Notas iniciais
PRIMEIRAMENTE QUERO AGRADECER A RECOMENDAÇÃO DA LEITORA, MARIA EDUARDA, MENINA AMEEI SUA RECOMENDAÇÃO, MUITOOO OBRIGADA DE CORAÇÃO, QUE BOM QUE ESTÁ GOSTANDO DA MINHA FIC, FICO MUITO FEELIZ. OBRIGADA LINDA!!! Oiii pessoal! Como estão? Espero que estejam bem! E preparados para esse cap! Desculpa a demora, realmente estou com Rinite e ela é das fortes. Ontem quando pensei que ela tinha acalmado, ela voltou com tudo. Enfim, me mantive forte e escrevi o cap HASUHAS. E sei que vocês querem o reencontro de uma vez por todas, só peço um pouquinho de calma, Okay? Logo vai acontecer. Agora vou fazer vocês chorarem mais um pouco, Sorry! Sem mais delongas, Boa leitura. Espero que gostem.

Karina ergue a mão, e o anel reluz contra a luz do sol que invade o quarto. O anel caiu perfeitamente em seu dedo. E eu me sinto o homem mais feliz do mundo ao ver seus olhos brilhando e seu sorriso lindo nos lábios. Foi à decisão mais certa que tomei na minha vida, e hoje à noite quando voltar para minhas missões, voltarei sabendo que sempre terei alguém me esperando, depois de toda a guerra e destruição.

Nunca pensei que me sentiria tão feliz em saber que ia me casar. Mas com Karina as coisas sempre foram naturais, nosso primeiro encontro. Nossa primeira vez. O pedido de namoro. Com ela tudo se tornava mais fácil, e tudo que eu mais quero agora é construir uma família ao seu lado. Acho que cinco filhos esta de bom tamanho.

– Ele é lindo. – Karina diz, com os olhos fixos no anel.

– Fico ainda mais lindo no seu dedo. – peguei em sua mão e trouxe até minha boca, depositei um beijo sobre o dedo com a aliança. – Você é ainda mais linda. – subi com beijos pelo seu braço até seu pescoço. – Cheirosa. – beijei seu queixo. – Gostosa. – minha mão segurou firme sua nuca e eu pressionei meus lábios nos dela. Karina deslizou o corpo na cama e eu posicionei o meu corpo sobre o dela.

Tinha poucas horas ao lado dela e depois disso, embarcaria para uma viajem de seis meses. Queria aproveitar o máximo, cada hora, minutos, segundos ao seu lado. Provando seu corpo, saciando os meus desejos e os desejos dela. Depois disso, as lembranças é o que vai me manter vivo, no meio de bombas, guerra, tiroteio e sangue.

Ergui aos poucos sua camisa, enquanto meus lábios beijavam sua barriga com suavidade, percorri todo o caminho até seus seios, arranquei a camisa e a deixei cair ao lado da cama. Os seios de Karina estavam duros e rosados, seus seios eram perfeitos. Seu corpo era a imagem do paraíso. Deus, como eu amo essa mulher. Lambi o bico do seu mamilo enquanto, meu polegar atiçava seu outro mamilo. Karina se contorcia sob mim, seu corpo emanava calor. Senti meu pau latejar sob o tecido da calça que eu usava.

As mãos de Karina seguraram firme minha camisa, e com rapidez ela arrancou a camisa do meu corpo. Envolveu os braços no meu pescoço e me beijou avidamente. Meu corpo inteiro eriçou de encontro ao dela. Estava perigosamente pronto para ela. Ansiava estar dentro dela, escutar seus gemidos, ter a minha pele rasgadas pelas suas unhas.

Mas, ela foi ousada. Girou o corpo sobre o meu. Tirou o short que usava, ficando só com uma calcinha rendada. Suas mãos tocaram minha barriga, e com a ponta dos dedos ela desceu até o cós da minha calça. Sorriu maliciosamente. Abaixou a calça e a cueca. Apertou meu membro com certa delicadeza. Jogou os cabelos para trás e abaixou a cabeça. Senti seus lábios úmidos envoltos o meu sexo. Ela sabia me deixar completamente louco. Seus movimentos ritmados, sua boca quente, eu estava quase gozando.

