Flashback
— E você pode me dizer por que precisávamos ficar sozinhas para você poder ir tomar banho? (Gabi perguntou fazendo beicinho, mas levantando quando a namorada a pegou pela mão).
— Sim, porque você vai tomar banho comigo.
A morena parou em seu lugar quando ouviu essas palavras e Carol virou-se para trás, seus olhos buscando os da namorada. Brittany disse que seria melhor se elas começassem devagar, conhecer os corpos uma da outra com calma antes de passar para, como a loira havia se referido “as coisas realmente boas”. Um banho juntas parecia uma boa maneira de começar a conhecer melhor seus corpos...
— Carol, eu sei que já nos vimos em nossos biquínis... Meio que todo o tempo, mas eu não sei se posso... (a morena corou profundamente quando a imagem da namorada totalmente nua tomou sua imaginação). Eu não sei se posso me segurar vendo você nua... Ainda mais quando estamos sozinhas... Já é tão difícil parar minhas mãos quando estamos vestidas... (ela continuou e Carol sentiu seu coração disparar).
Ela estava olhando para sua linda namorada, que não tinha sido menos do que doce e compreensiva em todos os meses de namoro, jamais ultrapassando os limites, jamais reclamando do que ela estava preparada para lhe dar. Era a primeira vez que Gabi se abria sobre o quanto estava sendo difícil esperar por ela e Carol não conseguia pensar em nada além do quão doce e gentil Gabi era.
A menina deu um passo mais perto da morena, buscando seus olhos com todo o amor que conseguia reunir.
— Eu te amo... (ela falou baixinho quando conseguiu encontrar os castanhos brilhantes. Sua mão acariciou de leve o rosto suave, sem perder a maneira como Gabi parecia nervosa). Eu te amo mais do que jamais amei qualquer outra pessoa na minha vida... (ela continuou deixando um selinho nos lábios cheios). Me desculpe se te fiz sofrer...
— Não... (Gabi respondeu apertando um pouco a mão que ainda estava unida a sua). Ficar com você faz qualquer coisa valer a pena... (ela continuou sem desviar o olhar). Eu não quis reclamar... E eu vou esperar até que você esteja pronta... É só... Será que podemos deixar esta coisa de banho...
— Para quando eu estiver pronta? (Carol perguntou com um pequeno sorriso).
— Sim? (os olhos da menina eram tímidos e Carol não segurou a vontade de deixar mais um beijinho em seus lábios).
— Por isso mesmo, vamos tomar um banho... (a menina se afastou piscando para a namorada que a seguiu sentindo-se completamente confusa, enquanto seu coração batia de forma desesperada em seu peito).
— Você... (Gabi começou a perguntar seguindo Carol pelas escadas).
— Eu amo você... (a menina respondeu puxando a camiseta sobre a cabeça no exato momento em que entravam em seu quarto, virando-se de frente para a morena que parou novamente, os olhos colados na pele clara suave de seu corpo). E eu...
— Espere! (Gabi pediu quando Carol começou a abrir os shorts jeans, deixando a menina um pouco confusa). Eu posso fazer isso... (ela continuou fechando a porta atrás de si antes de caminhar mais perto).
Carol engasgou uma respiração quando sentiu a mão suave e quente sobre sua cintura, mas não teve muito tempo para pensar sobre isso antes que os lábios perfeitos chegassem aos seus. Gabi beijou com carinho e mais cuidado do que ela jamais tinha tido em todos os meses de namoro, e não era como se sua namorada não fosse cuidadosa ela sempre era, mas parecia que ela finalmente tinha pego a dica e queria fazer daquele momento o mais lindo possível para as duas.
— Eu também te amo... (a morena falou com um sorriso suave quando seus lábios se afastaram). E você pode me parar a qualquer minuto... (ela continuou ganhando um sorriso tímido em resposta). Eu não vou ficar brava... (Gabi desceu as duas mãos para o short de Carol, seus olhos nunca deixando os da namorada enquanto se movia abrindo o botão com cuidado). E nós podemos tentar outra vez quando você sentir que devemos, ok?
As mãos de Gabi estavam baixando a peça de roupa devagar e Carol mal podia pensar com o calor que a pele da morena irradiava sobre a sua. Ela sentiu a peça cair sobre seus pés e acenou devagar para as palavras que a namorada lhe dizia sem pensar muito sobre isso. Ela queria fazer amor com seu verdadeiro amor e era tudo que importava.
— Eu posso? (Carol perguntou segurando a camiseta de Gabi com ambas as mãos, um sorriso nascendo em seus lábios quando a outra menina apenas levantou os braços, sem perder seus olhos).
