Notas iniciais
Oie geente *u* Eu sei que eu demorei pra caramba pra postar o próximo capítulo ;-; Sei lá... eu disse que postaria mais cedo, mas não rola. A preguiça me domina, e to tento outras ocupações tbm = Mas eu fiz um cap bem grandinho e tal... Enfim... Espero que não me odeiem e gostem do cap *u* Nos capítulos anteriores da história 2: Kame invadiu o banheiro enquanto Natsu tomava seu banho, e acabou por fazer coisas pervertidas com ele...

/História 2/Kame’s POV/

Era hora do almoço. Eu havia acabado de chegar da faculdade e o cheiro da comida da minha mãe estava ótimo.

É... Nada mudou nesses últimos dias. Natsu continua me evitando, fala comigo só o que é necessário. E parece que ele aprendeu a trancar a porta do banheiro.

Olhei para Natsu que acabara de se sentar à mesa. Ele estava lindo, como sempre. Minha mãe e o pai do Natsu também estavam na mesa. Olhando do ponto de vista de uma terceira pessoa, até parecíamos aquelas típicas “famílias felizes”.

– Isso está ótimo, Kaori! – disse Natsu após provar a comida.

– Obrigada! – respondeu minha mãe sorrindo.

Às vezes penso que minha mãe gosta mais do Natsu do que de mim...

– Fala para eles, Kaori – disse Soiichiro.

– Ah, meninos! – minha mãe começou a falar – Então... Um amigo meu é sócio de um clube, e ele nos ofereceu 5 convites para passarmos uma tarde lá. Achei que seria legal se nós fôssemos nesse fim de semana, o que acham?

– Parece divertido! – respondeu Natsu sorrindo. Ah, aquele sorrido lindo...

– Pode ser... – respondi, não muito animado.

– Ah, Natsu – disse Soiichiro – Nós temos um convite sobrando. Por que não convida sua namorada, a Ayumi? Seria uma boa oportunidade para a conhecermos melhor.

Ah não! Isso não! Pelo amor de Deus! Eu não quero ter que ficar vendo aquela vadia se esfregando no Natsu de biquíni!

Engasguei-me com a comida quando ele disse isso. Soiichiro e minha mãe nem se importaram, mas Natsu percebeu que eu não gostei muito da ideia. E parece que só para me provocar, ele respondeu com um sorriso sarcástico no rosto:

– Claro! Ela vai adorar vir com a gente!

Tomei um gole de água antes que eu acabasse gritando ali. É... Esse fim de semana vai ser o inferno.

***

Enfim chegamos ao tal clube. Era uma área bem grande e arborizada. Tinham várias piscinas, restaurantes e algumas quadras. Até que seria um lugar legal de se passar o tempo se não tivesse que ficar vendo a cara da Ayumi. Tínhamos combinado de encontrá-la lá, e até agora nada dela aparecer, ainda bem.

Eu estava tirando meu violão e meu caderno do porta-malas. Eu não pretendia ficar na piscina enquanto Ayumi estivesse lá. Não gosto de dividir água com piranhas, elas mordem! Então trouxe algumas coisas para me distrair enquanto o tempo passava.

Estava tudo ótimo até eu ouvir o som de satanás, ou melhor dizendo, a Ayumi gritando:

– Natsuuuuuuuuuuuu! – ela se pendurou no pescoço dele como costuma fazer. – Que saudade de você!

– Hehe – Natsu parecia constrangido – Também... É... Já pode me soltar.

Eu estava por perto para ficar de olho naquela palhaçada, e Natsu percebeu o meu olhar de desagrado. Ayumi quando percebeu que eu estava olhando, veio até mim e me abraçou, dizendo:

– Oiii Kame!

“Socorro! Alguém tira essa vaca de mim antes que eu cometa um assassinato?” Eu retribuí ao abraço com um pouco de nojo, pois não queria que ela percebesse que eu queria matá-la.

Natsu, percebendo a minha cara de desconforto, puxou Ayumi pelo braço dizendo:

– Ah, Ayumi, vamos falar com meu pai!

