casa com o papai?

– Seu pai também vai trabalhar. – ela fica em silêncio, pensando em como se livrar.

– Acho que vou pala a ecola, estou com saudades dos meus amiguinhos, da pofessola. – olho para ela impressionada com sua mudança instantânea.

– Essa é uma ótima escolha. – digo. – Vem, mamãe vai te arrumar. – troco a roupa dela, quando termino de colocar os seus tênis, Pedro sai do banheiro. Ele está vestindo uma calça caqui, e uma camisa manga-longa, tento não manter meus olhos fixos nele, estou ficando maluca com essa abstinência de sexo.

– Papai. – Sophi corre até ele e o abraça. Aproveito e entro no banheiro, preciso de um longo banho também.

Entro na cozinha depois de me arrumar para o trabalho. Sophi já estava tomando seu café, cereal e leite, ela ama isso. Sirvo-me com o café que Pedro acabou de passar, ele vem até mim e me beija, apenas um selinho, mas o suficiente para despertar meu corpo.

– Bom dia. – sussurra perto da minha orelha. Isso é um crime contra a minha pessoa.

– Bom dia. – minha voz sai rouca. – Como você está?

– Bem e como você está?

– Estou bem também. – Pedro sorri e se senta ao lado de Sophi.

– Mamãe hoje tem balé, você arrumou meu colan e as sapatilhas? – com tudo isso que aconteceu, até esqueci-me das aulas de balé de Sophi que começam hoje à tarde. Ainda bem que comprei tudo que ela vai precisar logo no dia da matrícula.

– Sim, e já arrumei tudo na sua bolsa. E hoje quem vai te pegar depois do balé é a tia Bianca, vou ligar avisando a diretora. E você vai posar na casa da tia Bianca. Eu e seu pai temos um compromisso. – explico para ela não se preocupar mais tarde.

– Gosto de posar na tia Bianca. – diz animada.

– Eu preciso ir para o trabalho. – Pedro diz. Nós nos revezamos agora para levar Sophi para a escola e hoje é o meu dia, a tarde é a babá que a pega e fica com ela até Pedro ou eu chegar e hoje será a Bianca.

– Não esquece que temos o evento, e vai começar as 19:30. – falo para ele não esquecer.

– Não vou esquecer, as 18:30 estou em casa para me arrumar. – ele se aproxima de mim e me beija. – Nos vemos mais tarde. – assinto. – E você princesa, comporte-se na escola. – diz e beija a bochecha de Sophi.

– Pode deixar papai! – ela dá um gritinho. Pedro me beija mais uma vez, antes de sair.

– Amo vocês duas. – diz, e então sai.

– Mamãe, já terminei, rapei a tigela toda. – avisa me mostrando a tigela vazia. Largo minha xícara de café na pia e a pego no colo.

– Boa garota. – aperto seu nariz. – Agora vamos escovar os dentes. Depois vamos para a escola. – ela concorda, nem parece a minha Sophi que reclama de tudo. Gosto assim, mas amo quando ela não concorda comigo.

– Mamãe pode colocar a rena na mochila, não durmo sem ela. – murmura.

– Já fiz isso, acha mesmo que ia me esquecer? – ela sorri e maneia a cabeça.

– Não, você é a melhor mãe do mundo! – me abraça e me enche de beijos. Escutar isso sempre me emociona e me faz muito bem, me mostra o quanto valeu a pena não desistir.

– E você é a melhor filha do mundo. – retribuo.

++++

Depois de deixar Sophi na escola, segui direto para o escritório de advocacia em que trabalho. Com certeza devia ter muitos arquivos e processos acumulados me esperando sobre mesa. E eu ficaria a tarde toda a mercê deles. Cheguei no edifício e peguei o elevador. Ele parou no andar em que eu trabalho, e as portas se abriram. As coisas não estavam organizadas como sempre, ao contrário tudo estava virado no avesso.

– Hey, Milena o que está acontecendo? Nem parece o lugar em que eu trabalho. – digo, não fiquei tantos dias fora para as coisas estarem desse jeito.

– Os organizadores do evento estão fervorosos, assim como nosso chefe. – ela responde.

– Você sabe o porquê desse evento?

– Ele apenas disse que tem um comunicado importante para fazer. – diz. – Preciso voltar para minha mesa. Aliás, como Sophi está?

– bem melhor.

– Que bom, manda um beijo para ela. Preciso ir agora. – ela acena com a mão e sai rapidamente.

– Karina!- giro sobre meus calcanhares e encontro meu chefe com um enorme sorriso no rosto. – Que bom ver você de volta. Acompanhe-me até minha sala.

– Sim senhor. – o sigo até seu escritório. Uma enorme sala toda decorada ao gosto dele, e com alguns objetos bizarros.

