De Repente, Grávida!
21 Capítulo 15: Parte II
Notas iniciais
A noite.
O dia tinha sido muito agitado e John adormeceu. Beckett e Castle o colocaram no berço para dormir, eles tomaram banho e depois do jantar foram para cama, precisavam descansar. Mas o desejo de ambos clamava mais alto.
Castle aproximou-se dela e acariciou-lhe o rosto. Seus lábios se tocaram. Ela o abraçou, o beijo se tornou intenso, suas línguas buscavam mais um do outro, se tornando profundo, suas mãos percorriam o corpo de parceiro. O desejo consumia seus corpos, urgência era saciá-lo.
Castle: Está cansada?– Sussurrou em seu ouvido.
Kate: Para você nunca.– Sorriu maliciosa e mordeu-lhe o lóbulo, atiçando-o e provocando-o.
Ele não resistiu e a deitou. Começou a beijar-lhe o pescoço e devagarzinho foi descendo, fazendo-a gemer. Seus corpos já estavam em chamas.
Até que foram despertados pelo choro que emanava da babá eletrônica. Fazendo-os pararem bruscamente.
Kate: Seus desejos sendo realizados. — Bufou.
Castle: Ok, eu vou. — Beijou-lhe o lábio.
Estavam um pouco frustrados, mas era assim mesmo, vinha com o pacote em ser pais.
Ele levantou e foi até o quarto ver o que ele precisava e Beckett, foi até o banheiro, molhar o corpo, precisava abrandar um pouco aquele calor.
Quando Castle acendeu aluz, assustou-se com o menino já de pé no berço.
Quando John percebeu que era Castle intensificou mais o choro.
Castle: Tudo bem, não sou a mamãe. — O pegou no colo, olhou para ele. — Agora sei o que o Dino passou na “Família Dinossauro”! – Acabou rindo da situação.
Castle ninava ele tentando acalmá-lo e nada. Ele percebeu o menino fazendo ‘força'.
Castle: É melhor se deitar. — O colocou no trocador, deitado.
Enquanto Johnny terminava, Castle ia separando a fralda e os acessórios necessários para a troca.
Castle: Arh!– ao abrir a fralda. — Que horror. — Abanando o ar com a mão.
Johnny rio da careta que o pai fez.
Castle:Sua mãe não escolhe bem sua alimentação, vou mudar tudo.
Kate: Como é Castle? – Gritou do quarto dela.
Castle: Droga!– A babá eletrônica estava ligada. — É melhor assim.– Desligou-a.
Limpou o bebê, trocou a fralda. Verificou se ele queria água, e não, não quis chá. Tentou fazê-lo dormir e nada.
Castle: Só me resta te levar para sua mãe.– Apagou a luz do quarto e saiu.
Ao entrar no quarto o menino sorriu ao ver a mãe.
Kate: O que foi chorãozinho?– Pegou dos braços de Castle. — Quer mamar?
Passou a amamentá-lo. Castle juntou-se a eles na cama e ficou admirando, como eram lindos.
Os três acabaram adormecendo amontoados na cama.
Na manhã seguinte.
Beckett estava na cozinha preparando o café da manhã, mas o som que vinha da sala a irritava.
Castle: Fala “papai”.
John: Pa... p!
Castle: Papai.
John: Pa... pa
Beckett revirava os olhos e fazia careta, imitando Castle.
Castle: Beckett está me incomodando! – Gritou para ela na cozinha.
Kate: Estou quieta aqui preparando o café.
Castle:Pare de ser ciumenta, ele te chama o tempo todo.
Ela chegou próximo a entrada da sala, para vê-los.
Kate: Ele só me chama quando quer algo.
Castle revirou os olhos, sabia que era só ciúmes de mãe mesmo.
Castle: Ei Johnny vai deixar ela te chamar de interesseiro?
Ela bufou e voltou para a cozinha, fazendo Castle rir.
Castle: Fala “mamãe”
John: Mam
Castle: Mamãe!
John: Ma… mam.
Eles acabaram rindo. Foi até a cozinha.
Kate: O que é tão engraçado?
Castle: Ele só conseguiu babar! – Falou rindo.
Ela revirou os olhos e acabou rindo da cara deles. Ela limpou a boquinha dele.
Após o café, Castle saiu, tinha uma reunião com sua editora.
Enquanto isso, Beckett tentava arrumar as roupas limpas de John, mas ele estava choramingando.
Kate: Castle está te deixando mal-acostumado, só no colo.– Falou pegando-o do berço.
