Demon Hunters: Season II Interativa
4 Worst day to die
Roan estava deitado em seu quarto, lendo Hqs, enquanto Alexy preparava o almoço. Ele ainda estava deprimido, pois ainda sentia falta de Anthea.
Ele saiu do quarto e viu Alexy no fogão, abraçou-a carinhosamente.
— Sinto falta do papai, Roan! — Falou ela, com lágrimas nos olhos. — Queria que ele estivesse aqui para ver o que fizemos no ano passado.
Roan sorriu.
— Talvez ele iria nos matar pela destruição do ano passado. — Disse, em meio a risadas. — Ele ia resmungar e perguntar o motivo de tanto caos.
Alexy gargalhou.
— Mana, vou no mercado. Já volto.
Roan fechou a porta.
— Parece que o maninho deixou você sozinha! — Falou uma voz masculina.
Ela se virou rapidamente e viu um homem de terno parado.
— Quem é você? — Falou ela, apontando uma faca.
Ele sorriu.
— Eu sou Alexus, o demônio dos acordos. Vim aqui buscar uma encomenda.
Alexy sorriu.
— Só por cima do meu cadáver! — Gritou ela, avançando contra ele.
Alexus sorriu.
— Seria uma honra para mim.
Alexy golpeava ele, com a faca, mas percebeu que ele era muito resistente.
Alexus arrancou a faca dela e a empurrou para o chão.
— Meu irmão vai atrás de você!
Alexus ergueu o dedo e mandou-a silenciar.
— Quieta, agora você vai se juntar à sua amiga Anthea.
Alexus ergueu a mão e começou a sugar a energia vital dela. Uma aura azul saiu de seu corpo e ela não se mexeu mais.
— Meu trabalho está terminado por aqui. Akemi ficará feliz por isso.
...
— Ei gatinho, é trezentos dólares a hora! — Falou uma garota, enquanto Rubiel andava com a sua sacola.
— O que? — Murmurou ele, sem entender.
— Você deve pegar, abrir a sua carteira e pagar por uma hora de diversão comigo! — Falou ela, entediada.
Rubiel sorriu.
— Para que eu iria perder o meu tempo com você? — Retrucou ele.
Ela se aproximou, eles praticamente ficaram colados em um muro.
— Porque eu sei o que tem dentro da sacola! — Falou ela. — São jóias.
— Danadinha. — Falou ele, sem emoção — Você é boa no que faz?
— Sou a melhor.
Rubiel sorriu, mas era um sorriso maligno e não prazeroso.
— Deixa eu tocar no seu coração?
— Garanto que quer tocar um pouco mais baixo.
Rubiel gargalhou
— Não quero seu corpo estúpido. — Enfiou a mão no peito dela e tocou no coração, ele se transformou em uma pérola. — Não acredito, você é tão confusa quanto uma ilusão de ótica. — Ele retirou a mão e o buraco se fechou.
— Vou chamar a polícia! — Gritou ela.
— Chame e aproveita para falar o quão fundo eu te toquei. — Gargalhou Rubiel.
Ela pegou o telefone, mas percebeu que ele havia sumido.
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