Dear Pegasus,
26 Dividindo Sonhos,Planos, "Highway To Hell"!
Notas iniciais
Boa Leitura
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P.S: Primeiro post com 16 aninhos ☺²
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☺³
Capítulo Vinte e Cinco: Dividindo Sonhos, Mudança de Planos
E “We'reon the highwayto hell!”
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.Narradora.
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—Espera um pouco, eles se beijaram? —Indagou Rany ao termino da historia que Bárbara contava dentro do carro roubado, na caçamba, Pegs relinchou alto, Valerie pensou naquilo como uma risada ou quem sabe um aviso para ela ir mais rápido.
De um jeito ou de outro, o velocímetro já estava quase fazendo um circulo completo. Bárbara que estava atrás do banco de Velkan pensou em responder, mas o Stark foi mais rápido.
—Que merda de pergunta é essa, Crowfford? —Indagou Velkan se virando para encarar à loira que só deu de ombros, os olhos brilhando de um jeito esquisito pelo retrovisor. Viu-a batendo palminhas exultantes para si mesma, com um sorriso cheio de sentidos no rosto branco.
—Ela é filha de Eros Velkan, qualquer coisa que tenha troca de fluido corporal eles aprovam. —Resmungou a gótica ultrapassando um Palio vermelho que dirigia feito uma lesma a sua frente. Só não passou por cima, por ainda ter planos para aquela caminhonete.
—Isso foi nojento, Valle. —Rany franzia o rosto, os olhos dourados surpresos e enjoados.
—Me diga que é mentira, cupidinha. —ouviu o silencio por três segundos e assentiu para a própria vitoria com um sorriso— Como eu disse, qualquer tipo troca de fluido corporal.
—Deixando isso de lado —pigarreou Luke, querendo rir, se virou para ruiva que já estava rindo da conversa— Onde acha que eles podem estar agora, Bárbara?
A ruiva olhou para o teto da cabine sem enxergar, fazendo cálculos mentais da meia hora que passou voando com Pegasus, o que tinha sido particularmente incrível, mas isso não era coisa para pensara agora, pensou no estreito que estavam perto do subúrbio de Pennsylvania, no transito e onde poderiam estar.
—Se conseguiram outro carro não devem ter saído da Pennsylvania, o transito de lá é uma droga a noite. —se virou para Rany— Mas sim Rany, eles se beijaram.
—Eu. Sa-bia! —Gritou por um instante depois tapou a boca, ficando levemente corada por ter ganhado a aposta que fizera com Nathy logo que viram os dois conversando na fogueira que fizeram quando ela havia a cordado. Luke riu um pouco, sem notar, olhando a filha de Eros tirar a mão no rosto e colocar uma mexa de cabelo compulsivamente atrás da orelha.
—Desculpem, exagerei um pouco. —Disse se encolhendo. Velkan começou a balançar a cabeça e se inclinou para a loirinha, fazendo uma concha envolta da orelha com cinco brincos de metal.
—O que?! Eu não estou ouvindo, alguém estourou meu tímpano! Repete! —Gritou, fazendo todos rirem um pouco, até a própria Crowfford, que lhe deu um tapa de leve no rosto, Velkan apenas revirou os olhos e se ajeitou no banco do carona, colocando os coturnos pretos para cima.
Luke colocou a cabeça entre os bancos, tocando coma ponta dos dedos os ombros de Valerie, que apenas ignorou, apesar de não gostar de contatos físicos com pessoas que a mesma julgava “pouco confiáveis”.
—Quanto tempo até Pennsylvania, Valerie? —A filha de Éris apertou com violência a buzina.
—Se o palhaço dentro do Civic sair da frente, Cicatriz, em menos de três horas. —abaixou o vidro elétrico e colocou metade do corpo ara fora, enquanto Bárbara, não querendo morrer em um acidente de carro, se jogou para frente,segurando o volante. —O acelerador é da direita, roda presa!
Em resposta o motorista diminuiu mais a velocidade, sem saber que, ao desafiar Valerie Stark, sempre se tinha que pagar pelo ato. Velkan balançou a cabeça para os lados lentamente e colocou o cinto de segurança, se virou para os outros.
—Coloquem os cintos, vamos ter um acidente. —Não havia cinto de segurança nos bancos de trás. Bárbara se agarrou ao banco da frente, apertando aos olhos, Luke se segurou em um suporte logo acima da janela, e ao ver que Crowfford não tinha onde se segurar, sentada no meio, puxou a menina para si.
