Notas iniciais
Olá moças, sei que ficaram chateadas por causa da escolha de memoria de Emma, mas tinha que haver uma escolha é muitas lembranças para uma pessoa só, entendem? Vida real + Lembranças implantadas + As vividas agora = confusão metal total.... Mas gurias relaxem o final sempre é feliz.... Agradeço a todos os comentários...

Abro os olhos e vejo que Emma não está ao meu lado, estranho, afinal ela ficaria inconsciente até decidimos que memória remover, fico em alerta e logo me sento na cama, Emma está de pé jogando roupas em uma mala e fico confusa com essa visão.

–O que está fazendo? Questiono.

–As malas o que acha, não entendo ainda como isso aconteceu, mas vou resolver, Gold disse que por eu não me lembrar o encantamento está desfeito. Diz Ela seca e fecha a mala.

–O que? Não, por que vai embora Emma? Volta a questiona e agora que entendo o que está acontecendo ela está me deixando, então levando e fico na sua frente.

–Regina isso foi a coisa mais estúpida que fiz, então não complica eu vou embora seguir minha vida, deveria fazer o mesmo. Emma nem me olha, foca sua atenção na porta do quarto, do nosso quarto e abre um sorriso feliz, viro-me e me deparo com Hook a olhando e piscando.

–Não mesmo, você não sai daqui, está casada comigo e é comigo que vai ficar. Grito para ela que me olha, assustada, dá passos para trás e balança a cabeça.

–Sabia que seria uma vadia louca, mas não tanto, sai da minha frente. Grita ela para mim, sumindo todo o medo que vi a minutos atrás.

–Você não pode me deixar você fez uma promessa que era eterno o que temos. Falo desesperada, não posso perde-la, não agora que lutei contra mim mesma para ficar com ela.

–Não seja patética. Fala com desprezo e some em uma fumaça, para depois aparecer ao lado daquele bêbado e nojento pirata. – Sabe que eu não te amaria de livre e espontânea vontade, aquilo tudo era efeito da poção as lembranças foram tirada e a magia com ela, não preciso mais viver nessa mentira. Gospe ela as palavras que ferem não só meu coração como meu ego.

–Não foi mentira, quantas vezes nos amamos e você gostou de todas. Digo debochada e ela apenas da uma risada totalmente desprezível, olha para Killian e diz.

–Não foi amor, foi sexo, mas eu não me lembro de qualquer forma e preciso agradecer a Gold, por que só de imaginar isso sinto ânsia. Diz Emma me olhando com nojo.

Nesse momento me desespero e não penso em mais nada, corro até onde ela está me ajoelho e abraço sua cintura e faço uma coisa que jamais pensei em fazer imploro.

–Por favor, por favor, não vá Emma, não me deixe, não vou saber viver sem você, não mais, por favor, por favor. Fico repetindo por favor como se fosse um mantra, mas não parece afeta-la, ela emburra para trás pelo meus ombros e eu caiu sentada no chão, Emma não me olha e nem diz nada, apenas vai embora sem olhar para trás.

Hook me olha e ri debochadamente enquanto diz. – Eu disse que ela seria minha, que você não a merecia Regina, tão inocente você acreditando que alguém a amaria, que Emma a amaria, está patética está tua cena de humilhação, mais não se preocupe, não comentarei com ninguém. Killian diz e vai indo embora, para no meio do caminho e grito. – Não se preocupe, eu vou cuidar dela e satisfaze-la, se é que me entende. Balança as sobrancelhas de uma forma como se ele achasse que estava sendo de algum modo sexy, mas aquilo só faz eu ter mais nojo.

Levanto-me e a única coisa que penso é que terei o coração dele em minha mão, então me transporto para frente do pirata e enfiou a mão em seu peito, ouço um grito atrás de mim e penso ser Emma.

–Regina. Ouço a voz novamente.

Regina se sente ser chacoalhada, se senta rapidamente e olha para o lado, constada que Emma ainda estava desacordada, olha para o outro e vê Snow a olhando de forma estranha e só agora percebe que estava suando muito, solta um suspiro e começa a chorar, não podia perde Emma, sabia que se a perdesse se perderia também e isso que ela não se lembrava de tudo ainda de sua vida.

