Notas iniciais
Hey,aqui é a Tia Leah... Eu demorei séculos né?! Desculpem amores! Sorry! Quero agradecer a paciencia, aos comentarios e favoritos. Espero que vcs ainda estejam por aí e que gostem da One de hj :D Esse capítulo se refere ao 4x09 quando Damon tem que libertar Elena do sire bond. Fiz com carinho :D Boa Leitura!!

Isso parece errado?

A frase ecoava na minha cabeça e eu tentava ignorar aquela sensação.

O medo de perder aquilo de uma vez.

Eu não nunca faço o que é certo, lembra?

Sou o egoísta, mas tenho que fazer o que é certo por você...

Meu coração doía só em me lembrar de cada palavra que Damon havia falado em nossa discussão mais cedo.

Eu queria loucamente remover aquela ideia da mente dele, mas ao mesmo tempo algo me dizia que deixar tudo como estava e não remover o sire bond deixaria tudo ainda mais difícil.

Suspirei cansada.

Minha discussão com Car e Bonnie na noite passada não tinha aliviado meu estado de espírito e nem mesmo minha conversa com Tyler havia me feito relaxar.

Embora Tyler tivesse deixado claro que o sire bond não afetava o modo como eu me sentia e sim meu modo de agir, minhas ações somente. Aquilo tinha me feito ter certeza que do que eu queria.

Eu queria ele. Damon.

A parte difícil era o convencer disso.

Depois de discutirmos, ele havia, com muita relutância, me deixado dormir com ele, mas dormir.

Não é culpa sua Elena, ele se aproveitou de você...

A frase que Car havia dito na noite passada perturbou meus pensamentos quando eu cogitei que talvez o próprio Damon se sentisse assim. Nós nos deitamos lado a lado e eu soube que não havia lugar no mundo onde eu queria estar a não ser ali. Do lado dele.

Era tão bom.

Eu me sentia tão bem com Damon.

Tão viva.

Era tudo tão real.

Me custava acreditar que tudo o que eu estava sentindo era por causa daquele maldito sire bond.

Não, não era.

Eu sabia que não era.

Sabia que meus sentimentos por Damon existiam bem antes disso, embora a intensidade deles agora chegasse a me assustar.

Mas eles sempre estiveram ali.

Sempre.

Agora eu só precisava dar um jeito de fazer com que Damon acreditasse nisso.

Acreditasse que meus sentimentos por ele eram reais e que eu não havia me entregado a ele só por causa do sire bond.

Me virei mais uma vez na cama grande de casal sem ter a menor intenção de dormir e encarei seu rosto pálido, os olhos fechados e os cabelos bagunçados sobre o lençol branco.

Admirei o homem em minha frente sem poder evitar um pequeno sorriso de canto em minha boca.

Ele era lindo...

Damon parecia sereno, o que contrastava com a preocupação e o impasse em que nos encontrávamos naquele minuto.

Quase sorri pensando mais uma vez em como ele era lindo. Ele suspirou de leve e eu soube que ele também não estava dormindo, embora ambos tivéssemos passado uma noite em claro bastante agitada e precisássemos descansar.

– Isso seria infinitamente mais divertido se nós estivéssemos pelados... – Damon resmungou sem abrir os olhos depois de suspirar. Eu tive vontade de rir, mas não o fiz.

– Foi escolha sua permanecermos de roupa. Não minha... – respondi vendo-o finalmente abrir os olhos e me encarar.

– Eu estava sendo um cavalheiro. – retrucou se virando na cama para encarar o teto. Eu suspirei sem ter uma resposta para aquilo. Ambos sabíamos que eu nem deveria estar ali e Damon não tardou em nos lembrar daquele fato lamentável. – Você não deveria ter ficado... – ele suspirou irritadiço.

– Eu sei. – respondi me virando nos lençóis macios e encarando o teto também. Damon levantou da cama suspirando.

– Eu devia ter te libertado... – resmungou indo até a cômoda no canto do quarto. – Prometi ao Stefan. – concluiu abrindo a gaveta. Eu me sentei na cama suspirando e encarando aquele rosto bonito e contrariado.

– Eu sei... – respondi pesarosa.

– Você está ligada a mim, Elena. O que significa que tudo o que você acha que sente pode nem ser real... – ele retrucou irritado enquanto tirava a camiseta e vestia outra de mangas compridas e pequenos botões abertos na gola V.

– Eu sei, Damon, mas é que... – suspirei saindo da cama também. – A sensação é tão real. – lamentei por ter que perder aquilo. Levantei da cama devagar e caminhei até ele. – Eu não estou pronta para perder isso agora. – concluí o encarando. Os olhos azuis me analisaram com atenção enquanto ele dava alguns passos parando em minha frente. Centímetros de distancia me mantinham longe de seu corpo e eu tentei a todo custo encarar seus olhos com tranquilidade.

