Notas iniciais
Olá Amores aqui é a Anna, hoje vim com a nova One do episódio 1x17, se ninguem lembrar qual é, é aquele que os vamps da tumba pegam o Stefan e o Damon e a Elena vão resgata-lo! Bom no geral todas em especial a Leah amamos tudo que aconteceu em apenas uma one, a Leah soltou fogos com as duas recomendações, com os comentarios e adoramos ver que curtiram a ideia das One. Só relembrando elas não tem ligações em si, cada one vem de um pensamento, ou seja, uma coletânea de One Shots. Então as meninas que comentaram, suas lindas aproveitem mais dos nossos devaneios e um agradecimento em especial a Jéssica e a Beeah pelas recomendações! Espero que gostem, bom capitulo!

Eu quero reconciliar a violência no seu coração
Eu quero reconhecer que a sua beleza não é só uma máscara
Eu quero exorcizar os demônios do seu passado
Eu quero satisfazer os desejos secretos do seu coração

Muse- Undisclosed Desires

Pov Elena

Mais uma ligação do Damon, será que ele não entende o que é alguém não querer falar com ele? Quinta ligação ignorada. Ele sabe ser aquele cara que irrita todos, não sei como Stefan o suporta, ele é tão prepotente, sai fazendo qualquer coisa sem se importar com ninguém, e isso me tira do sério.

Depois daquela discussão que tivemos sobre sua ideia interminável sobre o resgate de Katherine eu não o queria ver tão cedo. Meu telefone toca novamente e...

Chamada Recebida

Damon

Atender ou Ignorar

Ignorar, mais uma vez, ignorar...

Vou em direção as escadas e desligar mais uma ligação, por Deus cadê o senso desse maluco? Já havia subido alguns degraus e ouço as batidas fortes na porta, suspiro e vou abri-la, e nesse momento tenho a desagradável surpresa dele em minha porta, ele entra sem eu ao menos o “convidar”.

– Tá me ignorando né? – ele vocifera totalmente nervoso.

– As seis ligações perdidas? Desculpa, a bateria acabou. – dou uma desculpa qualquer.

– O Stefan está aqui? – ele não gasta tempo com minha desculpa.

– Não, por quê? Problema? – me preocupo em ser algo sério com meu namorado.

– Ele entrou na floresta e não saiu, ele não atende o telefone, achei que ele estivesse aqui com você. – ele mostra preocupação com o irmão.

– Tá caindo na caixa postal.- digo ao tentar ligar para ele e isso realmente me preocupa. – Onde ele pode estar? – o questiono com angustia.

– Você não vai gostar do que estou pensando... – ele olha para um ponto perdido em pensamentos.

– Diga-me então o que é, estou ainda mais preocupada.

– Acho que fizeram isso por vingança. –ele se afasta.

– Quem? Que vingança? – estou perdida com o que ele se referiu.

– Quem mais iria querer se vingar de nós por nos culpar por algo que lhes aconteceu? – ele é ríspido.

– Os vampiros da tumba? – ainda tenho dúvida.

– Não Elena os sobrinhos do tio Patinhas, é claro que eles. – ele é irônico comigo. – Tenho que ir atrás do meu irmão. – ele vai em direção a porta.

– Hey Damon, me espere vou junto. – grito pegando minha jaqueta.

– Nem pensar, é perigoso, você vai ficar aqui esperando. – ele se põe na minha frente.

– Mas é claro que não, vou junto e não será você que dirá que não posso. – o enfrento e ele bufa.

– Elena já temos muitos problemas pra te acrescentar nisso. – ele continua seguindo e vou atrás.

– Não importa, vou tomar cuidado.

– Certo você venceu, mas se qualquer coisa que fizer se nos atrasar e algo acontecer com ele a culpa é plenamente sua. – ele tenta me abalar com suas palavras.

– Eu sei disso, obrigada por me avisar, mas vou junto. – tranco a porta e sigo com ele para seu carro.

Seguimos em silencio por todo o caminho e o som da chuva contra o carro me afligia ainda mais, eu olhava para todos os lados, mas em tal momento que não soube qual era a imagem de um Damon preocupado e pensativo me prendeu a atenção, em poucos momentos o vi daquela forma, sua atenção era total aos pensamentos e a estrada cheias de curvas em direção à floresta.

Estava tão perdida com tantos pensamentos que me distrai e perdi o momento no qual Damon parou o carro e chamava minha atenção.

– Atenção Elena, se você veio junto pelo menos colabore. – ele diz irritado.

– Ok, me desculpe é que também estou preocupada. – disse me defendendo.

– Certo, vamos fazer assim, você fica aqui me esperando, enquanto vou atrás de informações, se eu te pedir você vai até mim, só se eu pedir entendido?