Regina se abraçou e começou a soluçar, sabia que tinha que decidir e sabia qual era sua decisão, não poderia remover as lembranças de Emma original, mudaria sua loira por completo, tirando sua essência, não poderia a livrar das lembranças de Henry a fazia se sentir menos culpada a única coisa que poderia fazer era tirar as ultimas lembranças e com ela todo o relacionamento das duas, Regina ficou naquela posição por um bom tempo, até os soluços pararem e ela poder se recompor, olhou para o lado e percebeu que Branca ainda estava ali a olhando, respirou fundo e resolveu que tinha que fazer isso logo.

–Gold? Perguntou sem olhar para Branca de fato.

–Lá embaixo, esperamos um tempo, mas você não acordava, vim te chamar, ele precisa ir daqui a pouco.

–Tudo bem. Disse Regina olhando para Emma. – Me deixe aqui, já desço. Termina Regina.

–Ok, espero você lá embaixo. Responde Branca suavemente e olha uma ultima vez para a filha e vai sai do quarto.

Regina abraça e sela um beijo nos lábios da loira e murmura. – Te amo, minha loira, espero que um dia volte a me amar. Sela novamente os lábios e desce da cama, olha uma ultima vez para Emma e sai do quarto, pensando que em poucos minutos tudo poderia ser diferente.

Regina desce e encontra todos sentados se encarando, Regina beija a testa de Henry e se senta ao seu lado.

–Faça logo Gold. Diz Regina não queria ficar se torturando ainda mais.

–Qual. Pergunta Rumple, não achava que no momento deveria ser sarcástico ou enigmático.

–As ultimas lógico. Fala Regina entre dentes.

–Não. Fala Snow e David mais auto do que pretendiam. – Apague as originais, não pode apagar o que fizemos por ela o que ela passou agora. Reclama Branca.

–Está louca? Vai deixa-la perde a essência por que não consegue lidar com o fato de ter a abandonado? Grita Regina indignada.

–Abandonei por sua culpa. Grita Snow de volta.

–Por minha culpa? Por minha culpa? Questiona, sabia o que Branca havia falado delas não se darem bem e ela ter lançado uma maldição e “obrigar” Branca abandonar, mas ela não via assim a decisão foi da Mary não dela, ela quem decidiu mandar um bebê para longe não ela. – Você decidiu o que faria não eu. Grita Regina de volta.

–Eu não tive escolha Regina, não vou discutir com você, ela não pode esquecer das coisas que viveu nesses dias e não pode esquecer as que deu para ela de presente, ela pode ser mais feliz se esquecer o que passou. Fala Mary a encarando, não gritava mais parecia que suplicava.

–Não mesmo, não vou deixar ela perde a essência por sua consciência pesada e não vou deixar ela não saber como foi ficar com Henry, vou tirar as de agora, as que ela ganhou em pouco tempo vai ser melhor. Responde Regina baixo também.

Mary inflama e começa a debate tudo e elas voltam as acusações e mais acusações até que Henry interfere e grita.

–Parem. E toda atenção volta a ele. – Vocês não estão em condição de decidir nada eu escolho, vamos vovô eu direi o que fazer. Fala Henry sem dá tempo de protesto e sobe com seu Gold.

Depois de minutos que pareceram horas os dois voltam a sala, Rumple anuncia que foi feito e vai embora, Henry diz que a mãe dormira o resto do dia e só amanhã saberiam se deu certo ou não e depois anunciou que ficaria com sua mãe e subiu novamente.

Snow e David ficaram um tempo sentados tentando vê o que fariam ficariam ali esperando Emma acorda para descobrir o que tinha acontecido ou iam embora? Decidiram que não custava pergunta.

–Podemos... começou David, Regina apenas deu de ombros.

–Fiquem a vontade, vou para o lado de minha esposa. Declara Regina e sobe as escadas.

Charming e Branca se olham e se afundam no sofá novamente, decidiram ficar ali e esperar para vê o que aconteceria.

Regina entra no quarto e vê o filho deitado ao lado de Emma se aproxima e senta na cama.

–Desculpe-me. Diz ela suavemente, sabia que era difícil para ele também. – Me exaltei demais. Confessa.

Henry da de ombros e fala. – Todos nos exaltamos mãe, mas agora está tudo bem. Diz ele dando um sorriso contido.

Regina assente e se deita ao seu lado de barriga para cima, Henry imita ela e fica do mesmo jeito. – Vai me contar qual escolheu? Questiono Regina tentando parecer normal e não desesperada e aflita como se sentia.

–A certa mãe, escolhi a certa. Diz Henry e apoio a cabeça em seu ombro e fecha os olhos. – Melhor dormimos, não adianta ficar acordado tanto tempo não é? Questiona o menino.