A filha de Eros ficou pasma no primeiro segundo, mas depois que percebeu que a motorista havia parado do carro e pisado com força no acelerador, indo em direção a traseira do New Civic branco a sua frente, passou os braços finos ao redor da cintura de Castellan, escondeu o rosto na camisa branca que ele usava e encolheu os ombros esperando a batida.
Valerie Stark tinha os olhos amarelos brilhando de raiva, ria alto como uma vilã de um filme de melodrama antigo enquanto avançava sem piedade contra a traseira do carro a sua frente. O impacto fez todos serem jogado com violência para frente e o motorista da frente perder o controle. A gótica, ainda rindo macabramente, forçou mais ainda o motor, empurrando a traseira destruída para frente.
O motorista mortal virou o volante e o carro girou para o meio fio, saindo da frente da caminhonete roubada. Valle colocou a cabeça para fora vendo o motorista bater a porta do carro e segurar os cabelos para o estrago talvez inafiançável na traseira do Civic branco.
—Esse é o acelerador seu babaca! — Voltou para dentro do carro como se nada tivesse acontecido, voltou ao seu ritmo normal de mais de cem por hora, aumentou o som do radio e sorriu batendo os dedos longos no ritmo da bateria
—Hey Satan! Paid my dues/Playin' in a rockin' band. — Cantou alto a filha de Éris, balançando os cabelos negros e cortados a sua forma para os lados. Velkan balançava a cabeça também o ritmo. Ouvindo música juntos, talvez fosse momentos mais humanos que eles tinham.
—Hey mama! Look at me/I'm on my way to the promise land — Cantou o mais novo, sabendo que os três que estavam no banco de trás os encaravam como se tivessem algum tipo de problema. Eles não sabiam nem da metade de historia.
—I'm on the highway to hell/Highway to hell/I'm on the highway to hell/Highway to hell. — Cantaram os dois juntos, ignorando os outros. Bárbara pensou sobre a letra da música que estava ouvindo. O timing era quase perfeito. Suspirou e se largou do banco a sua frente.
Talvez, realmente, eles estivessem na autoestrada para o inferno... Ou Submundo, como quiserem chamar, de qualquer jeito.
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.Sury Carpe.
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O caminhão era totalmente fechado dessa vez, industrial. Jogaram-nos lá dentro com Jessie empurrando Seth com a cabeça contra suas costas largas, a Quimera me colocara lá dentro quase como um filhote, deixando belos arranhões leves nas minhas costas e rasgando minha blusa de ombro único, assim que as minhas costas se encostaram ao metal frio, me levantei, tremendo levemente.
A manticore ia ficar nos vigiando de novo, lhe deram uma lanterna, por que Jessie tinha medo do escuro, mas de qualquer jeito era escuro e vazio demais lá dentro, claustrofóbico. Aproximei-me de uma das paredes, o mais longe possível da manticore e também da lanterna, Seth se arrastou até o meu lado, me vendo ficar curvada sobre os joelhos, franziu as sobrancelhas vendo minhas costas arranhadas pelas presas e furadas pelos outros dentes do monstro.
E o pior, eu não estava me curando, nem um pouco.
Senti as mãos amarradas de Gray encostarem-se no meu ombro.
—Você está bem? —Indagou baixo. Suspirei. Acho que nem bem mais eu estava. Eu sentia a distancia de Pegs no peito, literalmente, me sentia como se não estivesse tão segura como era antes, não estava nem de longe na minha melhor forma, senti uma exaustão pesando dentro da minha cabeça, nos meus braços, pernas e no peito. Eu não ressuscitaria Cronos nem se quisesse.
Mas ele não precisava saber disso.
—Estou, só preocupada com Pegs e a Louis; espero que tenham chegado bem.
—Sabe, eu mentia bastante para minha mãe antes, ou mesmo para minha irmã —levantei meus olhos para ele, sem entender—, sei quando os outros mentem, não é fácil me enganar. —Voltei a minha posição.
—Brad enganou.
—Aquilo foi golpe de sorte. —Soltei uma gargalhada.
—Não, Gray, foi um golpe de adaga mesmo. Fora que ele destruiu a tua camisa e deixou um corte na sua bochecha, eu estava lá. —Prestando mais atenção no seu belo tanquinho, mas isso não vem ao caso, pensei, o olhando outra vez. Seth deu de ombros, se encostando à parede do caminhão e se equilibrando enquanto eles davam partida no caminhão.
—Ele é rápido. —Admitiu de mau gosto.
—Ele é o mais rápido do Acampamento, não ia ganhar assim, meu amor. —Disse com sarcasmo, ele riu um pouco, olhando pra frente e logo depois para mim.
—Não vão conseguir mudar de assunto, Carpe. —franzi os lábios e ele alargou mais o sorriso torto— O que você tem.
