Depois Da Aula
4 Te amo
Notas iniciais
demorei neh?
Mas como eu disse, está complicado por aqui!
=/
De qualquer modo, vamos ao penultimo capítulo dessa fic!
Capítulo 4 – Te amo
Acordei mais cedo que o normal novamente. Bem, eu não tinha nada para fazer tão cedo em um sábado, mas meu corpo parecia se negar a dormir mais.
Me envergonho de lembrar que tomei o banho mais demorado da minha vida e levei quase uma hora para escolher um roupa... é... to parecendo uma menininha nervosa pro seu primeiro encontro... merda!
Bem, de fato é o meu primeiro encontro... mas eu não sou uma menininha... sou um menininho imbecil que está chegando uma hora antes da hora marcada...
–Sou um idiota... – resmunguei ao olhar o relógio da estação, quando identifiquei o cabelo descolorido e meio bagunçado na frente dela... Hã? Ele chegou antes de mim?
OK, ok, ok... eu estou corado e... tá legal! Eu fiquei sim feliz, poxa! Se ele estava ali mais de uma hora antes do horário que marcamos – ele marcou – quer dizer que ele estava mais ansioso que eu?
Ah! De repente eu não era mais um idiota, sabe...Ai merda! Ele já me viu! Arrume o cabelo, Takanori, arrume o cabelo...
–Yoshi! – sussurrei em encorajamento, ajeitando o colete preto por cima da minha camisa branca e passando as mãos nos meus jeans para secar o leve suor delas... Kami... ele sempre foi mesmo tão bonito?
Quer dizer, não que ele não tivesse lá seus atributos antes, mas digamos que não era na boca bem feita e no porte delgado e forte que eu pensava toda vez que o via até uma semana atrás... estava mais interessado em apenas me afastar e calcular o quanto aquelas mãos grandes deveriam doer em um soco e...
Se bem que jaqueta de couro, calça folgada, coturno e correntes não devem parecer muito amigáveis...
–Desculpe o atraso! – falei, não conseguindo fitar seus olhos por muito tempo... agora que tinha me dado conta das inúmeras pessoas ao redor... é meio... constrangedor, ainda que eles não saibam que estamos em um encontro...
–Mas você está uma hora adiantado... – ele comentou em estranheza, parando de modo brusco. Olhei para cima e mirei o rosto de nariz tampado meio rosado, enquanto a face virava para o lado... constrangido? Por quê? Ah, sim... se eu estava adiantado ele estava o quê?
–Bem... cinema, certo? – tentei mudar de assunto.
–Sim, tem um aqui perto – ele ditou em seu tom sério de sempre... eu até que já tinha me acostumado, sabe... ele não parece saber falar de outra forma – vem – ordenou, me puxando pela cintura em direção a um dos lados daquele cruzamento agitado e eu travei na mesma hora, ousando tirar a mão dele do meu quadril... aquele lugar estava simplesmente lotado de pessoas...
–T-tem gente aqui... – murmurei ao me ver alvo de seu olhar assassino... Reita pelo visto simplesmente não aceitava que nada lhe fosse negado.
–Estamos longe da minha casa, não tem problema! – ele assentiu como se aquilo fosse uma resposta e voltou a enlaçar meu quadril com o braço.
Eu apenas me deixei bravamente ser conduzido, vermelho que nem um pimentão, de cabeça baixa... mas bravamente, dá licença!
De algum modo ele não aceitou que eu pagasse os ingressos, disse que ele que tinha convidado – leia-se ordenado – então ele que arcaria com a despesa, pensei em impor meu orgulho de macho alfa, mas bastou uma olhada atravessada dele que desisti na hora.
–Que filme quer assistir? – questionou.
–Não sei... você gosta de filmes de quê? – perguntei ao tentar ler os nomes em cartazes.
–Qualquer coisa... – ele respondeu também prestando atenção nos títulos das paredes.
–Oh! Tem esse aqui ... – comentei ao apontar pro cartaz de um filme de terror que eu stava curioso para assistir.
