Notas iniciais
E aí povo? Tudo de boa na lagoa? Suave na nave? Tranquilo no mamilo? *Lay escrevendo. Esse capítulo se refere ao créu, digo DEx do 4x08, na manhã seguinte à primeira vez. Só que de uma forma não interrompida, mais detalhada... Vcs sabem como funciona. rs Cara, eu lutei pra esse capítulo ficar maior.Morri na praia. Saiu pequeninho, mas foi de coração. Espero que curtam meu bebê. Música (óbvia) do capítulo: http://pleer.com/en/tracks/293293WDlh E por bebê entendam o capítulo, o Damon......... hahaha

“O amor é o egoísmo duplicado.” (Machado de Assis)

*

Apenas um pequeno número de momentos na vida podem ser classificados de fato surpreendentes. Ficam de fora desse rol às “surpresas esperadas”, tais como um pedido de casamento, o nascimento de um filho, uma premiação por algo que se batalhou muito... Refiro-me àqueles acontecimentos que chacoalham de verdade, reviram e transformam tudo o que, até então, se acreditava e agarrava como certo.

No meu caso, nesses 172 anos de sórdida existência na Terra, nada foi tão intenso e inexplicável como a sensação de ser correspondido; de experimentar pela primeira vez uma conexão real com alguém.

Quando Elena me contou o motivo da sua separação com o Stefan, a pequena porção altruísta que se solidarizou com meu irmão desmaterializou-se para ceder espaço à imensa felicidade — que como toda autentica felicidade, é egoísta — evocada por uma simples palavra:

Você.

Na noite anterior, vivi à experiência mais intensa e satisfatória que já tive com uma mulher. Beijar, abraçar, se entregar a alguém que você ama e sentir dela, mesmo que sem dizer, essa mesma sintonia, é indescritível. Merece algumas palavras introdutórias melosas e sonhadoras. Mesmo que o romantismo não seja um tópico natural para o narrador em questão.

Fui despertado, na manhã seguinte, pelos feixes de luz solar aquecendo a pele e incidindo diretamente nos meus olhos. Pisquei até se firmar na retina à imagem do lençol remexido e vazio no outro lado.

Ainda carregava o cheiro dela. O nosso cheiro. Cheiro de sexo quente e molhado que, assim como o sol no meu rosto, despertou mais alguém, escondido entre os lençóis, que já se encontrava no seu estado costumeiro matinal meio acordado.

Tentei calcular as horas pelo nível de luminosidade dentro do cômodo. Quando concluía que Elena devia estar na escola, meus ouvidos aguçaram para o barulho de água escorrendo e uma torneira se fechando.

“Elena?” chamei, apoiando as costas no colchão.

"Hey!”

Ela surgiu do portal do banheiro vestindo apenas a minha camisa preta — o que restou dela— e suas roupas íntimas. Abriu um sorriso e sem qualquer embaraço literalmente pulou na minha cama.

“Hey," cumprimentei de volta, animado com a ideia de ela ter me esperado. "Pensei que tinha ido embora.”

Cedi à minha necessidade quase instintiva de contato físico (que sempre surgia quando estava ao lado dela) passando os dedos em sua barriga, por cima do tecido da camisa.

“Não. Não preciso estar na escola até..." ela verificou um relógio imaginário no pulso. "Pelo menos, 20 minutos atrás.”

Nós dois sorrimos.

Isso estava mesmo acontecendo ou era mais um truque da minha imaginação e, no instante que acordasse de verdade, eu ainda seria o mesmo Damon apaixonado sem a garota?

Como que para me dar uma prova de realidade, Elena se inclinou sobre mim e levou uma mão ao meu pescoço. Beijou a minha boca enquanto alisava o cabelo atrás da orelha.

Certo. Nem meu cérebro excepcional é tão criativo pra reproduzir com tanta veracidade o sabor incrível desses lábios.

Quando nos separamos, eu estava cem por cento consciente do sorriso idiota que teimava pairar no meu rosto.

“Que cara é essa?” perguntou, tocando meu peito. Peguei uma mecha do cabelo dela e enrosquei no dedo.

