Dear Pegasus,
27 Desesperados, Batalha e Valle Decapita um Ciclope
Notas iniciais
Boa Leitura.
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Está meio vago, desculpe.
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Capítulo Vinte e Seis: Monstros Deseperados, Batalha e Valle Decapita um Ciclope
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Depois de meia hora com Valle dirigindo um veículo com ela dentro, Bárbara tinha certeza que o que ouvira sobre a filha de Éris não era nada comparado coma verdade. Ela era completamente louca! De um jeito bem divertido e potencialmente perigoso para qualquer pessoa em um raio de três quilômetros dela.
A ruiva já havia perdido a conta de quantas ultrapassagens, batidas, arranhões e manobras já tinham feito e isso sem deixar o velocímetro abaixar demais. Louis tinha quase certeza que aquilo devia ter algum tipo de recorde, o Guines definitivamente devia estar ali. Ninguém podia ser mais suicida no transito. Mas apesar de tudo, já estava quase se acostumando com o ritmo, já conseguia divagar —isso significa que estava pensando em Kyle.
Pensava como seria se ele estivesse ali, fazendo piadinhas sobre o fato de Rany e Luke estarem tentando se ignorar sem sucesso algum, na verdade, a ruivinha já notara o braço de Luke esticado na parte de cima do assento e ela duvidava que tivesse alguma coisa haver com aquilo. Era bem... Oportuno para Castellan, já que toda vez que a Stark dava alguma freada brusca ou batia contra outro carro, só fazia puxá-la para perto.
O loiro já achara o olhar da filha de Atena varias vezes, e ganhava um tom mais vermelho nas bochechas toda vez, sabendo muito bem que ela sabia o que ele estava fazendo; conhecia bem os truques dos filhos de Hermes, afinal já caíra em muitos deles.
Savian já lhe fizera tropeçar só para segurá-la pelos ombros e ficar bem próximo, já a fizera derrubar seus projetos e livros, só para encostarem as mãos, para ele sorrir, ela ficar vermelha e ele lhe roubar um selinho. Sem falar na vez que batera na porta do seu chalé coma desculpa estúpida de quê “achara seu prendedor de cabelo favorito”, ela sabia muito bem que ele havia-o roubado naquela manhã mais cedo. Ela sabia ser encantador, um idiota algumas vezes, mas ainda sim encantador.
Bárbara dera vários foras desde que chegara ao Acampamento, mas ele parecia determinado em fazer algo, e seja o que fosse ela estava gostando. Do sorriso largo, dos cabelos loiros bagunçados, do gosto de maçã que a boca dele tinha, do modo que ele deixava claro que ele fazia as coisas de propósito para ficar por perto.
Não que isso importasse agora. Quer dizer, não tanto, mas... Bem, vocês entenderam, não é?
De qualquer forma, apesar de estar morrendo de medo, como todos ali dentro— fora Velkan, que parecia acostumado em correr risco de vida coma a irmã, apenas avisava quando um carro estava se aproximando, na verdade parecia se divertir —, absolutamente todos pareciam estar com medo de morrem em um acidente de transito.
Louis já desejara varias vezes que Valerie fosse mais rápido, se é que aquilo fosse possível.
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Eles estavam sendo arrastado até o centro de uma clareira pequena, Seth estavam comas costas provavelmente roxas de tanto que Jessie lhe empurrava coma cabeça, toda vez que ele tentava se virar par enxergar Sury sendo carregada pelo ciclope. A ouvira falando algo e depois soluços de choro e isso o estava matando por dentro.
Ela sabia sobre Akira. Somente sua mãe, sua irmã, e seu melhor amigo sabiam dele, de toda a historia. Queria saber como estava e, o pior, estava com a mesma sensação dos segundos eternos que viu Akira caindo em cima de si, os olhos revirando de dor.
Jogaram o garoto no meio da clareira e a filha de Asclépio logo ao seu lado. Foi quando Gray viu o real estão de Sury. Seus olhos verde-grama estavam rodeados por um tom roxo que se aproximava muito do preto, ele conseguiu ver a forma de sua clavícula, estava indiscutivelmente mais pálida, suas costas estavam... Ruim o bastante para fazê-lo engolir a seco assim como os monstros.
