Notas iniciais
Bom, não vou nem pedir desculpa pela demora que vocês ja devem estar de saco cheio. Mas eu vou dizer a razão, duas palavras e uma conjunção... Sei lá. Recuperação de matemática. Sim, fiquei de castigo, DE NOVO. Eu fiquei por mais ou menos quase três semanas de castigo, depois eu comecei a ir no psicólogo, o resto do tempo eu tava pensando como escrever os lemons. Bom, explicando essa bagaça agora. Eu disse que ia fazer um super gigante capítulo e mais um epílogo, mas esse super gigante capítulo ia ficar maior que eu pensei e muito mais cansativo pra ler, mas eu realmente queria acabar essa fic com 25 capítulos, entãão... Dividi o capítulo em parte 1 e 2 kkkkk. A parte 2 vai ter o lemon SebastianxCiel e o final da fic. Sei que acabar fic com lemon é meio clichê, mas quem não gosta de um clichê de vez em quando? Não era bem o que eu planejava, mas acho que vai ficar bom. E meu outro one-shot também já ta quase pronto, a songfic que falei que ia fazer com 'Velha Infância'! Uhu! Obrigado por todos os 274 comentários, pelas 5 recomendações e por lerem!! Amo vocês!
Ps: Músicas recomendadas para ouvir enquanto leem :D
Mirrors e Until The End of Time do Justin Timberlake
Little Things e Last First Kiss do One Direction
Madness e Undisclosed Desires do Muse
Always Attract do You Me At Six
Last Snow do Yuya Matsushita
When It's Time e Last Night on Earth do Green Day
Para a parte SebastianxCiel:
Lace and Leather da Britney Spears
Summer Love e SexyBack do Justin Timberlake

(Em homenagem as/os leitoras/es, Claude pediu para entregar isso a vocês! E não, esse não igual do Alois, é um especial para vocês!)

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(Atenção! Ponto de vista do Alois!)

Amarrei meus braços em volta do pescoço de Claude, pressionando-me para mais perto dele enquanto sentia suas mãos ágeis – e atrevo-me a dizer meio tremulas – desabotoarem meu cardigan.

Ele sugou a pele da minha garganta, fazendo-me arfar baixo e tremer de leve, suavemente tombando minha cabeça para lhe dar mais acesso.

Senti-o puxando meu cardigan de meus ombros, deixando a peça cair no chão enquanto ele afastou minimamente o rosto para olhar para o meu. As bochechas dele estavam avermelhadas e ele estava começando a soar. Eu provavelmente estou do mesmo jeito.

“Eu gostei muito disso.” Claude murmurou ao deslizar um dedo pelo meu suspensório, encaixando o indicador em baixo do acessório. “Ficaram ótimos em você.”

Como se eu já não estivesse vermelho o suficiente.

“O-obrigado.” Murmurei tímido, mordendo o lado de meu lábio inferior, brincando com a gola de seu paletó enquanto decidia se eu deveria removê-lo ou não.

Resolvendo, desci a peça por seus largos ombros, o sentindo rolar-los para me ajudar na remoção. Ele pressionou-me com mais força contra a parede com seu tronco para eu conseguir puxar as mangas de seus braços, um de cada vez.

Levei meus lábios ao lado de seu pescoço, mordiscando gentilmente sua pele, correndo minha língua pelo local levemente vermelho.

Quase nem percebi quando Claude começou a andar comigo em seus braços, fazendo com que eu lhe abraçasse mais forte, correndo minhas mãos por debaixo de sua camisa cinza, sentindo seus músculos contrair sob meus sutis toques.

Também nem havia notado que fechei meus olhos. Só notei quando os abri novamente ao me sentir sobre uma superfície macia e fofa.

“Eu não... E-eu não estou indo depressa demais, estou?” Perguntou meio nervoso, plantando beijos pelo meu pescoço enquanto desabotoava minha camisa lentamente, de cima para baixo. “Não quero te pressionar...”

“N-não... E-eu quero isso...” Murmurei, arqueando minhas costas de leve quando ele mordiscou a pele atrás de minha orelha direita.

“Ah... Que bom...” Ele sussurrou rouco, enquanto minhas mãos subindo por suas costas e levantando sua camisa ao mesmo tempo. “Queria que minha primeira vez fosse com você...”

“Pri-primeira vez?” Não pude deixar de sorrir ao ouvir, retirando sua camisa com facilidade, ele ajudando ao levantar os braços, aproveitando para retirar seus óculos.