– Sente-se, por favor. – faço o que ele diz, ele se senta em sua enorme e confortável cadeira, coloca as duas mãos sobre a mesa. – Esse evento é muito importante para mim, quero que esteja aqui. – assinto. – E agora eu quero que você conheça uma pessoa.

Ele pega o telefone e liga para Laura a sua secretaria. Pede para que ela mande um tal de Diego entrar.

– Tio. – um homem moreno e alto, muito bonito entra na sala, Sr. Arantes levanta-se e o cumprimenta.

– Diego essa é a Karina, minha melhor advogada. Karina esse é meu sobrinho, acabou de voltar da Alemanha, ele se formou lá e fez intercâmbio. É um jovem promissor. – diz todo orgulhoso.

– Você foi o jovem advogado que defendeu aquela empresa alemã, não lembro o nome agora...

– Blaschke? – assinto. – Sim sou eu. Meu tio fala muito de você, muita coisa boa. – ele sorri desajeitado. – Estava curioso para lhe conhecer.

– Seu tio exagera. – comento sem saber o que falar.

– Acho que ele não exagera. Dei uma olhada no seu currículo, ele tem toda razão. – me sinto um pouco desconfortável, não lido bem com elogios.

– Preciso voltar para minha sala, minha mesa deve estar cheia de processos. – digo.

– Claro. Só mais uma coisa. – diz meu chefe, eu olho para ele. – Sua presença no evento é obrigatória, conto com você. – diz em tom de brincadeira.

– Vou estar aqui. – digo, e então saio da sala dele.

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PEDRO.

Ter servido ao exército teve um lado bom, além de salvar muitas vidas é claro. O lado bom ao que me refiro era os meses em que eu ficava sem sexo, eram muitos meses. E quando voltava para casa, Karina e eu, nós não saíamos da cama. A única coisa que fazíamos era tomar banho juntos e comer, depois fazíamos amor novamente.

Mas, acredite, esses dias sem mal poder toca-la estão sendo muito difíceis, nem esse lado bom de ter servido ao exército ajuda. Quando estava em guerra ela não dormia ao meu lado, não tomava banho tão perto de mim igual agora, eu isso é demais pra a minha imaginação. Claro que eu desejo estar com ela a cada minuto, toca-la, saborear seu corpo, fazer amor com ela, eu desejo isso. Ela é a mulher que amo e que quero estar junto para sempre. É normal que eu me sinta assim.

– Pedro! – minha mãe estala os dedos na frente do meu rosto. – Está em que mundo? – suspiro, no mundo Karina mãe. Respondo mentalmente.

– Só estava pensando nesse evento no escritório que Karina trabalha. – respondo qualquer coisa que não seja a minha vida sexual com minha mulher. Até porque seria muito vergonhoso.

– Ah meu filho, vai tirar isso de letra. Aliás, já está na hora de você ir. Se arrume, fique bem cheiroso, aposto que vai ser o homem mais bonito desse evento.

– Você fala isso porque é minha mãe. – ela me dá um tapa no ombro.

– Falo isso porque é verdade, agora vá para casa e faça o que eu te mandei. – assinto e saio de trás do balcão, dou um beijo na testa dela e saio do perfeitão.

Quando chego ao apartamento, Karina ainda não chegou. Vou direto para o banheiro e tomo um banho demorado. Quando saio do banheiro visto o terno que tenho guardado no armário. Passo uma colônia masculina e sento-me na cama para colocar o sapato.

– Amor. – Karina passa rapidamente por mim e entra no banheiro. Começa a se despir, ela só pode estar tirando uma com a minha cara. – Estamos um pouco atrasados. – comenta entrando no box. Vejo sua silhueta através do vidro embasado, tenho vontade de me juntar a ela, mas o que faço é sair do quarto e ir até a cozinha. Tomo um copo de água gelada, tentando refrescar meu corpo que fervilha por Karina.

Espero por Karina sentado no sofá, porque sei o quanto ela demora. Depois de quase meia hora escuto o barulho dos seus saltos bater no chão. Levanto-me e fico olhando para o corredor. Ela aparece, está usando um vestido branco, justo ao seu corpo, seu decote é considerável. Os saltos a deixam ainda mais sexy. Seu rosto parece o de uma boneca, seus lábios ganharam um tom vermelho escuro. Por Deus, tenho vontade de rasgara aquele vestido.

– Como estou? – ela dá uma voltinha na minha frente. Acho que ela quer me matar.

– Tem certeza que temos que sair? Estou pensando em 1001 formas de arrancar esse vestido do seu corpo. – falo com um sorriso travesso nos lábios. Ela sorri perigosamente sexy, se aproxima de mim e ajeita minha gravata.

– Infelizmente tenho que ir nesse evento. – planta um beijo nos meus lábios. – Porém, temos o resto da noite depois do evento e eu estou pensando em eu mesma tirar esse vestido. – para com a boca a alguns centímetros do meu ouvido. – Lembra quando eu dançava para você?