Eles haviam feito um péssimo trabalho. Mas estavam desesperados agora, não importava. Tinha que funcionar, ele... Ele não podia voltar, conheciam bem a forma com que ele trabalhava, não trariam ele de volta. Não mesmo. Preferiam Cronos a ele.
Cronos poderia ser chamado de compreensível comparado a ele.
A draecaenas pegou Carpe pelo pescoço, apertando as unhas na direção da jugular da menina, Seth tentou se levantar e puxar Sury, mas a manticore rugiu e algo pontudo e enorme aranhou seu braço , o moreno caiu no chão com um falho enorme no ante braço, razoavelmente profundo, o sangue escorria pela sua pele a fazia uma poça vermelha na grama suja.
A pouco menos de três metros dele um espinho que lembrava muito uma estalagmite de caverna estava fincado na grama, voltou o olhar para a manticore não muito longe, estava com as presas expostas os olhos azuis brilhando de raiva e... Desespero?
—Traga ele de volta, meio-sangue. —Ordenou a mulher cobra, mas Sury mal conseguia manter os olhos abertos. Toda a exaustão que ela estava reprimindo desde que Blythe morrera parecia ter caído nas suas costas, os braços estavam moles, a ardência das costas era distante, mas presente, parecia que estava deixando o próprio corpo, mas sabia que não estava morrendo.
Thanatos não lhe deixaria morrer sem dor.
Abriu a boca para falar, mas a mulher-cobre lhe apertou mais a garganta, podia sentir o sangue correndo rápido pelas artérias e veias, tentou respirar sem conseguir, segurou o pulso do monstro a sua frente, tentando se soltar de forma involuntária, sem resultado nenhum.
—Eu... Eu não consigo.
—Ela tem que ficar perto de algo do Lorde Cronos. —Disse a Equidna, vendo que logo a meio-sangue estaria morta e eles não conseguiriam nada. Sess se virou para eles com ódio nos olhos.
—Não podemos chegar ao Monte Otris. —olhou para a garota que tentava respirar— Vou mandá-la para o Submundo, lá ficará perto de Cronos. —Apertou mais a garganta de Sury até a filha de Asclépio desfalecer e suas mãos caírem por um segundo.
Neste meio segundo Seth pensou que ela estava morta, neste meio segundo, pensou que tinha feito mais alguém morrer por sua causa, por nunca fazer nada para mudar as coisas. Por causa desta porcaria de meio segundo, a estaca que já estava no peito dele desde que Akira morreu se afundou mais no seu peito.
Mas no meio segundo depois, ela abriu os olhos, mas não estava enxergando, não havia verde, seus olhos eram absurdamente brancos e brilhantes, ela estava irradiando o brilho verde que devia estar entre seus olhos. O chão pareceu que estava rachando, era como um terremoto.
Uma rachadura se abriu no limite da clareira
—Anast...— Ela começou a falar, a cada som, uma pressão esquisita fazia audição de Gray falhar e a ferida no seu braço arder mais, mas seja lá o que ela fosse dizer, foi interrompido. Um projétil fino e dourado voou quase rente a orelha de Gray acertando com uma precisão absurda a têmpora da draecaenas que explodiu em uma poeira dourada.
Algo saiu do chão bem onde a mulher-cobra estava, uma mão se erguia empunhando uma espada meio metal meio bronze celestial, mas se desfez em fagulhas com uma adaga que acertou o pulso da Mão. Os monstros rugiram em puro ódio e se viraram para origem da flecha dourada que estava espetada no chão a o lado da adaga.
A loirinha, Rany estava ereta com o arco longo e branco pronto para atirar outras flechas, o braço tensionado apontando para, claramente pela altura, o ciclope que derramava lágrimas pegajosas pelo único olho.
Valle estava bem ao seu lado bufando de raiva, as luvas prontas para o ataque, com Velkan ao lado e Pegasus empinado nas patas traseiras, com as asas abertas.