“É... Essa é a minha primeira vez... Por quê? Não é a sua?” Ouvi um leve tom de ciúmes em sua voz e um avermelhado tomou conta de ambas as nossas bochechas, na dele provavelmente por cause de sua confissão e na minha porque eu teria que fazer uma agora.

“Bom, é que... Mais ou menos... E-eu nunca fiquei assim... Nessa posição... Quero dizer...”

“Nessa posição?” Ele perguntou baixo ao começar a tirar minha camisa, mas tendo cuidado para não retirar também meus suspensórios. Não imagino por que. “Por baixo?”

“N-não... E-eu quis dizer... Quis dizer que... Nunca fui... Vo-você sabe... Submisso...” Murmurei, sentindo meu rosto queimar em vergonha, desviando meu olhar dele, que tinha parado com suas ações em minha clavícula para me encarar.

“... De verdade?” Falou, e pelo canto de meus olhos vi que ele estava quase sorrindo. “Eu nunca teria imaginado.”

“F-foi apenas uma vez...”

Claude assentiu antes de beijar meus lábios gentilmente, correndo as mãos pelos lados da minha cintura, já desabotoando meu cinto e abrindo minha bermuda, enquanto eu chutava meus sapatênis e minhas meias para longe, notando que ele fez o mesmo com os próprios sapatos.

Ele separou-se da minha boca e me deu um olhar penetrante antes de abaixar a cabeça, roçando os lábios na pele do meu peitoral antes de se mover em direção ao meu mamilo esquerdo, parecendo brincar comigo ao não fazer contato direto com ele.

“Clau-Claude...” Gemi quietamente com suas ações, mas arfei e arqueei minhas costas quando ele parou de me provocar e abocanhou meu mamilo. Meus olhos rolaram para a parte de trás de minha cabeça e eu os fechei, entrelaçando e puxando de leve seu cabelo, tremendo quando sua língua rodeou a aréola e choraminguei ao sentir dentes ligeiramente afiados roçarem o local.

De repente, ele parou e se afastou um pouco e eu lhe dei um olhar curioso, principalmente quando ele usou seus longos dedos para levantar meu suspensório do lado esquerdo, deixando-o no ar acima de meu mamilo recentemente abusado antes de abaixar a peça de algodão e roçá-la no mesmo.

“Ahn... Deus, ah...” Gemi timidamente, tentando me manter quieto ao morder o canto do meu lábio inferior. Já não basta ele ter que ver meu corpo, ter que ficar me escutando é vergonhoso demais...

Mas não consegui segurar um som mais alto e mais agudo que os outros quando a fivela do acessório roçou meu mamilo, o metal frio no meu corpo quente me trazendo arrepios de puro deleite.

“Alois... Você é tão...” Claude murmurou contra meu ombro, beijando minha pele suavemente, não parando suas ações no meu peitoral. “Lindo...”

Ele só diz isso porque ainda não viu- Ah, não... Eu me esqueci. Merda, merda, merda!

“O que...” Claude murmurou, parando de beijar o lado das minhas costelas para se afastar um pouco. Ele deu um olhar curioso para o local, parando com as ações de meu suspensório para correr as pontas de seus dedos sobre a pele. “Alois... O que é isso?”

Merda.

Suas mãos passaram para o lado das minhas costas, eu tentei me pressionar mais fortemente contra o coxão, mas eu era tão magro e Claude tão forte que nem valeu a tentativa.

“Alois... Ah, droga...” Ele murmurou, tocando as cicatrizes no lado do meu corpo, traçado-as lentamente. “Foi ele, não foi?”

“E-ele estava bêbado... Ele jogou a garrafa em mim... Foi há muito tempo...” Expliquei quietamente, sentindo meus olhos ficarem úmidos, mas pisquei até que as lágrimas fossem embora. Droga... Ele provavelmente nem vai querer continuar... Terei sorte se ele quiser me ver depois disso. “D-desculpa, eu já vou indo...” Disse, movendo-me para tentar me levantar.

“O que?” Tentei ignorar a confusão em sua voz, apertando o lençol fortemente entre meus dedos, sentindo a mão dele mexendo para me pressionar gentilmente contra o coxão.

“Eu sou uma bagunça, Claude... Eu sou... Errado... Você não vai querer lidar comigo.” Um soluço deixou meus lábios sem o meu consentimento e eu desviei meu olhar.

