De volta as origens
27 Como escolher?
Notas iniciais
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... deitam e se abraçam, fazendo juras de amor uma para outra.
Regina acorda como foi dormi, atrás de Emma a abraçando, geralmente a loira que acordava abraçada a ela, mas dessa vez foi diferente, a morena passa um tempo admirando a beleza da loira, como ela podia ser tão linda assim, pensa consigo e trazer uma paz e quando Regina traça um dedo pelo nariz da loira e a mesma enruga ela acha adorável e se repreende por um segundo ter cogitado a ideia de deixar a pessoa que amava por culpa de outra pessoa e quando pensa na possibilidade de abandonar Emma sente um vazio momentaneamente e aperta a loira contra ela o que faz com que Emma acorde.
–Hmmmm. Resmunga a loira e se encolhe mais em Regina e sussurra com voz de sono. – Mil vezes acorda assim do que sendo jogada para fora da cama. E solta uma risada rouca.
–Concordo. Fala Regina passando o nariz pela nuca da loira a sentindo se arrepiar. – Mesmo assim não digo que não acho fofa sua cara de revolta quando acorda no chão. E desse vez quem ri é Regina e Emma enruga o nariz e faz uma cara de insatisfação. – Tão linda. Murmura Regina admirando a esposa.
–Você que é. Fala Emma suspirando quando Regina deposita um beijo em sua nuca e outro e outro, a loira se vira um pouco para poder selar os lábios com a esposa quando ouve batidas na porta, fingem que não ligam quando, mais batidas são ouvidas e quando Regina faz menção de parar o beijo Emma murmura contra seus lábios. – Deixa uma hora ele para.
Regina da uma risada sela os lábios e se desvencilha da loira, coloca a camisola e por cima um robe e vai até a porta antes de abri fala para a esposa. – Não podemos ignorar ele é seu filho. Fala Regina divertida, dando a entender que a loira era teimosa.
–Meu né. Reclama Emma e coloca o lençol sobre a cabeça e depois grita. – Me acordou para me deixar aqui, legal você, muito legal.
Regina gargalha e abre a porta com um sorriso para o filho que inclina a cabeça para o lado, coça a cabeça e diz manhoso.
–Estou com fome e não quero mexer na sua cozinha. Abre e fecha os olhos e cruza os braços.
–Por que não? Questiona Regina enquanto puxa a porta do quarto fechando-o e depois abraça o filho.
–Por que sua cozinha é sagrada. Diz o menino fazendo movimentos com as mãos e sussurrando como se fosse um segredo.
–Garoto espeto. Fala Regina rindo bagunça o cabelos do filho e entra na cozinha e prepara algo para a sua família enquanto conversa com o pequeno.
Emma levanta toma um banho, coloca uma roupa e desce estava radiante, ontem tinha sido a melhor noite da sua vida e hoje tinha acordado maravilhosamente bem, nada poderia acabar com seu humor e ficou ainda mais feliz quando entrou na cozinha e viu uma caneca de chocolate com canela feita para ela e panquecas num prato, se ela pensasse em fazer um pedido nesse momento seria apenas que isso durasse eternamente.
Tomam o café da manhã juntos entre piadas e brincadeiras, parecia até comercial de margarina onde existia uma família feliz e perfeita, mas não durou muito, logo a loira sentiu uma pontada em sua cabeça e largou a caneca que estava no final, se debruçou sobre a cadeira e colocou as mãos na temporã fazendo pressão Regina correu ao seu auxilio e tentou ampara-la.
–Querida me diga o que está acontecendo? O que está sentindo. Tentava Regina socorrer a loira, mas Emma não dizia nada apenas apertava a cabeça.
Henry se levantou de sua cadeira e foi acudir a mãe também, Regina e Henry estavam desesperados, por que a loira só apertava a cabeça e agora gritava de dor, foi quando Henry achou melhor chamar seu avô sabia que ele seria o único a saber o que fazer, mas antes que pensasse em ligar Gold aparece em uma nuvem de fumaça, se aproxima de Emma toca sua cabeça e na mesma hora a loira fica inconsciente e cai sobre a mesa, só não se machuca por que Regina a segurava.
–O que fez com ela? E por que ela estava sentindo dor? O que faz aqui.... Regina ia interrogando Gold como se pudesse com isso resolver o problema.
–Respire dear, ela está apenas dormindo, vamos coloca-la em um lugar confortável e ai podemos conversa. Fala Gold estralando os dedos e fazendo uma Emma desacordada sumir da cozinha e ir para na cama dela. – Melhor agora, vamos a sala sim? Questiona o Dark One.