– É extremamente difícil esquecer. – murmuro. – Não sei se conseguirei esperar até o fim do evento. – digo.

– Nem eu, — ela diz. – Mas temos que tentar. Agora vamos. – puxa minha mão e nos saímos do apartamento.

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Chegamos ao edifício em que Karina trabalha. Pegamos o elevador e subimos até onde está acontecendo o tal evento. Entramos em uma espécie de salão. É uma cerimônia cheia de luxo. Um var em cada canto do salão. Garçons andando de um lado para o outro com bandejas de petiscos ou taças de champanhe.

– Karina. – um homem mais velho vem em nossa direção. –Pensei que não vinha.

– Recebi um ultimato do meu chefe. – fala Karina o fazendo rir. – Senhor, esse é o meu noivo. Pai da Sophi. – Karina me apresenta, alcanço a mão para cumprimenta-lo.

– O herói da guerra. – diz o homem apertando minha mão. – É um prazer conhece-lo.

– Pedro esse é o meu chefe.

– É um prazer conhecer você também. – falo.

– Bom, fico feliz que tenham vindo. Fiquem a vontade. – diz. – Vou fazer um anúncio importante daqui a pouco. – depois disso se afasta para cumprimentar outros convidados.

– Ele é sempre assim? – pergunto a Karina.

– Sempre. – responde. Um garçom passa por nós e Karina pega duas taças de champanhe. – Já que estamos aqui, vamos aproveitar. – me entrega uma das taças.

– Acho uma boa ideia. – tomo um gole do líquido borbulhante. – Isso é bom. – murmuro.

– Maravilhoso. – Karina concorda e depois toma em apenas um gole todo o liquido.

– Karina. – uma mulher pouco mais nova que Karina a chama. – Preciso que conheça uma pessoa. – Karina olha para mim.

– Vai lá, tudo bem. – ela beija meus lábios e sai. Fico parado em frente um bar e peço um whisky para o garçom. Sei que esse evento é também um bom lugar para Karina arranjar alguns clientes. Não me importo que ela esteja distante, sei que depois de tudo isso ela é só minha.

– Evento chato... – uma mulher para ao meu lado. – Pela sua cara está pensando o mesmo. – ela é mais velha, mas é muito bonita. – ainda bem que esse é o último a qual tenho que participar.

– Fala como se fosse uma obrigação. – comento.

– E é. Ser a mulher do dono de tudo isso é cansativo meu jovem. Quer um conselho? – olho curioso para ela. – Nunca se case com uma advogada.

– Tarde demais Sou noivo de uma. – ela fica vermelha com um pimentão.

– Bom, mas se você a ama, vale a pena.

– Você não ama seu marido? – indago.

– Por que acha que estou aqui ainda? Porque amo aquele velho barrigudo que só pensa em trabalho! – exclama erguendo um copo de tequila para cima. – E quem é a sortuda?

– Ela. – respondo apontando para Karina que vem em nossa direção.

– Desculpe, era uma cliente muito importante. – se justifica.

– Tudo bem. Tinha companhia. – olho para a mulher do chefe de Karina. – E ela é a primeira dama disso tudo. – sussurro.

– Dona Helena, prazer em conhecê-la.

Antes que a mulher responda Karina, escutamos o ruído do microfone.

– Primeiro quero agradecer pela presença de todos. E dizer que essa noite é muito importante para mim. – começa dizer o chefe de Karina. – Reuni todos aqui porque tenho algo importante para dizer. Eu estou me destituindo do cargo de presidente. Pretendo me aposentar para sempre, já está na hora do velho aqui descansar. – começa os risos e burburinhos entre os convidados. – Mas devo dizer que vou deixar vocês em ótimas mãos, a partir de agora esse escritório de advocacia passa a ser liderado por um dos mais brilhantes advogados do Brasil, meu sobrinho Diego Arantes. – ele aponta para um homem mais novo parado ao seu lado. Todos começam a bater palmas.

– Vem. – Karina pega minha mão e me puxa para um corredor escuro. Chegamos ao fim do corredor e viramos á esquerda. Karina abre uma porta e me puxa para dentro de uma salinha escura.

– Onde estamos? – indago. Ela acende a luz.

– Na sala de arquivos. – me empurra fazendo-me sentar-se em uma pequena mesa presente na sala. – Não consigo mais olhar para você sem ter vontade de agarra-lo.

– Por isso me trouxe para cá? – questiono, divertido com a situação.

– É, quero fazer amor com você aqui. E além do mais, estarei realizando um tipo de fantasia sexual que tenho. – fala sedutoramente e eu solto um riso. Seguro sua cintura e a puxou para mais perto.