“Alois... Eu nunca quis ninguém tanto quanto eu quero você...” Ele murmurou, movendo-se para roçar a ponta de seu nariz no meu maxilar. “Você não é uma bagunça, Alois. Você é perfeito e todos pensam assim. Principalmente eu.”

Meus olhos ficaram úmidos novamente e eu os voltei para ele, mordendo meu lábio inferior timidamente.

Claude se sentou na cama, movendo suas palmas pelo meu corpo até chegar a minha bermuda, mandando-me um olhar questionador. Eu apenas assenti e ele retirou a peça depois de desabotoar meus suspensórios, deixando-me apenas na minha roupa intima.

Não tive a chance de olhar antes, mas agora que ele estava sentado... O corpo de Claude é maravilhoso. Ele era um pouco mais largo do que Sebastian, seu torso livre de qualquer rastro de pêlos, seu abdômen definido, mas não excessivamente. Perfeito.

Eu me sentei também e levei minhas mãos, que estavam meio trêmulas, ao botão e fecho de sua calça, abrindo-os cuidadosamente. Ele levou suas próprias mãos e retirou a peça, ficando apenas em sua boxer cinza – que devo acrescentar que fazia um bom contraste com a cor de sua pele-.

Corei bruscamente ao ver o volume por baixo da roupa íntima, engolindo um seco na minha garganta quando reparei no tamanho desse volume.

Claude deitou-me novamente, pressionando nossos peitos nus, nossos quadris se encontrando, fazendo com que nós dois grunhíssemos.

Ele moveu sua cabeça, dando uma mordida brincalhona no meu pescoço e no mesmo mamilo que fora abusado há pouco tempo antes de se abaixar mais ainda, beijando a pele em volta de meu umbigo, roçando a ponta de seus dentes na área, um pequeno riso e arfar saindo da minha garganta com a sensação.

Lentamente, ele foi retirando minha própria boxer branca, jogando-a em algum canto do quarto. Claude pressionou beijos nos meus calcanhares, subindo por minhas panturrilhas, a parte de fora de minhas coxas até chegar a parte de dentro das mesmas, sugando e mordendo.

Fechei meus olhos e choraminguei baixo, sentindo meu membro pulsar cada vez que ele chegava mais perto. Entrelacei meus dedos em seu cabelo sedoso, arqueando minhas costas quando senti sua respiração descompassada em cima do meu órgão.

“Belíssimo.” Quase nem ouvi seu sussurro

Arregalei meus olhos quando, de repente, senti sua língua correndo pela extensão da parte inferior, um gemido alto deixando minha garganta enquanto um tremor pesado tomou conta de meus músculos.

“A-ah! Nnng!” Mordi meu lábio inferior com força, mas não adiantou em nada. Eu arfava por ar, gemia, tremia e choramingava ao mesmo tempo. Eu nunca senti isso antes e parece que eu vou perder a cabeça.

Principalmente quando ele pôs mais da metade de meu membro dentro da boca e começou a sugar como se não houvesse amanhã.

“Ah, Deus! Claude!” Quase gritei e senti-o rir rouco ao redor de mim, suas mãos acariciando minhas pernas.

Quando eu estava quase chegando ao meu ápice, ele retirou meu membro da boca, dando uma última lambida a ponta, fazendo-me soltar um som de desgosto por ter meu orgasmo negado.

“Calma, tudo em sua hora.” Ele disse meio brincalhão, mas pude notar que sua voz estava mais rouca. Ele deve estar se segurando. Quase me esqueci que essa é a primeira vez dele.

Claude esticou o braço para a cômoda e abriu a primeira gaveta, colocando a mão e mexendo nas coisas lá dentro, seu rosto se contorcendo de leve enquanto ele parecia procurar por algo.

“Ah, encontrei!” Falou vitorioso e eu vi uma espécie de embalagem de plástico, como se fosse daqueles cremes hidratantes, em sua mão. Até que eu percebi o que era e corei de leve.

Ele retirou a tampa e colocou um pouco de lubrificante em sua mão direita, espalhando por seus dedos.

Eu timidamente coloquei minhas pernas em volta de sua cintura e ele sorriu gentilmente para mim. Senti um de seus dedos melados contra minha entrada e mordi meu lábio, arqueando minhas costas antes de tentar relaxar. Sabia que se não o fizesse, apenas iria doer mais.

“Vou começar, tudo bem?” Murmurou antes de penetrar-me com o primeiro digito, forçando até que eu pude sentir suas juntas contra minha bunda, fazendo-me arfar alto e fechar meus olhos.