Regina o segue, por que não sabe o que fazer, sentia que não seria boa coisa o que estava por vir e isso aterrorizada demais seu pobre coração.
–Ela está com um problema por causa da poção, na verdade são as lembranças. Se auto corrige Gold olha para Regina e depois para Henry não via jeito mais fácil de falar do que ser direto. – Emma tem muitas lembranças, tem as de sua vida normal, tem as que você deu a ela e agora essas novas e eu já suspeitava que poderiam acarretar um problema, mas não sabia que seria assim tão grave ela está com sobrecarga no cérebro e precisa aliviar essa “pressão” toda. Diz Gold sendo direto, nessa hora nem ele queria fazer seus joguinhos era um assunto serio.
–O que quer dizer com isso? Pergunta Henry temendo as respostas.
–Que ela precisa escolher o que vai lembrar e o resto vou ter que apagar. Declara Gold.
Regina coloca a mãos na boca e prende um soluço, não queria apagar nada da loira, como poderia apagar as lembranças delas? Como escolher o que ela lembraria ou não? Não podia fazer isso.
–Precisa falar com ela, não podemos tomar essa decisão Gold. Fala Regina temia que a resposta.
–Não é possível precisa ser vocês, não tem como acorda ela sem que ela sinta dor e não vai adiantar nada de qualquer forma. Diz Gold analisando os dois, sabia que seria a decisão mais difícil que tomariam.
–E agora mãe? Pergunta Henry desesperado não queria que a mãe perdesse nada.
–Eu não sei querido, eu não sei. Diz Regina olhando para Henry, depois se vira para Gold o olha intensamente e questiona. – Tem que ser todas? Ou podem ser escolhidas? Regina sabia a resposta, só queria se agarrar a alguma coisa.
–Todas. Responde Gold e completa. – Vou deixa-los a sós, me digam quando decidirem o que iram querer. Gold termina a frase e some em sua nuvem de fumaça e deixa uma Regina e um Henry inconformados para trás.
–E agora mãe? Volta a indagar Henry, Regina balança a cabeça em sinal de negação e volta a olha-lo, resolve subir e olhar para Emma, não sabia que lembranças que ela mesma havia dado a Henry, mas sentia que eram importantes.
Henry a seguiu e cada um ficou de um lado olhando a loira, analisando as feições angelicais de Emma enquanto a mesma parecia dormi sossegada em sua cama no mundo dos sonhos isso fez o coração de Regina aperta, então resolveu decidir logo e para isso precisava descobrir sobre as lembranças que Gold tinha comentado.
–Me fale sobre as lembranças que Gold falou Henry. Pergunta Regina sussurrando como se fosse algo grave e no momento era muito grave.
–A Senhora deu as lembranças quando Pan lançou novamente a maldição... E assim Henry contou tudo para Regina, dizendo sobre o presente e o um ano que a loira passou fora, sem eles e como recuperou tudo e todo o percurso até aquele momento Regina olhava atentamente ao filho absorvendo todas as palavras de Henry e cada vez mais se vendo sem saída.
Depois que Henry disse tudo, Regina pediu um tempo com sua loura, sabia que tinha que tomar uma grande decisão que memórias manteria, as verdadeiras? Onde Emma era uma órfã e cresceu sozinha? A de agora, onde ela tinha “crescido”, com os pais e com ela? As lembranças que ela cedeu de Henry? Agora o que ela faria, se apagasse as originais, Emma perderia um pouco de sua essência e não seria a mesma pessoa, se apagasse as de Henry ela jamais saberia como foi ter o filho pequeno, mesmo sendo falsas a faziam felizes e se apagasse as que criaram agora, perderia toda a cumplicidade que tinham, todas as brincadeiras e momentos que compartilharam.
Regina solta um bufo de insatisfação pensando em como as coisas iriam de fato melhorar? Quando ela poderia ter seu final feliz? Mas agora ela precisava focar na sua linda esposa que estava ao seu lado e a única coisa que sabia era que não poderia decidir nada sozinha, teria que ligar para a mulher que arruinou a sua vida e que por coincidência do destino era a mesma mulher que pós seu final feliz no mundo e em sua vida novamente, resignada Regina levanta da cama, pega o celular e disca o numero de Branca e quando atende dispara.
–Venha para minha casa agora, (....) Não por que faria mal a pessoa que eu amo? (...)Não seja idiota e venha logo,(...) É sobre Emma, (...) Ok.
Regina desliga o celular após a confirmação de Snow e deita ao lado da loira, pensando no que poderá fazer para manter sua loira para sempre.
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