“Que cara?” Sorri ainda mais, erguendo o olhar para encará-la.

“Essa cara.”

Meus olhos rolaram nas pálpebras no instante em que proferi a sentença mais simples e acurada que podia fornecer:

“Estou feliz.”

Um novo e inevitável sorriso se alargou em meu rosto e foi espelhado no dela. Aproximei nossos lábios para mais um beijo, acariciando a coxa nua, que parecia implorar pra ser tocada por meus dedos. O arrepio imediato sentido em sua pele reforçou a minha teoria.

As mãos de Elena foram automaticamente para o meu rosto e cabelo. Não tínhamos uma amostra grande de beijos na bagagem (nada que não fosse facilmente solucionável), mas já havia percebido que ela gostava de acariciar meu rosto enquanto me beijava. É o tipo de coisa que só uma mente seriamente danificada pela paixão repara. Caso eu possuísse algo próximo a uma alma, diria que esses detalhes fazem bem a ela.

Elena sorriu e, sem parar o beijo, debruçou-se sobre mim, encaixando as pernas ao redor do meu tronco. Estiquei os braços para cima. Um movimento reflexo de rendição ao que quer que essa mulher desejasse fazer comigo.

Ela ergueu meu queixo com um dedo e selou nossos lábios uma última vez antes de dedicar atenção ao meu pescoço. Seus cabelos lisos se arrastavam por meu corpo enquanto distribuía beijos no meu tórax. Estremeci nas regiões premiadas pelo contato aveludado daquela boca de princesa.

Uma mão delicada subiu alisando a minha pele e eriçando um mamilo no caminho, até alcançar um lado do meu rosto. Prendi a mão em minha bochecha, cerrando os olhos e abrindo a boca para auxiliar na respiração.

Os beijos cessaram no meio do meu abdômen. Pensei em contestar. Porra! Estava tão bom. Ela bem que podia descer só mais um pouquinho, sabe? Ao menos pra chegar mais perto do meu... Umbigo.

E, talvez, um pouco mais embaixo.

Eu estava completamente nu por baixo do lençol. Nem trabalho com roupas para rasgar ela teria dessa vez.

Minha frustração foi superada no instante em que abri os olhos e a encontrei me encarando com um dos meus sorrisos preferidos, meio tímido, meio desafiador; como se me dissesse: sua vez.

Ela não tinha ideia de quem estava provocando!

Em único movimento trocamos de posições, eu ficando por cima. Passei meus dedos por seu rosto e boca, separando o lábio inferior, que parecia muito mais cheio do que o normal. Seus olhos me estudavam o tempo todo. Sua ansiedade era palpável. Resistindo à tentação de beijá-la mais uma vez, mordi-lhe o queixo— o que a fez sorrir.

Meus lábios e dentes roçaram no pescoço e eu depositei um beijo profundo e molhado um pouco acima do sutiã. Uma mancha vermelha, que infelizmente seria logo apagada pelo organismo de vampira, deixou a região ainda mais bonita. E como um amante da simetria que sou, resolvi igualar ambos os lados, sugando o outro seio até o busto ficar inteiro enrubescido. Lindos!

Segui em um caminho de beijos na pele lisa do estômago. Elena ergueu os braços. Ela mantinha os olhos fechados e soltava expirações sonoras pela boca. Conforme eu descia venerando seu corpo, minha ereção ia se arrastando ‘acidentalmente’ em suas pernas.

Ao finalmente chegar no início da barriga, meus olhos fixaram-se no desenho da lingerie de renda escura. Mais interessados no que ela escondia por dentro do que em qualquer outra coisa.

Meus pensamentos transportaram-se imediatamente para todos aqueles lugares práticos que passam na cabeça de um homem quando tem uma mulher nua e disponível em sua cama.

Eu poderia usar os dedos. Introduzir um bem devagar até ele ser todo acolhido pelo calor macio de sua carne. Daí então começaria a movê-lo, abrindo espaço suficiente para que ela abrigasse outro. Ou, poderia usar a língua. Corrê-la por seu sexo e sentir de novo aquele gosto magnífico em minha boca. Tocaria no clitóris apenas ocasionalmente, prosseguindo nesse curso até vê-la implorando pra que eu chupasse.