–Não, esse não! – ele estatuou em uma voz medonha, me fazendo tremer e encará-lo de baixo, com receio... – eu não gosto de filmes de terror
Hã?
O quê?
Ta brincando não é?
Como assim O REITA, o menino que toca o verdadeiro terror em todo , está com medo de um filmezinho de fantasmas?
–Você tem medo? – quando vi já tinha perguntado, e os orbes por detrás dos fios loiros se estreitaram para mim, mas não me responderam.... quem cala consente, certo? – TEM MESMO MEDO ? – questionei em uma voz alta de mais... qual é, eu estava surpreso... quer dizer, ELE... com medo? Abaixei a cabeça ao notar que algumas garotas nos olhavam, meio assustadsa com o meu grito – bem... podemos escolher outro filme, ou... eu posso s-segurar sua mão s-se ficar assustador e...
–Hunnnn... – me calei quando ouvi o murmurar rouco e longo dele. Encarei seus olhos e sua boca puxou de lado em um pequeno sorriso. Akira não respondeu, apenas foi até o caixa e pediu dois ingressos para o filme de terror – vamos comprar a pipoca – ditou ao me puxar pelo pulso, fazendo as mesmas garotas de antes darem uns gritinhos estranhos, me fazendo corar mais ainda.
OK.... POR QUÊ DIABOS EU FUI ESCOLHER ESSE FILME?
Não tinha NINGUÉM, NINGUÉM naquela sala de cinema... bem tinha três casais se agarrando um pouco mais embaixo, e um garoto meio estranho mais na frente... ah sim, sessões de filmes de terror durante a tarde não são muito cheias... mas... poxa... tão vazio assim?
–Acho que já tem tempo que o filme está em cartaz... – o comentário veio do meu lado, junto com o som de sua mandíbula mastigando a pipoca – hun? – perguntou ao me apontar o balde e eu me servi de um punhado, me encolhendo na cadeira grande... sessões vazias geralmente são para... fazer o que aqueles casais estão fazendo.
Assim que o filme começou Akira agarrou a minha mão... não pensei que ele estivesse falando sério... mas não é que ele tem medo mesmo? Eu bem que tentei me concentrar na alma penada que aterrorizava uma jovem bonita no telão, mas meus olhos captaram movimentos suspeitos do casal da direta... e eu vergonhosamente estava assistindo mais do quase filme pornô ali do que da assombração matando mais uma pessoa.
“Uru... mais pra baixo...” a voz masculina gemeu , eu estou mesmo tão atento nisso que sou capaz até de ouvi-los?
“Aoi... vão nos ver...” a loira respondeu... espera aí, essa loira não tem uma voz muito grossa não?*
“Eles estão fazendo o mesmo... me toca aqui embaixo...” o moreno realmente parecia empenhado naquilo... merda! O que foi essa fisgada aqui embaixo...? Sério que estou me excitando com isso?
“Só se você chupar o meu pau bem gostosinho depois...”
OK! A loira não era loira... era loiro? Merda... outro casal gay aqui dentro?E ainda se comendo?
–Ei... – despertei quando o cochicho ao meu lado me chamou – se queria brincar podia ter falado antes...
Hã?
Olhei para o lado e encontrei seu rosto próximo do meu, só então olhando para baixo e vendo que minha mão estava bem entre as pernas dele... quando foi que ela foi pra lá?
Pior... por que diabos eu não tirei ela de lá?
“Hum... Uru...”
Merda! Aqueles dois não tinham vergonha não?
Olhei de novo para o casal pornô ali e voltei a encarar o Akira, corando... meu baixo ventre fisgou e eu pensei se realmente sempre tinha sido tão pervertido ou ter começado a fazer coisas pervertidas tinham me tornado algum ninfomaníaco viciado em paus...
–Etto... – comecei... que se fodesse, se aquela sessão só tinha gente se comendo porque não se misturar à massa?