Não doía, era apenas... Estranho, eu acho.

“Po-pode continuar.” Sussurrei e ele assentiu, movendo o dedo lentamente dentro de mim, relaxando o espaço provavelmente apertado. Em pouco tempo, já não incomodava e eu suspirava com a sensação do movimento em meu interior.

“Agora, o segundo...” Sua voz era baixa e eu notei que ele estava encarando para baixo, assistindo com grande... Interesse. Senti seu dedo do meio começar a penetrar-me, e eu gemi quietamente.

Ele fazia um movimento de tesoura uma vez ou outra, abrindo-me pouco a pouco, e não era ruim, mas também não era bom. Até que ele direcionou seus dígitos mais para cima e eu juro que ele fez um gesto de ‘venha aqui’, que me fez ver estrelas de tão bom.

“Nng... A-aí mesmo!”

Quando eu disse isso, ouvi um grunhido baixo vir dele e retirou seus dígitos de dentro de mim.

Claude deitou-se em cima de mim, seus braços em ambos os lados de minha cabeça para não colocar muito peso sobre mim.

“Vo-você quer que eu use proteção?” Ele me perguntou baixo, seus lábios roçando minha orelha, causando-me arrepios. “E-eu sou limpo, mas eu uso se você quiser...”

“N-não precisa...” Murmurei, colocando meus braços ao redor de seu pescoço.

Ele assentiu e levou uma mão a sua roupa intima, retirando-a lentamente. Corei quando senti algo extremamente duro contra minha coxa. Tomei coragem e olhei para baixo, rapidamente olhando para os olhos dourados de Claude novamente com o rosto completamente vermelho.

Como ele anda com isso no meio das pernas?

“V-vou entrar, ok?” Disse gentilmente após aplicar lubrificante a sua ereção, alinhando-se antes de me beijar carinhosamente, mordiscando meu lábio inferior com suavidade, distraindo-me até que o senti adentrar a ponta. Eu arfei e apertei meus braços e pernas ao seu redor, tremendo de leve. Era tão grande...

“Ah... Ah, meu Deus, Alois...” Claude gemeu rouco, abaixando seu rosto para pressioná-lo na curva do meu pescoço. “Vo-você... É-é tão bom... Ah...”

Fiquei feliz ao ouvir palavras, um pequeno sorriso no canto de meus lábios enquanto eu tentava relaxar para que ele pudesse continuar.

“Clau-Claude... Po-pode... Ah...”

Dito isso, ele pôs os braços nos lados da minha cabeça novamente e começou a movimentar os quadris lentamente, encarando meus olhos. Seu rosto estava meio suado e avermelhado, seus olhos dourados estavam semicerrados, queimando nos meus. Ele era uma obra de arte.

“Uhn... A-ah...” Choraminguei quietamente quando comecei a me sentir bem, pequenas ondas e espasmos de prazer correndo pela minha espinha.

Ele levou uma de suas mãos a minha coxa esquerda, agora se apoiando apenas em um cotovelo, conseguindo se mover com mais facilidade.

Suas estocadas foram ficando mais fortes e grunhidos e gemidos nos deixavam. Claude pressionou sua testa contra a minha, fechando seus olhos e eu fiz o mesmo, para nos concentra na sensação de estarmos completamente ligados.

Um gemido agudo e alto saiu de meus lábios quando ele atingiu aquele ponto e pude praticamente ouvir o sorriso dele. Assim, ele passou a mirar sempre naquele mesmo lugar, sempre o acertando.

“A-ah! M-mais forte! Nnng...!”

Ele grunhiu baixo e levou uma mão para minha cintura, abraçando-me para perto antes de rolar na cama.

Abri meus olhos, encontrando-me sentado por cima dele, ajoelhado em seus quadris. Sem esperar nem mais um segundo, comecei a me mover sobre seu membro, levemente inclinando-me para por minhas mãos em seu peito para me apoiar, fazendo meu membro roçar em seu abdômen definido, o que era uma fricção mais que bem-vinda.

“Ahn... Uhn... A-Alois...” Ele gemeu, suas mãos agora em minhas coxas, apertando-as, seus quadris se movendo junto com os meus. “E-eu não... E-eu... N-não vou... Du-durar muito...”

Eu assenti o melhor que podia, gemendo um ‘eu também’. Levei minha mão direita a meu membro rijo, que já estava gotejando pré-ejaculação, começando a me masturbar rapidamente com um punho firme.