Ela deu água num copinho apropriado e ele bebeu um pouco. Acomodou ele de um lado, da cintura, e continuou arrumando as roupas. De repente alguém bate a porta. Ela olha para o relógio.
Kate: Quem será?– Caminhou até a porta e resmungava. — Não termino isso hoje.
Ela abriu a porta e ficou aliviada, ou nem tanto.
Kate: Oi Lanie.
Lanie: Oi Kate. Não vou pedir desculpas por vir sem avisar, foi intencional.
Kate: Claro você quer bisbilhotar.
Lanie: Ela nem me ofende bebê, nem um pouco. — E foi pegando o bebê.
Kate: Entre. – E fechou a porta. — Vamos para o quarto, estou tentando ser uma dona de casa organizada.– E fez uma careta.
Lanie: Como ele está?
Kate: Bem… bem birrento e travesso. — Falou num tom divertido.
Lanie sorriu e ficou feliz.
Elas entraram no quarto e Lanie sentou-se com John na poltrona, enchendo ele de beijos, ele queria os brincos dela.
Beckett voltou para o que estava fazendo.
Lanie: Beckett o que está acontecendo?
Kate: Lá vai começar o interrogatório!
Lanie: Não fuja, você e o escritor se acertaram?
Ela olhou para ela olhando nos olhos.
Kate: Sim.
Lanie: ♪ Aleluia – Começou a cantar.
Kate: Não é para tanto.– Revirou os olhos.
Lanie: Não? Isso foi milagre seu? –Brincou com John. — Estou feliz por vocês, de verdade.
Kate: Obrigada, eu sei. Estou feliz também.
Lanie: Vocês conversaram sobre… ele é o …
Kate: É — Nem a deixou completar a frase. - Como você suspeitava.
Lanie: Pensei que nunca admitiria.
Kate: É que era comp…
Lanie:Pare. Não me deve explicações. Só quero que sejam felizes.
Kate: Ok, ok!
Depois de uma pausa, ela estava curiosa.
Lanie: Bem vocês já? Como foi… de verdade?
Kate: Lanie, foi de verdade.– Olhando travessa para a amiga. — A prova está bem ai, esse que suja as fraldas.
Lanie gargalhou, e John rio da risada dela, fazendo Kate rir também.
Lanie: Vou refazer a pergunta. Quero saber agora, como foi, foi bom? Entendeu?
Kate: Não aconteceu…– Deu uma parada e sentou-se num “puff” de frente a ela. — Ainda não deu.
Lanie: Por quê?
Kate: A resposta está babando bem aie no seu colo.
Lanie: Mas pequeno? Como assim? Deixa esses dois completarem a felicidade.– Ela riu.
Kate: Você quer é saber dos detalhes!– Foi levantando.
Lanie: Também.
Ela começou a ter umas ideias.
Lanie: Ele está aqui, com vocês?
Kate: A maior parte do tempo.
Lanie: Está te fazendo bem, seus olhos não negam.
Ela apenas assentiu.
Lanie: E esse pequeno, já está andando?
Kate: Sozinho não, mas segura pelas coisas e vai longe, as vezes some! Eu tento fazer ele pegar algo que quer, ele olha bem nos meus olhos e sai engatinhando!
Lanie: Ele pode até ser um Castle, mas é um Beckett legítimo!
Beckett deu língua para ela.
Lanie: Não aprenda essas coisas feias com ela.
Kate: Lanie?
Lanie: Ham?
Kate: Quero que me ajude a organizar uma festinha para ele, não entendo nada de criança.
Lanie: Por que o Castle
Kate: Castle?– Ela não a deixou completar. — Porque ele vai querer dar uma festa para umas 500 pessoas. Mas eu só quero os amigos e a família.
Lanie: Concordo, não é bom expô-lo, principalmente depois do que aconteceu. Tudo bem eu vou ajudar.
Enquanto isso no apartamento de Rosi.
Alguém tocou a campainha.
Rosi: Quem será? Não espero ninguém.
Ela abriu a porta e ficou surpresa.
Castle: Rosi?
Rosi: O que quer aqui? — Estava brava com ele, tinha sumido depois do sequestro do John.
Ele a pegou pela cintura e tomou sua boca num beijo urgente e quente. Rosi sentiu-se flutuar, estremeceu num toque mais ousado, ele apalpando seu bumbum, apertando-o. Ele gemeu junto com a morena ao deliciar-se com o sabor do pecado.
Castle: Me desculpe, não devia ter sumido assim, depois de tudo.
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