Dentro De Mim
28 Capítulo 28
Notas iniciais
/História 1/ Aki's POV/
Meu rosto ainda estava meio avermelhado por eu ter chorado alguns minutos antes. Por culpa do idiota do Ikki, Tsuki entendeu as coisas errado. Ele deve ter pensado que eu traí ele. Mas isso não era verdade! Eu tinha que me explicar.
Fui até a casa dele na esperança dele ter ido para lá quando saiu da lanchonete. Rezava também para que ele me ouvisse e não batesse a porta na minha cara. Eu definitivamente não podia perdê-lo!
Meu coração estava a mil quando toquei a campainha. E quando ele abriu a porta, meu coração acelerou mais ainda. O rosto dele também estava avermelhado, como se tivesse chorando um pouco. Ele me olhou com aqueles olhos triste, e não falou nada.
– Precisamos conversar — Disse eu, quando vi que ele não ia dizer nada.
– Sim... — ele respondeu, com a voz meio rouca
O clima ficou um pouco constrangedor, não falei mais nada, e nem ele. Estávamos nós dois olhando para o nada, parados na porta. Então decidi dizer, meio tímido:
– Eu... Posso entrar?
Tsuki não falou nada, apenas abriu espaço para eu passar, sinalizando que eu podia entrar. Quando entrei, ele fechou a porta, se jogou no sofá e ficou lá, sentado de um jeito meio jogado. Sentei-me na mesinha de centro que ficava em frente ao sofá, para ficar cara a cara com ele. Mesmo assim, ele não olhava nos meus olhos.
– Tsuki... O que você viu... — tentei começar a falar
Ele bufou, parecendo irritado e ligou a televisão. Ele deixou o volume no máximo, como se não estivesse interessando em ouvir o que eu tinha para dizer.
– Tsuki! — reclamei — Por favor, fala comigo! Eu não quero que fique com raiva de mim.
– Não estou com raiva de você — disse ele, ainda sem olhar para mim
– Então porque está me tratando desse jeito? — perguntei confuso
Ele respirou fundo, desligou a televisão e se ajeitou no sofá. Parecia que finalmente ele estava querendo conversar. Depois de um tempo de cabeça baixa, ele disse:
– Eu estou com raiva de mim mesmo...
– Raiva de si? Por quê? — perguntei indignado
Ele suspirou novamente e então começou a se explicar:
– Quando eu te chamei para sair pela primeira vez, eu disse que não ia te dar motivos para você me trair. Talvez eu não tenha sido um bom namorado, ou tenha feito algo que você não gostou... Não sei...
Não consegui me controlar. Soltei uma leve risada e disse:
– É com isso que você está preocupado? — toquei o rosto dele — Tsuki... Não é nada disso! Você é perfeito! Qualquer pessoa daria tudo para ter você. Eu sou a pessoa mais sortuda do mundo por ter te encontrado...
– Então porque você me trocou? — perguntou ele, me olhando com aqueles olhos tristes
– Eu não te troquei! — gritei — Tsuki, eu não te traí! É isso que eu estou tentando te dizer desde que cheguei aqui.
Ele ficou calado. Quando vi que ele não ia dizer nada, resolvi explicar o que tinha acontecido realmente:
– Eu estava na fila da lanchonete te esperando, aí um cara que costumava ir nas mesmas boates que eu apareceu lá. Ele perguntou porque nunca mais tinha ido às boates, e eu disse que parei com essa vida, que agora eu queria ficar só com uma pessoa. Ele não acreditou, disse que eu sempre seria uma vadia e que ia me provar isso. Então ele me arrastou para o banheiro e começou a me atacar. Antes que eu conseguisse me soltar você apareceu e entendeu tudo errado.
Ele novamente ficou um tempo calado, com a cabeça baixa, pensando. Depois disso, ele perguntou:
– Isso é verdade?
– Claro que é! — respondi — Eu já vivi 5 anos na farra, já enjoei disso. Não tenho porque querer continuar ficando com outras pessoas. E... Você tem me feito tão feliz... Eu quero ficar com você pro resto da minha vida! Eu só quero você... Por favor, acredite em mim!
