Notas iniciais
Nem demorei tanto para atualizar! Amei o comentário de vocês, cada um, e agradeço, mais uma vez. Espero que gostem, e desculpe qualquer erro, é culpa do sono!

Horas antes da Explosão:

Quando Beckett acordou, estava num local escuro, sentou-se na cama, ainda confusa, passou a mão em sua cabeça, ainda doía. Passou a mão em sua barriga e sentiu seu bebê, aliviou seu coração, ele estava bem. Ela levantou-se.

Kate: Que lugar é esse?

Foi até a porta e tentou abrir, e estava trancada. Começou a socar a porta.

Kate: Quem está ai? Alguém?

Nada aconteceu, estava sozinha. Procurou uma janela e não tinha, achou apenas uma passagem de ventilação. Ela sorriu de si mesma.

Kate: É meu amor Em outros tempos eu até passaria por aí, mas agora que estou redonda feito uma bola está difícil. — Falou acariciando sua enorme barriga.

Foi então procurar seu celular, mas não achou. Procurou algo para que pudesse se defender quando a porta abrisse e nada, não tinha nada naquele quarto, somente a cama. Ela sentou-se e procurou manter a calma.

Um tempo depois, a porta abriu e ela teve seu primeiro contato com o sequestrador.

Dunn: Nikki Heat?

Kate: Beckett, meu nome é Beckett.

Dunn: Vejo mudanças desde o nosso último encontro.

Kate: Scott Dunn, bem que eu imaginava. Você é um louco doente!

Ele rio em deboche.

Dunn: Não, eu sou apenas um fã, e quero que a minha obra seja concretizada, nós ficaremos imortalizados pela história.

Kate: Você deveria assinar uns cheques, me deve uma boa quantia pelo meu apartamento!

Dunn: Não se preocupe, em breve terá um lugar para descanso eterno!

Ela não se conteve, e foi para cima dele.

Kate: Seu desgraçado, se quer se vingar de mim tudo bem, mas não seja covarde, deixe meu filho fora disso!

Ele a segurou pelos pulsos e a jogou na cama.

Dunn: Bem, isso não fazia parte dos planos, mas foi o que aconteceu. Se você conseguir, reescreva o final da sua história!

Ele saiu e deixou-a. Mas algo lhe aconteceu.

Kate: Oh não. Meu Deus agora não.

(…)

Quando Castle entrou pela passagem lateral, sentiu um clique sob seus pés, mas não houve explosão.

Castle: Droga! Devo ter armado uma bomba bem a cara do Dunn!

Ele começou a gritar pelo local.

Castle: Kate? Kate?

Quando ele ouve alguém socando uma porta, correu em direção ao som.

Castle: Kate?

Kate: Estou aqui Castle, estou aqui!

Castle:Afaste-se, vou derrubar a porta.

Ela afastou-se e ele chutou a porta, derrubando-a no segundo chute.

Ele a abraçou.

Castle: Olha só o que acontece quando te deixo sozinhaEstá bem?

Kate:Sim, mas minha bolsa estourou.

Castle: O que? Está em trabalho de parto?

Ela apenas assentiu.

Castle: Ok, tudo bemVamos manter a calma.– Falava para si mesmo. -Aguenta andar?

Kate: Sim.

Castle: Precisamos sair daqui rápido, ao entrar armei uma bomba e não sei quanto tempo temos.

Kate: Uma bomba? É, ele já explodiu meu apartamento, agora quer me explodir também!

Castle: Apoie -se em mim, temos que achar uma saída.

Kate: Mas se só tiver o local que você entrou?

Castle: O perfil dele, ele não é suicida, ele deixou uma saída para ele, nós temos que achar.

Kate: Que lugar é esse?

Castle: Um local abandonado numa marina, acho que algum tipo de fábrica.

Kate: Castle, se for do tempo da Guerra pode ter uma saída para a marina.

Castle:Certo, vamos descer. O problema é só acharmos um barco!

Ela sorriu.

Kate: Nada para nós é fácil!

Assim que eles conseguiram deixar o prédio, houve a explosão, foi alta e deixou-os desacordados! O barco ficou sem direção por um tempo, até Castle acordar.

Castle: Kate acorde, acorde.

Kate: Ah O que aconteceu?

Castle: O prédio explodiu, mas estamos bem.

Ela estava sentido dor.

Castle: Que droga, sem sinal no celular, não tem nenhum outro barco, o que faremos?

Kate: Castle está muito forte as contrações e em pouco tempo, assim não vou aguentar.

Castle: Vou tentar pilotar essa coisa e nos levar para a costa, assim o bebê nascerá aqui!