Escorreguei pela cadeira para me esconder – não que ela por si já escondesse toda a minha “altura”, mas... — e me pus de joelhos, me colocando a frente dele e afastando suas pernas... ok, ok, ok... eu não estou pensando muito certo, meu pinto ta duro e dolorido e minha boca está seca, parecendo querer algo assim... culpa daqueles dois tarados da direta.
–Ei... – ele chamou assim que abri seu zíper, mas em nenhum momento me impediu de qualquer coisa.
–Posso? – perguntei, meio vermelho, mas quase hipnotizado pelo membro que pulsou levemente dentro da boxer.
Quase gozei precocemente com o jeito como ele passou a língua pela a boca e mordeu o lábio inferior depois... Porra... ele é sexy.... ele realmente é muito sexy...
Akira abriu mais as pernas e escorreu um pouco na poltrona, colocou ambas as mãos na minha cabeça, empurrando-a contra si em uma resposta afirmativa e me encarou. Senti meus pelos se arrepiarem e minha ereção doer... eu queria tanto aquele pinto na minha boca e... merda! Eu realmente me tornei um viciado em chupar pau?
Tratei de tirar logo o falo já semi-rígido para fora, levando rápido para os meus lábios e lambendo a ponta com calma. Alguém gritava no filme, e a trilha sonora estava tensa, mas não pareciam me distrair, e nem distrair aqueles olhos escuros de mim. Afundei o membro mais pra dentro, chupando com vontade... sim, sim... droga... eu gosto mesmo de chupar e... hum... isso é bom...
Não sei quanto tempo demorou para que ele gozasse em minha boca, mas eu engoli tudo por reflexo. Não sei direito quanto tempo ele demorou para se arrumar, mas o filme não havia terminado ainda, só sei que fui praticamente arrastado para fora da sala e do cinema. Minha ereção ainda dolorida dentro de minha calça, mas se acalmando à medida que ele me arrastava por ruas movimentadas de uma tarde meio fechada para chuva. Não ousei falar nada, mas empaquei quando vi um prédio de aparência luxuosa, e obviamente com uma utilização específica.
Merda! Um motel... é agora que....
–Venha! – ele ditou, me puxando com mais força e adentrando o hall vazio àquela hora, passando direto para a recepção onde uma bela moça maquiada atendia.
– Suzuki-san, é uma honra... – a moça começou em um sorriso amplo.
–A chave da suíte principal! – Reita ordenou ao estender a mão, e a jovem tratou logo de puxar um cartão de algum lugar atrás do balcão e entregar a ele. Akira não agradeceu e continuou a me puxar para dentro de um elevador.
–Aqui é... – comecei a questionar...
–Só um dos negócios de família — ele me interrompeu, parecendo fuzilar o contador de andares que já estava no terceiro do total de oito.
–Você trás muita gente aqui? – perguntei, me sentindo estranhamente depressivo ao pensar que realmente eu com certeza seria apenas mais um a entrar ali com ele... ele parecia “conhecido” na casa.
O som de chegada no andar desejado soou dentro da cabine, e ele não me respondeu, apenas me puxou por um corredor luxuoso com cheiro adocicado, parando na porta reta com ele e passando o cartão. Abriu o cômodo e me empurrou para dentro.
Ouvi o som da madeira fechar, e alguma trava mecânica se trancar. O cheiro de rosas invadiu meu olfato completamente e meus olhos se arregalaram ao mirar a decoração totalmente tradicional... parecia o interior de um quarto antigo de algum imperador. A cama grande, com hastes das laterais e enfeitadas por tecidos, a luz fraca e cor de sakura por cima do lençol claro. As pétalas de flor de cerejeira pelo colchão e pelo o chão bem decorado por tapetes, e alguma mobília em harmonia com o resto do tema do cômodo.
–Lindo... – comentei em voz baixa, atônito.
Despertei assim que senti o corpo se moldar atrás de mim, e a boca morder de leve a ponta da minha orelha.
–Pensei em irmos comer algo antes de virmos pra cá, mas você foi tão apressado... – sussurrou em meu ouvido e eu congelei – quer me enlouquecer Takanori, com certeza quer... – finalizou ao aspirar o cheiro de meu pescoço, a boca mordendo ali logo em seguida.