Na persistência da dúvida, cheguei à sábia conclusão de que seria melhor fazer ambos: penetrar um, dois, até três dedos enquanto minha língua brincava com seu ponto de prazer.

"Damon!" Ergui a cabeça para a voz feminina enrouquecida que interrompeu meu momento reflexivo. "Tenho pouco tempo," objetou.

“Ok.”

Exibi as palmas das mãos, em um gesto submisso.

"Eu ia dizer que esse não é o jeito certo de um cara tratar sua garota, mas..." Um sorriso sacana levantou os cantos da minha boca. Não me contive e afundei o nariz na calcinha, inalando através da renda delicada. Lambi os lábios antes de acrescentar:

"Você fica tão cheirosa quando tá excitada. É de dar água na boca."

Elena arregalou os olhos e engoliu em seco. Antes que protestasse, refiz o mais rápido que pude o caminho de volta ao seu rosto. Beijei a barriga, passando o nariz por cima da camisa e esfregando deliberadamente meu pau em suas coxas — um jeito de mostrar que ela não estava sozinha nessa. Eu também a desejava — muito.

Colei nossas bochechas. Minha respiração ressoou entrecortada em seu ouvido:

"Você me esperou acordar pra uma rapidinha, foi?"

"Damon!" Seu timbre foi uma mistura de repreensão e humor.

Soltei uma risada sonora.

"Sem problemas," disse, recompondo a voz e em seguida mordendo-lhe a orelha. Minha mão avançou sem pudor em seu corpo, apalpando os seios por cima do sutiã.

Inferno! Queria senti-la pelada embaixo de mim. Deixar tudo fácil e desimpedido para tocar. Só não arranquei sua roupa naquele instante, porque além de não termos tempo pra isso, eu estava enlouquecendo de tesão com a ideia de transar com a Elena vestindo a minha camisa.

Ela pousou uma mão sobre a minha e as duas desceram juntas pela lateral do seu corpo. Conduzi-as até o meio das pernas e pressionei de leve.

Elena arqueou os quadris, deu um suspiro profundo e retirou sua mão colocando-a no meu rosto. Enfiei a língua na boca dela ao mesmo tempo em que arredava a calcinha para o lado e me encaixava.

Meu pau deslizou fácil. Um arrepio de prazer reverberou do topo da minha nuca até os nervos da glande. Além de estar muito molhada, a atividade incessante da noite, contribuiu para deixá-la um pouquinho alargada.

Perdi-me por alguns segundos no brilho dos olhos de chocolate, antes de afundar a cabeça no pescoço perfumado e começar a me mover.

Sempre pensei que essa coisa de ter uma eternidade pela frente ia acabar me entediando. Quantas vezes, secretamente refleti se não era melhor ser um humano: sofrer todos os efeitos do envelhecimento e morrer em paz, enterrado sob uma lápide cinza com algum epitáfio clichê perpetuando a memória.

Agora, quanto mais eu mergulhava no corpo de Elena, mais certeza eu tinha de que nunca me cansaria disso.

Ela puxou os fios do meu cabelo, depois contornou a musculatura das minhas costas com os dedos, passando a arranhar a pele. Eu alternava entre investidas incessantes e pequenas pausas, ajustando a posição, retirando tudo e voltando com lânguidas penetrações até acelerar de novo e alcançar um ritmo ainda mais frenético.

Elena gemia volumosamente e apertava as coxas na minha cintura, quando o movimento ficava mais gostoso. Era isso o que eu queria: experimentar todos os pontos, ângulos, palavras, posições... tudo o que lhe desse prazer. Faria o meu amor se viciar em mim. No meu corpo, nos meus toques... como se fosse uma droga.

E eu seria um traficante bem bonzinho. Jamais negaria uma dose.

Eu já estava completamente ofegante. O calor se acumulava tencionando a região da minha pélvis. Na eminência do orgasmo, movi-me mais depressa, descendo uma mão entre nossos corpos para estimular seu clitóris. Um tremor atravessou meu corpo e eu apertei as pálpebras com força. O cheiro de sangue subiu no ar. Meu sangue.