E então, ele a puxou para longe de mim, indo em direção aos nossos pais para apresentar Ayumi a eles. Sacudi minhas roupas na intenção de me limpar, me sentia sujo depois de ter tocado nela.

Enfim... Chegamos ao local onde passaríamos a tarde. Era uma piscina não tão grande, nem tão pequena, que ficava perto de um bar-restaurante. O melhor de tudo é que ela estava completamente vazia, todos estavam perto da piscina olímpica.

Soiichiro foi o primeiro a se deitar em uma cadeira de sol. Já minha mãe, Natsu e Ayumi logo tiraram a roupa e pularam na piscina. Decidi me sentar numa cadeira e pegar o meu caderno.

Fiquei observando Natsu na piscina. Ele estava sorrindo, radiante como sempre. O que estragava aquela linda visão, era Ayumi jogando água para cima.

“Droga! Por que essa vadia tinha que ser tão peituda?” Minha vontade de matá-la só aumentou ao vê-la de biquíni.

Natsu fez uma cara constrangida ao me ver escrevendo no meu caderno. Desde que ele soube o que tem nele, começou a ficar com vergonha quando me vê escrevendo ou desenhando.

Passou-se um tempo assim, até que Ayumi sugeriu:

– Vamos brincar de briga de galo?

– Como é isso? – perguntou minha mãe, passando a mão pelos cabelos molhados.

– É assim: – Ayumi começou a explicar com sua voz irritante – São duas duplas. Uma pessoa sobe nos ombros da outra, aí quem ta em cima tenta derrubar o oponente. Quem cair na água primeiro perde!

– Parece divertido! Vamos brincar Natsu? – minha mãe perguntou.

– Mas precisamos de outra pessoa. – disse ele.

– Amor! – minha mãe gritou para Soiichiro – Entra na água! Vem brincar com a gente!

– Não tenho coluna para brincar dessas coisas – respondeu ele tomando mais um gole da cerveja que tinha pedido no bar – Estou bem aqui...

– Então Kame! — minha mãe nadou para perto de mim – Quer brincar com a gente?

– Eu... Não estou a fim de entrar na água – respondi.

– Vamos lá Kame! – Ayumi gritou – Precisamos de outra pessoa para brincar...

Tive vontade de responder: “E você acha que eu vou fazer alguma coisa por você?”, mas não falei nada.

– Kame... – Natsu nadou para perto de mim e me olhou com cara de pidão – Por favor...

Droga! Ele fez de propósito! Ele sabe que eu faria qualquer coisa por ele. Então, respirei fundo e me levantei da cadeira.

Eles três comemoraram por terem me convencido. Revirei os olhos e me sentei na beira da piscina, colocando só os pés da água.

– Meninos, – minha mãe saiu da piscina – esperem um pouco, preciso ir ao banheiro, hihi...

Assim que minha mãe saiu, eu tirei minha camisa para entrar na água. Ainda estava tentando criar força de vontade para entrar na água com uma piranha.
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/Natsu’s POV/

Assim que Kaori saiu, Kame jogou sua camisa na cadeira onde estava sentado, ainda sem tirar os pés da água. Percebi que Ayumi o olhou de cima a baixo e depois disse:

– Uau Kame! Você tem músculos bem definidos, hein? O que fez pra ficar assim?

Lancei um olhar estranho para ela, mas ela não percebeu. O que diabos ela está dizendo? Para que ficar reparando nele?

Kame pareceu gostar da minha cara, e então respondeu:

– Atividades físicas... Fazia várias artes marciais quando estava no colégio.

– Sério mesmo? – Ayumi sorriu

Por um minuto achei que Kame ia responder: “Sério sim, quer que eu faça uma demonstração em você?”, mas ele apenas concordou e entrou na água.

– O Kame é gostoso, não é, Natsu? – Ayumi riu.

Arregalei meus olhos. Eu não ia responder aquela pergunta na frente dele.

Vi que Kame me olhava atentamente, esperando a minha resposta. Eu apenas ri e disse:

– Ayumi, para de falar essas coisas.

– Por quê? Está com ciúmes? – ela riu, dando uma piscadinha para mim.