—Já disse que nada, até por que a nossa situação não me deixa ficar bem e... —Não terminei a frase, por que diabos eu me abriria com ele?
—O cavalo não está aqui, Pegasus. —adivinhou suavizando o rosto— Duvido que já tenham ficado tão longe um do outro.
—Pode ser... —Resmunguei olhando para o outro lado, mexendo meus pulsos e sentindo que a corda estava rasgando lentamente minha pele, que já estava ardendo o suficiente para ficar incomodo demais. Gray, me empurrou levemente com o ombro, me fazendo achar seu olhar, estava sorrindo.
Era o olhar de Guilherme. Senti que queria chorar. Por mais que o grandão quase nunca fosse o centro de alguma coisa, ele sempre pelos lados, me ajudando a ficar de pé; era um olhar calmo, não tinha pena só dizia que entendia a minha dor e que estava por perto qualquer coisa. “Vai ficar tudo bem”. Era isso que dizia.
Senti saudade de todos eles, pela primeira vez, não foi Blythe que me veio à cabeça primeiro, mas todos eles, a cena deles todos conversando, os contrastes bizarros e berrantes ali, mas ninguém parecia perceber, todos estavam bem juntos. Miguel com sua completa falta de noção, Viollet séria e objetiva com Púlox atrás sempre, cheio de charme e brincadeiras idiotas, Lika pequena com os cabelos laranja trançados com galhos e com sua cestinha cheia de comidas.
Rany sorridente com os cabelos hiperleves, Nathy junto dela, a protegendo quase como uma filha, os gêmeos góticos, obscurecendo tudo, com suas roupas de couro, planos maléficos para os Stoll e o chalé de Thanatos, Guilherme grande com o rosto grande simpático e tranquilo, para nós, um pai quase.
—Pegs nunca saiu de perto de mim desde que a minha irmã morreu, não foi para o Olímpio, ficou perto de mim, não sei bem por que, mas... Acho que já teria me matado há muito tempo se ele não estivesse o tempo todo lá. —Falei com sinceridade. Eu tinha tido experiências de quase morte muitas vezes para um único verão, mas ele sempre estava lá.
—Não teria, não. —disse normalmente, o encarei, mas o filho de Hades olhava para Jessie, encolhida no canto, com a lanterna apontada para o teto, deixando tudo o mais claro possível, apesar de não ser quase nada. — Você não teria se matado.
—Como sabe? Não faz ideia de como era... —Sua boca não me deixou terminar. Não tenho a menor ideia do por que daquele beijo agora, mas não resisti ao impulso natural que pulsava dentro de mim para corresponder depois perguntar. Ignorei a ardência nos meus pulsos.
—Acredite, eu sei que você não teria se matado. —Murmurou nos meus lábios depois de alguns minutos, abri meus olhos, encarando os seus fechados, e a pequena cicatriz perto do seu olho esquerdo. Mas de onde Hades vinha aquela segurança?
Gray abriu os olhos, o jogo de basquete surgiu na minha mente outra vez, insistente.
—Vai parecer bizarro, mas sonhei com você uma vez. —Disse baixinho, tentando dizer algo só para mim, mas não sabia como funcionava a audição das manticore, se eram melhores ou normais a dos humanos. De qualquer jeito, arregalei os olhos. Ele havia sonhado comigo?
—Oi?Hãn? —Guinchei, Seth se afastou um pouco dando de ombros, pensei ter o visto ficar vermelho, mas estava meio escuro, não sei se estava certa ou não. Gray se ajeitou contra a parede de metal, e deu de ombros.
—Essa não a parte estranha. —me olhou dando um sorriso de canto— Não tinha te conhecido ainda. Estava em Malibu, havia virado a noite ajudando minha irmã fazendo uma tatuagem atrasada em um cara. Foi...
—Um jogo de basquete? — arrisquei, ele arregalou os olhos para mim, entre abrindo os lábios úmidos em choque— Estava chovendo você... Você me beija ai um raio cai?
—Em cima de nós dois, é. Como...? —Só dei de ombros, confusa, tentei me encostar- na parede, mas os cortes tremeram como se agulhas finas e aquecidas passassem nas minhas costas sujas. Voltei a me escorar nos joelhos no mesmo momento.
—Não sei. — Gray riu alto, fazendo Jessie semicerrar os olhos para nós, o encarei, sorrindo por algum motivo ao vê-lo rir também. Balancei a cabeça, franzindo os olhos. O que Hades eu estava fazendo? Ele estava rindo, uma risada rouca, grave e rouca, mas e dai?
