De Repente, Grávida!
11 Capítulo 10
Notas iniciais
Depois de algum tempo, Castle estava ansioso para saber como eles estavam. Sua ficha só tinha caído agora, ele ajudara Beckett a dar a luz num barco! Andava de um lado para o outro na maternidade.
Drª Kenn: Senhor Castle?
Castle: Sim, como a Beckett e o bebê estão?
Drª Kenn: Estão passando muito bem. Devo dar os parabéns, para um “amador” se saiu muito bem com o parto!
Castle: Foi obra da natureza mesmo, eu não tinha ideia que passaria por isso na minha vida. Quando eles saem?
DRª Keen: Devem ter alta em 2 dias no máximo.
Castle: Posso vê-los?
Drª Kenn: Sim, mas rapidinho. Ela vai amamentar. E depois o senhor pode voltar no horário de visita.
Castle agradeceu e foi até o quarto que ela estava.
Castle: Oi.
Kate: Oi.– Estava meio sonolenta.
Castle: Como está?
Kate: Bem.– Ajeitou-se na cama, sentando-se. — Você o viu, Castle?
Castle: Não, quero vê-lo também. Mas, soube que vão trazê-lo, está com fome!
Kate: Só espero que aquelas aulas sirvam para alguma coisa.
Castle: Acho que servem, só pra deixar a gente pirado mesmo! – Falou num tom divertido, para descontraí-la.
Eles riram.
Enquanto conversavam, entrou a enfermeira com o bebê chorando.
Enfermeira: Tem alguém aqui com fome.
Castle: Deixe-me segurá-lo, só um pouquinho e depois vou embora.
Enfermeira: Tudo bem, mas é rápido. Só enquanto ajudo a mamãe com a higienização.
Castle o segurou e começou a niná-lo, para que não chorasse.
Kate: Eu sou nova com isso de… ser mãe.
A enfermeira riu.
Enfermeira: Eu te ajudo.
Depois que Castle foi embora, a enfermeira a ajudou ensinando como amamentar corretamente, explicou que sentiria dor ao amamentar, mas depois ia passando.
Enfermeira: Ele é bem “guloso”.
Kate: Sim.– Ele sugava com força.
Enfermeira: Isso é bom. Pretende amamentá-lo?
Kate: Sim, já que inventei de ser mãe, quero fazer certinho. Se depender de mim, até um ano ele vai mamar.
Enfermeira: Bom, vou deixar com você essa cartilha é muito boa e prática.– Colocou sobre uma mesinha.- Tenho que ver outras pacientes, mas se precisar me chame.
Beckett agradeceu, ela era muito legal e ficou amamentando o John. Ela também conversou pelo telefone com o pai, deixando-o aliviado, estava ansioso por ouvir sua voz. Só conheceria o neto no dia seguinte, no horário de visitas.
Quando chegou em casa, Castle, tomou um banho, conversou com os amigos que estavam preocupados e depois caiu na cama feito pedra, teve um dia bem longo, agitado e muito emocionante.
No dia seguinte:
Castle, silenciosamente, parou na entrada da enfermaria, observando a Beckett, que tentava trocar a fralda.
Kate: Shi... Shi, meu amor — Não chora.– Tentava acalmá-lo. — Shiii. Se continuar mexendo tanto não consigo te trocar!
Ele chorava e remexia na cama.
Kate: Daqui a pouco veem te conhecer e você vai estar nu?
Castle sorria com aquela situação.
Castle: Então, não adiantou nada o treinamento?
Kate: Castle! Que susto.
Ele aproximou-se.
Castle: Segure isso.– Lhe entregou flores. - E te mostro como se faz.
Eles trocaram de posição.
Kate: Obrigada, são lindas.– Colocou sobre a mesa de cabeceira.
Castle: Preciso higienizar as mãos.
Ela lhe deu um antisséptico.
Castle: Agora, me ê um lenço umedecido.
Ela pegou.
Castle: Você deve limpar... – Olhou sem jeito para ela. — Os... documentos dele...
Kate: Castle, eu sei lidar com meninos, entende? Só não com fraldas!
Castle: Com delicadeza, continuando! Preste atenção... Creme para assadura.– Pediu.
Ela entregou.
Castle: Para não ficar assadinho... Agora, fralda.
Ela entregou.
Castle: Pronto. Trocado, é só vestir.
Kate: Coloque essa, por favor.– Deu lhe uma roupinha de marinheiro.