“Ah! A-ah Cla-Claude! Ah Deus! Nnng!” E em poucos segundos e mais umas estocadas fortes, eu estava gozando bruscamente no estômago dele. “Cla-Claude! E-eu... Ah! Eu te am-amo!”

“Alois... Ah Alois... Eu tam-também te amo...” Não se passou muito e ele também se desfez dentro de mim, grunhindo alto e dando um aperto forte nas minhas pernas, fazendo-me soltar um último gemido.

Ficamos arfando por ar por algum tempo antes de nos mover. Eu me abaixei mais e pressionei meus lábios contra os dele num beijo gentil.

“Não te machuquei?” Claude perguntou de novo, brincando com os dedos da minha mão.

Após recuperarmos nosso fôlego e nos limpar rapidamente, nos deitamos de novo, o peito dele contra as minhas costas.

“Claro que não.” Respondi sorrindo, sentindo-me extremamente feliz por ele se preocupar tanto.

Senti-o pressionar um beijo nas minhas costas, perto da minha cicatriz, antes de descansar a cabeça em meu ombro, fazendo-me sorrir mais ainda, aconchegando-me contra ele.

“Ah. Eu tenho que ligar para o Ciel... Ele vai ficar uma fera se eu não avisar que não vou dormir em casa.”

“Espera, pode deixar que eu pego seu celular. Está no seu bolso, não é?” Claude perguntou e eu assenti.

Ele se levantou e andou pelo quarto, agachando-se perto da cama e pegando minha bermuda, procurando pelos bolsos até encontrar o que queria.

Entregando-me o aparelho, ele se deitou novamente atrás de mim, puxando-me para perto e pressionando mais beijos pela minha pele enquanto eu ligava para o Ciel.

“Espero que ele não fique muito bravo.”

Passaram-se alguns longos segundos até que alguém atendeu e a primeira coisa que ouvi foi um arfar por ar.

Nnng... A-alô? Ah... Droga espere um pouco...” Por que sempre que eu ligo é assim?

A voz do Ciel parece diferente... Parece mais... Profunda, eu acho.

“Uhn, Ciel... É uma boa hora?”

(Atenção! Ponto de vista do Ciel!)

“Claro, Aois. O-o que foi?” Perguntei ao telefone, chutando Sebastian no peito para mantê-lo longe para eu poder falar direito.

Ele apenas riu rouco e agarrou minha perna, beijando minha panturrilha e já rasgando minhas botas. Droga, deveria saber que o chute só iria excitá-lo mais.

“Mmm, Ciel...” Ele gemeu contra minha pele, fazendo calafrios percorrerem meu corpo e eu lhe mandei um sorriso malicioso.

“Tudo bem. Tenha cuidado. Quero você aqui pela manhã. Tchau.” Disse ao telefone, desligando-o e, assim que o fiz, Sebastian me puxou para cima dele.

Lambi meus lábios e mexi meus quadris, pressionando nossas ereções vestidas juntas, causando grunhidos saírem de ambos.

“Está brincando com fogo, Ciel.” Ele avisou, sua voz rouca e profunda fazendo gemer quietamente.

“Mas eu quero me queimar.” Falei brincalhão, colocando meus braços ao redor de seu pescoço.

“Ah, entendo.” Senti suas mãos percorrerem minhas pernas expostas até chegarem às minhas coxas cobertas de couro, descendo de novo para brincar com a renda de minhas meias. “Então, quem sou eu para te negar?” Dito isso, ele levantou sua mão esquerda e me deu um tapa em uma de minhas nádegas, fazendo-me arquear minhas costas e gemer.

“Mal-maldito!”

Notas finais
Me pediram para colocar uma foto do ursinho que o Claude deu pro Alois. Bom, eu que imaginei o urso, mas eu consegui umas imagens que são bem parecidas com o que eu pensei. Ele só não tem o 'I love you' na barriga. Mas poxa, só do Alois que tem porque foi o Claude que fez pra ele kkkk.
http://media.sayitwithbears.co.uk/img/bears/1221big.jpg

http://us.123rf.com/400wm/400/400/anterovium/anterovium1010/anterovium101000119/7945174-cute-teddy-bear-sitting-happy-on-white-background-isolated.jpg

http://4.bp.blogspot.com/-GmRs-x3U2uc/USdHOiIQnWI/AAAAAAAAItY/jfS2TTLUZDA/s1600/Teddy-bears-stuffed-animals-30773583-1024-768.jpg

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E uma imagem de cosplay ClaudexAlois porque sim
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