Esqueci completamente no que estava pensando antes quando suas mãos apertaram meu quadril e o membro já rígido novamente se roçou atrás... Kami... aquilo também era tão bom! Os dedos subiram para o meu colete e começou a tirar os botões grandes de suas casas, eram apenas três, então não demorou muito. O contato em minhas costas se afastou e as mãos mais delicadas do que eu pensei que seriam capazes passou a peça pelos os braços, deixando-a cair no chão. Um minuto depois ouvi outro barulho de algo caindo no piso e apenas por olhar para baixo e para o lado identifiquei sua jaqueta. O fitei por cima do ombro. Eu realmente estava certo... aquele encontro... já tinha destino exato e planejado. O mirei retirar a própria camiseta cinza de alguma banda que eu já tinha ouvido falar, mas no momento não conseguia associar muita coisa, pois sem dúvida o peito desnudo dele me chamava mais atenção do que isso... comprovado, eu sou gay, completamente gay... e com um tesão enorme por Suzuki Akira... “Ainda bem que ele é meu namorado...”
Ele me virou para si, me fitando fundo, senti seus dedos roçarem contra minha barriga e no instante seguinte ele levantava minha camiseta, pedindo para que eu erguesse os braços pra retirá-la, coisa que obedeci sem pestanejar... e não era porque eu sabia que ele jamais aceitaria algum tipo de negação... eu realmente quero isso... meu corpo todo está queimando e se... estamos “namorando” ... qual o problema? Pode ter só alguns dias, mas... é um namoro de qualquer forma, certo? Não dos mais convencionais, nem dos mais normais... mas é um namoro...
–R-reita... – sussurrei em reflexo quando ele voltou a se aproximar, tocando os dedos quentes na minha cintura nua, apertando.
–Não Reita... me chame de Akira... – ele pediu, ou ordenou, ao manter sua boca bem perto da minha e eu fechei meus olhos por impulso.
–Aki... – chamei e não consegui terminar já que seus lábios se prensaram contra os meus e sua língua me invadiu. As mãos me apertaram mais e a pele desnuda parecia fogo contra a minha. Agarrei sua nuca por reflexo e no minuto seguinte senti minha bunda ser espremida entre seus dedos, estes descendo paras as coxas e me puxando de ma vez, trazendo-me para seu colo, me forçando a enlaçar minhas pernas atrás de si e segurar forte em seu pescoço para não cair – ah... – gemi com a posição e a pressão de seu corpo em minha ereção. Abri meus olhos e encarei os dele, nossas respirações se chocavam e eu acho que compreendi algo que se passou pela cabeça daquele garoto... e devo confessar... gostei muito, até demais.
Ele andou um pouco e não demorou mais que alguns segundo para eu me sentir ser jogado contra a cama macia, sorri instantaneamente... era divertido, sei lá. Mas meu sorriso cessou rápido assim que ele se fez presente entre minhas pernas, colando nossos baixo-ventres e aproximando nossos lábios.
–Nós vamos mesmo fazer isso? – sussurrei em pergunta, num lapso de consciência.
–Vamos... – ele assentiu, ainda sem tirar seus olhos de mim e nem se afastar.
–Por quê? – continuei a perguntar, já me sentindo ser completamente vencido pelo o hálito dele contra minha boca.
–Porque é o que namorados fazem.... – respondeu também em um sussurro – ... já esperei demais por esse dia... não pense que esperarei mais – continuou. Senti seus dedos no botão da minha calça e no zíper.
–Uma semana? – questionei ao me retesar quando suas mãos começaram a abaixar a peça de roupa.
Ele sorriu de lado, como se achasse graça, algo que não compreendi, e não me respondeu. Apenas ergueu o tronco e terminou de puxar minha calça junto com minha cueca e meus tênis para fora do meu corpo, se livrando de minhas meias logo após e me deixando constrangido pela minha nudez. Fechei minhas pernas em reflexo e virei o rosto para o lado, sentindo minhas bochechas aquecerem, mas meus olhos foram quase involuntários para ele assim que ouvi o som de outro zíper se abrir, só para comprovar que ele também terminava de se desnudar e retirar os sapatos, revelando a pele branca e o membro avantajado que eu a pouco tive o prazer de ter em minha boca.
