Death of a Monarchy
3 Tears of Blood
Mal pude descansar, a ansiedade não me permitia. Fiquei ensaiando talvez a melhor forma para conversar com o Rei, mas tudo pareceu ridiculo ou sem sentido. Me sentia um pouco estranha, não conseguia parar de pensar agora na carta que Henrique me mandou, parece que estou começando a sentir algo.
___________________________________________________________________________Henrique's POVAcordei animado. Sabia que Anne viria hoje a corte. Assim terei um tempo a sós para falar com ela.Fui falar com com Thomas Tallis, um músico da corte.– Sir Thomas. — – Majestade. — – Quero que toque esta musica, Pastime in good Company. Mas toque somente ao meu sinal. — – sim, vossa majestade. —Aos poucos os convidados começaram a chegar, mas antes precisava resolver outro assunto importante, esperei Charles Brandon (http://weheartit.com/entry/69693063/via/ricordati) chegar para conversar, por sorte, foi um dos primeiros a chegar na corte. – Vossa Graça, Charles Brandon, duque de Suffolk. — foi anunciado sua chegada, quando o vi, fiz menção para que chegasse perto, e assim o fez.– Vossa majestade. — Charles fez reverencia. – Precisamos conversar, por favor me acompanhe. — eu disse. -fomos até um cômodo mais reservado.– Acredito que tenha algo para me contar. — eu disse. -– Creio que não vossa majestade. — respondeu. — – Acha que eu sou cego? Ou idiota? Acha que não sei de seu envolvimento com Margaret? Sabes que colocou tudo a perder com essa fantasia estúpida e idiota? Arruinaste meus planos! — gritei e dei um soco na mesa. — ele ficou quieto e abaixou a cabeça. – Me responda! — fiquei mais irado.– Me perdoe, me perdoe, deixei-me apaixonar por sua irmã. Eu realmente a amo, com todo meu coração, como nunca amei ninguém antes! Quero me casar com ela, e peço sua permissão e sua benção. — pude ver que estava arrependido, mas que realmente amava ela. — – esta bem, dou-lhe minha benção e permissão. Mas ouça nunca mais esconda algo de mim! — – Prometo nunca mais esconder. Nossos infinitos agradecimentos vossa Majestade. — – esta bem, vamos voltar para a festa.- –claro. — voltamos então e quando vi Anne parecia que tudo havia parado, fui logo ao seu encontro e a convidei para dançar e fiz o sinal para que começassem a tocar a musica. – daria-me a honra. — eu disse a ela e ela apenas sorriu. começamos a dançar e vi como ela estava diferente, estava quieta e parecia triste. — – Anne, você está linda! Estou muito feliz que você veio. Ah, tenho algo para você. — puxei sua mão até perto do trono onde eu tinha uma caixa. A entreguei a ela e esperava qualquer reação de alegria, mas ela começou a chorar. Levei-a até um canto para podermos conversar. — – querida, o que aconteceu, porque chora? — coloquei minhas mãos sobre seu rosto. — – não posso enganar você, eu já estou noiva. — – de quem? — – Vlad tepes, da Valaquia. — – Calma, calma, eu estou aqui, vou resolver isto. — eu disse tentando acalma-la. — – Não pode, ele já está vindo. Ele vem pedir a vossa permissão. — – Céus. — – Mas entenda, talvez seja algo bom. Não posso esperar muito, logo não poderei mais gerar filhos, estou ganhando idade, e já passei do tempo de me casar. — – ainda és jovem, e bela! Por que me casei com Catarina? E do jeito que o processo está indo, não sei se conseguirei o divorcio. -– por isso mesmo. -– oh minha amada. Eu a amo tanto. — ele me abraçou.
Notas finais
REVIEEEEEEEWS PLEASE
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