Castle: Você não esqueceu que me deve mais uma. Ele vai para casa com a roupa que eu dei, né?
Kate: Mesmo que eu quisesse, você não me deixa esquecer!
Castle: Touca.
Kate: Esta, é bem quentinha.– Entregou a ele.
Castle: Se você pensa que estava em apuros, precisava ver o Espo e a Lanie arrumando o berço, estavam perdidos e assustados. Precisava ver a cara de pânico deles.
Ela sorriu.
Kate: Não sabia que alguém tão pequeno podia "bagunçar" tanto a vida de alguém. Ainda bem que tenho amigos, que posso contar.
Ele sorriu em resposta. Depois de terminar.
Castle: Está lindo. – O pegou no colo.
Kate: Ele gosta de você.– Se derretendo com o filho.
Castle: Eu sou um encantador de bebês!
Eles se olharam fixamente até ficarem sem graça.
Kate: Daqui a pouco chegarão.– Quebrou o silêncio.
Castle: Minha mãe e a Alexis já estão voltando da viagem, ansiosas para conhecer o Jonnhy. E seu pai?
Kate: Falei com ele, está vindo.
Castle: É melhor ir trocar-se eu fico com ele.
Kate: Ok!
Depois de uns minutos, Lanie ligou, avisando que estavam aguardando na sala de espera.
Quando Castle chegou a sala de espera, mostrou com muito orgulho, o lindo menininho recém nascido.

Jim pediu a Castle para segurar o bebê. Lanie, Espo, Ryan, Jenny, Gates e a tia Teresa estavam lá, acharam o bebê muito parecido com alguém, mas não quiseram comentaram, guardaram para si suas opiniões e foram brincar com o bebê. Era tão lindo e fofo, que ficaram babando.
Castle pedindo para eles fazerem silêncio, Espo dizendo que o bebê tinha cara de joelhos e pedindo para o Ryan confirmar, ele disse que mãe dele ainda tinha uma arma e não falaria nada, ele um dia queria ter fihos também e para isso precisava estar vivo.
Tinha muita gente para visitas, foram de 2 em 2 ver a Beckett. Deram os parabéns a nova mamãe e lhe entregaram muitos presentes e flores.
Lanie disse que Kate podia ficar tranquila que a casa estava preparada para a chegada do bebê. Ela, Espo, Teresa e Castle tinham terminados os detalhes. Ela ficou muito agradecida.
No dia de alta:
Beckett estava sentada numa cadeira amamentando o John, mal conseguiu dormir aquela noite, estava tendo um misto de emoções, sentia-se ansiosa para ir para casa iniciar uma nova vida, agora tinha alguém para amar, proteger e cuidar, mas também sentia muito medo, não estava preparada para ser mãe. Como sua mãe fazia falta. Mas estava feliz como nunca antes na vida, aquele lindo menininho realmente tinha mudado sua vida e deu um novo sentido para ela.
Depois que ele mamou e arrotou, Beckett começou arrumá-lo para levá-lo para casa. Ainda estava um pouco atrapalhada para trocar a fralda.
Kate: Com uma boneca era bem mais fácil!
Mas ela terminou e colocou a roupa que o Castle deu, se não ele a mataria.
Passou um perfume suave e escovou os poucos fios de cabelo que tinha. Depois que terminou ficou observando ele dormir e não conteve as lágrimas.
De repente ouve uma voz conhecida aproximando-se era Castle conversando com as enfermeiras pelo corredor. Ela secou as lágrimas e em seguida ele entrou.
Castle: Oi, bom dia.
Kate: Bom dia Castle.
Castle: Como está?– Entregou-lhe um buque de flores.
Kate: Obrigada., Estou bem.
Ele aproximou-se de John, que dormia tranquilo na cama da Beckett. Ele apenas ficou observando para não acordá-lo.
Castle: Quer carona?
Kate: Você passou aqui só para me oferecer uma carona?
Castle: Sim! O que tem demais?
Kate: Pare de mentir Castle. Veio conferir se realmente coloquei nele as roupas que você deu!
Castle: Não, eu não faria isso!
Kate: Não?
Castle: Talvez. Um pouquinho só!
Eles riram.
Castle: Ficou muito bem nele. Como ele é lindo?
Kate: Eu te devia essa, então não me cobre mais. Agradeço a carona, mas tenho que recusar. Meu pai vem nos buscar. Graças a Deus as coisas estão bem melhores entre nós agora. Depois de tanto susto…
Castle: Não se preocupe, o Johnny vai resolver tudo. — Falou olhando ternamente para ele que dormia tranquilo.
