Darkbook

1 THE END Capitulo Um: quem e ela?


Notas iniciais
Minha primeira historia espero que gostem . coooooooooooooooooooooooooooooooooool

“Todo começo só e possível perante um fim.” traduzido do livro negro.

- aki esta o meu.

DarKBooK

THE END

Capitulo Um: quem e ela?

Sempre fui meio deslocado de tudo e estranho aos olhos de todos.

Fui muito briguento e revoltado no primário e muito zoado por todos mais não agüentava calado sempre revidava e sempre acontecia à mesma coisa ia parar na diretoria e depois bronca de minha mãe em casa.

Mãe que me teve solteira, meu pai, mal o conheço, o vi algumas vezes, soube depois que tinha um meio irmão mas nunca liguei para meu pai ou as família dele.

Minha mãe me criou com a ajuda dos meus avos com muita dificuldade , mas a parte mais importante começa quando fui passar um dia num clube de campo que fica na divisa da minha cidade com a outra, esperei o ônibus com minha prima e seu namorado, aquilo me deixou meio desanimado, eles ate me perguntavam se estava bem , quando paravam o amasso e me notavam , eu dizia:

_ e sono dormi apenas três horas ontem – o que era verdade mais tinha outra coisa, avia acabado, de terminar, ou melhor, ser traído por minha ex e terminado com ela, eu amava, mais tenho certeza que ela não sentia o mesmo e não sei se era mesmo o tipo que ela gosta.

Eu tenho pele bronzeada por muito tempo de sol, cabelo negro e olhos negros, e uso sempre um, crucifixo, e curto rock nada de black metal mais, o resto eu curto quase tudo.

Bem e simples fui trocado por um play boy com sua moto negra, mas deixemos isso de lado, e no dia da viagem eu lembrava dela vendo o casalzinho do meu lado.

Entramos no ônibus fui o ultimo a entrar no ônibus, fui andando pelo corredor e vendo que na avia lugar nenhum, ate que avistei do meio do ônibus um lugar sobrando, ao chegar perto avia uma menina no banco da janela, ela tinha cabelos pretos, com mexas vermelhas e rosas no cabelo, usava míni saia preta, sandálias negras e blusa cinza com um símbolo que logo reconheci era uma carinha feliz com olhos de x , vcs sabem de que banda está falando , usava fones de ouvido.

E dava para se ouvir um solo de guitarra quando sentei no banco, coloquei minha bolsa no chão, e olhei direito para ela, que se virou por um segundo para min e depois voltou – se para a janela, mais foi o suficiente, pude ver seus olhos azuis e uma cara de poucos amigos.

Percebendo que não conseguiria uma conversa ali coloquei meus fones também, e pronto já estava animado e curioso sobre a nova garota, queria saber quem era ela, queria conversar com ela e conhecê-la, não pude tirar meus olhos dela enquanto ouvia green day, disfarçava de vez enquanto para que não percebessem, eu olhava seu rosto e seu corpo, sua pele era levemente bronzeada e suas pernas eram indecentes e lindas iguais aos pares de olhos que tinha azul como o mar porem como o gelo eram frios.

E finalmente paramos e descemos, os instrutores nos conduziu ao nosso chalé, aviam quatro ônibus e para cada estava reservado um chalé, no meio da confusão de quatro ônibus descarregando pessoas me perdi da garota, fomos então para o nosso chalé eu, minha prima e seu namorado, nos trocamos no banheiro, de lá já caímos na piscina, onde bati meu recorde pessoal de dois minutos sem respirar , mais logo a piscina esvazia , ficamos sós nos três lá , vendo que estava sobrando , vazei de lá.

Era meio dia e acabara de comer e estava caminhado na floresta, estava apenas de shorts preto e chinelos pretos, andei um pouco na trilhar maior depois segui pelas menores, vendo e me maravilhando com as arvores, eu adorava a natureza, e as arvores dali eram lindas com seus troncos brancos e folhas verdes e viçosas, logo me bateu sede e desci para o chalé.