– Sim, mesmo querendo ir junto não vou ficar discutindo e atrasando mais, ele pode estar em perigos. – digo e ele assentiu e sai do carro correndo na chuva.

Fico ali impaciente eu queria ir junto mais sabia que algo poderia colocar todos nós em perigo e isso não ajudaria Stefan, mecho em algumas coisas tento ligar novamente para Stefan tentando acreditar que poderíamos estar errados, mas ele não nos atendia essa expectativa de não se saber como estão ás coisas torna tudo como uma prisão. Coloquei a mão para abrir a porta, mas me freei e voltei minha ao meu peito.

Após mais um tempo de espera vejo Damon retornar e saio com o guarda chuva em sua direção, queria ao mesmo tempo saber de tudo e resgatar meu namorado quanto cuidar daquele Damon com um olhar angustiado e todo molhado.

– O que houve? Cadê ele? – mal dou tempo dele abrir a boca.

– Está com eles e eu não pude entrar. – ele me responde olhando para os lados.

– Porque não?

– Porque a dona da casa foi compelida a não me deixar entrar. – ele gesticula impaciente.

– Eu vou entrar. – tento avançar na direção da casa, mas ele me detém.

– Você não vai entrar!

– Vou Sim.

– Não vai entrar lá.

– Porque está fazendo isto? O que eles querem com ele. – senti minha voz balancear entre o desespero e o choro contido.

– Vingança, eles querem vingança. – ele diz exasperado.

– Temos que fazer alguma coisa.

– Eu sei.

– Não podem machucar o Stefan, temos que resgata-lo. – tento conter o choro, só pioraria tudo, e via que Damon também estava tentando controlar seus sentidos para não piorar as coisas.

– Eu sei Elena, eu sei, só não sei como tirar ele de lá. – ele segura meu rosto e isso por incrível que pareça me reconforta e me dá segurança.

– Temos que encontrar um meio. – olho em seus olhos.

– E vamos, só temos que pensar.

– E o Alaric? Ele pode ajudar!

– E o que ele faria, daria aula da Segunda Guerra Mundial pra eles? Não Elena péssima ideia.- ele é irônico.

– Não Damon, ele é humano, caça vampiros e tem um arsenal de armas, pode nos ajudar.- seguro em seus braços e vejo ele sorrir de lado.

– Vamos até ele.

Corremos até o carro e ele dispara pela estrada a caminho da escola, já que é a segunda casa do senhor Saltzman, ele era nossa única opção, agora cada minuto é crucial, podia reparar que mesmo sem querer mostrar Damon estava como eu, era uma das poucas vezes que o vejo mostrar-se humano e com sentimentos, já cheguei a duvidar, mas acho que pelo Stefan ele faria qualquer coisa para salvá-lo, ele não era o monstro que se mostrava e eu gostava muito desse Damon, eu não o odiava como dizia, mas ele se torna muito insuportável naquele papel de homem mal que não se importa com nada. Em menos de meia hora alcançamos nosso destino, como sabia que Damon e Alaric não se dão muito bem por todas as circunstancias eu vou junto, e nos direcionamos até sua sala. O local estava vazio, mas logo Damon sai da sala e eu o sigo.

– Olha só você está bem vivinho. – ele debocha de Ric.

– Você não pode me machucar.

– Ah posso sim. – antes que aquilo piore eu intervenho.

– Senhor Saltzman precisamos de sua ajuda, Stefan está preso e sendo torturado por vampiros da tumba. – sou rápida e ele suspira e assenti.

– Mas isso é por você Elena. – ele avisa e eu o agradeço por isso.

Entramos na sala dele e explicamos tudo o que está ocorrendo, ele concordou apenas se eu aceitasse alguns detalhes, assim como Damon faz prometer que ficaria no carro e só iria caso fosse extremamente necessário, isso é frustrante, mas aceito, terminamos de rever algumas coisas, juntamos algumas armas e vamos para os carros. Novamente vou com Damon e levamos os menos trinta minutos da vinda, ao estacionar Damon ainda me reforça para continuar no carro e enfim vejo ele e Alaric se perderem na floresta.

*--*

O tempo passou e nada deles surgirem, eu estava muito preocupada, pois acho que passar 3 horas é demais, e com isso agora sim resolvo pegar aquela estaca que estava ali, junto com a seringa com verbena e saio na chuva mesmo em direção a casa. Cada barulho me assustava, já que não sabia o que poderia me acontecer ali. Continuei tentando não fazer muito barulho e logo avisto a casa solitária no alto, sigo e vejo tudo apagado apenas uma única luz acesa, vou até a janela e não vejo sinal de ninguém, continuo circulando pela casa e ainda nenhum sinal de alguém, quando enfim acho uma porta e estava trancada.