—Quem vai morrer primeiro? Ah, você está ai Equidna. —Eles avançaram contra os monstros. Seth ainda amarrado pelos pulsos, machucado e aturdido com a rapidez que coisas resolveram acontecer, fez a única coisa que estava na sua mente no momento, ainda coisa que não saíra. Arrastou-se até Sury, que estava caída na grama, desmaiada.
Desejando do fundo do coração que ela estivesse bem.
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Rany não era uma pessoa violenta. Lutava por que era uma meio-sangue, mas não gostava, mas parecia que todos os outros tinham uma aptidão quase admirável por isso. Os Stark se engalfinharam com a Quimera já transformada, o garoto lutava com um Montante maior que ele, distraindo a segunda cabeça de cobra e desviando dos cascos enormes de bode, enquanto Valle estava dentro da juba da cabeça de leão, enfiando as longas garras de bronze no pescoço do animal, procurando, no meio do pelo a jugular.
Bem, era pelo menos isso que Crowfford pensava. Valerie, iria fazer aqueles monstros sofrerem, assim que chegou a orelha do bicho, a arrancou fazendo uma tesoura com as garras de sessenta centímetros, a Quimera berrou, mas aquilo era só o começo.
Pendurou-se nos fios da juba e cegou o monstros, de ambos os lados, ouviu algo como um guincho agudo quando seu irmão arrancou a cabeça da calda da cobra, caiu como um gato no chão, arranhando e furando as patas do animal cego que lhe tentava agarrar com somente um lado das audição funcionando, sem a calda venenosa.
Mas ainda sim, cego, bem machucado e surdo de um dos lados , o monstro acertou o rosto de Velkan, derrubando o garoto magro no chão, desacordado pela pancada. Bem, um aviso antes de continuar a relatar o que aconteceu em seguida.
De todas as vezes que você pensou ter visto Valerie Stark com raiva, repense muito bem isso. Nunca haveria ou haverá mais ódio e raiva em um olhar como houve no amarelo de seus olhos quando vou o irmão estalar no chão, com um filete de sangue escorrendo pela boca.
—Meu irmãozinho... Você. Machucou. Meu. Irmãozinho. —estava pasma por um segundo, mas depois levantou os olhos para o monstro, com um sorriso macabro— O Tártaro vai parecer brincadeira depois do que eu fizer com você. —E avançou contra a Quimera cega.
Havia um motivo muito obscuro para que Velkan, diferente da maioria dos meios-sangues, não tivesse cicatrizes.
Esse motivo obscuro se chama: Valerie Stark
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Luke desviou de um ataque do ciclope, jogando o ombro para a esquerda, enquanto Bárbara atacava por está brecha, pegando de surpresa o ciclope. A rapieira não era uma arma que fazia estragos visíveis, mas das quatro vezes que a lamina longa e fina adentrou completamente o corpo do ciclope, o mesmo grunhia e uma boa quantidade de poeira, e atacava mais furioso, mas certamente mais fraco.
Bárbara fazia corte superficiais em todo monstro, quase como se girasse envolta do gigante de um olho só, fazendo com que ele se virasse de costas par Luke e com a espada que Quíron havia lhe dado antes de saírem do Acampamento, abria cortes mais fundos, mais estragos.
Ficaram nisso um bom tempo, Bárbara sempre recuava quando Simon dava um passo para frente, com Luke tomando o seu lugar, defendendo e contra atacando enquanto a dormência do braço da filha de Atena se afastava e ela conseguia lutar outra vez. Bárbara entrou outra vez, mas não teve tempo para atacar.
Uma sombra escura e metalica escalou as costas do monstro e algo brilhante passou pelo pescoço rapidamente do monstro, antes que a cabeça rolasse para o chão, tudo se tornou poeira, no meio dela, Valle caiu no chão bufavando de raiva, as mãos tremiam, mas não de susto ou outra coisa assim. Valerie não fica assustada.
—Cadê a cupidinha?
—Ali, com a Sury. —Bárbara viu o loiro sair correndo em direção a garota e correu também. Carpe continuava desmaiada, mas estava com as costas virada para cima, com Rany afobada pairando sobre ela, limpando a ferida com um pouco de néctar, com Pegasus relinchando e bufando ali do lado, sem sair de muito perto da filha de Asclépio, os olhos pretos brilhando de preocupação.