– Karinha! – grunhi.

Sua boca investiu mais uma vez, senti meu sexo enterrar na sua garganta. Segurei firme o lençol, não queria gozar sem antes estar dentro dela.

– Karina! – grunhi mais uma vez.

Ela levantou-se, seus olhos cravaram-se nos meus. A puxei para mim e seu corpo tombou sobre o meu. Girei e coloquei meu corpo sobre o dela. Arranquei sua calcinha com urgência. Soltei um urro quando senti meu membro deslizar para dentro dela. Segurei sua coxa, intensifiquei as investidas dentro dela. Beijei seus lábios com fervor e paixão. As coxas dela apertaram meu quadril, ela mordeu meu lábio inferior.

Cheguei ao orgasmo. Em seguida tombei meu corpo sobre o dela. Minha boca procurou pela dela, a beijei com amor.

– Eu te amo! – exclamei, essas são as palavras que quero falar todos os dias para ela, todas as manhãs que eu acordar ao seu lado.

– Pedro! – ela empurrou meu ombro. Vi dentro dos seus olhos chamas de fogo. Olhei para o lado e vi o fogo subindo pelas paredes do quarto. O cenário inteiro mudou, as paredes eram as mesmas do galpão. Eu estava vestindo a farda do exercito, tinha um rifle nas mãos.

– Karina. – chamo por ela, minha voz é fraca, sai como um sussurro. – Karina. – chamo outra vez e nada.

Meus olhos começam arder, a fumaça tomou conta do meu pulmão. Tento lutar contra a sensação de estar prestes a morrer. Tenho que achar Karina, voltar para ela. Minhas pernas fraquejam e eu caio no chão. O fogo começa a se espalhar pelas paredes e pelo teto

– Karina. – murmuro. Minhas pálpebras pesam e meus olhos se fecham.

– Papai...Papai. Acoida! – abro os meus olhos e estou em um lugar diferente. Uma garotinha alisa meu rosto e me olha assustada. – Me socorre. Mamãe quer me levar para a ecola. Eu não quelo ir. Me escondi papai. Não dexa ela me leva na ecola. – ela se joga na cama e se esconde em baixo das cobertas.

– Hey! Garotinha má, aonde você se enfiou? – Karina entra no quarto e sorri, seu sorriso é tão lindo, seus olhos brilham. Ela se aproxima aos poucos da cama, fazendo sinal para eu ficar calado. – AHA! Eu te achei e não adianta fugir agora. – a pequena segura no meu braço.

– Não dexa papai...

Meus olhos se abrem e dessa vez eu vejo a realidade ao meu lado. A maldita prisão escura e fria, que há dois anos se tornou o lugar em que eu moro, depois de trabalhar como um escravo para terroristas.

Encosto minhas costas na parede fria, dobro meus joelhos e afundo meu rosto nas palmas das minhas mãos, me permito chorar baixinho. Soluçar como uma criança. O sonho misturou-se com lembranças do que já vivi ao lado de Karina, agora sonhar como uma criança nunca aconteceu. O sonho me mostrou como seria uma família ao lado de Karina e aquilo foi bom. Uma garotinha implorando para não ir à escola, uma menina linda dos olhos castanhos e cabelos longos cor de mel. Ela era ainda mais linda que a mãe.

Eu estou predestinado a nunca mais voltar para minha casa, o inferno agora é o meu lar. Tudo que eu imaginei viver está escapando das minhas mãos. Eu estou em um labirinto sem saída. E nunca, nunca mais vou ver as pessoas que mais amo no mundo.

– Aconteceu alguma coisa? – Uzuri estava na mesma cela que eu. Somos obrigados a mexer em produtos químicos, carregar coisas, para tendas feitas por terroristas.

– Lembranças e sonhos se misturando. Lembranças do que eu já vivi e sonhos que eu queria viver. – respondo.

– Queria? – olho para Uzuri que me encara. Ela ainda tem fé que tudo isso vai acabar e nós vamos nos livrar desse inferno. Queria ter a fé que ela tem, mas eu apenas desisti. Apenas concordo com a cabeça. E cravo meus olhos na porta da cela onde estamos. – Nós vamos nos livrar disso.