No calor do momento o instinto me guia e quebro o vidro com o cotovelo, destranco-a e adentro o local, nenhum ruído era emitido, porém quando avancei um pouco mais ouvi algumas vozes e a segui encontrando um corredor longo e escuro com uma porta para um “porão”, quando cheguei à porta vi o inesperado...

Não era Stefan que estava acorrentado e sendo torturado e sim Damon, ele estava largado com a cabeça baixa e dois vampiros enfiavam-lhe estacas e jogavam verbena nele, o ódio me tomou e em um ato impulsivo para tira-lo dali me levou a entrar com tudo, todos me fitam e ele me olha aterrorizado. Um dos vampiros vem me atacar e em uma reação rápida e pura sorte, acerto a estaca em seu peito e ele cai sem vida na minha frente, o outro vem em minha direção e eu me esquivo, mas ele é mais rápido e me pega ele tenta atacar, entretanto minha agitação o faz não conseguir e ele apertar meu pescoço me deixando sem ar, estico meu braço e alcanço algo em meu bolso que poderia me dar uma vantagem, em meio a confusão o acerto com a verbena e ele me solta, corro até próximo à Damon e pego a estaca que eles usavam para torturá-lo , quando o homem me alcança, por estar debilitado com o veneno me esquivo e “facilmente” o atinjo letalmente.

Fico alguns segundos petrificada ali sem entender meus próprios atos, então meu subconsciente grita para ajudar Damon e vou até ele e o solto das corentes que prendiam ambos os pulsos, ele cai sem forças em mim que o seguro e vou me abaixando com ele.

– Hey Damon, vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem. – digo e ele continua sem reação fraco. – Será que você aguenta subir? Tem mais deles aqui?

– Não tem mais ninguém eles me pegaram soltando o Stefan que fugiu e Alaric foi atrás dele os outros também só os dois ficaram pra cuidar de mim, acho que consigo subir. – ele me responde e fico bestificada com a reação de Stefan, tudo bem que ele havia ficado aqui por muito tempo, mas deveria ter ajudado Damon.

O ajudo a se levantar e seguimos com muitas dificuldades pelo espaço estreito e as escadas, por ele ser pesado eu me cansei no meio, mas tinha que ser forte por nós dois não poderia fraquejar agora, isso só aconteceu por minha insistência em resgatar Stefan.

Vê-lo assim tão debilitado partia-me ele era sempre forte e seguro de si, reúno todas as forças que tinha e termino de subir com ele, chegamos até a sala e o ajudo a sentar no sofá e me abaixo em sua frente.

– Você vai ficar bem? – questiono preocupada.

– Vou, mas perdi muito sangue preciso me alimentar, mas com você neste estado e nessa chuva não tem como sair daqui, só se Alaric encontrar Stefan e vir até nós!

– E se eles voltarem?

– Daremos um jeito Elena, eu te prometo, não deixarei nada lhe acontecer.

– Como se você está fraco.

– Não sei isso eu me viro. – ele sussurra fraco.

– Beba. – digo decidida e lhe estendo meu pulso.

– Não farei isso.

– Já disse Beba... – estendo o braço e ele balança a cabeça em negação. – Pare com essa teimosia, beba meu sangue será o melhor para ambos. – quando digo isso vejo que ele enfim sucumbe.

– Mas só o necessário para ganhar um pouco de força, não deveria fazer isso. – ele diz já segurando meu pulso.

– Por quê? – pergunto, todavia no lugar da resposta recebo suas presas afiadas em meu pulso e aquela dor incomoda me toma.

Era estranho, mas mesmo amando Stefan, nesse momento senti uma conexão surreal com Damon que fez meu interior se aquecer e a sua imagem daquela maneira comigo, por mais errado que fosse me excitou, e não sei o que me deu e eu puxo meu pulso e ele se assusta.

– Te machuquei?

– Não, só que... – não sabia o que deu em mim e minha fala foi mais rápida que meu cérebro. – Sugue aqui... – puxo meus cabeços para o lado e corro meus dedos pela pele de meu pescoço.

– E porque eu faria isso? – vejo um brilho em seus olhos.

– Porque é o que eu desejo, faça, eu deixo, eu quero. – o olho fixamente e ele sorri de lado, e em reação mordo meu lábio inferior.

– Já que é o que você quer! – ele vem em minha direção e antes de morder-me ele beija o local fazendo meu corpo arrepiar-se inteiro.

Eu estava flertando com meu cunhado?! Não posso isso é errado, sei que estou chateada e brava com o que Stefan fez em não tentar ajudar o irmão que veio o resgatar, mas era errado eu o amo, e com Damon... Com Damon somos colegas, talvez amigos, eu não me sinto atraída por ele... Ou sinto? Uma confusão se instala em minha mente, mas aquela sensação que se instalou em meu corpo com seu contato era viciante e acho que a noção do erro aumentava isso, mas não sou a Katherine para brincar com eles. Quando ia afasta-lo ele se afasta e limpa o canto de sua boca.

