Dentro De Mim
24 Capítulo 24
Notas iniciais
/História 1/Aki’s POV/
E aqui estou eu, almoçando na casa de Tsuki. Se estamos passando muito tempo juntos? Acho que sim... Mas eu tenho vontade de estar sempre com ele e nunca mais desgrudar dele. Talvez isso seja meio meloso, mas ele me deixa assim.
– Pode deixar que eu lavo – disse Tsuki recolhendo meu prato e o dele.
Havíamos terminado de comer uma comida que ele mesmo fez, e como sempre, estava deliciosa. Era horário de almoço e logo nós teríamos que voltar para o trabalho.
Tsuki então começou a lavar a louça. Ele ficava lindo até mesmo fazendo tarefas domésticas. Eu não pude resistir, tive que ir até ele e abraçá-lo por trás.
– Aki... – ele riu, sem poder retribuir por estar com as mãos cheias de espuma.
– Pode continuar, me ignore aqui – disse eu, num tom até meio malicioso, começando a dar leves beijinhos em seu pescoço.
Ele mordeu os lábios, parecendo que estava tentando se controlar, mas continuou apenas lavando os pratos. E eu ainda provocando-o, mordiscando sua orelha.
Assim que ele terminou, secou suas mãos com um pano que ficava do lado da pia. De uma maneira até meio brusca, ele se virou de frente para mim e me jogou na bancada. Apoiei meus braços na bancada para não desequilibrar, e então, Tsuki veio para perto de mim, me beijando com vontade.
“Ah... Eu adoro quando ele me ataca assim...” Tsuki me fez sentar em cima da bancada, então envolvi seu corpo com minhas pernas. Enquanto nos beijávamos intensamente, eu fui tentando tirar a camisa dele, mas logo ele segurou minhas mãos.
– Chega... Não podemos, temos que ir para o trabalho.
– Mas... – sussurrei ao seu ouvido – Você já está muito excitado – toquei seu membro por cima da calça.
Ele riu e tirou minha mão de lá. Realmente, não sei como ele aguenta minha safadeza sem reclamar...
– Temos que ir... – disse ele, se afastando um pouco.
– Não posso te deixar ir para o trabalho assim. Deixa eu te aliviar? – disse num tom malicioso, lambendo os lábios de uma forma muito insinuativa.
Tsuki arregalou os olhos, mas ele parecia ter gostado da ideia. Logo ele recuperou a pose de trabalhador responsável exemplar e disse:
– Vamos nos atrasar...
– Ah, me deixa fazer vai? – fiz biquinho, mas sem desfazer o olhar de safado. – Eu sou muito bom nisso – sussurrei ao ouvido dele. – Te faço gozar em menos de cinco minutos...
Ele mordeu os lábios, e claro, acabou se rendendo à minha sedução. Levei-o até o sofá, fazendo se sentar e me ajoelhei na frente dele.
Ele me olhava meio curioso enquanto eu abria seu zíper e retirava seu membro da cueca. Como imaginei, já estava completamente ereto.
Comecei até a salivar só de imaginar colocar aquela maravilha na boca. Era tão grande e intenso... Me deixava excitado só de olhar. Sem resistir, comecei a esfregar o membro dele em meu rosto, e a dar leves beijos na extensão dele.
– Hm... Tsuki... É tão delicioso... – gemi, apenas para deixá-lo ainda mais excitado.
E pelo visto funcionou. Tsuki mordeu o lábio inferior, sinal de quando fica totalmente seduzido. É... Isso eu já aprendi sobre ele!
Lambi meus lábios como sempre faço antes de começar. Comecei lambendo toda a extensão do membro, logo subindo para a cabeça. É, realmente sou bem habilidoso com a língua. Enquanto isso, eu acariciava seus testículos.
Tsuki ofegava, com a cabeça tombada para trás, aproveitando o prazer. Bem, agora vinha a melhor parte, eu iria surpreendê-lo!