– Não vamos Uzuri. Temos que aceitar que esse é o nosso fim. Olha ao redor, esse é o nosso fim. Exatamente 2 anos e 10 meses estamos aqui, sem contar os nove meses que ficamos presos na vila que você morava. – a porta se abre e dois homens entram e nos arrastam para fora.

[...]

KARINA...

– Mamãe eu não quero ir embora daqui. – ela cruzou seus finos bracinhos e fez biquinho. Desse tamanho e ela já está fazendo bico para virar o jogo.

– Sophi não adianta fazer bico e cruzar esses braçinhos. Eu não vou mudar de idéia. – falo firme, para que ela veja que eu não vou mudar de idéia.

– Mas eu quelo fica na casa do vovô Gael. – ignorei sua voz manhosa e continuei guardando nossas roupas na mala. Desde que tive Sophia eu não voltei para o meu apartamento, morar com meu pai e Dandara, ajudou-me muito, pois eu não tinha habilidades de mãe, e meu pai me criou desde bebe, e ainda tinha Bianca que era um pouco maior que eu. Entretanto chegou à hora de voltar para a minha casa, o quarto de Sophi estava decorado e o meu eu também mudei a decoração. Precisava de um lugar novo, isso não ia me fazer parar de sentir a falta de Pedro. Porem eu preciso mudar.

– E quem é a princesa do vovô? – o bico de Sophi se desfez quando meu pai a ergueu e começou a brincar com ela. – Não sei se consigo ficar longe de vocês. – olhei para meu pai que fazia a mesma cara do gatinho do Shrek.

– Não, os dois juntos não. É um complô? – olho de um para outro. – Não adianta fazer bico, cruzar os braços e pedir para eu ficar! – exclamo.

– Vuce vai me leva vê a vó Delma, o vô Macelo e a titia? – pergunta olhando para as pequenas mãozinhas. A cada dia ela parece mais com o pai dela.

– Claro que a mamãe vai. – sorri e abre os braçinhos para eu pega-la no colo. Estico meus braços e a pego, beijo suas bochechas carnudas e rosadas.

– Pai! Me ajuda a descer com as malas? – assente.

Continuo com Sophia no colo e pego uma das malas. Saio do quarto e Dandara dá um jeito de pegar Sophi, disse que tinha pudim de café da manhã e Sophi adora pudim. Meu pai e eu descemos e ajeitamos as três malas no porta-malas do carro. Os brinquedos da minha princesa já estavam no apartamento, graças a Deus, por que se não, não ia ter espaço para ela e eu.

– Vamos tomar um café, antes de você sair dirigindo. – assinto.

Quando entro no apartamento Dandara está correndo atrás de Sophi que está toda lambuzada de pudim e dando gargalhadas. Sophia tropeça no tapete e esbarra na estante onde estão os bonsais do meu pai.

– Sophi! – exclamo, quando vejo o José Aldo caído no chão, o vaso todo espatifado a terra espalhada pelo chão.

– I sujo. – ela apóia os braçinhos e as pernas no chão, ergue a bunda para cima, fica de pé e sai andando, senta-se à mesa e volta a comer o pudim, tranquilamente.

– Pai. – Gael está respirando fundo. Os bonsais são seus xodós, claro que Sophi é mais, mas ele sempre disse para ela tomar cuidado. Ela está ciente do que fez.

– Eu estou bem, estou ótimo. – começa a limpar toda a bagunça que Sophi fez.

– Acho melhor você ir comer, antes que Sophi acabe com o pudim. Eu ajudo seu pai. – lanço um olhar de agradecimento a Dandara, em seguida sento ao lado de Sophi a mesa. Ela coloca os pezinhos na cadeira e se ergue.

– Vovô Gael tá babo comigo? – sussurra no meu ouvido.

– Está furioso. Era o bonsai preferido dele. – respondo, com uma cara de brava. Mas, estou me divertindo com a situação.

– Ela o José Ado? – me surpreendo como ela gravou os nomes dos bonsais, desde o dia que meu pai disse a ela.

– Esse mesmo. – ela olha para trás e estreita os olhos.

– Acho melhor a genti i embola. – não contenho e dou uma risada alta. – Qui foi? – dou um beijo estalado na bochecha dela, e ela limpa. – Eca!