– Obrigado, isso já me ajudou. – ele acaricia meu rosto com uma mão e a outra continua em meu pescoço afagando o polegar em um ritmo delicioso na minha pele.

– Fiz isso para o bem de ambos. – tento afastar ele que me segura pelos braços e me olha fixamente nos olhos.

– Não só por isso, por desobedecer nossa ordem vir aqui, se arriscando e me resgatar de forma que poderia custar sua vida, não sou de agradecer, mas o que fez merece isso. – ele é sincero vejo em suas orbes azuis.

– Você está aqui porque eu insisti em arrumar um meio de resgatar Stefan e no meio disso ele foi desleal ao fugir ao invés de ficar com você, então era o mínimo. – coloco minha mão uma em seu peito e outra em sua face. – Porque você não pode ser assim sempre, eu detesto você cheio de si e prepotente. – ele sorri de lado.

– Elena aprenda que bondade demais só nos traz problemas, e também o irmão bonzinho, herói de cinema é seu namorado, prefiro meu papel de vilão. – ele debocha daquele jeito único dele.

– Esse não é você Damon, eu vejo a máscara que usa pra isso, eu vi como se importou com Stefan e comigo ao entrar naquele porão, não jogue comigo, se permita ser você mesmo.

– E você, é você mesma quando está comigo? – ele me questiona e paro pra pensar por um momento.

– Em devidos momentos sim, mas depende inteiramente de você.

– E em Atlanta, você foi você? – ele me olha com empolgação.

– Sim, eu deixei meus problemas e fui eu mesma, e lá vi que poderíamos ser amigos, mas você não ajuda.

– Me ajude a mudar isso. – ele se aproxima de mim e sinto sua respiração se unindo com a minha claramente via qual era sua intenção.

– Damon... Não... É tão errado... – digo entrecortada.

– Só é errado porque você quer.

– Eu não sou a Katherine não posso ficar entre vocês. – digo desesperada.

– Você nunca seria como ela, você é boa e se importa, ela nunca pensou nisso, mas... – ele ia dizer algo, mas se afasta.

Ele se levanta e segue para cozinha e eu o sigo.

– Hey o que houve?

– Nada Elena só não quer seu mal.

Ao chegarmos à cozinha encontramos o corpo sem vida da dona da casa e ele arrasta-o jogando para fora desumanamente.

– Não faz assim, ela ao menos merece ser enterrada. – digo revoltada com o que ele fez.

– Entenda Elena esse sou eu goste ou não. – ele grita e me assusta me fazendo recuar dois passos. – Desculpe não quis te assustar, mas essa mania de sempre querer que eu seja o mocinho e que eu não faça coisas ruins é você querer que eu seja falso. – ele afirma se aproximando de mim.

– Eu só não entendo porque você faz isso, porque eu sei que você é divertido, eu lembro-me um pouco da nossa viajem, e você foi tão agradável, seja meu amigo Damon, deixe-me ver você como realmente é! – eu peço algo que para mim não era impossível.

– E o que eu ganharia em troca disso Elena? – ele acaba com o espaço em sua velocidade vampiresca e com as duas mãos tomam minha face.

– Minha amizade, minha admiração e minha confiança. – afirmo olhando-o fixamente.

– Apenas isso? Acho que não me satisfaz apenas isso. – ele sorri cheio de ironia.

– O que mais você quer de mim para isso então? Se minha amizade não o satisfaz? – sinto-me derrotada por isso, o que mais ele poderia desejar que isso não basta?

– O que mais terei que fazer ou demostrar para você entender o que realmente almejo? – suas orbes estavam em um azul como principio da noite.

– Diga-me, já basta dessas charadas e mistérios, diga-me e se ao meu alcance estiver o farei. – queria por um fim aqueles jogos incessantes e assim o faria.

Ele estava com uma expressão indecifrável e debochada, não era possível cogitar o que se passava em sua mente e era ao mesmo tempo intrigante e excitante, e aterrorizante e pavorosa, não conseguia controlar-me, meus sentimentos eram uma mistura interminável entre o que eu julgava ser certo e errado, não conseguia entender a mim mesma, algo na aura do momento me deixava com um tesão eletrizante por ele, mas eu sabia que o que me impedia era meu amor por Stefan, independente do que houve e eu repudiar ele ter abandonado seu irmão, não poderia fazer isso com ele, mas era o que eu ansiava, e estava em uma guerra comigo mesma.

– Espero que isso lhe seja resposta o suficiente. – ele não me dá tempo de raciocinar e toma meus lábios no seu me prensando na parede.