Era estranho, era quase... fofo ver seu pomo de Adão descendo e subindo, ou como seu maxilar não era tão quadrado assim, mas eu podia ver a linha forte que subia até perto da sua orelha, como o brinco estava brilhando ou como sua boca parecia perfeitamente grande demais para o rosto. Detalhes pequenos estavam estranhamente me chamando atenção.
—Estamos dividindo sonhos, agora? Quando a nossa relação ficou tão intima? —Dei de ombros, rindo um pouco.
—Não se ache muito, Seth, acredite entrar na minha cabeça não é algo tão fantástico. Nossa relação ainda não está tão intima assim, vamos com calma.
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Rimos mais um pouco —por algum motivo ele me fazia rir com muita facilidade—, mas depois caímos no silencio não sei por quanto tempo, na verdade, Jessie, rugira pedindo silencio. Minhas costas estavam ardendo o suficiente, para eu estar com a cabeça no ombro de Gray somente para ele não ver meu rosto ficando mais branco toda vez que, no solavanco da estrada, minha costa esbarrava no metal atrás de mim. Mas isso era o de menos, tudo estava para piorar.
O caminhão deu uma engatada forte, me jogando para o lado de costas, arqueei minhas costas, gemendo e girei para o lado, no mesmo momento que a porta de trás do caminhão foi aberta. Estava amanhecendo.
Equidna tinha os olhos quase preocupados, apontou para mim e Simon me pegou pela cintura como uma boneca, os dedos machucando minha pele ferida nas costas. Mordi o lábio com força, me forçando a não chorar agora, encarei o monstro com toda a indiferença que consegui reunir, mas inda sim era nojento encarar sobente aquele olho grande e redondo como a boca de um copo gigante.
—Mudança de planos Jessie, não temos mais tanto tempo. Se não fizermos agora, At...— ela se interrompeu olhando para mim— Vão soltá-lo para liderar tudo, temos que fazer isso agora.
Agora?
Jessie arregalou os olhos e assentiu, se aproximando de Seth o obrigando a levantar e o empurrando porta fora, enquanto o ciclope me levava para dentro de uma floresta que não me parecia muito grande, estava aflito, eu sentia isso na pele das minhas costas, as palmas ásperas se mexiam e apertavam minhas costas bastante.
Simon me olhou quase me implorando, e isso me assustou mais inda.
—Você trazer o Mestre Cronos de volta, semideusa.
—Não estamos no Monte Otris. —Falei debilmente mais para mim do que do para elas, afinal por que eu conversaria com os monstros que me matariam daqui a pouco?
—Você trará Cronos de volta, filha de Asclépio. Trará. —A draecaenas parecia mais preocupado em convencer a si própria do que a mim. Ali a ficha caiu para mim, percebi o que ia acontecer daqui poucos minutos, em uma clareira pequena e suja no meio dos Estados Unidos.
Eu, Sury Carpe, uma canadense que tinha perdido a mãe par a Leucemia, minha irmã pra um minotauro, tinha um pai que não podia me ajudar e amigos que não chegariam a tempo... Eu iria trazer o cara que destruiria toda a civilização.
Eu ressuscitaria Cronos.
Apertei os olhos, as lágrimas caindo sem que eu pudesse controlar. A dor das minhas costas já não era tão ruim assim. O rosto de Luke veio a minha mente, do modo que ele me olhou, como se confiassem em mim, que acreditasse que eu ia conseguir. O olhar de Blythe.
—Desculpa, Luke, dessa vez... Já era.
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Notas finais
Bem estava planejando postar logo depois que esse capítulo estava pronto, mas não consegui postar no dia(Primeiro de Abril). Que é meu aniversário, então teve toda aquela festa, minhas amigas acamparam aqui em casa e não me deixaram escrever. Foram embora hoje.
Saímos e tudo mais, e queia dizer que, vou tentar postar o mais rápido possível esse dias, por que no sábado e no domingo tem LOLLAPALOZA e eu não vou perder por nada.
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Foo Fighters, Artic Monkeys, Jane's Addictions e Joan Jett na mesma festa? Perco nunca!
YUHUUUL!
Okey, a calmei agora, mas espero que tenham gostado, e sim.
Reta Final! Mas ainda tem Muuuita coisa para explicar, mais alguns capítulo e também queria confiar a:
............"Dear Pegasus - Segunda Temporada"
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Tem muita historia ainda na minha cabeça sobre Sury Carpe, vou precisar de uma segunda temporada. Bem espero que tenham gostado.
Mereço review(presente de aniversário atrasado, hã?)?
Absurdamente aberta a puxões de orelha e ideias.
Beeijos
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