Demon Hunters: Season II Interativa
3 Only Way to Unite
— Ônix, acorde! — Murmurou Jade, para a sua amiga que ainda dormia.
Ônix acordou, os seus olhos castanhos ainda estavam ofuscados, pelo sono. Ela sorriu e viu Melissa e Jade sentadas nos seus pés.
— Tudo bem? — Perguntou Ônix, ainda sorridente.
Elas acenaram com cabeça.
— Tem uma pessoa que quer ver você! — Falou Melissa, sorrindo.
Elas saíram da sala e entrou uma outra garota, com uma aparência meio doentia.
— Akemi! — Falou Ônix, horrorizada com a nova personalidade da amiga. Ela parecia muito doente, seus cabelos que antes eram brilhantes, agora estão escuros e sem vida. — O que houve?
Akemi começou a chorar, era um lamento fúnebre, como se estivessem em um velório.
— Lembra quando Thea caiu no inferno no ano passado? Eu voltei para casa e encontrei todos os que eu amava, mortos. Vi um pentagrama no chão e tive a ideia de que um deles havia matado a minha familia. E procurei Chex.
— O que? Como Assim? Procurou aquela vaca? — Falou ela, com fúria.
— Para salvar Anthea, eu tive que fazer um acordo com ela, de que daria uma alma em troca. Por isso forcei um dos nossos amigos a concordar a ceder sua alma para tirar a Thea de lá.
Ônix estava horrorizada.
— Você está sendo egoista, matar um para salvar outro.
— Eu não dei uma alma, dei duas.
— Meu deus, Akemi. Quem?
— O demônio pessoal da Chex, Alexus. Irá matar Roan e Alexy.
Ônix esbofeteou o rosto de Akemi.
— Você condenou os mais fortes por causa de seu egoismo, não tem noção do que fez?
— Por favor, Ônix. Se eles não morrerem, Chex irá me matar e Anthea não estará entre nós.
— Podemos reverter isso, Chex deve morrer.
Akemi abaixou a cabeça, em silêncio.
...
Las Vegas, Nevada, 22h
Era uma rua vazia, havia prostíbulos e pessoas fumando e usando drogas nos becos. Rubiel estava andando com uma sacola de jóias que adquirira em uma aposta no Cassino Long Game.
— Passa as joias, donzela! — Falou um ladrão, segurando na sacola de Rubiel.
Rubiel gargalhou.
— Tente pegar, jovem.
O ladrão puxava a bolsa e ela continuava na mão de Rubiel.
— Que ladrãozinho babaca, você é! Garanto que rouba ingressos de Baseball ou até mesmo celulares de uma geração tão antiga quanto Noé. — Falou Rubiel, gargalhando.
— Cala a boca e passa a porcaria da bolsa! — Vociferou o ladrão.
— Oh, a menina está brava? Que medo. Vai me balear? — Debochou Rubiel.
— Eu to mandando...
Rubiel enfiou a mão no peito do ladrão e apalpou o coração.
— Olha, que delicia! — Murmurou Rubiel. — Seu coração é como um rubi, um delicioso rubi.
E com uma fúria impressionante, arrancou o rubi do peito do ladrão, que caiu ao seu lado.
Rubiel começou a mastigar o rubi. No momento, em que engoliu o rubi, ficou um pouco mais forte e jovem.
Ele olhou e viu duas pessoas sentadas, com cigarros, olhando para ele.
— Mano, você viu ele comendo o coração do cara? Ai, maneiro, bicho.
Rubiel saiu, sorrindo.
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