– Eu poderia fazer você querer... – ele murmurou olhando da minha boca para os meus olhos. – Usar o poder do sire bond. – sugeriu engolindo em seco. A sensação de medo me assolou mais uma vez.

Eu não queria perder aquilo. Não queria perder Damon.

Respirei fundo e o encarei com contrariedade àquela ideia.

– Então faça. – retruquei comprimindo os lábios. Vi os olhos azuis me observarem com atenção piscando diversas vezes como se analisasse a situação antes de ouvi-lo suspirar de pesar.

– Eu disse a ele que te libertaria... – Damon lamentou fechando os olhos brevemente para logo abri-los e voltar a me encarar. – Logo depois de não contar que nós transamos... – ele concluiu.

– Então o que você quer fazer? – perguntei sem saber exatamente o que dizer. Por dois segundos ele me encarou sério antes de dar mais um passo e quase colar seu corpo ao meu.

– Quero te jogar na minha cama e nunca mais te deixar sair de lá... – Damon sussurrou rouco. Era só uma frase, mas o poder que aquela voz tinha sobre meu corpo era incrivelmente excitante. Um arrepio desceu eletrizando minha coluna e me fazendo ofegar.

– Então faça... – eu respondi ofegante enquanto olhava dos olhos á boca rosada em minha frente.

– Elena... – sua voz sussurrava meu nome como um pedido. – Eu não posso fazer isso... – era uma recusa. Uma recusa que eu resolvi não aceitar.

– Mas eu posso. – antes que Damon pudesse dizer alguma coisa, minha boca colou-se a dele. Eu sabia que ele não recusaria um beijo apesar de tudo, minha atitude foi premeditada e sem um pingo de culpa fiz o que eu queria ter feito assim que ele chegou naquela manhã.

Foi questão de milésimos de segundos até eu senti-lo retribuir o beijo.

Minhas mãos foram até seu rosto e eu o senti sugar a minha língua daquele jeito faminto que me enlouquecia. Daquele jeito Damon de beijar. E não importava quantas vezes eu o beijasse, eu não me cansaria daquele gosto nunca.

Seus lábios sugavam os meus, seus dentes mordiam e puxavam minha carne quente. Era delicioso e eu não queria que acabasse. Não queria ficar longe de Damon.

Sem que eu percebesse me senti ser prensada a coluna alta da cama. Minhas costas bateram com força na madeira trabalhada e eu teria gemido de dor se estivesse prestando atenção em algo que não fosse o gosto daquela boca na minha.

Meus dedos se afundaram nos cabelos negros e os puxei. Senti as mãos grandes descerem pela minha cintura carregando fogo por cada centímetro do meu corpo.

O corpo dele colado ao meu tão deliciosamente quente que me impedia de pensar. Mas isso não foi problema, por que eu não queria pensar. Só queria sentir. Me entregar aquela sensação que parecia tão real.

Era real. Eu sabia que era.

As mãos de Damon não demoraram em descer até abaixo da minha bunda e apalpar com força. Eu senti os dedos cravando-se em minha carne através do pano da calça antes de me sentir ser puxada pra cima rapidamente.

– Eu estou tentando fazer o certo, Elena. – ele murmurou sugando e mordendo meu lábio inferior enquanto eu enlaçava minhas pernas em volta de seu tronco. — Mas você ta tornando tudo mais...

Não o deixei terminar a frase. Minha boca voltou à dele com pressa. Eu não queria mais discutir aquilo. A ultima coisa que se passava pela minha cabeça era a porcaria do sire bond.

Eu sentia sua boca contra a minha, suas mãos apertando minhas pernas e o calor característico crescer no meu corpo.

Sua boca me sugava e saboreava com uma fome louca que me fazia ofegar. Em segundos seus lábios desceram pelo meu rosto e pescoço. Seus dentes me arranharam de leve e eu senti minha pele queimar.

Senti minhas costas arderem com a força que fui prensada a coluna da cama e deixei um gemido rouco escapar pela minha garganta.

Sua língua quente deslizava pela minha pele mordiscando minha orelha e com certeza me deixando marcas pela trilha de beijos que já chegavam perto do meu busto.

Aquilo era demais. Demais para poder sequer pensar em parar.

Minhas unhas arranharam a pela do pescoço e eu ouvi gemer alto quando apertei minhas pernas envolta de seu corpo. Os músculos dos braços tensos e rígidos em volta da minha cintura me fizeram ofegar no segundo em que me abraçou pela cintura e sugou meu pescoço.

– Dane-se o certo... – foi um resmungo rouco que ouvi antes de sentir minha costas serem afastadas da coluna e Damon cravar as mãos nas minhas coxas andando até a cama.