Não foi necessário que ele voltasse a abrir minhas pernas, estas se ergueram e se afastaram quase que por hipnose quando meu olhar se fixou em sua ereção... que se dane o mundo... não me importo mais com nada, nem quero saber se vai doer... eu quero aquilo e quero aquilo dentro de mim.
Ele não demorou para se ajeitar entre mim, tocando o falo duro contra o meu, me fazendo fechar os olhos com a sensação, e então minhas mãos foram para suas costas, sentindo algumas alterações na pele dali, mas não me importei, comecei a mover o meu quadril lentamente, causando alguma fricção... céus... isso realmente é muito bom!
–Takanori... – ele gemeu em um grunhido e o queimar dentro de mim aumentou, logo minhas unhas curtas, por tocar guitarra, estavam arranhando a pele dele e minha boca estava levemente aberta, implorando um beijo, para a minha felicidade fui atendido prontamente... parece que eu também comandava algo ali. Seus dedos se apertam nas laterais do meu quadril e seu corpo se forçou mais contra o meu, se esfregando com luxúria e rudez. Os dígitos voltaram para as minhas coxas e as puxaram para cima, meu pé se perdendo do contado dos lençóis e a boca cessando nosso ósculo.
Me senti corajoso o suficiente para reclamar, porém qualquer coisa que eu diria morreu assim que senti a língua e os dentes em meu mamilo.
–Ah... – gemi sem conseguir me conter, soltando seu corpo e apertando os tecidos da cama entre minhas palmas – hum... Aki... – ok, ok, ok... eu sei que estou parecendo uma vadia, mas... porra... tem idéia do quanto isso é bom? Posso até ver estrelas ...
Quase gozei quando os dentes passaram para o meu outro mamilo, e não me importei mesmo, gemi como nunca gemi na minha vida. Fechei meus olhos e mantive minhas pernas no ar por vontade própria, meus dedos do pé se contorcendo e então a língua trilhando um caminho de saliva até meu umbigo, mordiscando ali de leve, me fazendo sobressaltar quando chegou a minha virilha... oh, merda, ele vai? Sério mesmo?
Bem, eu já sabia que eu gostava de chupar paus, mas ter o meu chupado com certeza deve ser bem melhor e...
–HUUUMMMM – grunhi rouco e longo quando de uma vez ele me abocanhou por completo... admito que eu não era grande coisa, então provavelmente não dava tanto trabalho quanto um pau de 17 centímetros tinha me dado na primeira vez, mas... porra... aquilo era um tesão extremo!
Não agüentei muito mais que poucos minutos e me despejei em sua boca.
–D-desculpa... – pedi em uma voz arfada, mas ele apenas me retribuiu em um sorriso, novamente não disse nada e me deu um selinho, o leve gosto azedo de minha própria semente tocando de leve meu paladar.
Estranhei quando ele se levantou, e me sentei. Ele se virou de costas e andou até um móvel perto da porta de entrada. Pude ver um imenso dragão com alguns ramos de sakura tatuado em suas costas.... bem típico, pensei, mas alguns riscos deformavam parte do desenho... como cicatrizes...
Ele tornou a girar e ficar de frente para mim, sorriu de lado e ergueu algo em sua mão direita, meus olhos se estreitaram por um segundo... o que diabos era aquilo? Akira gargalhou um pouco e eu com certeza devo ter parecido bem idiota.
–Vai ajudar... – ele começou algo que parecia uma explicação, andado rápido e voltando a se ajoelhar no colchão. Colocou seu corpo entre minhas pernas de novo e voltou a se abaixar para beijar a região atrás da minha orelha... merda... aquilo era um ponto fraco meu? Me sinto estremecer toda vez e... – vai ajudar a não doer... não quero te machucar...- sussurrou em meu ouvido, e no mesmo momento que me fiz ciente da situação específica em si me retesei por completo...