“Estou, mas não de você” respondi mentalmente. Depois de um tempo, comecei a me condenar por ter pensando isso. “Eu? Com ciúmes do Kame? Pff... Claro que não!”

Por sorte Kaori voltou dizendo para começarmos logo a brincar. E então começamos. Ayumi subiu nos meus ombros e Kaori nos ombros de Kame.

Eu senti o peso me machucando um pouco, mas Kame parecia nem estar fazendo esforço. Além de Kaori ser magra, ele era bem forte. Aquela brincadeira estava meio injusta!

Enfim o jogo começou. Ayumi e Kaori começaram a tentar se derrubar. Não aguentei nem 5 segundos, me desequilibrei e caí na água, derrubando Ayumi comigo.

Assim que tirei minha cabeça da água vi Kaori e Kame comemorando:

– Rá! Ganhamos! – disse ela batendo na mão do filho.

– Revanche! Dessa vez vamos ganhar! – disse Ayumi quando se levantou da água.

E tentamos de novo. Dessa vez eu arranjei um jeito de me equilibrar melhor. O problema foi que assim que começamos o jogo, Kame não parava de me olhar com aquela cara de pervertido.

Acho que ele fez de propósito! Eu me desconcentrei e acabei perdendo de novo. Depois de ouvir os deboches deles, eu protestei:

– Mas assim ta injusto! É muito mais fácil pro Kame carregar alguém do que eu!

– É verdade... – Kaori ficou um pouco pensativa – Então que tal fazermos meninos contra meninas?

Kame me olhou com uma cara meio safada. “O quê??? Não! Eu não vou subir no Kame! Eu não quero ficar com a cabeça dele entre as minhas pernas... Se bem que eu já fiquei quando ele... Não! Ai que droga! Para de pensar nisso...”

– Cansei de brincar... – respondi.

Kaori e Ayumi reclamaram um pouco, mas Kame nem pareceu se importar. Achei que como a brincadeira acabou, ele iria voltar para a cadeira e rabiscar naquele caderno desgraçado, mas ele continuou nadando, aliás, já tinha entrado na piscina mesmo.

Decidi nadar um pouco também. Depois de dar umas voltar na piscina encostei-me à borda e fiquei pensando na vida. “Droga... O que eu sinto quando estou perto da Ayumi não chega aos pés do que eu sinto quando estou perto de Kame... É estranho... É como se eu gostasse dele... Mas isso não pode estar acontecendo! Eu não posso gostar dele!”

Decidi olhar para Kame para ver o que ele estava fazendo, e acabei levando um susto. Ele estava boiando, com a cabeça embaixo d’água. “Ai meu Deus! Será que ele se afogou?”

Nadei até ele rapidamente e toquei seu ombro, sacudindo um pouco para ver se ele se mexia. Ele colocou os pés no chão, levantou a cabeça e me olhou com uma cara confusa:

– O que foi?

– O que estava fazendo? – perguntei meio assustado.

– Relaxando... – disse ele como se fosse óbvio

– Embaixo d’água? Sem respirar?

– É... – respondeu.

– Ah... – suspirei aliviado – Pensei que tinha se afogado.

– Own! – ele abriu um sorriso debochador – Ficou preocupado comigo?

– Claro que não! – fiquei irritado

Saí de lá antes que ele me zoasse mais. Eu mergulhei e fiquei submerso por algum tempo. Agora entendi por que Kame relaxava assim, embaixo d’água é agradável. É silencioso, você só ouve o barulho de suas braçadas da água.

Subi para pegar um pouco de ar e mergulhei novamente. Fechei os olhos e comecei a ouvir o barulho de outra pessoa. Deveria ser alguém nadando perto de mim, mas nem me importei. Isso até que senti alguma coisa tocando meus lábios.

Abri os olhos imediatamente e constatei que Kame havia me dado um selinho embaixo d’água. Embaixo d’água! Meu coração acelerou. Socorro! Será que alguém viu?

Subi para a superfície urgentemente e olhei em volta. Por sorte todos estavam distraídos com suas coisas e não estavam prestando atenção em mim. Kame emergiu também, rindo da minha reação.