No inicio lutei contra tentei empurra-lo e bater nele, mas o lado que desejava esse beijo me fez ceder e derreter-me em seu aperto, enfim aceitei sua língua tomar conta de minha boca e sentia aquele gosto natural dele com meu sangue e isso deixava tudo ainda mais sensual, o modo como ele se movia era viciante, ele me retira do chão e minhas pernas abraçam sua cintura com força me fazendo sentir o volume de seu membro e com isso todo o restante da minha personalidade e do meu consciente se esvaiu e eu só queria que aquele contato fosse ainda maior.

Esfreguei-me contra ele nos fazendo gemer e ele apertar minha bunda com força, cravei minhas unhas em sua nuca, puxando também seus cabelos com força, ele solta meus lábios e desce por meu pescoço beijando, mordiscando e sugando, aquilo era delicioso, mesmo com todo amor com Stefan nunca foi assim, nunca me deixei surtar pelo prazer, ele desce seus beijos pelo vale dos meus seios e vai andando comigo retornando a sala e subindo as escadas, julgo que em direção ao quarto.

Ele toma novamente meus lábios mordendo o lábio inferior e sinto o gosto de meu sangue o que deixa tudo ainda mais irresistível, não havia mais o que fazer para me refrear, eu queria Damon e mesmo sendo algo abominável eu o teria, ele para nosso beijo e me olha antes de abrir uma das portas.

– É isso que eu quero de você, mas só possuirei você quando me disser que você também quer, não quero algo forçado, quero que você me diga o que quer se não você pode dormir aqui e eu ficarei de guarda lá em baixo até o amanhecer. – ele ofega e vacila em suas palavras, mas ainda sim estava sendo alguém diferente comigo, estava me respeitando e isso me atraiu mais a ele.

– Acho que isso responde o que eu quero. – sussurro quase o mesmo que ele havia me dito.

Puxo-o para um beijo sôfrego e cheio violento, não me importava com mais porra nenhuma do mundo só o queria ali, sem nenhuma barreira, queria que ele me possui-se, queria-o de qualquer forma comigo e que o mundo acabasse, nada me importaria agora, sugava sua língua com voracidade e segurava seus cabelos para que ele não me escapasse o espaço entre nossos corpos era apenas aquele altamente necessário. Quando ele me colocou no chão agarrei-o e fomos em direção ao quarto, já no caminho desabotoei sua camisa e a deixei cair em qualquer lugar, ele fez o mesmo ao retirar minha camiseta a rasgando, com toda destreza e graça retira meu sutiã rapidamente e segura meus seios em suas mãos massageando e acariciando-os de tal maneira que jogo minha cabeça pra traz aproveitando seu toque, ele começa a sugar meu seio esquerdo faminto e mantem sua mão hábil no outro fazendo movimentos circulares e firmes nos bicos extremamente sensíveis pela tensão, era uma sensação nova, desconhecida, totalmente extasiante.

Estava derretida em seus braços que ao menos notei o momento em que ele cravou suas presas ali e em movimentos precisos e lentos começou a sugar meu sangue e meu seio, a maneira como ele tornava aquilo prazeroso me deixou insana, o modo como sua língua tocava o bico e seus dentes pressionam minha pele me levam a colocar minhas mãos em sua cabeça e forçar como um pedido de mais, ele continua ávido em seus movimentos se alimentando de minha alma e sangue, eu era dele naquele instante eu estava me sentindo desejada e a cada sucção mais forte meu corpo estremecia e meu instinto perturbado ansiava cada vez por mais, porem ele cessa o que fazia e gemo de frustração, mas ele vai rapidamente me faz voltar a aquela sensação repetindo o ato com meu outro seio, me perdi naquilo e só retornei ao mundo quando ele volta a tomar meus lábios com ardor.

Nesse momento senti meus dedos correrem por seu abdômen desnudo e seguir ainda mais baixo até alcançar o cós de sua calça, abri vagarosamente seu botão e zíper e adentrei minhas mãos por sua cueca, tomando seu membro completamente duro e o apertando, reagindo com um Damon mais agressivo em nosso beijo e soltando um urro, repeti o ato e ele apertou meu seio que estava em sua mão e minha bunda em poder da outra, sem resistir ficar naquela “brincadeirinha”, puxo sua calça com um pouco de dificuldade, ele ri e me ajuda a tirá-la chutando-a para qualquer lugar.

Ele senta-se na cama ainda com sua cueca boxer azul, vou andando sensualmente até ele que me puxa pela cintura, mas desfaço seu aperto e lhe dou um selinho, e desço os beijos por seu queixo, sigo para seu pescoço e vou distribuindo vários beijos até sua jugular onde eu mordo com força e sugo imitando o modo como ele fez quando tomou meu sangue, ele geme alto e aperta minha cintura, solto a mordida e continuo os beijos descendo para seu peito, abdômen e ao invés de descer para seu membro, vou para suas coxas e afago o volume entre suas pernas, sigo com pequenas mordidas entre as duas coxas e quando me aproximo de sua virilha mordo com forças e ele grita meu nome, sorrio com isso e começo a tirar sua cueca com a boca e um pequeno auxilio das mãos, jogo-a pra trás e admiro a visão dele totalmente nu.