Ela levantou a camiseta com cuidado, engolindo em seco quando a peça preta rendada se tornou a única coisa entre seus olhos e os seios da morena. Seus olhos ainda estavam sobre esta parte do corpo de Gabi quando a camiseta chegou ao chão e a morena não evitou o sorriso ao ver a reação da namorada.
Gabi segurou uma das mãos de Carol e trouxe sobre o próprio seio, seus olhos observando as reações ao movimento. Carol engoliu, mas não demorou a acariciar sobre o sutiã ganhando um gemido baixo que parecia ter o poder de ligar todo o seu corpo.
A morena sabia, por todas as suas seções de amasso anteriores, que Carol tinha uma queda por seus seios, mas senti-la assim tão perto era quase um sonho e ela não queria acordar. Sem um segundo pensamento a menina aproximou-se unindo seus lábios em um beijo apaixonado, movendo-se lentamente no quarto e conduzindo a namorada até a cama.
Carol deixou-se conduzir sobre a cama, sentindo os lábios da morena sobre os seus, um gemido suave escapando dos lábios quando a menina desceu a boca em seu pescoço beijando e chupando a pele devagar, arrancando gemidos de sua garganta, sons que ela nem sabia que poderia fazer. Ela sentiu como as mãos macias vagavam sobre a pele de seu estômago subindo em direção aos seios, os lábios fazendo o sentido inverso, com o mesmo objetivo.
Seu coração estava disparado e ela se viu abraçando Gabi, suas mãos tocando a pele nua em suas costas, sem conseguir pensar em nada. Seu corpo todo estava em chamas, envolto em uma manta de carinho e amor. Tudo no quarto era a garota em cima dela, a pele macia e fresca tocando a sua, os lábios perfeitos fazendo maravilhas em sua pele.
Gabi mal podia acreditar no que estava acontecendo e suas mãos fizeram o caminho para o fecho do sutiã de Carol sem ela pensar sobre isso, mas a menina sorriu quando sentiu a namorada mover-se ajudando-a a se livrar da renda azul. Carol tinha os seios mais belos que ela já tinha visto, não que Gabi tivesse visto muitos ao vivo, mas o de Carol exatamente perfeitos. O mamilo rosado, a pele clara, o tamanho exato para serem acariciados por suas mãos. Sua namorada era perfeita e ela só podia pensar em amá-la e lhe dar todo o carinho possível.
Seus lábios desceram sobre a pele encontrando o pico rosado, fazendo Carol gemer ao toque. Ela contornou suavemente com a língua, seu corpo respondendo a imagem e a sensação do biquinho endurecido em sua língua aproveitando-se para brincar um pouco, algo que ela vinha desejando por meses.
Gabi sentiu as duas mãos da namorada em seu rosto conduzindo-a para cima até que seus olhos se encontrassem novamente.
— Eu te amo... (Carol falou baixinho sem desviar o olhar).
— E eu amo você... (Gabi sorriu feliz antes de beijar a namorada nos lábios novamente). Você deve me dizer se quiser que eu pare... (ela continuou olhando nos olhos enquanto sua mão acariciava a pele do abdômen de Carol, descendo suavemente até o elástico da calcinha).
— Ok... (Carol respondeu engolindo o gemido quando sentiu a ponta dos dedos sobre sua parte mais íntima).
Gabi mordeu o lábio quando sentiu a umidade na ponta dos dedos, a carne quente e pulsante que ela já tinha tocado em seus sonhos. Ela deslizou suavemente a ponta dos dedos entre as dobras, prestando atenção a cada reação da outra menina, pedindo a Deus para não precisar parar, mas atenta apenas para o caso de isso ser necessário.
Carol jamais tinha imaginado sentir tanto prazer e se perguntou por que tinha demorado tanto a decidir transar com Gabi. Sua namorada não era menos do que carinhosa todo o tempo e a maneira como ela estava sendo cuidadosa e gentil era exatamente o que ela poderia esperar. Um gemido alto escapou de sua garganta quando Gabi passou a circular seu clitóris, mas Carol não estava se preocupando com isso e a maneira como a namorada apertou um pouco seu seio indicava que ela tinha gostado muito de ouvir.
Beijos eram deixados em seu rosto e pescoço, a língua acariciando a pele marcada pelos chupões. Ela sentiu-se ser conduzida lentamente mais perto da borda e quando o orgasmo lhe atingiu foi o sentimento mais louco, poderoso e delicioso e ela jamais poderia imaginar que esta mistura poderia resultar em algo tão bom.
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