Um pau de 17 cm... ali dentro...
–Akira, eu... – comecei a falar em um impulso corajoso de pedir mais tempo para aceitar aquilo, mas meu argumento morreu assim que ele lambeu toda a parte detrás da minha orelha e ainda mordiscou o lóbulo no final... definitivamente... um ponto fraco... e põe fraco nisso...
Já era.
Voltei a me agarrar a ele e gemer sem constrangimento... se eu ia ser arrombado, ao menos que fosse gostoso pra mim também... e aquilo era muito gostoso. Levantei meus joelhos e embrenhei uma de minhas mãos para o meu falo, me masturbando para que voltasse a acender. Ele me forçou a tirar minha outra mão de si, essa foi certeira para os lençóis, apertando-os.
Ele ergueu o tronco e meus olhos o seguiram com afinco enquanto ele abria a tampa do recipiente e despejava um pouco do gel transparente em uma das mãos.
–I-isso... – tentei questionar, mas não tive cara e nem coragem para continuar a pergunta.
–Sei que é sua primeira vez, Taka, não vou perder a cabeça, prometo... – ele interrompeu minha pergunta jamais formulada em um tom mais brando do que eu jamais o ouvi usar e... ainda me chamou de “Taka”... isso foi tão... doce – ontem tive que me controlar ao limite, você realmente não deveria me enlouquecer tanto assim... – sorriu de lado – não é seguro – finalizou ao levar os dedos melecados para o meu buraquinho que, tenho certeza, logo logo não seria mais apenas “meu”.
Fechei meus olhos assim que senti minhas bochechas corarem e um dos dedos rodear aquela área... era diferente de quando eu tentei tocar ali, naquela hora não achei bom, mas, assim... é até gostoso...
–Hum... – grunhi quando senti um dígito me penetrar, realmente... incomodo... mas... – hum... – é diferente, o dele é bom... sei lá, não senti nada prazeroso quando fui eu. Minha mão em meu falo aumentou o ritmo sem hesitar e a outra foi mecanicamente até minha perna e puxou mais minha coxa em direção ao meu peito, só para facilitar mais praquele dedo se mover dentro de mim.... – AHH – gritei um pouco e espremi meus olhos ao sentir mais outro – dói... – reclamei, e espremi mais minhas pálpebras quando algo dentro de mim começou a se abrir, me alargando.
–Calma... vai melhorar – ouvi sua voz em um ofegar difícil e senti mais do gel me lubrificando ali atrás.
Quase cheguei ao ápice com aquilo, mas antes de me aproximar da reta final os dedos abandonaram meu interior e eu vergonhosamente resmunguei em reprovação, corando logo em seguida... que vergonha, Takanori...
Abri meus olhos, parecia que eu queria mesmo estar ciente da minha situação comprometedora.
FODEU!
Caralho, esse pau podia ficar ainda maior?
O membro pulsava e a ponta já estava liberando lubrificação em excesso quando Akira encaixou a glande em direção à minha entrada. Voltei minhas mãos para os lençóis, apertando-os em antecipação, mas incapacitado de fechar meus olhos ou desviá-los da cena.
Akira voltou a tirar meus pés do colchão, pressionando minhas coxas mais para cima, em direção à minha barriga, e se inclinou moderadamente em minha direção. Voltando a me olhar...
–Posso? – Kami... ele perguntou? Ele realmente perguntou? Suzuki Akira, o REITA, me pedindo permissão? E para algo como aquilo?
Respirei arfado e num movimento impensado levei minhas mãos para a faixa de seu nariz... se eu ia ser “comido” por ele, queria ao menos ver seu rosto direito. Ele apenas fechou os olhos em um consentimento e eu desatei o nó detrás rapidamente, deixando o tecido cair, revelando um nariz delicado e arredondado, com uma cicatriz estranha que cortava na horizontal e na vertical, como se fosse uma cruz.
–Pode – assenti, fechando meus olhos em antecipação e puxando seu rosto para o meu através da nuca.