Damon não é apenas um homem atraente por seus traços fortes e olhos azuis, encontrando o restante dele, assim como agora posso observar, ele tinha um corpo belíssimo como uma das obras mais perfeccionistas do mundo e o que mais se ressaltou para mim no momento era visão de seu enorme e duro pau, era algo que me dava uma vontade perturbadora de...

Não me contenho e abocanho seu membro centímetro por centímetro roçando meus dentes de leve o provocando, ele rosna como um animal feroz, começo a chupa-lo intercalando em momentos com força e outros leve, sempre mantendo o contato visual aumentando a luxuria do momento, fazia movimentos de vai e vem constantes e ele segura puxando meus cabelos ditando o ritmo dos meus movimentos, fortes e ritmados, paro quando percebo que se continuasse ele gozaria e com as mãos habilmente massageio toda sua extensão e vou beijando e lambendo, via em sua expressão que ele não iria mais se conter então o abocanho-o novamente e juntamente com minhas mãos vou masturbando-o até ele chegar em seu limite, explodindo em seu gozo, continuo com o movimento até senti-lo amolecer e respirar com força ao fim.

Ergo-me e tomo seus lábios com destreza e invado sua boca com minha língua sugando a sua e lutando para ganhar algo que eu mesma desconhecia o que seria, ficamos entre beijos durante alguns minutos até que ele empurra meu corpo contra o coxão e com uma velocidade desumana ele arranca minha calça, espalma uma de suas mãos contra minha intimidade e pressionando clitóris.

– Está tão molhadinha Elena, totalmente preparada e a minha espera.

Vai beijando alternadamente minha barriga e pernas, inesperadamente ele morde minha calcinha e a rasga.

– Damon o que foi isso? – tento me irritar com isso, mas estava me deliciando tanto com as coisas que isso era quase impossível.

– Elena, se solta, sei que está adorando se jogar nos meus braços. – ele sorri maliciosamente e não contenho o riso.

– Você é um cretino.

– Um cretino irresistível, já que tudo o que eu faço garante muitos gemidos e pedidos de mais seu.

– Cala essa boca.

– Vou ter com que me ocupar para mantê-la calada agora. – ele sussurra próximo de minha intimidade.

Ele cai de boca sugando com força meu clitóris, contorço-me era perfeito, ele era selvagem, parecia não se importar se estava me machucando ou não e isso me deixou ainda mais excitada.

– Ah Dam...on... Ahh. – grito como uma louca com aquele contato.

Ele puxa com dureza entre seus dentes meu clitóris tudo em mim queima em antecipação, ele penetra um dedo em mim estocando-o e logo acrescenta mais um em movimentos de vai e vem, enfiando e tirando quase ao completo de mim, jogo meu corpo contra ele aumentando o contato de sua boca e a profundidade de seus dedos, ele continua e cada vez mais rápido, estava a pouco de atingir meu ápice, mas ele para me torturando.

– Ah Damon... Continue, por favor, eu quero mais, preciso de mais. – ofego em suplica para ele que sorri maldoso pra mim.

Cogitei ao longe que ele iria parar ali, mas enganei-me, ele ataca novamente introduzindo sua língua em minha intimidade e estoca-a como se estivesse beijando-me, maravilhoso ainda era pouco, se antes estava bom agora ainda mais, a habilidade que ele possuía me deixava estupefata, com quantas ele fez isso para chegar a essa perfeição? Esse pensamento me deixou furiosa, mas logo foi trocada pela sensação do meu orgasmo me tomando em um frenesi magnânimo, nunca houve nada parecido comigo.

Ele era minha maldição, meu erro, minha perdição, me amaldiçoava por ter caído na tentação, mas era impossível não resistir.

Meu corpo estava languido após tudo aquilo e ele ainda continuava ali me sugando e me torturando, meu corpo fluía entre o prazer descomunal e o sofrimento, era bom e ruim, sentia que se ele continuasse outro orgasmo viria rapidamente, mas estava sensível e chegava a ser doloroso o seu toque. Deus como era possível algo assim.

Quando ele para sobe beijando meu corpo e quando chega a meus lábios não os toma como imaginei, fica apenas em selinhos leves e agradáveis, era relaxante, tão bom quanto seu lado selvagem.

– Ah Elena seu gosto é incrível, viciante, como farei agora para ficar sem ele, você é tão boa, perfeita, você completa tudo que sou.- ele diz deitado em meu peito. – O som do seu coração é revigorante. – seus dedos correm nas marcas de suas mordidas. – Tome, não podemos ficar com isso, apesar que para mim está lindo, mostra que você foi minha.- ele rasga a pele de seu pulso e me dá.