–Tem razão meu querido, tem toda razão. Fala Regina suspirando e fazendo carinho nos cabelos do filho, mas não conseguia dormi, não enquanto não soubesse qual tinha sido a lembrança.

David e Branca ainda ficaram um tempo na sala e quando não aguentaram de sono e cansaço se dirigiram a um dos quartos, Neal dormia tranquilamente em seu carinho, mas precisa coloca-lo em um lugar confortável e foi o que o casal fez, subiram e se instalaram no primeiro quarto que viram, David colocou o bebê na cama e se sentou na ponta da mesma e enterrou o rosto nas mãos.

–O que será que ele decidiu? Será que minha princesa não se lembra-la de nenhuma de nossas aventuras? Brincadeiras e cuidados? Droga me sinto tão frustrado. Reclama David, Mary senta ao seu lado e começa a fazer círculos em suas costas.

–Querido tenho certeza que Henry tomou uma ótima decisão e de qualquer forma, podemos mostra o quanto a amamos e o quanto ela é importante. Diz Mary suavemente para o marido. –O que temos que fazer agora e ficar do seu lado e do de Regina também, mesmo ela querendo me matar. Fala Branca dando uma risadinha no final.

David ri e fala. –Ela não quer, ela quer apenas ser feliz com nossa filha. David fala ternamente e Branca concorda com ele. –Mas se ela tentar eu te protejo. Diz ele rindo e dando uma selinho nela.

Branca também ri e encosta a cabeça em seu ombro e suspira fundo. –Vamos passar por essa também né? Seja o que for vamos passar não é? Questiona Mary.

David assente e diz confiante. – Claro que vamos ficar bem é o que fazemos de melhor. E a aperta em seus braços e depois sussurra. – Tirando é claro o de sempre se achar. E da um sorriso que mesmo que não chegue ao seus olhos eram sinceros.

Estavam preocupados em perde tudo que conquistaram nesse pouco tempo com Emma, toda a confiança e alegria que a filha demonstrava nesse tempo, todo amor recuperado pela poção, esperavam que seja qual for a lembrança que Emma perdeu, que seja a que menos te afete.

Regina acorda ouvindo um sorrisinho infantil e logo sente o peso de alguma coisa sobre seu corpo, achou que pudesse ser Henry até abri os olhos e da de cara com um par de olhos esverdeados a encarando, Regina franze a testa e fecha e abre os olhos novamente até que constata não está louca é Emma que está a encarando de tão perto.

–Moça, moça to com fome. Fala Emma com uma voz infantilizada e com um sorriso inocente para Regina, Emma se afasta um pouco dela e Regina se senta, passa a mão nos cabelos e tenta entender o que estava acontecendo.

–Emma, você está bem? Pergunta Regina com receio.

Emma balança a cabeça de um lado para outro afirmando que sim e depois diz. – Quero fazer xixi. E faz uma cara de travessa.

Regina franze a sobrancelha, olha para a loira e quando entendimento cai sobre ela, Regina se assusta fica de pé e olha para Emma, tenta falar algo, mais a boca se abre e se fecha novamente e depois de um tempo diz. – Quantos anos tem Emma? Pergunta com calma.

A loira franze a testa como se tentasse se lembrar faz uma careta e depois abre um sorrisinho e ergue quatro dedos para a morena. – Xixi, quero fazer xixi. Fala Emma impaciente.

Regina a olha e constata que ela está no tamanho normal então deduz que algo possa ter dado errado com o que Gold tenha feito, solta um suspiro, joga a mãos para cima e diz. –Vou matar você Gold. Depois pega a mão de Emma e a leva para o banheiro e fecha a porta para que ela possa usar.

Henry acorda com o barulho de suspiradas altas e batidas de pé no quarto e ao constatar que estava sozinho se senta e olha para a mãe. – Cadê a Emma? Questiona Henry.

–No banheiro Henry. O menino sorri aliviado, mas sua expressão muda quando Regina diz. – Mas temos problemas. E quando termina a frase Emma sai do banheiro sorrindo feito uma criança levada e aponta para a privada.

–Escova caiu. Diz e da uma risada como se fosse a coisa mais divertida.

Henry olha para a mãe morena, depois para a loira e sem dizer nada entende, Emma volto a “ser criança”. – E agora? Pergunta o menino aflito para Regina e os dois ficam em silencio se encarando enquanto uma Emma inocente começa a pular de um lado para o outro sorrindo.

Notas finais
Beijos até a próxima