Lá encontro um grupo de amigos que veio no meu ônibus brincando de verdade ou desafio ou girar a garrafa ou qualquer coisa assim, me convidaram para entrar e aceitei sem ter nada melhor para fazer mesmo, avim quatro meninas e quatro moleques comigo, todos na mesma faixa de idade minha de dezessete a dezenove, o jogo se tratava de girar a garrafa e a pessoa que a tampa cai se era desafiada ou tinha que responder a pergunta da pessoa do outro lado.

Depois de alguns minutos brincando chega à garota do ônibus, com seus olhos frios, ela com muita insistência nossa entra na brincadeira, girarão a garrafa e cai em uma menina e um moleque e ela o desafiam já que acabaram as três perguntas dele:

- eu desfio você Bruno a beijar Paula, não beijo de selinho não, beijo com pegada em Bruno.

Ele se levanta com um sorriso no rosto, era negro com uma sunga e usava óculos espelhados, e fico me perguntando quem será Paula, meu coração quase para , quando o vejo indo ate a menina de olhos azuis , era ela no ônibus, era Paula o nome dela, ele a pega com a mão, e seu rosto cora ao se aproximar do dele ele a levanta e vai com seu rosto contra o dela e dão um selinho quando ele abre a boca para continuarem aquilo, ele a agarra mais ela de desvencilha dele e sai correndo, e eu sem saber o que fazer assiste aquilo impotente.

Estava agora caminhado de novo, sob a floresta, depois daquilo eu avia saído correndo para alcançada mais ela avia sumido, então cai na piscina depois fui para a floresta e aqui estou eu, foi numa das trilhas menores que tive sorte e avistei e me aproxime, ela olhava para uma arvore em flora e estava sentada;

- oi tudo bem? – disse parando do lado dela

- oi tudo sim

-poso me sentar – pergunto

- claro — então olhou para min e vi suas bochechas avermelharem novamente — acha que pareci uma loca saindo correndo de lá daquele jeito ne – disse ela sem desviar seu olhar da arvore.

- nada, eu faria o mesmo, numa situação daquela, acho que a brincadeira foi muito longe ne?

- e – o silencio no cobriu por uns minutos eu então começo a olhar para as flores também ate que ela recomeça a conversa – e então qual e o seu nome?

- eu sou Marty, Marty Rayborn prazer – estendo minha mão para ela que a segura e eu continuo – seu nome e Paula? Lindo nome.

- sim, Paula Verone.

- então o que você veio fazer aqui enquanto todos estão divertindo nas piscinas?

- apenas observar a natureza e pensar um pouco e voce?

- acho que a mesma coisa – eu olho então melhor para ela, estava com biquíni vermelho com estampa de flores pretas, suas formas eram exuberantes em todos os aspectos mais o pircing no nariz, e brincos de crus negros a dá um ar de punk que eu adoro.

Ela se levanta sorrindo – eu vou caminha mais um pouco você vem?

- claro – respondo também sorrindo

Começamos a caminhar então pergunto – o que você esta achando daqui ate agora?

- confesso que não estou gostando muito, já que não gosto de muita gente junta sabe, mais agora já estou gostando – e no final deixa escapar – eu adoro floresta.

- eu também, são tão misteriosas e reconfortantes e não da para esta nela e não sentir invadido por paz não e.

- eh – ela me olha com cara de que sente o que estou falando, olho então para frente e digo.

- eh – sai somo um sopro – fim da linha

A via uma placa dizendo proibido para visitantes, perigo animais selvagens e terreno irregular.

Ela me olha com cara de quem trama algo e me diz – vamos continuar?

- e perigoso por ai – falo pausadamente, como para uma criança.

- a vamos vai ser divertido, e tudo que e perigoso e mais divertido, vai me dizer que você não acha isso? – ela tenta me seduzir com sua fala meiga porem provocante

- mais já vai escurecer – continuo como mesmo tom

- ah então tudo bem, já que você não me vai vou ter que ir sozinha – golpe baixo.