Comecei a gozar com unhas afiadas rasgando as minhas costas.

Abri os olhos e fitei por um instante as feições angelicais, que nesse momento encontravam-se contorcidas em deleite, antes de fechá-los novamente. Uma espécie de rosnado animal saiu da minha garganta, seguido pelo som mais alto e delicioso que eu já ouvi da boca de Elena.

A dor mesclada ao prazer serviu de impulso para que eu derramasse até a última gota.

*

Após um tempo deitado sobre Elena, fui o primeiro a romper o silêncio:

"Estou com sono."

"Você é pesado."

"Tá insinuando que eu tô fora de forma?" indaguei, levantando o rosto para verificar sua expressão.

Ela abriu um sorriso e mordeu o lábio o lábio inferior.

"Não. Só estou dizendo que é mais forte do que eu,” disse, acariciando meu rosto suado.

“Hmm. Ótima resposta!”

Mordi a ponta de um dedo que passou perigosamente próximo à minha boca. Ela soltou um gemidinho agudo, afastando a mão da minha mira. Eu a apanhei de volta e me desculpei passando a língua na região ‘lesionada.’

Elena arfou:

"Preciso de um banho.”

“Acho que eu posso providenciar isso.”

*

“Damon, é só banho, viu? Eu já estou atrasada para a escola e as meninas vão pegar no meu pé,” foi o que disse, assim que me juntei a ela no chuveiro.

Assenti vagarosamente com a cabeça. Ciente do meu olhar cheio de terceiras intenções.

“Eu estou falando sério!”

“Tudo bem!” concordei, dando de ombros.

Elena virou as costas para mim e esticou a mão para apanhar o sabonete na prateleira suspensa na parede. Fui mais rápido e peguei primeiro a esponja e o frasco de sabonete líquido.

“O que você está fazendo?” perguntou desconfiada, quando comecei a esfregar suas costas.

“Você pediu ‘só banho’ e eu estou cumprindo. Mas não há uma chance em um milhão de você ficar nua perto de mim sem eu te tocar.”

Elena não falou nada. Ela sabia muito bem que isso não daria certo, mas não podia contestar. Não enquanto minhas mãos massageavam suas costas. Ninguém resiste a uma boa massagem e acontece que, por acaso, eu sou um ótimo massagista.

Minhas mãos pressionaram sua nuca, pescoço, ombros em movimentos circulares e contínuos, desfazendo os nós e as tensões dos músculos.

Ela suspirava e gemia baixinho. Não demorou muito para o seu corpo inteiro se relaxar inteiro em minhas mãos.

“Humm”

“Você gosta?”

“Humm”

“Vai responder só com monossílabas?”

“Uhum”

Eu sorri.

“Você é bom nisso!” ela disse, após alguns minutos em silêncio.

“Eu sou bom em muitas coisas, baby.”

Apesar de não ter visto, podia apostar que Elena revirou os olhos. Não a culpo. Eu tenho um ego gigante. Me elogiar deve ser mesmo uma tarefa muito ingrata.

Passei a ensaboa-la devagar com a esponja. Esfreguei as costas, a barriga, depois subi as mãos para cobrir os seios. Um gemido surpreso escapuliu dos seus lábios quando eu belisquei seus mamilos.

Sem dar chance a outro protesto, abaixei-me e esfreguei seus pés, pernas e coxas. Novamente de pé, alcancei a parte de seu corpo que eu mais ansiava limpar.

Fiz questão de dispensar a esponja. Meu toque era delicado, como se tratasse apenas de uma limpeza casual. E era. O fato de eu estar duro como pedra não invalidava as intenções sérias e benevolentes do meu ato.

Inseri um dedo em sua vagina. Meus olhos se embaçaram em meio ao vapor d’água e eu precisei inspirar fundo quando senti a minha porra dentro dela.

“D-Damon!” ela gemeu.

Encostei a boca em sua orelha:

“Elena...”

“Hum?”

“Vá se enxaguar!”