Abocanhei o máximo que consegui de seu membro e comecei a chupá-lo intensamente. Eu tenho uma garganta profunda e muita força na boca. A pressão que eu faço com os lábios provoca uma sensação maravilhosa. A mudança de intensidade foi tão repentina que Tsuki se estremeceu.
– Aahh... – ele deixou escapar um gemido, enquanto se contorcia e puxava meus cabelos com força.
Continuei com os movimentos de sucção intensos, enquanto usava uma mão para masturbar a parte que não conseguir abocanhar e a outra para continuar massageando seus testículos.
Os altos gemidos de Tsuki me estimulavam, e eu estava adorando a reação dele. Realmente não achei que provocaria tudo aquilo nele. Não que eu esperasse por menos, também, não é a toa que algumas pessoas consideram o meu boquete o melhor de todos.
Em pouco tempo Tsuki chegou ao seu ápice, sem nem ter tempo de me avisar e se desfazendo na minha boca. Engoli tudo, e ainda lambi sua glande para não deixar escapar nada.
Tsuki ainda estava sem reação e ofegante enquanto eu fechava seu zíper. Sentei-me ao lado dele e disse, sorrindo maliciosamente:
– Gostou?
Ele demorou um tempo pra me responder, e depois disse, ainda sem ter recuperado totalmente a respiração:
– Caramba... Você... É muito bom...
– Eu disse! – sorri – E aí, vamos para o trabalho agora? – Disse de uma forma meio irônica, me levantando do sofá.
E então fomos trabalhar. Tsuki me deixou no trabalho e então foi para o dele. Combinamos de jantar juntos também depois do expediente, e eu estava feliz de poder passar esse tempo com ele.
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/Tsuki’s POV/
Ainda estava incrédulo com o que havia acabado de acontecer alguns minutos antes. Já tinha chegado ao trabalho e estava me dirigindo à sala dos rascunhos, onde teria que arrumar uma papelada. E definitivamente, não conseguia tirar Aki da minha cabeça.
– E aí, Tsuki! – disse Hiro alegremente vindo em minha direção.
– Olá! – respondi, mais animado do que o normal. Acho que ainda estava sobre o efeito do Aki...
– Hm... Ta animadinho é? – zombou Hiro – De manhã você não estava assim, o que aconteceu? – ele me olhava maliciosamente.
Eu ri e continuei me dirigindo para a sala, onde Hiro também deveria estar. Enquanto ele me acompanhava, ficava fazendo perguntas indiscretas, como sempre faz.
– Chega Hiro! – disse, já cansado da sua zombaria enquanto abria a porta da sala de rascunhos – Eu estava com o Aki... Só isso.
Por um minuto achei que ele fecharia a cara e novamente diria para eu me afastar dele, mas eu me enganei. Ele simplesmente começou a arrumar a papelada que estava espalhada e disse, ainda com um olhar malicioso:
– E vocês estavam fazendo coisinhas inapropriadas para te deixar assim é? – ele riu
– Tipo isso... – ri também, arrumando minha parte dos papeis.
– Eu sabia! – gritou ele
– Fala baixo! – ri de novo – Não foi exatamente isso... Ele só... Enfim... Me fez um... – deixei a frase no ar, mas Hiro pareceu entender.
– Ele te pagou um boquete??? – ele arregalou os olhos, gritando novamente – E aí, como foi?
– Para de gritar Hiro! – repreendi, aliás, ali era local de trabalho, qualquer pessoas que passasse por lá poderia ouvir nossa conversa – Eu sei lá... Nunca vi algo igual ao dele... Ele é realmente muito bom...
– Eu sei... – disse Hiro, bem mais baixo dessa vez, olhando para baixo.
De repente, o clima ficou muito pesado. Hiro não falou mais nada. Meu sorriso se desfez do meu rosto e comecei a me sentir meio mal. Voltei a arrumar os rascunhos, e sem conseguir controlar, revirei os olhos e disse sarcasticamente:
– Claro que sabe...
