De Repente, Grávida!

22 CAPÍTULO 15: Parte III


Notas iniciais
Agradeço os comentários e a quem segue lendo. Espero que gostem.

Suas mão estimuladas pelo calor do momento, percorreu o corpo do escritor, dando uma parada nas nádegas avantajadas, apalpando com urgência.

Rosi estava a suspirar, quando foi despertada pelo toque do seu celular.

Lanie chamando”– Leu no visor.

Rosi: Oi Lanie.

Lanie: Oi Rosi, atrapalho?

Rosi: Para dizer a verdade, estava na melhor parte do sonho!

Lanie: Me desculpe, parece que era bom.– Gargalhou.

Rosi: Sim, e como… Mas, aconteceu alguma coisa?

Lanie: Preciso da sua ajuda, sabe? Aqueles dois estão precisando de uma mãozinha. De um empurrãozinho.– Ela começou a rir.

Rosi: Tudo bem, te ajudo, já tem algo em mente?

Lanie: Mais ou menos, por isso estou ligando, me ajude a pensar…

Elas passaram a combinar o que e como e quando fariam.

No início da noite, no apartamento de Beckett:

Kate: Porque vocês gostam de fazer isso comigo?

Rosi: Pare de reclamar.

Lanie: Você devia é nos agradecer.

Kate: Ok, obrigada. Vocês sabem o que o Castle vai fazer?

Lanie/Rosi: Não.

Mas ela não acreditou.

Kate: Vocês deviam ensaiar mais um pouco, não está convincente!

Rosi: Eu já vou.– Levantou-se e pegou John. — O John vai ficar bem.

Lanie: Eu te ajudo.– Pegou as coisas dele.

Kate: Vou sentir falta, amor.– Ela o beijou. Ele estava quase adormecendo. — Qualquer coisa pode me ligar.

Rosi: Certo.

Lanie: Tente se divertir.

Lanie desceu com Rosi até o apartamento dela. E Beckett estava terminando de se arrumar. Ouviu batidas na porta e foi atender.

Kate: Entre. — Ela colocava os brincos.

Castle: Você está linda.

Kate: Obrigada.

Deram um selinho.

Kate: Então?

Castle: Eu fiz reserva num restaurante italiano incrível.– Foi pegando ela pela cintura. — Depois podemos dançar, ou…

Kate: Sabe, Castle?– Ela o interrompeu, passou os braços pelo ombro dele. - Eu não queria sair– Passou as pernas na cintura de.

Castle: Não? - A segurou pela cintura. — Preparei uma noite romântica!

Kate: Mas você pode– Sussurrou no ouvido dele. - ser romântico… no meu quarto.

O tom sensual dela o enlouquece. Ele a virou.

Castle: Não precisa pedir duas vezes. — A empresou contra a porta, beijando-a e fazendo-a gemer.

Ele a carregou até o quarto, sem parar o beijo. Suas línguas bailavam uma dança sensual e urgente.

Ele a colocou na cama e sentou-se atrás dela. Soltou o cabelo dela colocando-os de lado.

Castle: Você é a mulher mais incrível que eu conheço.– Inalou a fragrância sensual que emanava dela.

O hálito quente dele a fez arrepiar. Ela sentiu seu corpo perder as forças quando foi beijada no pescoço, próximo a nuca. Sua única reação foi fechar os olhos. Ele continuou com os beijos, por toda parte detrás do pescoço, arrancando suspiros dela.

Ele desceu mais um pouco beijando até o ombro, e sugou com mais vigor, deixando uma marca.

Abriu o zíper do vestido dela, e abaixou-o, deixando suas costas nuas, percorrendo-as com as mãos fazendo ela estremecer, arrepiar.

O quarto estava a meia luz e perfumado. Ele então a deitou, livrou-se dos sapatos dela e depois do vestido, deixando-a somente de calcinha.

Ele juntou-se a ela na cama, ela tirou o paletó dele, desabotoou vagarosamente cada botão de sua camisa enquanto beijava-o. Depois se livrou da gravata e da calça. Deixando-o apenas de boxer.

Ela passou a beijar, sugar e mordicar o pescoço dele, enquanto ele acariciava a barriga, cintura e coxas dela. As carícias foram aumentando a temperatura de ambos. Ela já podia sentir toda excitação dele em sua coxa, fazendo-a morder o lábio inferior, desejando-o cada vez mais.