–AHHHHHH!... dói... – gritei quando o membro se forçou contra mim e venceu a primeira barreira do anel de carne... ok, ok, não era bom como eu no fundo pensava que seria. Mas eu tentei respirar compassado e agüentar... não sei exatamente por que, mas... acho que... se fosse deixá-lo feliz eu... eu agüentaria... – HUNNN – reclamei ao morder meu lábio, quando aquela porra ia parar de entrar? Não acabava nunca?
–Taka... – ele ofegou contra a minha boca assim que topou até o meu fundo e o limite de seu pau gigante... finalmente...
–Isso dói muito.... – choraminguei , abrindo meus olhos e encarando os orbes escuros atrás dos fios loiros. Era estranho a sensação de ter algo dentro de você, meus músculos estavam todos tensos e meu corpo parecia querer me forçar a expulsá-lo.
–Shiu, shiu.... vai passar... – ele assentiu em um tom rouco e quase torturado... realmente... no fundo acho que ele... é doce... – me diga quando estiver bem...
Apenas assenti com um movimento de cabeça, sentindo alguma umidade em minha bochecha... merda! Sério que eu tinha chorado? Cadê meu macho interior, gente?
Minutos de tensão para mim, e de tortura para ele pela sua expressão, mas finalmente eu me acostumei com o volume me preenchendo.
–Pode... – sussurrei antes de roubar sua boca em um beijo. Franzi o cenho quando ele se moveu para trás e voltou para dentro, mas o beijo abafou me gemido. E foi assim ao menos nas primeiras cinco estocadas, porque depois.... ah... depois...
–Hum... Aki... mais... aí.... ah... – já não estava pouco me fodendo para macheza, vergonha, dor, dúvidas ou o diabo a quatro... aquele entra e sai era... alucinante e... – ahhh.... fundo... hum...
Ele agarrou minhas pernas com mais força e mudou um pouco o ângulo para aumentar a força e o ritmo. Não consegui mais segurar em seus ombros e apenas deixei minhas mãos largadas no colchão, meu corpo se movendo freneticamente junto com as estocadas... era tão gostoso... me mantinha ereto sem nem precisar me tocar!
–Taka... – ele gemia esporadicamente em meu ouvido e eu grunhia de prazer toda vez que ouvia aquilo, meu apelido na voz rouca e em êxtase dele era... tão lindo...
Senti algum ponto bom dentro de mim ser acertado uma segunda vez, e instantaneamente gritei e pedi por mais. Ele tentou, conseguindo acertá-lo mais algumas vezes e eu apenas queria saber de mais, mais prazer, mais fricção, mais dele... muito mais dele...
–Akira... – gritei, não conseguindo mais me segurar, levei minha mão ao meu membro e não precisou nem uma masturbação demorada para me desmanchar completamente. Meu corpo todo se tencionou, meus olhos se fecharam e o mundo pareceu explodir por um segundo.
Sua boca arfou rente ao meu ouvido e foi antes de sentir seu sêmen me encher que ouvi as palavras mais perfeitas do universo, antes jamais ditas a mim...
–Te amo...
Notas finais
*-*
kkkkkkkkkkkkkk
Ah, eu sei q o "te amo" é uma forma gramaticalmene errada e tudo mais ( amo-te ou amo vc são corretas) mas é forma coloquial neh minha gente? Jovens nunca falam ou pensam gramaticalmente correto certo? =]
Então, o último não tem previsão e pra quem ler Vijukei... talvez eu a atrase um pouco amanhã ok?
Pra quem ler Tsumi do Batsu : A Azumi não ta postando pq eu meio q não to conseguindo escrevê-la por agora, mas vou retomar tudo, só me darem um tempinho ta?
*-*
Muito Obrigada por ler e comentarem, gente, espero que estejam gostando! Todos os 51 leitores q a fic conseguiu em apenas duas semanas O.O ... tem mais que Vijukei q já tem mais de dois meses O.O
O próximo é o último neh?
*_*
bjjjjjjjjjjj
Reviews onegai? T.T
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