O pego e o levo até meus lábios e sugo seu sangue, agora entendo o porquê dele ter feito aquilo o clima sedutor que pairava tornava aquela troca cheia de luxuria, trazia um calor uma vontade de mais e logo ele me faz parar.

– Teremos que ter cuidado com você nos próximos dias está com meu sangue e não gostaríamos do que isso poderia trazer em um acidente. – assinto sabendo que realmente seria algo que não gostaria de acontecer.

– Eu sei, mas algo que sei mais ainda agora é que te quero, por inteiro, sem torturas, dentro de mim. – seu sorriso largo toma conta de sua face e ele vem pra cima de mim.

–Seu desejo é uma ordem, nunca deixaria você assim. – ele beija-me e se ajeita no meio de minhas pernas.

Ele começa roçando seu membro em minha entrada e logo bem lentamente vai entrando pedacinho por pedacinho, quando estava completamente dentro de mim gememos em uníssono, ele vai aos poucos começando a se mover estocando tudo em mim, mas logo aquilo foi aumentando e ele puxou minha perna para cima e aumentou o contato entre nós o sentia ainda mais profundo em suas estocadas extremamente fortes ele se retirava quase completamente e retornava com força, eu arranhava suas costas tentando extravasar o que sentia.

Ele leva seus hábeis dedos para meu clitóris e a junção de suas estocadas selvagens com o estimulo eram meus gritos audíveis a metros dali, começo a mover meu quadril com ele e cada colisão de nossos corpos me deixava ainda mais insana. Ele nos vira na cama trocando nossas posições me deixado por cima.

Espalmei minhas mãos em seu peito e comecei a cavalgar em seu pau que sentia que eu o consumia o mastigava com a pressão e velocidade que estávamos, com sua ajuda quicava dura e rapidamente, jogava-me naquela sensação, queria mais que aquilo, pedia mais que isso, queria tudo o que nunca tive na cama com os outros.

Ele volta a nos mudar de posição e ergue minha perna quase em seus ombros entrando com foça em mim, meu corpo pulsava o frisson daquilo era magico, e ele fez de novo saiu e entrou com força, ele repetia e repetia o ato, levei meus próprios dedos a minha intimidade e estimulava-a, eu estava uma louca sedenta por mais sexo, e com o jeito de que Damon sempre me dava esse mais eu logo entrei em meu ápice.

Meu corpo foi jogado para galáxia, fui tomada por um gozo forte e cortante e isso o deixou ainda mais animal, suas estocadas brutas pareciam que me rasgariam ao meio, ele forçava como se quisesse ir além daquilo e com mais 4 estocadas violentas seu corpo estremeceu e senti seu orgasmo se aquecer e misturar dentro de mim, seu pau pulsava e parecia que não cessaria o gozo, ele beijava meu pescoço caído dentro de mim ainda tremulo, e queria que o tempo parasse ali, estava ótimo.

Passados alguns minutos ele se recupera e se retira de mim e sinto um vazio em meu ser, mas ele deita-se e puxa-me para seu peito, acariciando meus cabelos caídos em cascata em minhas costas e eu faço desenhos imaginários em seu peito.

– Quem diria que a pequena Gilbert poderia ser essa fera na cama, insaciável por sexo, estou desapontado em você não ser assim tão comportada. – ele debocha de mim e eu o bato.

– Pare com isso a culpa é sua. – o olho e fiz um bico teatral.

– Como minha a culpa, você que é a impulsiva por sexo aqui.

– Não seu idiota, tudo o que você fez me dava vontade de mais.

– Deus perdoe essa pobre alma e me mande para o inferno. – ele ironiza e eu não gosto.

– É serio não costumo ser assim, nunca tive nada assim. – sou sincera e ele me encara.

– Sem brincadeiras, eu não sei mais como serei capaz de viver sem poder te tocar e sentir teu gosto, você é minha, mas sinto que há algo entre nós ainda. – ele respira fundo e me afaga o rosto.

– Vamos resolver isso... – sou vaga, não queria pensar na vida real agora, queria ser a menina inconsequente que nunca fui.

– Certo devoradora o que tem em mente?

– Agora ficar aqui quieta e abraçada com você, vamos deixar a vida pra depois...

Ele não fala mais nada só permanece ali em silencio comigo em seus braços, era acolhedor, mas sabia que era errado e ao mesmo tempo em que não queria repetir esse erro, eu também queria repetir incontáveis vezes. Pra quem não queria nem ao menos parecer com Katherine eu estava igualzinha, senão pior que ela, vadia, manipuladora, que ficou usando os irmãos sem se preocupar com nada além da sua diversão.