Ele deu atenção minuciosa aos seios pequenos e firmes, deixando-os enrijecido.

Ela livrou-se do boxer dele.

Kate: Castle me ame agora… não aguento mais nem um minuto.

Ele livrou-se da única peça que os impedia de se tornarem apenas um.

Castle: Eu te amo– E a penetrou, fazendo-a gemer e arranhar suas costas.

As estocadas foram aumentando de ritmo, passando a ser mais rápidas e profundas.

Ela o puxou para mais perto de si, eles aumentaram seus movimentos e seus corpos já evidenciavam a iminência do clímax, quando ela chegou no ápice, ele a beijou abafando o grito, ele chegou em seguida, estavam trêmulos, cansados e saciados.

Eles ficaram alguns minutos sem falar nada, apenas sentindo o calor de seus corpos e coração desacelerando.

Eles fizeram juras de amor. E esqueceram do mundo.

Castle: Kate?

Kate: Hum?

Castle: Você tem alguma algema aqui?

Kate: Tenho, por Não Castle, esqueça, da última vez que fui algemada a você minha vida virou de cabeça para baixo.

Castle: Sei... — Bufou. - Pegue, e confie em mim?

Kate: Ok, ok. – Ela enrolada no lençol, tateou até a gaveta e deu as algemas para ele.

Ele a prendeu com as duas mãos acima da cabeça, na cabeceira da cama.

Castle: Você pode ser a 'mandona', mas não hoje.– Falou com o olhar fixo nela.

Ela estremeceu com aquilo. Sentiu toda a paixão tomar seu corpo novamente.

Ele a desnudou, livrando-se do lençol. Começou por beijar os lábios dela, só provocando, ela queria um beijo mais íntimo, e ele apenas a logrou, deixando-a louca. Ela resmungou em reprovação, ele fingiu não ouvir.

Passeou sua língua pelo pescoço e desceu até o vale dos seios onde brincou com sua língua.

Ela gemeu e tentou livrar-se das algemas.

Castle: É inútil lutar

Provocou-a. E seus lábios e língua torturantes passaram a brincar uma dança delirante em seu mamilo, a sentia se contorcer ao deixá-lo rijo. Depois fez o mesmo com o outro, que parecia invejar as sensações.

Ele desceu pela barriga, beijando e brincou em seu umbigo, sua língua a fazia murmurar palavras incompreensíveis.

Ele desceu pelo caminho da felicidade e parou apenas em sua virilha, com suas mãos, afastou suas pernas, precisava de espaço, a tortura seria grande. Beijava e sugava a parte interna das coxas, virilha e aproximava-se de seu centro de prazer. Notara como estava umedecida e excitada.

Kate: Castle…– Gemia quase implorando ser tocada, saciada.

Ele atendeu a súplica. Carinhosamente, sua língua chegou no seu centro úmido. Com movimentos de vai e vem, sua língua a fez estremecer de prazer, gemer alto e gritar.

Castle: Kate, menos. Assim vão chamar a polícia.

Kate: Podem chamar a polícia – Se debatia, tentando soltar-se. — O papa, um exorcista. Só não quero que pare

Ele não aguentou e sorriu.

Castle: Não sabe brincar?

Kate: Castle, se concentre e continue.

Ele continuou, fazendo a gemer, encontrou o ritmo e intensidade do toque que a mais agradava e continuou, ela gritou quando chegou no clímax, ele continuou, ela se contorceu e gritou, pela segunda vez, a terceira e outra e mais uma, até perder a conta de quantos orgasmos teve.

Quando terminou, ele deu um beijo na sua intimidade, e levantou-se, ver como ela estava radiante, ofegava, quase não conseguia pronunciar o que queria.

Ele simplesmente a beijou, e sua língua a buscou fundo e intensamente, um beijo longo e demorado.

Quando ele a soltou, ela estava exausta. O abraçou.

Castle: Você gostou?

Kate: Sim – sussurrou no ouvido dele. — Da próxima vez, você que vai ficar algemado!

Ele sorriu malicioso e a beijou o ombro. Ficaram assim por alguns minutos.