– Idiota! – sussurrei para que ninguém mais ouvisse – Não faça isso!

Saí de perto dele enquanto ele ria. Passei o resto da tarde petiscando algumas coisas e tendo que aturar Ayumi falando um monte de besteiras.

Já estava quase anoitecendo. Kame estava sentado na borda da piscina e a luz alaranjada do pôr do sol deixava sua pele ainda mais bonita. “Que merda! Por que eu fico achando ele bonito? Não deveria me sentir atraído por outro homem!”

Então tive a ideia de fazer uma ação até meio boba. “Eu sou hétero, vou provar pra mim mesmo!” E então, peguei Ayumi pela cintura e a beijei.

Ela pareceu surpresa, pois eu nunca tomo a iniciativa do beijo, mas retribuiu. E como retribuiu. Ela jogou os braços pra cima de mim e me apertou com força, aumentando a intensidade do beijo.

Era estranho... Ela beijava bem, mas eu não sentia “tudo aquilo”. Não era aquele tipo de beijo que nos faz ir até a lua.

Quando escutei o barulho de água se mexendo, decidi soltá-la. Vi que era Kame que estava saindo da piscina e se enrolando na toalha, provavelmente por causa daquela cena. Ele se sentou num canto afastado, pegando seu caderno e seu violão. Comecei a me sentir até um pouco mal, imaginei que tivesse o magoado.

Nesse momento meu pai e Kaori retornaram. Eles tinham ido ao restaurante pegar mais umas bebidas e uns petiscos. Ainda bem, pois não queria que meu pai visse aquela minha cena com Ayumi, ele ia ficar me fazendo perguntas.

– Ayumi... Vamos sair da piscina, ta ficando frio – saí da água e me enrolei na toalha.

Ela fez o mesmo e se sentou numa cadeira perto dos nossos pais, onde eu também havia sentado.

– Kame! – Kaori gritou – Vem pra cá sentar com a gente!

Ele ficou um tempo pensativo, mas logo saiu do canto e se juntou a nós. Bem, se juntou mais ou menos, pois não participava das conversas, ficava apenas lá, afinando seu violão.

– Kame, já que está aí com seu violão, por que não toca uma música pra gente? – meu pai sugeriu

– É verdade, filho! – Kaori se pronunciou. – sempre te vejo compondo, mas nunca escutei uma música que você fez.

– Uau! – Ayumi disse – Você compõe? Não sabia disso, mostra uma vai!

Meu coração disparou novamente. Ele ia tocar aquelas músicas constrangedoras sobre mim na frente do meu pai e da minha namorada? Comecei a procurar um lugar pra enfiar a cabeça.

– Eu... Tenho vergonha de mostrar – respondeu Kame, me aliviando um pouco.

– Nem venha com essa! – Kaori disse – Tenho certeza que é talentoso, mostra só uma vai?

Kame suspirou, mexeu nos cabelos e respondeu:

– Ta... Mas só uma...

Fiquei muito nervoso, mas tentei não transparecer isso. Eu rezava para ele ter escolhido uma música não tão constrangedora e não tão sugestiva. Se meu pai descobrisse aquilo eu estava ferrado.

A noite já tinha caído e algumas estrelas já começavam a aparecer. Kame começou a tocar uma melodia suave e bonita. E então ele disse:

– O nome dessa música é “Não sou capaz”.

Quando ele começou a cantar, fiquei admirado. A voz dele era linda e doce. Dava vontade de ficar ouvindo a noite toda... A letra dizia:

Não sou capaz de fazer seu coração bater

Mais forte, como o meu ao te ver

Não sou capaz de te ter só para mim

E de te fazer me desejar assim

.

Não sou capaz de fazer teu olhar brilhar

Como o meu ao te ver sorrir

Não sou capaz de fazer você pensar em mim

Toda noite antes de dormir

.

Não sou capaz de fazer você precisar de mim

Como eu, necessitando do teu abraço

Não sou capaz de te manter comigo até o fim

Me acompanhando nos caminhos que traço

.

