Notas iniciais
Oi gente Bonita!! Eu sei que to sumida, mas eu estava fazendo vestibular domingo e ontem... E como se desgraça pouca não fosse bobagem, fiquei sem TV e sem internet aqui em casa o fim de semana inteiro, só arrumou ontem de noite... mas agora estou aqui e com mais um capítulo pra vocês! Esse capítulo eu quero dedicar especialmente a LINDA Mary Salvatore que escreveu a primeira recomendação da fic *--* ai Gente é muito amor fala sério?!? Muito obrigada flor, eu fiquei muito feliz com a recomendação, e queria ter postado o capítulo mais cedo para te agradecer, infelizmente meu tempo ta corrido e eu só consegui postar agora! Bom sem mais o que falar... Vamos ao capítulo! Beijitos no Core!

O tempo com os Mikaelson estava sendo maravilhoso para Damon, ele podia se aproximar do filho e acabava por se aproximar de Elena também, embora tivesse que sempre se lembrar que a morena era comprometida, porém esse tempo estava chegando ao fim, ele não podia continuar fingindo que a vida era bela enquanto seu tio Pietro e sua esposa Rose destruíam toda a fortuna do Ducado.

–Niklaus- Damon chamou assim que entrou no escritório, o Conde ergueu os olhos dos papéis que avaliava e encarou o amigo- eu acho que já está na hora de voltar para o meu Ducado, ou pelo menos voltar para a sociedade Londrina, não posso simplesmente ficar aqui parado esperando Pietro e Rose acabarem com toda a herança dos Salvatore.

–Entendo seu lado Damon- o loiro afirmou sorrindo e indicando a cadeira para o outro sentar- creio que o melhor seria aparecer publicamente primeiro, e depois voltar para sua propriedade- começou a mexer nos papéis- onde Elena guardou os convites?- ele questionou a si mesmo- só um segundo- levantou-se de sua cadeira e saiu até a porta chamando por Elena.

A morena não demorou a aparece no escritório, sorrindo como sempre, os cabelos semi presos deixavam os cachos em cascata pelas costas e ombros da moça, a deixando ainda mais bela.

–Onde colocou os convites para bailes Lena?- o loiro questionou.

–Sr. Salvatore- a morena cumprimentou, e em seguida seguiu até a mesa, abrindo a primeira gaveta e pegando um bolo de convites para eventos e os entregando para o primo- usar as mãos para abrir as gavetas é útil às vezes- ela sorriu- está pensando em ir para Londres? Ah meu Deus- ela fingiu surpresa, colocando a mão em frente à boca- o Conde Mikaelson vai finalmente buscar uma esposa.

–Pare de falar loucuras- Klaus resmungou fazendo a prima e o amigo rirem- quando arrumar uma esposa, ela vai te expulsar dessa casa, eu se fosse você ia torcer para eu jamais me casar.

–Não seja tolo Niklaus- ela afirmou sorrindo- agora me responda, para que quer os convites?

–Iremos a Londres- o conde afirmou entregando os papéis a Damon para ele escolher em qual gostaria de ir- Damon voltará à sociedade, e eu pretendo acompanhá-lo, enviarei uma carta a Elijah avisando que em breve estaremos por lá.

–Iremos todos?- a morena questionou preocupada, instintivamente colocando a mão no colar que ela nunca tirava e o apertando contra o peito.

–Você ficará aqui- Damon afirmou encarando a morena e sorrindo- cuidando de Charlie, não pretendo colocar meu filho em risco até descobrir qual é o tamanho do poder de Pietro e Rose.

–Certo- a morena afirmou sorrindo aliviada- vou pedir para as criadas começarem a arrumar suas malas, não se esqueçam de me mandarem notícias, por favor.

–Não estamos saindo imediatamente Lena- Klaus afirmou rindo levemente- creio que sairemos após o almoço.

–Em todo caso- ela disse balançando a mão como quem diz que aquilo não importa- as malas devem estar prontas, com licença preciso ver como Charlie está, ele teve dor de barriga durante a madrugada, creio que no tempo que estive na vila alguém esqueceu que deveria limitar a quantidade de bolo de chocolate que o Charlie come no café da tarde- ela encarou os dois homens no escritório semi cerrando os olhos e os fazendo rir.- espero que vocês pelo menos tenham tido uma boa noite de sono, não é agradável dormir no chão ao lado da cama com uma criança doente.

Dito isso ela saiu do ambiente, e seguiu pelo corredor entrando no quarto do pequeno que parecia um pouco mais animado, mas não tinha aquela energia de sempre, provavelmente por conta da noite mal dormida.

–Lena- o pequeno a chamou assim que a viu na porta do quarto, a morena sorriu e sentou-se ao lado dele sentindo o garoto se aproximar e aos poucos subir em seu colo se aconchegando ali- onde está o papai? Não o vi hoje.