Estava tão inerte em pensamentos que só voltei para onde estava quando senti os lábios dele me tocarem novamente, ele começou com um beijo apaixonada era bom, mas logo o prazer foi me tomando novamente e subi em seu colo afundando nossos toques, brincava com nossos corpos, eu queria outra vez, e estava me tornando uma ninfomaníaca psicótica, mas tudo me impulsionava a isso e não me arrependia.

Logo já estávamos provocando um ao outro e brincando um com o corpo do outro sem pudor.

Era extremamente bom...

Pov Damon

Eu não consegui entender aquela Elena que estava ali sobre meu corpo se esfregando em mim despudoradamente, ela sempre foi tão racional, meiga e do nada ela se mostra alguém ao contrario disso, eu particularmente preferia-a assim e só em saber que foi comigo que ela fez tudo isso me deixa ainda mais doido, entretanto a algo que me perturba, e depois que ela voltar a sua consciência como tratará disso? Sei que por mais que eu fique chateado, dependendo do que ela decidisse eu mudaria tudo, ela não é como a Kath, que soube exatamente como nos usar para seu beneficio e depois se mandou, e isso me faria tomar uma decisão que eu não poderia voltar atrás.

Estava me aproveitando daquele corpo magnifico e perfeito dela quando ela começa com novas insinuações e logo voltou a me torturar e me dar prazer, essa menina era psicótica quando era preciso, mas nesse caso, eu estava amando ela assim a mulher que sempre desejei.

Não consigo entender porque ela ainda continua com Stefan, se sei que ele não lhe dá a metade do que dei e posso dar.

Pov Elena

Algo em mim estava diferente, podia ser estranho, mas tanto Damon quanto Stefan me completavam, cada um de uma maneira, mas não sabia como escolher entre eles, com um tudo é doce, romântico e meigo, com o outro era o extremo, selvagem, quente, me sentia duas pessoas no corpo de uma, mas é tudo tão certo e tudo tão errado.

Estava em seu colo nua o beijando delicadamente, mas seu toque tinha o poder inebriante de me fazer ir ao extremo, logo aprofundo o beijo, esse Damon era tão oposto ao que eu odiava, eu o queria assim cada vez mais.

– Hey... O que.. É... Isso... – Ele diz entre os beijos que lhe dava.

– Damon acho que você pode entender o que eu quero. – digo beijando seu pescoço.

– Seu pedido é uma ordem, vejo que essa noite vai ser muito longa. – o impeço de dizer qualquer outra coisa.

Retomamos novamente ao que já tínhamos feito agora ainda mais intenso nossos toques agora sabiam aonde ir, aprendemos onde era o ponto de prazer para cada um e depois de nos jogar naquele espiral constante de desejos e tentações e delicioso orgasmo varia e varia vezes, eu enfim me sinto cansada e ele me aninha em seu peito carinhosamente e com conforto e segurança durmo, deixando tudo me inebriar.

Pov Damon

Depois da noite deliciosa que tivemos ela estava deitada dormindo em meu peito, observei como ela era delicada, seus traços humanos me trazia algo bom, algo humano novamente, mas eu não era assim e não seria por isso que mudaria.

O sol já estava nascendo no horizonte e a claridade já começava a despertar ela e sabia que a realidade enfim nos deixaria em frente a minha decisão final sobre isso tudo. Ela se mexe e abre os olhos me encarando ainda sonolenta, mas logo se afasta, e aquilo é a semi confirmação do que faria.

– O que houve? – ela pergunta. – Ou melhor, o que eu fiz? – ela apoia a mão na testa e acelera a respiração.

– Não vou responder a nada disso, acho que já é bem grandinha pra entender.

– É tão errado, não poderíamos...

– Mas fizemos e nada muda isso, e antes que me acuse de abusar de você, você também quis.

– Mas...

– Chega isso não vai se tornar uma discussão...

– O que faremos agora? E o Stefan?

– Nada. – digo e ela me encara espantada, pego seu rosto e ergo seu queixo. – Você não vai lembrar isso que aconteceu, apenas como um sonho proibido, tudo o que aconteceu foi que você me resgatou, depois nós brigamos, você mesmo irritada comigo estava com frio por suas roupas molhadas e eu concordei em dormir com você só pra te aquecer, nada entre nós vai mudar... – digo apagando suas lembranças e ela repete tudo aquilo me magoa, não queria ter feito isso, mas era necessário.

Levanto-me e ajunto minhas coisas deixando minha camisa pra ela, tudo seguiria normalmente pra ela, mas para mim eu sempre iria querer tocar e senti-la como foi...

Notas finais
E então o que acharam? Eu espero ter agradado e feito vocês aproveitarem tanto quanto a Leah! Comentem e façam essa pessoinha em especial e as outras felizes rsrsrs Se alguém quiser recomendar também amaremos kk Fiquem ligados pra próxima One Bom Jogo u.u xoxo Anna