- só um pouquinho – em tom duro e ela responde da forma mais meiga e alegre que existe – sim só um pouquinho.

THE END

Capitulo Um: quem e ela?

Sempre fui meio deslocado de tudo e estranho aos olhos de todos.

Fui muito briguento e revoltado no primário e muito zoado por todos mais não agüentava calado sempre revidava e sempre acontecia à mesma coisa ia parar na diretoria e depois bronca de minha mãe em casa.

Mãe que me teve solteira, meu pai, mal o conheço, o vi algumas vezes, soube depois que tinha um meio irmão mas nunca liguei para meu pai ou as família dele.

Minha mãe me criou com a ajuda dos meus avos com muita dificuldade , mas a parte mais importante começa quando fui passar um dia num clube de campo que fica na divisa da minha cidade com a outra, esperei o ônibus com minha prima e seu namorado, aquilo me deixou meio desanimado, eles ate me perguntavam se estava bem , quando paravam o amasso e me notavam , eu dizia:

_ e sono dormi apenas três horas ontem – o que era verdade mais tinha outra coisa, avia acabado, de terminar, ou melhor, ser traído por minha ex e terminado com ela, eu amava, mais tenho certeza que ela não sentia o mesmo e não sei se era mesmo o tipo que ela gosta.

Eu tenho pele bronzeada por muito tempo de sol, cabelo negro e olhos negros, e uso sempre um, crucifixo, e curto rock nada de black metal mais, o resto eu curto quase tudo.

Bem e simples fui trocado por um play boy com sua moto negra, mas deixemos isso de lado, e no dia da viagem eu lembrava dela vendo o casalzinho do meu lado.

Entramos no ônibus fui o ultimo a entrar no ônibus, fui andando pelo corredor e vendo que na avia lugar nenhum, ate que avistei do meio do ônibus um lugar sobrando, ao chegar perto avia uma menina no banco da janela, ela tinha cabelos pretos, com mexas vermelhas e rosas no cabelo, usava míni saia preta, sandálias negras e blusa cinza com um símbolo que logo reconheci era uma carinha feliz com olhos de x , vcs sabem de que banda está falando , usava fones de ouvido.

E dava para se ouvir um solo de guitarra quando sentei no banco, coloquei minha bolsa no chão, e olhei direito para ela, que se virou por um segundo para min e depois voltou – se para a janela, mais foi o suficiente, pude ver seus olhos azuis e uma cara de poucos amigos.

Percebendo que não conseguiria uma conversa ali coloquei meus fones também, e pronto já estava animado e curioso sobre a nova garota, queria saber quem era ela, queria conversar com ela e conhecê-la, não pude tirar meus olhos dela enquanto ouvia green day, disfarçava de vez enquanto para que não percebessem, eu olhava seu rosto e seu corpo, sua pele era levemente bronzeada e suas pernas eram indecentes e lindas iguais aos pares de olhos que tinha azul como o mar porem como o gelo eram frios.

E finalmente paramos e descemos, os instrutores nos conduziu ao nosso chalé, aviam quatro ônibus e para cada estava reservado um chalé, no meio da confusão de quatro ônibus descarregando pessoas me perdi da garota, fomos então para o nosso chalé eu, minha prima e seu namorado, nos trocamos no banheiro, de lá já caímos na piscina, onde bati meu recorde pessoal de dois minutos sem respirar , mais logo a piscina esvazia , ficamos sós nos três lá , vendo que estava sobrando , vazei de lá.

Era meio dia e acabara de comer e estava caminhado na floresta, estava apenas de shorts preto e chinelos pretos, andei um pouco na trilhar maior depois segui pelas menores, vendo e me maravilhando com as arvores, eu adorava a natureza, e as arvores dali eram lindas com seus troncos brancos e folhas verdes e viçosas, logo me bateu sede e desci para o chalé.