– O quê? – Hiro pareceu se revoltar – Vai ficar com raiva de mim agora? Eu já te contei sobre a gente... Queria que eu mentisse?
– Não – ainda não conseguia olhar para ele – Eu só fico mal em me lembrar disso. Você não precisa ficar me lembrando o tempo todo.
– Não reclama comigo, tem a cidade inteira pra te lembrar.
Sério, agora ele apelou. Eu nunca fui uma pessoa que explode em situações de raiva, mas dessa vez não consegui me controlar. Praticamente soquei uma pilha de papel e gritei:
– DA PRA PARAR???
Hiro arregalou os olhos e parecia petrificado. Ele nunca tinha me visto daquela forma, não é a toa que ficou assustado. Respirei fundo e tentei me recuperar, voltando a ajeitar os rascunhos.
– Desculpe... – sussurrou Hiro sem levantar os olhos.
Ele voltou ao seu trabalho também. O clima ficou pesado novamente e nenhum de nós falava nada. Depois de um tempo, Hiro quebrou o silêncio:
– Tsuki... Eu não quero que tenha raiva de mim por causa do Aki – olhei para ele, mas não disse nada – Isso é ciúmes? Saiba que eu não vou tentar separar vocês. Se você diz que está feliz com ele... Eu estou também...
Fiquei um tempo pensativo, sem dizer nada, mas logo depois decidi perguntar:
– Hiro... Você se arrepende do que fez? Se arrepende de ter ficado com o Aki?
Não sabia ao certo por que perguntei aquilo, mas eu precisava saber. Eu tinha que ter certeza que aquilo não ia se repetir, e que não precisava ter ciúme dos dois.
– A verdade? – respondeu ele, depois de um tempo.
– Seja sincero comigo.
– Ta bom... – ele respirou fundo – Eu não me arrependo.
Arregalei os olhos, sentindo meu corpo se petrificar. Minha expressão estava completamente incrédula. E como se não bastasse, ele continuou:
– Apesar de ele ser homem, eu sou obrigado a admitir que ele é muito bom... Não posso negar que faria novamente.
Nem eu sabia explicar o que estava sentindo naquele momento, mas era uma sensação muito ruim, que me fazia ter vontade de destruir o mundo todo.
Hiro, percebendo que eu estava congelado e parecia prestes a explodir, tentou concertar:
– Ah... Hehe – ele coçou a cabeça – Mas é claro que eu não vou fazer de novo, hehehe... Ele está com você agora. Ele é todo seu, relaxa...
– Bom saber – falei, em um tom amargo e cuspido que eu nunca tinha usado com ele.
Depois disso, terminei o que estava fazendo e saí daquela sala o mais rápido possível. Precisava jogar uma água na cara para esfriar a cabeça.
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/Aki’s POV/
Já era o final do expediente. Depois de um dia cansativo de trabalho, estava feliz porque ia encontrar Tsuki logo. Porém, assim que eu saí do local onde trabalhava, encontrei Michi, minha melhor amiga que não via há um bom tempo.
– Akiiiii! – ela gritou, se pendurando em mim – Não acredito que te encontrei! Você não responde minhas mensagens! Passiva! Onde você estava? Eu tive que vir até aqui pra te achar!
Abracei-a de volta, rindo do escândalo que ela fazia. Eu realmente estava a evitando pra não ter que contar sobre Tsuki, mas tenho que admitir que ela fez muita falta.
– Calma amore! Estamos juntos novamente – eu ri – Mas o que é tão importante pra você ter que vir até aqui?
– Isso! – ela gritou me mostrando um ingresso – Vai ter uma super balada inaugurando amanhã e nós temos que ir! Vai estar cheio de boy magia e temos que pegar todos! Ai meu deus! Você tem que comprar seu ingresso logo! Vai esgotar!