Ele praticamente me jogou ali. Meus cabelos se espalharam pelo lençol branco assim que meu corpo entrou em contato com a cama macia. No segundo seguinte a boca rosada voltou a minha louca.

Rápido. Quente. Excitante.

Eu não sabia se era o vampirismo que estava deixando meus sentidos tão descontrolados, mas meu corpo tremia inteiro como se eu estivesse prestes a convulsionar. Um ponto pulsava no meio das minhas pernas. O ar me faltava nos pulmões. Cada pelo do meu corpo se eriçava e o calor se concentrava inteiro na minha pélvis.

Era tudo muito rápido.

Intenso.

Eu nunca tinha sentido tudo daquele jeito tão... Avassalador.

Damon deslizou a boca pela minha pele sugando e mordendo. Minhas mãos passeavam pelo seu corpo apertando e decorando cada centímetro daquela massa rígida e quente querendo descobrir cada ponto que o fizesse gemer.

Minhas unhas arranharam sua cintura e seus músculos contraíram sob minha mão no segundo em que ele se afastou para me olhar comum sorriso no canto da boca desenhada.

Eu não o dei tempo de pensar. Tirei minhas mãos de sua cintura e agarrei a gola V da camisa rasgando-a a em duas partes deixando o tórax desnudo em minha frente, para logo deslizar as mangas por seus braços rapidamente.

A pele clara. Os gomos do abdome. O caminho de pelos indo até o cós da calça. Seu coração disparado. Tudo nele me enlouquecia e nem por mais um segundo eu consegui me controlar.

Antes que eu pudesse pensar em algo coerente minha boca atacou a boca de Damon enquanto eu rapidamente trocava nossas posições.

Ele sorriu mais abertamente quando sentiu por cima de seu corpo voltei a beijá-lo. Suas mãos apertavam minha cintura e seus dedos acariciavam minha pele por debaixo da blusa fina.

– Minha vez... – eu ouvi o murmurar contra a minha boca e no segundo seguinte senti suas mãos irem até a gola da minha blusa rasgando-a com violência no meio para logo ele voltar a me beijar enquanto eu me livrava da blusa em retalhos.

Eu não saberia dizer como ou quando meu sutiã foi arrancado do meu corpo. Não que essa informação fosse importante ou que eu estivesse realmente preocupada com isso no segundo em que senti os dentes de Damon mordiscando o bico dos meus seios.

Seu hálito quente e a língua macia faziam minha pele queimar e formigar por mais. Eu puxava seus cabelos e Damon afundava seu rosto entre meus seios, sugando, mordendo e me fazendo gemer cada vez mais alto.

Não foi preciso mais que alguns segundo para que eu voltasse a atacar sua boca, para logo descer beijos por seu corpo nu. Minha língua fazendo o caminho desde o pescoço até a minha da cintura e se demorando por poucos segundos no cós da calça antes de eu arrancá-la de seu corpo.

Minhas mãos logo desceram até o membro duro, quente e latejante e eu sorri ao ver Damon fechar os olhos no segundo que meus dedos se fecharam sobre a pele rosada.

– Elena... – ele não terminou a frase. Eu ouvi o que parecia um ruído no exato instante que minha boca se apoderou daquela parte rígida e ereta. Damon pulsou em minha boca e eu não pensei duas vezes antes de saborear seu gosto com a língua. Ele respirava com dificuldade e o som da respiração acelerada enchia o quarto e me fazia ficar cada vez mais molhada.

Depois de poucos minutos eu o senti puxar meus cabelos me fazendo parar com as carícias se sentando rapidamente sobre os lençóis bagunçados.

– Eu sei que tinha falado da cama... – ele murmurou mordendo a boca para em uma velocidade vampiresca levantar e me puxar junto com ele para ficar em pé,meus dedos tocaram o chão frio e uma arrepio subiu pelo meu corpo. – Mas mudei de idéia. – sua boca colou-se a minha rapidamente, antes de eu sentir suas mãos em minha cintura, e logo depois nos botões da minha calça.

Foi questão de segundos até Damon desabotoá-la e eu me surpreender quando ele deixou de me beijar e se abaixou puxando minha calça rapidamente para baixo. Assim que me vi livre da ultima peça de roupa, Damon levantou devagar observando meu corpo minuciosamente e eu tive que concentrar todas as minhas forças para puxar o ar para os meus pulmões mais uma vez.

Ele me abraçou e beijou antes de me levar a seu colo mais uma vez e eu passar minhas pernas novamente sobre seu corpo e senti-lo se afundar em mim de uma só vez. Me preenchendo inteira.

Foi impossível evitar que um gemido saísse da minha boca naquele segundo. Meus olhos se fecharam instantaneamente e eu tentei a todo custo manter minha respiração.