Não sou capaz de te falar palavras bonitas

Que façam você se emocionar

Eu simplesmente não sou capaz

De fazer você me amar

Quando ele terminou, meu pai, Kaori e Ayumi aplaudiram, dizendo mil elogios. Eu aplaudi também, mas minha vontade era de chorar.

– Nossa, você estava inspirado hein! – brincou Ayumi – Pra quem é essa letra?

– Não posso falar, – ele respondeu – mas se a pessoa ouvisse, com certeza saberia que é pra ela...

Aquela letra não podia ser para mim. Se fosse, estava toda errada! “Idiota! Você é capaz sim... de tudo isso... você... já fez isso comigo. Eu te odeio por ter feito isso comigo! Eu penso em você antes de dormir e meu coração dispara quando te vejo! Você é capaz de me emocionar e de me fazer te... Te... Você sabe disso! Não me venha com essa droga de letra!”

Como estava ficando tarde, decidimos que logo seria a hora que irmos embora, então fui ao vestiário para tomar um banho. Meu pai já havia tomado e sei lá para onde Kame foi. As mulheres estavam no vestiário então eu fiquei sozinho, refletindo sobre toda aquela situação.

Estava separando minha roupa e me preparando para entrar no chuveiro, quando Kame entrou no vestiário.

– Por que ficou agarrando a Ayumi? – ele disse assim que se aproximou de mim – Estava tentando me deixar com ciúmes? Conseguiu...

– Claro que não! – fechei a cara – Agarrei ela porque ela é minha namorada! E que droga de ideia foi aquela de tocar aquela música na frente dos nossos pais?

– Ninguém sabia que era pra você, relaxa – disse ele tranquilamente.

Bufei e entrei no chuveiro, mas com as roupas de banho. Não me arriscaria ficar nu perto de Kame nunca mais. Sabe lá o que ele faria comigo...

Achei que ele entraria no outro chuveiro e me deixaria em paz, mas não. Ele entrou no Box em que eu estava e me jogou na parede, de uma forma até meio brusca. Ele segurou minhas mãos em cima da cabeça e me beijou ardentemente.

Não consegui resistir e acabei retribuindo. O beijo dele era tão bom... Era aquela sensação que eu nunca tinha sentido com Ayumi, e que vinha tentando sentir a muito tempo.

– Não faça isso... – arfei, quando consegui sair do beijo.

Mas ele não se importou, continuou me beijando daquele jeito quente, enquanto nossos dedos estavam entrelaçados. Depois de um tempo ele parou de me beijar e começou a dar chupões no meu pescoço.

– Ah... – não consegui segurar um gemido – Não! Kame... Vai deixar marcas...

Ele ouviu o meu pedido e parou com os chupões, mas continuou dando beijos no meu pescoço. Ele soltou minhas mãos e me agarrou pela cintura. Involuntariamente levei minhas mãos a sua cabeça, acariciando seus cabelos.

Aquilo não podia continuar! Eu ia acabar me entregando para ele e não ia me restar um pingo de orgulho. Por sorte, ou por azar, nós ouvimos meu pai dizendo do lado de fora do vestiário:

– Meninos! Já estamos indo embora.

Empurrei Kame com toda a força, pois estava com muito medo do meu pai entrar e ver aquela cena. Saí logo do Box, vestindo a minha roupa o mais rápido que podia e dizendo:

– Já estamos indo, pai!

Terminei de enxugar meu cabelo e me virei para Kame, falando baixo:

– Não faça isso de novo, idiota!

Saí do banheiro sentindo várias sensações. Medo, culpa, alegria, excitação, orgulho... Por que Kame tem que fazer isso comigo?

Queria que ele realmente não fosse capaz de tudo isso...

Notas finais
Então foi isso *u* O poema é de minha autoria u.u Espero que tenham gostado XD Comentem por favor ^^ Bem, aproveitando aqui pra fazer uma pequena propaganda de outra fic minha kkk O nome dela é Maid Café Yaoi *u* o nome já é bem sugestivo kk pra quem gosta de maid, da uma olhada lá: http://fanfiction.com.br/historia/441114/Maid_Cafe_Yaoi/ Enfim... até sei lá quando o/ Kissus *-* Ps: Próximo capítulo: História 2