—Tenho que limpar isso! Não adianta, o néctar não está chegando às feridas. —Disse sabendo que eles estavam ali. Luke torceu a boca para o lado olhando ao redor, pensando em quê fazer. O cavalo Imortal havia matado a Equidna com um coice e a manticore filhote haviam fugido, sabia que isso não era bom, mas pelo menos não lutaram tanto. Mas podiam voltar.
Virou-se para a filha de Éris, que colocava o irmão desmaiado nas costas não muito longe dali. Ela o aguentava bem, apesar de ser magra.
— Não estamos longe da Pennsylvania, mas o transito de manhã não vai colaborar. Acha que consegue Valerie? —A filha de Éris, apenas o encarou, Castellan sabia que aquilo era um sim, se virou para os outros que estavam curvados sobre Sury, o garoto, que deduziu ser o filho de Hades encarava Carpe, como se ainda não tivesse se tocado que a batalha estivesse acabado.
Tocou levemente o pescoço de Peg, que lhe olhou nos olhos, inteligentes e suplicando que ajudasse Sury.
—Pegasus, leve Sury e Velkan até a caminhonete, nos estamos logo atrás, tudo bem?
Montem-nos em mim, filho de Hermes.
—Desde quando ele fala? —Perguntou Rany sem se conter, não que alguém tenha respondido, apenas agiram como se estivessem em silencio, ou simplesmente não ouviram. Pegs alçou voou logo com os dois nas suas costas, enquanto os três corriam pelo pequeno bosque.
Dez minutos depois chegaram ao meio fio onde a caminhonete arranhada e batida, Pegasus, de alguma forma, havia colocado os dois na caçamba e estava nela também, deitado na curva das costas de Sury, com as asas cobrindo ambos, o rosto grande na curva de seu pescoço.
Rany e Luke foram na caçamba, para prestarem mais socorros aos depois. Seth, assim que se sentou no banco traseiro, achou uma mochila preta da Slipknot e de lá pegou ambrosia, néctar e uma atadura, fazendo um curativo rápido sem eu braço que aparecia estar queimando. Não tinha limpado o ferimento e o estava abafando, sabia que isso podia piorar tudo, mas estava ardendo demais.
Apertou a atadura o máximo que pode, logo não sentia mais as pontas dos dedos e consequentemente a ferida, relaxou por um segundo, antes de Valerie raspar os fios descascados um no outro e ligar o carro, ela pressionou o acelerador e girou o volante com força, entrando na autoestrada bruscamente e empurrando um Chevette vinho para bater com outro carro, mas não ligou.
Apenas desenhou um zigue-zague entre os carros, para salvar a vida de Sury e os seu irmão mais novo. Eles sentiam, todos sentiam que, de alguma forma, Sury estava a beira da morte. Mas não sabiam também que, tinham reforço do outro lado da linha da vida, tinham duas pessoas lutando para manter Carpe viva.
Afinal Blythe e Nilá Carpe estavam apenas mortas, mas não haviam parado de lutar.
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Notas finais
Sei lá, não quero que acaba ainda.
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Como eu disse ai em cima, tenho MUITA, mas MUIITA coisa para explicar ou seja vai ter alguns mais capítulos pela frente espero que em perdoem se eu enrolar um pouquinho, vai ser inconscientemente.
Nunca fui boa em despedidas, mesmo tendo uma segunda temporada, sou péssima nisso, viram? Estou enrolando mais.
Bem espero que tenham gostado,sem per em esqueço de fazer isso mas lembrei agora:
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!OBRIGADA PELOS MAIS DE 100 REVIEWS MINHAS LEITORAS(OS) LINDOS E PELAS 7 RECOMENDAÇÕES, MEUS AMORES!
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De verdade, essa historia só vai pra frente por causa de vocês, de novo muito obrigada.
Reviews?
Estou aberta a ideias e com certeza a puxões de orelha, não tenham medo de criticar,s e quiserem uma ou outra mudança reclamar de erros, me avisem que eu vou tentar melhorar, é só vocês me dizerem onde.
Beeijos
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