– Se é isso que você quer. – puxo seus lábios para os meus e a beijo com paixão. – Realizarei sua fantasia sexual com maior prazer. – inverto nossas posições colocando-a sobre a mesa. Ela abre meu sinto e o zíper da minha calça, sua mão desliza para dentro da minha calça e ela massageia meu membro que já está duro. Segurou em suas coxas e ergo o vestido até seu umbigo, seguro a calcinha e a abaixo até seus tornozelos. Abaixo minha calça e a cueca e penetro-a em um único e rápido movimento.

Karina segura em uma barra de ferro que tem sobre nossas cabeças, começa se movimenta para frente e para trás, causando um atrito ainda mais rápido entre nossos corpos. Seguro sua cintura. Beijo seu pescoço e lambo a mesma região.

– Senti tanta falta disso. – murmura em meios a gemidos, começa a se movimentar ainda mais rápido com o auxílio da barra de ferro. – Mais! – exclama, tiro todo o vestido do seu corpo, e começo sugar seu seio, passando a língua ao redor do mamilo, ela tampa a boca com a mão.

– o gosto da sua pele é delicioso. – mordisco seu seio com suavidade, arrancando gemidos de sua boca. Seu corpo tenciona e ela larga a placa de ferro, agarra meus ombros e beija meus lábios. Deito seu corpo na superfície da mesa, e subo sobre ela, continuo com estocadas fortes e rápidas dentro dela, ela morde o lábio inferior, começa a acariciar seus seios.

– Pedro. – segura meus ombros cravando a unha na minha pele.

Seu corpo estremece, invisto meu membro em seu interior mais uma vez e chegamos ao ápice juntos. Continuo dentro dela até ambos relaxarmos. Ela acaricia meus cabelos, enquanto eu beijo seu pescoço.

– Temos que voltar para a festa, antes que alguém me procure. – levanto e ajeito minha roupa, ela fica de costas para mim levantar o zíper do seu vestido. – Vem. – pega em minha mão.

– Estou começando a gostar desse lance de eventos. – murmuro em seu ouvido.

– Sabe que isso foi apenas o inicio da nossa noite. – devolve.

– Sim e não vejo a hora de chagar em casa. – entramos novamente no lugar cheio de pessoas que eu não conheço. Karina conversa com mais alguns cliente e depois aquele tal de Diego vem conversar com ela. Acho que não gosto mais tanto desses eventos. Mas, ela logo se livra dele e volta a ficar ao meu lado. – Vou me despedir do meu chefe, dar boa sorte para ele e depois vamos para casa, meus pés estão doloridos.

– Vou lhe esperar do lado de fora. – assente.

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Tiro com dificuldade a chave da porta do bolso, Karina está agarrada no meu pescoço e me beijando, abro a porta e seguro em sua cintura, entramos no nosso apartamento, e eu fecho a porta com um chute fraco. Encosto seu corpo na parede e a beijo com fervor. Seguro o zíper do seu vestido, mas ela segura minha mão.

– Não. – diz balançando o dedo. – Lembra-se do que eu falei? – segura minha gravata e me puxa até o sofá, me empurra e eu caio sentado no móvel. – Vou fazer isso sem musica. – fica em pé na minha frente e começa a dançar provocativamente. Abaixa o zíper do vestido em uma velocidade torturante que me faz ter vontade de arranca-lo do seu corpo de uma vez por todas.

– Não me provoque. – disparo, ela sorri travessa, seus olhos transbordam luxuria. Ela tira as alças do vestido e ele desliza por seu corpo, a deixando apenas com um conjunto de lingerie branco. Suspiro apaixonado, louco de amores pela mulher parada na minha frente. Levanto, mas ela ergue o pé na altura do meu peito e me empurra para o sofá novamente. – Vai me enlouquecer desse jeito.

– É a ideia. – diz, me provocando ainda mais. Resolvo entrar no jogo dela e ficar calado, apenas observando-a tirar cada peça de roupa. Ela tira o sutiã, revelando seus seios duros de excitação, depois segura á borda da calcinha e a abaixa lentamente. Quando tira por completo joga o tecido na minha direção. Levanto agora sendo guiado por meus instintos, quero devora-la lentamente, seguro suas costas e puxo seu corpo junto ao meu. Começo distribuir beijos e mordidas em seu pescoço, me jogo no sofá a puxando junto.

– Chega de provocação. – a deito no sofá e começo a tirar minhas roupas com a ajuda dela, depois desse processo, afasto suas coxas uma da outra e a penetro com urgência. Movimentamos nossos corpos em total sincronia, nos amando durante a noite toda, ora com pressa, ora com calma. Trocando palavras e juras de amor para a vida toda.

Notas finais
Não esqueçam de comentar, meu presentinho, quero saber o que estão achando da fic, se ela está se encaminhando bem ou não. Espero que tenham gostado, bjoos.