–Seu pai está resolvendo algumas coisas com o tio Klaus querido, mas tenho certeza que daqui a pouco ele vem te ver- ela sorriu beijando a testa dele- depois do almoço você deveria tirar um cochilo, precisa descansar.

–Não estou com sono agora- ele começou a argumentar- mas talvez depois possa ser uma boa idéia.

–É uma ótima idéia- ela afirmou sorrindo- descanse bastante e coma coisas mais leves hoje, nada de exagerar no bolo, se amanhã você estiver bem, eu e você vamos até a cachoeira dar uma volta.

–Então vocês dois vão a cachoeira sem mim amanhã?- Damon questionou entrando no quarto do filho e sorrindo abertamente quando o pequeno pulou do colo de Elena e correu ao seu encontro.

–Vai com a gente até a cachoeira amanhã papai- o pequeno pediu, todo animado, o mais velho sorriu seguindo com ele até a cama e sentando-se com o pequeno acomodado em sua perna.

–Vou viajar hoje meu filho- ele contou, vendo a alegria do pequeno se esvair- vou com o Tio Klaus para Londres, e você ficará aqui com a Elena, não pretendo demorar para voltar.

–Vai voltar logo não é?- o pequeno questionou- não vai demorar tanto como da última vez.

–Voltarei logo- ele afirmou sorrindo emocionado e beijando a testa do pequeno- logo estaremos na nossa casa, e você nunca mais sairá de perto de mim.

Elena tentou fingir que aquilo não havia a atingido, o tempo que o Duque Salvatore passava ali no condado havia servido para fazê-la esquecer aquilo, não queria se separar de Charlie, e mesmo que não admitisse apreciava a companhia de Damon, a presença dele era uma nova constante em sua vida, e ele despertava nela sentimentos que Kol nunca chegara nem perto de despertar. Espantou aqueles pensamentos de sua cabeça, era comprometida com Kol a três anos, embora nunca tenham formalizado o compromisso, e Damon era casado, muito mal casado ela não podia deixar de lembrar, mas ainda assim, casado.

–Com licença- ela pediu levantando-se da cama e olhando para os dois, que pareciam entretidos em sua conversa de pai e filho- vou deixar vocês sozinhos, tenho algumas coisas para arrumar.

Dito isso ela saiu apressada, seguindo para o próprio quarto, ao entrar no cômodo, encostou a porta atrás de si e suspirou pesadamente, sentando-se na penteadeira soltou o pouco de seu cabelo que estava preso e começou a escová-lo distraidamente, estava tão perdida em seus pensamentos que não ouvira a porta abrir e alguém entrar e encostar novamente a porta.

–Tem belos cabelos Senhorita Gilbert- a voz do Duque a assustou, e pelo espelho ela viu o reflexo do moreno , virou-se para o mesmo e levantou da cadeira.- e belos olhos também- ele começou a se aproximar da morena, e cada passo dele era um passo dela para trás- está fugindo?

–O que está fazendo?- ela questionou, porém não tinha mais como se afastar, estava encostada na penteadeira e ele estava perigosamente perto- Sr. Salvatore?

–Quero ter uma lembrança sua Srta. Gilbert- ele sussurrou, estava tão próximo que não precisava falar alto, gentilmente a puxou pela cintura e aproximou seus rostos, e embora estivesse assustada, alguma coisa dentro de Elena clamava por aquilo, por um beijo, um carinho. Os lábios se tocaram tão sutilmente, e Elena timidamente colocou as mãos no ombro do moreno, que apertava cada vez mais a fina cintura dela.

Mas aquilo não poderia durar muito, não era só a falta de ar que os atrapalhava, era a consciência do quão errado era aquilo, ela estava quebrando a confiança de Kol, e ele a de Klaus, o Conde, agora seu amigo, era um homem que havia confiado nele, e ele estava fazendo algo que com certeza poria em risco sua amizade, não pensava em Rose, aquela mulher não merecia seu respeito.

Os dois se separaram, e ficaram por um tempo se encarando, tão próximos, Elena sentia a respiração dele em seu rosto, e ainda sentia as mãos em sua cintura, embora agora não passasse de um toque leve, ela suspirou pesadamente e se afastou dele, indo para o lado e virando-se de costas.

–Não se esqueça de mim Elena- ele pediu antes de virar-se abrir a porta e sair tão silenciosamente quanto havia entrado. Ela tocou os lábios, totalmente surpresa, parecia que só agora o ocorrido assentava em sua mente.

–Como se precisasse disso para me fazer lembrar- ela resmungou, largando-se em sua cama e abraçando o travesseiro- Senhor, o que eu farei agora?

Notas finais
Eita que teve beijo nessa bagaça! hahahahahaha Eu adorei escrever esse capítulo... as coisas agora vão tomar o caminho certo na fic haahahaha Espero que gostem! Beijitos no Core!