Beckett não aguentava mais a dor das contrações, sentiu que já estava nascendo. Castle ajudou-a a se acomodar no piso do barco. O sinal voltou no seu telefone, ele ligou para a emergência e enquanto esperavam os paramédicos chegar foi seguindo as instruções. A cabecinha do neném já era visível.

Castle: Faça força, Kate, o máximo que puder, já estou vendo a cabeça do bebê.

Kate: Ahrrrrrrr – Fazendo força, apertando suas mãos.

Castle: Não pare agora, empurre. — Dizia Castle muito nervoso e ansioso, nunca passou por uma situação parecida.

Kate: Castle, não tenho mais forças, não vou aguentar.

Castle: Vai sim, não desista, faça força para baixo!

Ela fez força conforme tinha contrações, passou a cabeça depois os ombros e finalmente o bebê nasceu, sendo recebido por Castle em seus braços.

Ele chorava muito e alto.

Kate: Ah– aliviada, deixando seu corpo todo relaxar. — O que é Castle?– Estava curiosa para saber, depois de 9 meses de espera.

Castle: Um menino– Dizia com lágrimas nos olhos. — Lindo

Kate: Tem certeza?

Castle virou a cabeça de lado e a encarou.

Castle: Sim, tenho certeza, porque ele tem um pinto, Kate. E nada pequeno, diga-se.

Kate: Oh. Castle, não fale do tamanho do pinto do meu filho! – Rindo da cara que ele fez. — Ele está bem? É perfeito?

Castle: Sim, e do jeito que chora é muito saudável, já já te dou. Só vou terminar de limpá-lo. – Castle passava delicadamente sua camisa, limpando-o.

Castle: Kate, você me deve duas camisas!

Kate: Não chore meu amor, mamãe está aqui.– Com uma voz melosa.

Castle terminou de limpá-lo e o enrolou em sua camiseta. Sentia algo inexplicável por aquele menino que chorava em seus braços, tão cheio de vida, o mesmo sentimento que teve anos atrás quando segurou pela primeira vez, Alexis, em seus braços. Castle o abraçou. E aproximou-se de Beckett.

Castle: Não chore, você já vai conhecer sua mãe!

Castle chegou perto dela, entregando-lhe seu filho.

Beckett o olhou com muita ternura, nunca sentiu aquela emoção, ao vê-la e sentir seu cheiro, o bebê parou de chorar imediatamente, enquanto Beckett o aninhava em seu corpo e beijando sua cabecinha, ele a olha fixamente em seus olhos, sendo correspondida por aquela vida que iniciava.

Ela falava palavras melosas de como se sentia, as lágrimas rolavam pelas faces de Beckett e de Castle também.

Castle: Como vai chamá-lo? Cosmo?

Ela riu.

Kate: Não Castle, desculpe. Vou ficar te devendo mais essa! Se fosse menina seria Johanna, como minha mãe, então vou chamá-lo de John.

Castle: Tá não foi dessa vez, mas gostei de John! – Aproximou-se do bebê, e sussurrou. — Oi Johnny, seja bem-vindo.– Acariciando sua delicada cabecinha.

John olhou em direção daquela voz e ficou observando Castle, tinha olhos curiosos, bem vívidos e brilhantes.

Castle abraçou os dois e beijou Beckett ternamente nos lábios, o qual foi correspondido, selaram um lindo beijo terno e emocionante.

Foram interrompidos pelas sirenes da ambulância e viaturas que chegavam ao locar, para resgatá-los. Os paramédicos entraram no barco, prestando os primeiros socorros para a mãe e seu bebê, cortaram o cordão umbilical e os prepararam para ser levados ao hospital.

Um dos paramédicos pediu ao Castle para que levasse o bebê para a ambulância enquanto eles arrumavam a Beckett na maca.

Quando entraram, Beckett recebeu em seus braços o pequeno John que estava choramingando, Beckett começou a niná-lo.

A capitã recebeu uma ligação informando que sua detetive foi localizada e passava bem, dera a luz e estava sendo conduzida ao hospital.

Gates deu a notícia a todos na delegacia, reunidos, que vibraram.

Gates: É um menino. Eles passam bem. Vamos prender esse desgraçado assassino!– Retirou-se para fazer algumas ligações.

Lanie e Esposito se abraçaram.

Lanie: Graças a Deus estão bem!

Ryan e Espo se cumprimentaram e se abraçaram.

Ryan: Vou avisar o pai da Beckett.

Lanie: Estou ansiosa para conhecer meu afilhado, ver seu rostinho.

Assim estavam também os outros ansiosos para se reencontrarem com Beckett e o mais novo membro da família.

Notas finais
Bem, uma parte foi resolvida, o sexo do bebê foi revelado. No próximo capítulo, assim como os amigos e parentes, vcs conhecerão o rostinho do John! Até mais e beijos!