Death of a Monarchy
2 Simply Henry
Notas iniciais
Gente aqui entra o Vlad Tepes, esqueçam o contexto histórico e imaginem que Vlad tepes é da mesma época que Anne Boleyn, ok?
Deixei-o em sua sala e bati a porta muito forte. Voltei para a corte e convoquei uma reunião com alguns membros influentes.– Como todos sabem, meu casamento com Catarina, e pedi sua anulação hoje pela manhã. Mas o bispo não concedeu. – O reino é vosso, faça o que bem lhe entende. — – mas e quanto ao povo??!! Eles amam a rainha. — – mas o senhor não a ama. -– de fato não. Mas se povo se voltar contra mim, posso ser forçado a abdicar ao trono. — – majestade, caso seja de vossa vontade a anulação da união, que assim seja. Manter um casamento infeliz também não é bem visto aos olhos de Deus. -– tem razão. — me sentei. — mas em todo o caso ainda revogarei a dissolução do casamento. — – majestade. — todos disseram.______________________________________________________________________________Anne Boleyn's POVAcorde pela manhã e estava fazendo um calor quase que infernal, mal conseguia respirar. Vesti um de meus vestidos favoritos, um azul-claro. Fui para a sala de desenho para passar o tempo.estava terminando um esboço quando meu irmão chega na sala, ele começa a rir incessantemente.– Ora se não é a mulher mais afortunada e cobiçada de toda a Europa!!! — ele dançou.– Do que estás falando? — – Ora, doce Anne, o Rei da Inglaterra a deseja. — – mas eu não o quero. — olhei para suas mãos, seguravam algo. — O que estás segurando? — – as cartas do Rei. — – Interceptou-as de mim? — tentei pegá-las? — Como ousas? -– então parece que se importa? — – não me importo, apena quero lê-las. — – tome. — entregou-as a mim. – saia, deixe-me sozinha por um momento. — – como quiser, "majestade". -peguei-as e comecei a ler." Doce Anne, cada momento sem vê-la é como uma vida inteira sem tê-la ao meu lado. Posso estar importunando-a, mas sinto que devo fazer isso, não posso deixá-la escapar. Sinto-me renovado ao estar na sua presença, um novo homem. Me sinto como uma criança, sem preocupações. Esqueço-me de todos os meu problemas, de todos os meu afazeres. Mas sei, e sinto que será minha, quero um dia poder chamá-la de Minha rainha. Minha esposa. E o farei. Lhe prometo. Do seu rei, mas sudito de seu amor, Henrique VIII"Tais palavras me tocaram, mas ainda não sinto nada, nada de afeto para com o Rei. É uma perda de tempo, sei que o divorcio leva muito tempo para acontecer, e se esperar demais por ele, posso perder a capacidade de ter filhos. E assim como a rainha Catarina, vou acabar sendo o próximo divórcio.Corri até meu pai e chamei-o para um passeio nos jardins.– papai, creio que já tens o conhecimento sobre as cartas que o rei enviou a mim. — – sim, seu irmão mantêve-me informado de tudo. — ele riu.– como de costume. — – filha, antes de mais nada devo lhe contar, queria esperar mais, mas agora com essas cartas, sinto que lhe devo isso. -– pode dizer papai. — – lhe prometi a um duque da Valáquia. — – como assim? — – o que ouvistes. Vlad Tepes é seu nome. -– mas papai! -– esqueça o rei, ele só quer se divertir. — – o que acontecerá comigo se rejeitar ao rei? — – certamente nada. Ele é o rei, mas não pode obrigá-la a se casar com ele. Sendo que estará casada antes do divorcio. — – como?! — – creio que em duas semanas ele sairá da Valáquia para buscá-la. — – como podes fazer algo assim comigo? — sai chorando.–é para seu bem. -corri até meus aposentos e comecei a chorar mais e mais. Na manha seguinte havia uma reunião na corte. Lá poderia falar com Henrique.
Notas finais
REVIEEEEEEEEEEEEEWS
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