Kate: É muita responsabilidade para alguém tão pequeno.
Castle: Você não sabe o poder mágico que os bebês tem!
Kate: Castle pode ficar com ele um pouco? Vou tomar um banho e me arrumar. Meu pai daqui a pouco vai chegar.
Castle: Não se preocupe, ele vai ficar bem.
Ela foi arrumar-se, enquanto Castle babava o pequeno.
Quando Beckett voltou, começou a arrumar as coisas dela e do pequeno John, ele começou a choramingar.
Castle o pegou no colo.
Castle: Tenho uma surpresa para você.
Beckett virou-se para ver o que era.
Kate: Castle? O que está fazendo?
Castle: É uma chupeta Beckett. Está esterilizada.
Ele começou a chupar a chupeta e parou de chorar.
Kate: Eu não quero que ele chupe chupeta. — Foi para tirar.
Castle, a driblou e começou a fugir dela. Eles corriam pela enfermaria.
Castle: Eu prevejo seu futuro Beckett, você com o Johnny chorando no colo, os cabelos arrepiados e procurando desesperadamente esse objeto mágico.
Kate: Pare de me jogar pragas, Castle. Ok, está bem.– Eles pararam de correr. — Mas só se ele estiver chorando. Ok?
Castle: Viu.– Mostrou o bebê para ela. - Como funcionou? Ele gosta.
Kate: Está bem Castle.
Ela voltou para arrumar as bolsas.
Castle: Viu garotão, tudo que você quiser eu consigo com ela.
Beckett começou a olhá-lo torto.
Castle: É só me falar! — Falou olhando-o, que já estava calmo, mesmo depois daquela correria.
Jim: Bom dia.
Castle: Bom dia.
Kate: Bom dia pai.– Ela sorriu ao vê-lo.
Ele aproximou-se dela, deu um beijo na testa e entregou-lhe flores.
Castle: Olha quem chegou, foi seu vovô. Vamos dar bom dia?
Jim o observou e ficou emocionado.
Jim: Preciso limpar as mãos.
Kate: Aqui pai.– Lhe entregou antisséptico.
Ele passou nas mãos e Castle entregou-lhe o bebê.
Jim: Como é lindo…– Estava todo derretido, sentou-se com o netinho na cadeira
Castle: Bem, vou deixá-los. Depois vou levar minha mãe e Alexis ao seu apartamento, elas querem conhecer o Johnny.
Kate: Ok!
Depois de uns minutos, Jim babava o neto e Beckett terminava as malas.
Jim: Katie?
Kate: Sim, pai.– Aproximou-se dele.
Jim: Me desculpe pelo modo como te tratei. Devia ser mais compreensivo contigo.
Kate: Não pai, não se desculpe.– Sentou-se ao lado dele. — Só estava preocupado comigo, só queria o meu bem. Agora que ele nasceu, te entendo completamente. Eu que tenho que me desculpar, deveria ter sido totalmente honesta…
Jim: Não filha. Você estava certa. Olha vamos fazer o seguinte. Vamos esquecer o que aconteceu, tudo bem? Só quero ter você e o meu neto perto de mim.
Ela sorriu, estava aliviada e feliz, ele lhe deu um beijo na testa.
Kate: Sim, combinado.– Castle tinha razão.
Jim: Se sua mãe estivesse aqui, estaria superfeliz. Acho que nem te deixaria segurar o bebê.
Ela sorriu.
Kate: Acho que sim, não ia desgrudar dele.– Ela deu uma pausa. — Queria que ela estivesse aqui. Ai, pai, estou com tanto medo.
Jim: Com certeza ela teria as palavras certas pra te dizer, mas eu te conheço. Você vai ser uma excelente mãe.– A beijou ternamente. — Vamos embora.
Eles arrumaram o John no bebê conforto. Jim o carregou e pegou a bolsa dele. Beckett pegou a sua.
Jim: Pegou tudo?
Kate: Sim. Pouca coisa mesmo.
E eles começaram a caminhar e foram para a casa de Beckett.
Jim: Está prepara para ficar sem dormir?
Ela sorriu.
Kate: Não, pai, nem um pouco.
Jim: E para sua tia Teresa?
Kate: Isso sim é assustador…
Jim: Promete que não vai implicar?
Kate:Eu? Ela quem implica e me irrita.
Riam e conversavam até chegarem no carro, foram para casa.
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