Ela me fuzilou com o olhar antes de dar um passo para debaixo do chuveiro.

“A não ser que você tenha mudado de ideia,” sorri, sugestivo.

Ela fechou os olhos, franzindo a testa, como se não pudesse me encarar no momento, soltou um suspiro e balançou a cabeça:

“Não. Eu preciso mesmo ir.”

Ok.”

Sua perda!

***

“Bolsa.”

“Peguei.”

“Lenço.”

“O quê...”

Elena teve um pequeno sobressalto quando eu, literalmente, a enlacei pelo pescoço para beijá-la.

Já estávamos vestidos, caminhando pelo hall de entrada da casa. Concluímos que chamaria muita atenção se eu a levasse no meu carro até a escola. Embora eu estivesse morrendo de vontade de fazer isso, seria uma publicidade desnecessária e indevida para o momento. Uma coisa éramos nós dois concordarmos e estarmos felizes com os últimos acontecimentos, outra coisa era o mundo lá fora e todas as suas complicações.

“Damon, precisamos...” começou.

“Não, não,” eu a impedi de continuar, colocando um dedo em seus lábios.

“Nem sabe o que eu ia dizer,” sorriu, afastando minha mão.

“Presumo que comece com "por que nós não" e termine com "contamos ao Stefan.”

“Ele precisa saber.”

“Eu sei disso,” eu disse. “Só não sei quando ele precisa saber.”

“Ele sabe que tem algo acontecendo entre nós. Foi o motivo de terminarmos,” argumentou.

“Sim,” concordei. Também achava a situação desconfortável. Stefan com certeza sofria mais do que queria aparentar. Mas o dia havia começado tão bem e isso era tão raro. Estragá-lo intencionalmente parecia uma grande violação.

Eu segurei seu rosto com a ponta dos dedos:

“Mas não podemos aproveitar apenas um dia secreto de egoísmo antes de destruirmos o dele?”

“Talvez não devêssemos...” ela tentou objetar.

“Não, Elena. É a nossa vez. Nunca foi certo antes, mas é agora.”

Eu realmente sentia isso. Não nutria muitas esperanças de que esse dia fosse chegar, mas nunca pareceu tão certo nós dois juntos.

“Só um dia?” eu pedi, sorrindo e jogando charme. “Um dia.”

Já falei que não presto?

Ela também sorriu.

“Está bem. Um dia.”

Abrimos a porta da frente e eu não sei dizer quem avançou primeiro no outro — provavelmente eu. Dessa vez, nos empolgamos mais e o que começou num selinho terminou em um grande amasso: cheio de mãos, línguas e suspiros.

O que eu sei dizer mesmo, com toda segurança, foi o que acontece depois: Stefan parado na nossa frente, boquiaberto.

Meia manhã de felicidade egoísta.

E se eu ainda não falei da minha sorte pra vocês...

Notas finais
*Eyes on fire - Blue Foundation Começo prometendo solenemente não tirar mais onda com a cara do Stefan nos próximos capítulos. LOL Sorry, not sorry, pra quem é fã. Não podia perder a oportunidade de zoar nos DEx em que ele ainda existia pra 'atrapalhar.' *Uma nota: A cena do banho foi um auto-plágio meu, lol de uma fic excluída chamada I Got The Girl. Eu modifiquei várias coisas, mas enfim. Quem leu a falecida história pode lembrar. kkkk Pov Damon. Como eu disse, ficou pequeno e, pra compensar vcs, eu, cof, cof, tive uma ideia inspirada (vulgo copiada/kibada/descaradamente roubada) da Crisnnah, leitora muito querida e criativa que é a seguinte: Vcs comentam o capítulo (COMENTEM, TÁ? rs), falando o que quiserem a mim, autora, E, QUEM QUISER, pode fazer perguntas direcionadas ao DAMON também. Qual-quer pergunta. As perguntas podem ter de classificação dos zero aos noventa anos. (E as respostas também hahaha), Só pra brincarmos um pouco. Eu vou responder como o Damon responderia. Meu Damon, claro. u.u Beijos pra todas e até o próximo. xoxo