Tsuki ficou um tempo me olhando pensativo. Eu o olhava de volta apreensivo, sem saber qual seria sua resposta. Porém, me aliviei completamente quando ele sorriu e me abraçou. Ah! Eu fiquei tão feliz! Se eu tivesse perdido Tsuki, não sei o que eu faria.
Sem controlar minha felicidade, devolvi o abraço, o apertando com força e dando muitos beijos na sua bochecha, dizendo sem parar:
– Tsuki!!! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo!
Ele riu da minha reação eufórica e disse:
– Também te amo, Aki...
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/Tsuki's POV/
Fiquei realmente muito feliz por ter me resolvido com Aki. Brigar com ele me deixa muito mal. Eu não queria acreditar que ele tinha me traído, por isso fiquei feliz de saber que não tinha acontecido nada. Eu o amo de verdade, e sei que ele me ama também. Só quero ser feliz com ele...
Depois de ficarmos um bom tempo sentados no sofá nos abraçando e dizendo que nos amávamos, começamos a nos beijar. Um beijo doce, que aos poucos foi mudando o sabor e ficando apimentado. Aki subiu no meu colo e ficou montado em mim, enquanto continuávamos nos beijando ousadamente.
Ele começou a desabotoar minha camisa social, e eu permiti. Estava com tanto desejo quanto ele naquele momento. Assim que ele terminou de tirar minha camisa, eu tirei a dele, passando as mãos pelas suas costas. Aki tocava todo o meu peito e meu abdômen, sentindo minha pele.
Segurei Aki pela cintura e inverti as posições, colocando-o abaixo de mim, deitado no sofá. Beijei todo o seu rosto lentamente e carinhosamente, descendo até o queixo e lambendo bem devagar, apenas para deixá-lo com mais desejo.
Fui beijando e mordendo sua orelha e seu pescoço, logo descendo para seus mamilos rosados. Eu lambia e chupava seus mamilos, fazendo-o gemer baixinho:
– Hm.... Isso é bom...
Aki estava com os olhos fechados e gemia bem baixinho. Aquilo me estimulava, só me dava mais vontade de continuar dando prazer para ele e provocar essas reações.
E então fui descendo, beijando e lambendo todo seu corpo. Desabotoei sua calça, e então a tirei completamente, junto com sua cueca.
Ele abriu suas pernas, revelando seu membro já ereto. Eu então, comecei a chupá-lo bem devagar e sedutoramente. Sei que não sou tão bom e experiente como o Aki em fazer oral, mas gosto de tentar dar prazer para ele. E pelo jeito, funciona.
– Ah... Hm... Tsuki... — gemia ele — Faz mais....
Ele puxava meus cabelos com força, enquanto se contorcia levemente. Como o membro dele não é muito grande, eu conseguia colocar tudo na minha boca, provocando uma sensação ainda melhor.
De repente ele puxou minha cabeça, sinalizando que queria que eu parasse. Parei e então saí de cima dele, ficando sentado no sofá. Ele se levantou, me beijou ardentemente, e então se ajoelhou na minha frente.
Depois de retirar minhas calças e cueca, Aki começou lambendo lentamente a espessura de meu membro e depois fazendo movimentos circulares com a língua na glande. Quando ele abocanhou tudo, me estremeci totalmente, assim como tinha acontecido da primeira vez que ele fez isso em mim.
Eu sentia a cabeça do meu pênis bem fundo em sua garganta, enquanto ele pressionava seus lábios com força, me provocando uma sensação maravilhosa. A língua dele continuava se mexendo, mesmo quando ele estava com tudo na boca. Ele massageava meus testículos com uma mão enquanto com a outra, masturbava a parte do meu membro que não conseguia abocanhar.
– Aahh... — Não consegui controlar meus gemidos — Aki... Você... É tão bom nisso...