– Termine de comer seu pudim, daí nós vamos para casa. – falo.

– Tudo bem. – diz.

[...]

Chegamos na casa da Delma e antes que eu batesse na porta, ela se esticou e segurou a maçaneta. A porta se abriu e ela entrou como um furacão na casa. Está sendo difícil acompanhar o ritmo dela.

– Sophi, me espera! – a sigo e quando a vejo ela está nos braços da vovó, enchendo Delma de beijos.

– Olha já estava pensando em roubar você da sua mãe. – foi a vez dela se jogar nos braços de Marcelo.

– Como ela está linda. – comenta Delma. – Até parece que cresceu mais. – completa.

– De ontem para hoje? Acho que não. – falo.

– A gente a viu ontem, e parece que faz séculos. – Sophi não pode ficar sem ver os avós por um dia que já reclama. Então, se não era eles na casa do meu pai era nós duas na casa da Delma e do Marcelo.

– Ela está cada vez mais parecida com Pedro. – comento.

– Você ainda sente falta dele? – indaga.

– Muita. – tem sempre um espaço no meio do trabalho e das bagunças de Sophi que eu penso nele.

– Eu sei como é. – Delma me abraça. – Eu também sinto a falta dele. – diz.

– Mamãe. – Sophi segura o tecido da minha saia e balança. – Quelo levar aquela foto do papai pa casa. – aponta para a estante.

– Você tem que pedir para a vovó. – falo.

– Vovó! Posso leva aquela foto? – duvido que Delma resista aos olhos da pequena.

– Claro que sim. – anda até a estante e pega a foto, em seguida entrega para Sophi.

– Obigada. – Delma se agacha e abraça a neta.

– Bom, agora temos que ir. – digo.

[...]

Passei tantas horas arrumando o apartamento e correndo atrás de Sophi que nem vi o tempo passar. Quando notei estava na hora do jantar. Preparei um macarrão para Sophi e eu, e jantamos. Depois a levei tomar um banho e escovar os dentes.

– Está na hora de dormir baixinha. – a coloco no berço.

– Não quelo domi sozinha. – diz.

– Pensei que você já fosse grandinha o suficiente para dormir sozinha. – dou um beijo em sua testa.

– Só hoje, eu pometo. – é impossível resistir ao brilho dos seus olhos.

– Tudo bem – a pego no colo e me dirijo para o meu quarto. Deito na cama com ela ao meu lado. Afago seus cabelos cor de mel enquanto seus olhos pesam e começam a se fechar.

– Por que papai não está com nós? – é a primeira vez que ela me pergunta isso. Eu já havia falado sobre o pai, e ela nunca mais tocou no assunto, mas essa pergunta ela nunca fez.

– Por que papai está no céu. Em uma missão especial. – explico.

– Que missão? – seguro as lagrimas que teimam cair.

– A missão de ser anjo da guarda das pessoas. Essa é a missão do seu pai, ele, agora é o nosso anjo da guarda. – respondo, sentindo a dor apertar meu coração.

– Ele nunca mais vai voita? – limpo as lagrimas que rolam pelo meu rosto.

– Não. Papai nunca mais vai voltar. Porem, ele está no nosso coração. – explico.

– Já volto. – desliza para fora da cama e sai correndo. Em seguida volta com a foto que Delma tinha dado para ela. – Acho que essa foto deve fica aqui, no seu quato. – coloca sobre a cômoda. – Você amava meu papai? – deita novamente ao meu lado.

– Muito. Eu ainda amo. – ela sorri. Aninha a cabeça no meu peito e fecha os olhinhos. Depois de tanto tempo me permito chorar baixinho, sentir novamente a falta dele. Do meu amor épico.

Notas finais
E a Sophi em? Que vontade de apertar as bochechas dela. Sim ela é muito bagunceira! Derrubar o bonsai do Gael? O preferido dele? HUASHAUS Ela é linda. Mereço comentários né. Espero que sim. ENTÃO, COMENTEM, FAVORITEM, ACOMPANHEM E SE ACHAREM QUE MEREÇO, RECOMENDEM AHUASH. BJOOOOS.