Senti minhas costas contra a parede fria e abri os olhos para olhar dentro das esferas enegrecidas. Damon sorriu pra mim e afundou os dedos em minhas carnes enquanto começava a entrar e sair de dentro do meu corpo primeiro ritmadamente adquirindo velocidade com as investidas.

Minhas unhas cravaram-se nos ombros largos e eu apoiei minha cabeça na parede enquanto o sentia ir cada vez mais fundo no meu corpo.

Eu estava tão molhada e escorregadia que sentia meu corpo tremer e seu membro deslizar facilmente para dentro de mim alastrando fogo desde a entrada do meu corpo até meu ultimo fio de cabelo.

Meu âmago contraía e sugava Damon cada vez para mais perto. Minhas pernas o apertavam implorando por mais daquele ritmo selvagem e pedindo para que o calor e formigamento crescente dentro de mim fossem saciados e como em uma realização de um desejo eu me senti me apertar sobre ele.

Cada investida funda. Forte. Quente. Rápida. Me fez gozar maravilhosamente enquanto eu enfiava as unhas em seus ombros.

Eu gemi alto e só abri os olhos ao sentir o cheiro característico de sangue e encarar meus dedos perfurando a pele pálida manchada de vermelho pelo sangue dele. Senti as veias pulsarem em meu rosto. Damon sorriu pra mim e eu não precisei de mais que isso para cravar meus dentes no ombro largo.

Eu não saberia descrever a sensação.

Damon se afundando em mim enquanto eu sentia seu sangue descer pela minha garganta quente e deliciosamente agitado fez meu corpo estremecer em mais um orgasmo.

Eu o sugava e sentia cada átomo do meu ser convulsionar com a sensação de adrenalina, prazer, tesão se espalhando como o sangue dele correndo em meu corpo.

Não foi preciso muito tempo até sentir seu corpo tremer sob o meu e ele gemer alto meu nome. Suas mãos me puxando contra ele e os movimentos desacelerando.

Nossa respiração foi o único ruído no local por alguns segundos até eu levantar meu rosto de seu ombro e passar a língua sobre os furinhos em sua pele.

– Eu poderia te descrever com uma só palavra, sabia? – ele comentou assim que encarei os olhos azuis. Eu o encarei curiosa e ele sorriu. – Faminta, em todos os sentidos. – disse debochado e eu senti meu rosto pegar fogo de tão quente.

– Digamos que eu passei um tempo sem experimentar coisas tão gostosas... – eu brinquei e o senti me desencostar da parede e caminhar até a cama comigo ainda em seu colo.

– Eu ou meu sangue? – perguntou parando ao lado da cama e arqueando uma sobrancelha enquanto me soltava para eu ficar de pé em sua frente.

– Os dois. – Damon sorriu e eu não pude deixar de sorrir também, mas um segundo depois o sorriso alegre de desfez aos poucos.

– Você poderia desfrutar disso todo dia. Sem problemas, se não fosse por esse maldito... – antes de ele completar a frase coloquei um dedo sobre seus lábios o fazendo parar de falar. Ele suspirou.

– Vamos dar um jeito nisso. Eu sei que vamos. — eu disse devagar e beijei sua boca devagar. Damon só me encarou por alguns instantes com os olhos brilhando antes de dar um pequeno sorriso de canto.

Eu o beijaria novamente se o barulho estridente do meu celular não tivesse chamado minha atenção. Olhei para o chão e o aparelho vibrava do lado calça jogada no piso de madeira. Me abaixei para pegá-lo e vi a mensagem de Bonnie.

– O que foi? – Damon perguntou e eu o encarei engolindo em seco.

– Bonnie esta me esperando na casa do lago para me ajudar com minha situação com Jer... – expliquei em poucas palavras pegando minas roupas do chão. Damon respirou fundo e comprimiu os lábios me encarando. – Você quer ir? – perguntei parando um segundo e o vendo assentir com um gesto de cabeça. Sorri fraco para ele e olhei para minhas mãos com as roupas. Suspirei. – A gente vai assim que eu arrumar algo pra vestir... – eu resmunguei o olhando com um olhar acusador. Ele sorriu e caminhou até a cômoda no canto do quarto, abrindo a gaveta.

– Eu te empresto uma minha... – debochou para logo me encarar com um sorriso no rosto bonito. – Isso se você não tiver rasgado todas... – concluiu. Eu até pensei em retrucar, mas não o fiz. Não era como se as camisas fossem importantes.

Acho que eu sempre iria preferir ele pelado...

O pensamento me fez sorrir enquanto eu caminhava até ele para pegar um de suas blusas emprestada até, quem sabe, eu rasgar aquela também.

Notas finais
E aí? Gostaram? Não gostaram? Vou adorar saber as opiniões kkk Desculpem mais um vez pela demora! Obrigada pra quem leu *-* Até mais :D Bjinhus -Leah