Ele me olhou maliciosamente, tirando meu pênis de sua boca para me beijar calorosamente. Ele montou no meu colo de novo, ainda me beijando, e começou a dar leves reboladas, fazendo meu membro roçar em sua entrada.
Aquilo estava me deixando louco e muito excitado. Aki esfregava seu membro em meu abdômen, enquanto ainda rebolava em cima de mim. Eu apertava e dava tapas em suas coxas e nádegas, fazendo-o gemer mais alto.
Depois de um tempo me provocando desse jeito, Aki levantou seu co rpo, colocando a cabeça de meu membro na sua entrada, e depois se abaixou, fazendo com que eu o penetrasse.
– Aaahhh... — ele gemeu alto quando eu o adentrei completamente.
– A-aki... — gemi também. Dentro dele era tão bom...
Aki começou a movimentar seu corpo para baixo e para cima, fazendo com que eu entrasse e saísse dele. Eu segurava em sua cintura para ajudá-lo com os movimentos, mas às vezes aproveitava para apertar suas nádegas grandes e durinhas.
– Ah... Ah... Tsuki... — ele gemia bem ao meu ouvido, me deixando louco — É tão bom te sentir dentro de mim...
Não consegui resistir. Fiz com que ele saísse de cima de mim e o joguei de quatro no sofá. Ele me olhava com uma cara surpresa, e ao mesmo tempo safada, enquanto eu o penetrava novamente. Não sei se ele não esperava que eu o colocaria naquela posição, mas pareceu que ele gostou.
Acelerei o ritmo das estocadas, fazendo-o gemer ainda mais alto. O barulho dos nossos corpos se chocando me davam ainda mais prazer. De repente, Aki deu um gemido muito alto, e deitou sua cabeça no sofá, ficando ainda mais empinado para mim.
– Aaahh... Isso! — gritou ele — Enfia mais forte aí!
Deduzi que havia encontrado sua próstata, então continuei mirando no mesmo ponto, e aumentei a intensidade. Consequentemente Aki começou a gemer ainda mais alto e mais rápido. Percebi que com uma mão ele se masturbava, e com a outra ele se apoiava no sofá
– Ah... Ah.. Ah... — gemia ele — Tsuki... Isso... É tão bom! Ah... Ah... M-mais forte! Hm...
Segurei sua perna e o virei de frente para mim, mas sem sair de dentro dele. Eu queria ver o rosto dele enquanto ele gozava. Continuei mirando naquele ponto e percebi que ele estava prestes a chegar no ápice. Eu também já estava no meu limite.
Sem demorar muito, ele se desfez, sujando o próprio abdômen e um pouco do meu também. Ele ficava extremamente sexy tendo um orgasmo. O jeito que ele se contorce, a cara que ele faz, e o gemido que ele dá, é o suficiente para me deixar louco.
Além disso, ele contraiu sua entrada, fazendo pressão sobre meu membro. Sem conseguir resistir, logo em seguida ejaculei dentro dele, também dando um longo gemido. Caí em cima dele, e ficamos lá, deitados no sofá, aproveitando a tranquilidade pós-orgasmo.
– Tsuki... — sussurrou ele.
– Sim? — devolvi no mesmo tom
– Eu te amo, tá?
Saí do abraço para olhá-lo. Ele sorriu amorosamente para mim e então eu o beijei. Dessa vez não foi um beijo eufórico como os de alguns minutos atrás, mas sim um beijo doce, apaixonado.
– Eu também te amo... Muito! — respondi.
Voltei a abraçá-lo e novamente ficamos um tempo calados, apenas acariciando os cabelos um do outro.
– Tsuki? — ele me chamou de novo.
– O quê?
– Eu to todo melado...
Não pude deixar de rir. Aki sempre falava alguma coisa boba para descontrair. Eu adorava isso nele. Mesmo eu estando triste, ele conseguia me fazer rir.
– Quer tomar um banho comigo então? — sugeri, com um pouco de malícia no olhar
Ele me devolveu o olhar malicioso e disse:
– Eu adoraria...
E então, nós fomos para o chuveiro continuar nossas brincadeirinhas...
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