Ela continuou falando o quão maravilhosa seria essa festa e a cada palavra eu ficava mais constrangido. Como ia dizer para ela que não queria ir? Já usei todas as desculpas possíveis para não sair com ela. Não sabia mais o que inventar.
– Michi... – cortei ela, num tom sério – Eu não posso ir...
– O quê? Como assim? – ela parecia chocada.
– Eu... Não quero ir – falei sem olhar para ela.
Ela ficou um tempo em silêncio, parecendo magoada, e depois disse:
– O que está acontecendo Aki? Você está estranho comigo faz tempo! Toda vez que eu te chamo pra sair você me vem com uma desculpa diferente. Está com raiva de mim? Por que não quer mais sair comigo?
– Não! – levantei os olhos – Não é nada disso! Eu não estou com raiva de você. É só que... Aconteceram umas coisas. Eu não quero mais ir a baladas ou bares. Mas... Podemos ir ao cinema, que tal? – dei um sorriso amarelo.
– Cinema??? – ela pareceu não gostar muito – Não da pra pegar muita gente no cinema. E que coisas aconteceram Aki? Eu sou sua melhor amiga, por que você não me conta?
Respirei fundo. É, estava na hora de conta a verdade para ela. Então falei, já me preparando para o pior:
– Eu estou namorando...
– Namorando??? – gritou ela, incrédula.
– Sim... – novamente, desviei o olhar – Não tem muito tempo, mas... Eu o amo... Quero ficar só com ele, por isso não quero mais ser essa vadia que sempre fui. Não quero mais ir a baladas, lá todos me conhecem, e quero me livrar dessa reputação que eu tinha.
– O que aconteceu com o nosso trato de jamais namorar ninguém e sempre nos divertirmos juntos? – ela parecia prestes a chorar
– Eu sei... Mas é que eu cansei de viver daquele jeito.
– Ah, ta bom, Ok! – ela engoliu o choro – Você quer ficar aí com seu namoradinho. Quem sou eu pra impedir?
Ela virou as costas e foi indo embora.
– Michi! Espera! – gritei
– Esperar o quê? – ela gritou, realmente irritada – Você trocou nossos anos de amizade pra ficar com um cara que você acabou de conhecer??? E ainda por cima mentiu pra mim? Eu achei que você fosse um amigo de verdade.
– Michi! Para! – agora eu que comecei a sentir vontade de chorar – Eu não te contei porque sabia que ia ficar com raiva, mas eu não estou te trocando...
– É claro que eu estou com raiva! Você quebrou nossa promessa! – lágrimas começaram a escorrer nos olhos dela – Idiota! Vai lá ficar com ele e me esquece!
Depois disso ela saiu correndo. Tentei ir atrás, mas a perdi de vista antes que a alcançasse. “Droga, droga, droga! Eu não queria que isso acontecesse!”.
Antes que começasse a chorar, peguei meu celular e liguei para Tsuki. Ele era o único que podia me acalmar naquele momento. Ele não parecia muito feliz, provavelmente tinha acontecido algo no trabalho, mas só de ouvir a voz dele já me senti um pouco melhor.
Marcamos então de nos encontrar em uma lanchonete em 20 minutos. Como ele estava de carro e eu não, escolhemos uma lanchonete perto do meu trabalho, e ele logo estaria chegando.
Entrei na lanchonete para esperar Tsuki chegar. Seria ótimo desabafar com ele um pouco. Bem, como o local estava cheio, decidi ir entrando logo na fila e comprar a comida. Até lá Tsuki já teria chegado.
Estava tudo bem até eu ouvir um homem que tinha entrado na fila atrás de mim dizer:
– Aki? É você mesmo? Não acredito!
Olhei para trás para ver quem era. Não reconheci a pessoa, mas isso não é novidade. Provavelmente é um dos caras para quem eu dei um dia. Ele, percebendo minha cara confusa, disse:
– Não se lembra de mim? Sou o Ikki. Nos conhecemos naquele campeonato de Strip Tease, lembra? Dormimos juntos várias vezes... – ele terminou a última frase mais baixo.