Kate: Castle, preciso de um banho, você vem?

Castle: Claro.

Ele a acompanhou, segurava em suas mãos.

Sob a água do chuveiro eles beijavam-se e trocavam carícias. Beckett começou a acariciar o membro dele, que se dilatou e enrijeceu-se com o toque, passou a masturbá-lo fazendo Castle gemar.

Ela abaixou e com sua boca o fez gemer mais alto, ela lambia, e sugava, provocava sensações até com a água quente do chuveiro, fazendo ele chegar ao clímax.

Depois terminaram o banho comeram estavam famintos e depois foram dormir, estavam exaustos, mas relaxados e saciados.

Na manhã seguinte.

Castle despertou abruptamente olhando para o relógio, eram quase nove horas.

Castle: Johnny?

Acabou acordando Beckett.

Kate: O que foi, Castle? – Ainda sonolenta.

Castle: Acabamos dormindo demais, o John

Kate: Calma, babe, ele está bem, ok?

Castle: Certo, mas vou buscá-lo.

Kate: Mas antes venha aqui.

Ela o puxou, que caiu em cima dela, ela o beijou. Ele intensificou o beijo.

Castle: Minha noite foi maravilhosa.

Kate: A minha também

Deram um selinho.

Kate: Castle, tive uma ideia, vamos levar o John para passear naquela reserva onde está 'a tigresa'?

Castle: Hum?

Kate: Afinal, por causa dela, que o John existe!– Ela riu.

Castle: Você tem umas ideias malucas– Ele a beijou. - Que eu adoro.

(…)

Eles voltaram da reserva, rindo alto, estavam alegres, John tinha se divertido muito. Eles saíram do elevador, cheios de coisas, carrinho de bebê, sacola de bebê, um tigre de pelúcia gigante.

Beckett entrou no apartamento com John no colo e Castle com as tralhas, jogou tudo no chão, eles foram dar banho no menino suado. Depois que tomou banho Castle ficou com o John enquanto Beckett tomava o banho dela.

Castle: Se comporte, vou fazer sua mamadeira.

Ele não queria ficar no cercado, queria ficar no chão.

Enquanto Castle foi para a cozinha, o menino tentava se levantar, queria pegar o tigre que estava próximo a porta.

Quando Castle foi dar uma espiadinha no que ele aprontava, teve uma surpresa.

Castle: Kate, corre aqui – Falava baixo, enquanto corria para o quarto.

Kate:O que foi?

Castle: Shii, faça silencio.

A pegou pela mão para que ela visse.

Kate: O meu Deus, Castle.– Ela ficou eufórica, correu pegou uma câmera e deu para ela gravar.

Kate: É isso que você quer? Venha pegar.– Segurou o tigre e foi andando afastando-se. John dava seus primeiros passos desajeitados ainda. Quando ia se aproximando ela se afastava e ele dava mais uns passos. Até que ele caiu.

Castle e Beckett correram e o pegaram, encheram de beijos. Estavam radiantes e emocionados, com os olhos marejados.

Castle: Vou mandar o vídeo para minha mãe. Ela vai ficar louquinha.

Kate: Mande para o meu pai também.– Beijou o menino. — Meu bebê está crescendo!! Está andando!

E ficaram lá corujando o menino.

Depois de alguns dias, eles tinham dado entrada no processo de incluir nos registros a paternidade de John.

O processo correu rápido, e eles foram a última audiência.

Denise Brennan: Só faltam vocês assinarem.

Ela indicou onde, no papel.

Primeiro Castle, depois Beckett e depois a juíza, que carimbou em seguida.

Denise Brennan: Agora é oficial: John Alexander Beckett Castle.

Notas finais
1) Best, foi o máximo que pude fazer pela Rosi. O coração e o corpo do homem tem dona! rsrsrss Mas no final vai ter surpresa, ela não vai ficar sozinha! Rsrsrssrs (e um sonho desse, quem nunca... que atire a primeira pedra! P.S. Me conta se aquele bumbum é tudo aquilo mesmo? #curiosa) 2) Denise, minha fofa, foi curtinho, mas foi de coração. Espero que tenha gostado. O capítulo ainda não acabou, como escrevo demais, ainda tem mais uma parte! rsrsrs. Bjin.