De Repente, Grávida!
18 CAPÍTULO 14: Parte II
Notas iniciais
FLASHBACK ON:
Após serem drogados, desacordados foram jogados no porão algemados.
Depois de um tempo acordaram ainda tontos e confusos, no colchão.
Kate: Castle?
Castle: Ham?
Kate: Não me sinto bem.
Castle: Nem eu.
Ela começou a rir descontroladamente.
Kate: Acho que estou “chapada”!
Castle: Sério? Até assim você fica linda.
Kate: Pare de elogios, você só me quer na sua lista, só mais uma.
Castle: Parece que você está com ciúmes.– Sentou-se encarando-a. Ficou puxando seu braço.
Kate: Pare com isso Castle, estamos presos!
Castle: Porque você esconde a verdade? Principalmente de você mesma?
Kate: Que verdade? Que você é um verdadeiro pé no saco, imaturo e galinha?
Castle: Não. Que você é loucamente apaixonada por mim!
Kate: E você não é por mim? Desde a primeira vez que me viu?
Castle: Sim, eu sou. Você é tão linda e perfeita…
Parou de falar e a beijou. Ha tempos tinha vontade de beijá-la, sentir seu sabor.
Como ela ansiava por isso. Suas línguas duelavam, o sabor de suas bocas tornava o beijo maravilhoso e inexplicável. Acendendo o desejo a muito reprimido por ambos.
A mão dele percorreu a barriga dela, passeando sob a blusa.
Kate: Castle se continuar não me responsabilizo
Castle: Assim que eu gosto, quando perde a cabeça.
Passou a beijar o pescoço dela, fazendo-a arrepia-se.
Os toques e as trocas de carícias estava revelando todo desejo reprimido de ambos.
Kate: Isso parece um sonho.
Castle: Será que estamos alucinando?
Kate: Se estamos não pare. – Sussurrou no ouvido dele. — Está bom demais. – Gemeu baixinho.
Eles já não se controlavam mais, tinham perdido a razão, seus corpos apenas buscavam saciar um ao outro.
Castle: Sempre fantasiei estar algemado a você, mas essa posição está desconfortável… Me ajude tirar a roupa.
Foi uma sessão de contorcionismo, ele tirou o paletó, com a ajuda dela, ela foi desabotoando a camisa dele. Agora precisavam tirar a blusa dela. Ele ajudou.
Ele acariciou os seios, por cima do sutiã, fazendo ela gemer. Ele começou a beijar e sugar o vale dos seios, ela mordeu o lábio inferior, encostou sua boca no pescoço dele, beijou, lambeu, sugou, deixando algumas marcas, enquanto ele abria o fecho frontal do sutiã, apreciou por alguns momentos os seios pequenos e firmes, convidativos. Abocanhou de vez um seio dela, fazendo ela reagir e morder o ombro dele, que gemeu.
Aproveitou a mão livre a começou a acariciar o seio dela e o outro passou a lamber. Ela sentiu sua intimidade umedecer em reação aos toques dele.
Kate: Castle… – Gemeu
Ele abriu o botão da calça dela e depois o zíper.
E a beijou, foi surpreendida quando ele a tocou na intimidade, sobre sua calcinha.
Ela o beijou sem pudores. Sentia seu corpo explodir em tesão e desejo por ele.
Ele começou a massagear a intimidade dela. Ela queria alcançar o membro dele, sentir, tocar, mas a posição em que estava algemada era ruim.
Kate: Castle?
Ele parou e a encarou.
Castle: Não quer que eu pare agora?
Ela ficou séria.
Kate: Parar? Eu quero que tire essa maldita calça agora.
Ele riu.
Castle: Me ajude. Com tantas formas para nos algemarem escolheram a pior.
Ela teve que sentar para ajudá-lo. Desafivelaram o cinto, desabotoaram a calça e ela abriu o zíper. Sua mão tinha pressa, deslizou por cima do boxer, sentindo toda a excitação dele, grande por sinal, ela mordeu o lábio, o queria dentro dela.
Deu trabalho livrarem-se das calças. Mas a expectativa aumentava o desejo, a temperatura.
Com a única mão livre, ela começou a massagear o membro ereto dele, fazendo-o arfar e perder-se em gemidos. Ele massageava também ela, no clitóris, fazendo-a gemer, ele penetrou um dedo na intimidade dela, a fez suar e gemer, ela umedeceu-se mais, ele colocou mais um, num movimento de vai e vem, penetrou toda a extensão dos dedos na intimidade dela, ela gemia e revirava os olhos.
Não aguentavam mais essa tortura, ele tirou a calcinha dela e ela tirou o boxer dele, ele ajeitou-se sobre ela e guiou seu membro latente para o centro de prazer dela, ela gemeu ao sentir ele deslizar-se vagarosamente dentro dela, preenchendo-a. Ele aproveitou para beijá-la enquanto ela se acostumava com o tamanho e espessura do seu membro.
Ele apoiou-se, uma mão no colchão e a outra nela. Começou os movimentos de vagar e foi aumentando. Ele passou a sugar o pescoço dela. O prazer sentido por ambos era indescritível. Estavam gemendo e suando, perdidos num mundo só deles.
Kate: Eu te disse que você não fazia ideia.
Castle: E você tinha razão.
Kate: Não estou nem começando.
Ela sorriu maliciosa, virou, empurrando-o ficou sobre ele.
Ela sentou sobre seu membro e passou a controlar a cavalgada, alternando com movimentos circulares que fazia sobre ele. Ele sabia que logo chegaria ao clímax. Ela sentiu também, passou a rebolar até seu corpo explodir em gozo. Ele foi em seguida, seu membro jorrou dentro dela, seu líquido quente, em vários jatos.
Ela Jogou a cabeça para trás, ele a segurou pela cintura e o grito prazer saiu forte e alto denunciando o prazer que sentiram.
Ela jogou-se por cima dele, estava exausta, mas saciada, seus corpos estremeciam e o coração estava acelerado.
Castle: Foi incrível! Perfeito! Você é maravilhosa. Você gostou?
Kate: Castle, eu nunca gozei assim na minha vida!
Ela o beijou.
Castle: Eu também não. Eu te amo, Kate.
Kate: Eu te amo, Rick.
Castle: Acho que te deram o soro da verdade.
Ela rio, e repousou sua cabeça no peito dele.
Kate: Castle?
Castle: Hum?
Kate: É melhor vestirmos, alguém pode chegar. Não quero ser encontrada assim.
Castle: Você fala como se fosse fácil. — Olhou para as algemas.
Vestiram-se com dificuldade, e depois deitaram, precisavam descansar. Caíram num sono profundo.
FASHBACK OFF
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