– Ah, sim... Lembrei de você... – me virei para ele, mas não estava muito animado, então nem me dei ao trabalho de ser simpático.
– Cortou o cabelo? – perguntou ele.
– Não, por quê? – passei a mão pelos cabelos.
– Você ta diferente...
– Ah... Deve ser porque você não é acostumado a me ver com roupas... – falei sério e me virei de costas para ele, observando a fila.
Ele riu, bem alto por sinal e depois disse:
– Pelo visto continua engraçado! Nunca mais te vi nos bares, por onde anda?
“Não era pra ser engraçado, mas enfim...”, ainda sério, respondi:
– Não vou mais lá, parei com essa vida.
– Como assim? – ele me olhou confuso
– Ah... – suspirei – Eu não vou mais sair ficando com todo mundo, eu estou namorando agora.
Dessa vez, ele riu tão alto que fez todas as pessoas da lanchonete olharem para ele. Fiquei incomodado com aquilo, mas nem me dei ao trabalho de mandá-lo calar a boca, estava chateado de mais por causa da Michi.
– Ta bom, eu me enganei. Você está mais engraçado que o normal! Hahaha!
– Não estou brincando! – virei de frente para ele, aumentando um pouco o tom da voz – Eu realmente estou namorando! Eu mudei, ta bom?
Ele parou de rir e fechou a cara, de uma forma até meio assustadora. Ele ficou me olhando um tempo, e depois disse seriamente:
– Mudou é? Não... Você não mudaria. Vadia que é vadia, nunca deixa de ser vadia.
Confesso que aquela frase me ofendeu um pouco, mas não era hora para brigar por causa daquilo, então apenas disse, voltando a me virar para a fila:
– Então eu nunca fui uma vadia de verdade.
De repente, ele me puxou pelo braço e foi me arrastando para fora da fila. Antes que eu percebesse, ele já havia me jogado dentro do banheiro.
– O que está fazendo??? Me solta!!!
Ikki me pressionou contra a parede, me prendendo com os braços, e disse, olhando ameaçadoramente nos meus olhos:
– Eu vou te provar que você ainda é a putinha que sempre foi...
E com isso, ele me atacou, começou a beijar meu pescoço com vontade e a tentar tirar minha camisa, enquanto com umas das mãos segurava meus pulsos à cima da cabeça.
– Para com isso! Me solta! – gritei, tentando me livrar, mas ele era mais forte.
De repente ele me soltou e se afastou de mim. Por um momento pensei que ele tinha me escutado, mas depois reparei que alguém tinha entrado no banheiro.
“Ah não... Por quê? Por que justo ele? Justo agora?”
Congelei ao ver Tsuki parado na minha frente, com uma cara incrédula, triste e com raiva ao mesmo tempo. Eu não sabia como ia explicar aquilo.
– Tsuki... – foi tudo que consegui dizer antes dele virar as costas e ir embora.
Não sei nem descrever o que senti. A cara que ele fez... Me destruiu. Sem conseguir aguentar, deixei escapar algumas lágrimas dos meus olhos.
– Quem era? Era aquele seu namoradinho é? – disse Ikki, ironicamente.
A raiva dominou meu corpo naquele momento. Era tudo culpa daquele desgraçado! Não me controlei e dei um tapa bem forte na cara dele.
– Arg! – gritou ele, virando a cabeça e colocando a mão no rosto, onde havia deixado uma marca de mão.
Antes que ele revidasse, saí correndo de lá a procura de Tsuki. Ele não estava mais na lanchonete. Saí de lá e olhei na rua, também não o vi e nem o carro dele. E aí então, realmente comecei a chorar com vontade.
“Merda! Mas que cu! Eu perdi a Michi, perdi Tsuki, perdi tudo que eu tinha! Por quê? Por que tudo tem que dar errado justo agora?”
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