Lá encontro um grupo de amigos que veio no meu ônibus brincando de verdade ou desafio ou girar a garrafa ou qualquer coisa assim, me convidaram para entrar e aceitei sem ter nada melhor para fazer mesmo, avim quatro meninas e quatro moleques comigo, todos na mesma faixa de idade minha de dezessete a dezenove, o jogo se tratava de girar a garrafa e a pessoa que a tampa cai se era desafiada ou tinha que responder a pergunta da pessoa do outro lado.

Depois de alguns minutos brincando chega à garota do ônibus, com seus olhos frios, ela com muita insistência nossa entra na brincadeira, girarão a garrafa e cai em uma menina e um moleque e ela o desafiam já que acabaram as três perguntas dele:

- eu desfio você Bruno a beijar Paula, não beijo de selinho não, beijo com pegada em Bruno.

Ele se levanta com um sorriso no rosto, era negro com uma sunga e usava óculos espelhados, e fico me perguntando quem será Paula, meu coração quase para , quando o vejo indo ate a menina de olhos azuis , era ela no ônibus, era Paula o nome dela, ele a pega com a mão, e seu rosto cora ao se aproximar do dele ele a levanta e vai com seu rosto contra o dela e dão um selinho quando ele abre a boca para continuarem aquilo, ele a agarra mais ela de desvencilha dele e sai correndo, e eu sem saber o que fazer assiste aquilo impotente.

Estava agora caminhado de novo, sob a floresta, depois daquilo eu avia saído correndo para alcançada mais ela avia sumido, então cai na piscina depois fui para a floresta e aqui estou eu, foi numa das trilhas menores que tive sorte e avistei e me aproxime, ela olhava para uma arvore em flora e estava sentada;

- oi tudo bem? – disse parando do lado dela

- oi tudo sim

- posso me sentar – pergunto

- claro — então olhou para min e vi suas bochechas avermelharem novamente — acha que pareci uma loca saindo correndo de lá daquele jeito ne – disse ela sem desviar seu olhar da arvore.

- nada, eu faria o mesmo, numa situação daquela, acho que a brincadeira foi muito longe ne?

- e – o silencio no cobriu por uns minutos eu então começo a olhar para as flores também ate que ela recomeça a conversa – e então qual e o seu nome?

- eu sou Marty, Marty Rayborn prazer – estendo minha mão para ela que a segura e eu continuo – seu nome e Paula? Lindo nome.

- sim, Paula Verone.

- então o que você veio fazer aqui enquanto todos estão divertindo nas piscinas?

- apenas observar a natureza e pensar um pouco e voce?

- acho que a mesma coisa – eu olho então melhor para ela, estava com biquíni vermelho com estampa de flores pretas, suas formas eram exuberantes em todos os aspectos mais o pircing no nariz, e brincos de crus negros a dá um ar de punk que eu adoro.

Ela se levanta sorrindo – eu vou caminha mais um pouco você vem?

- claro – respondo também sorrindo

Começamos a caminhar então pergunto – o que você esta achando daqui ate agora?

- confesso que não estou gostando muito, já que não gosto de muita gente junta sabe, mais agora já estou gostando – e no final deixa escapar – eu adoro floresta.

- eu também, são tão misteriosas e reconfortantes e não da para esta nela e não sentir invadido por paz não e.

- eh – ela me olha com cara de que sente o que estou falando, olho então para frente e digo.

- eh – sai somo um sopro – fim da linha

A via uma placa dizendo proibido para visitantes, perigo animais selvagens e terreno irregular.

Ela me olha com cara de quem trama algo e me diz – vamos continuar?

- e perigoso por ai – falo pausadamente, como para uma criança.

- a vamos vai ser divertido, e tudo que e perigoso e mais divertido, vai me dizer que você não acha isso? – ela tenta me seduzir com sua fala meiga porem provocante

- mais já vai escurecer – continuo como mesmo tom

- ah então tudo bem, já que você não me vai vou ter que ir sozinha – golpe baixo.

- só um pouquinho – em tom duro e ela responde da forma mais meiga e alegre que existe – sim só um pouquinho.

Notas finais
essa e minha primeira historia , então o que acharam péssima ruim horrível ou boa ? digam nos comentários isso ajuda bastantao !!!