Darkbook
2 THE END Capitulo Dois: O pecado original
Notas iniciais
“As palavras gravadas em seu ser mortal lhe darão o verdadeiro poder.” Traduzido do livro negro.
DarKBooK
THE END
Capitulo Dois: O pecado original
E lá fomos e o pior estava escurecendo mais o que eu poderia fazer deixa-la ir sozinha? .
Atrás da placa começava uma outra trilha, mais bem mais irregular que normal, hora ia para cima hora para baixo, estávamos todos os vês mais juntos não sei o porquê supus que ela se aproximava de min por estar escurecendo e estava ficando com medo, como não víamos nada nem percebemos que trila havia sumido e quando nos demos conta já avia sumido e avimos nos perdido.
Depois de uma hora andando eu já estava pra lá de desorientado e cansado;
- então o que faremos agora? – ela diz já em tom desanimado e com um pouco de medo.
- bem se tivéssemos voltado ou pegado outra trilha normal não estaríamos nessa situação – ela olha para min com um semblante que mostrava cansaço e com a voz mostrando cansaço mais tentando ser meiga ela diz – não precisa falar assim comigo – foi ate divertido no começo não foi.
- não e isso – foi divertido sim mais agora eu só queria estar em casa com o só isso.
- me desculpe então, mais não perca as esperanças ainda tenho certeza que encontraremos a saída logo ta – ela diz isso tentando dar um sorriso mais não da muito certo.
As arvores que antes admirávamos agora nos dava calafrios estávamos agora numa parte mais antiga da floresta, e aviam arvores enormes com os trocos envoltos em trevas pela falta da luz, por todo lado aviam arvores mortas umas caídas outras ainda de pe dando um ar horripilante ao local seus galhos secos mais pareciam mãos prontas para nos agarrar e sufocar e seus trocos esburacados pereciam possuir enormes bocaças prontas para nos devorarem.
O cheiro que pairava no ar era de mofo e terra molhada e podíamos ouvir galhos estralando e o vento passando entre galhos e folhas sobre nossas cabeças, nesse ponto Paula já estava agarrada em min e acredite por mais que gostasse da sensação de sua pele macia, eu estava já aterrorizado, com pensamentos de que nunca irão nos encontrar ali e que esse seria nosso fim ou morrer de fome presos naquela floresta ou servir de janta ou com muita sorte servir de almoço para alguma coisa que abitas se aquela escuridão.
Mais a luz surgiu em meio à escuridão, ou melhor, o som, para ser mais preciso o som de água corrente aquilo nos estimulou de certa forma, que ao ouvirmos a água saímos em disparada e nem vimos o barranco à frente, na verdade nem veríamos já que estava escuro na floresta, resultado saímos rolando barranco a baixo , quando nossos sentidos voltaram ao normal pude primeiro sentir alguém em cima de min , com seu corpo encima do meu sua pele quente tocando a minha, pude senti também um maravilhoso cheiro de flores silvestres me rodeando e ao abrir meus olhos vi dois vitrais azuis olhando diretamente para min, nos avimos rolado morro a baixo e pedaços em um campo de flores silvestres ela estava deitada sobre min, nossos olhos estavam fixos um no outro.
Nossos rostos se aproximam tudo some e ao mesmo tempo tudo esta lá, sinto meu corpo ficar quente, então sou atingido por um abalo e vejo que ela também, como se uma forca estive se atraindo nossos olhares como um buraco negro, e nos atraia a olhar para a cachoeira, o cenário era exuberante, as águas caindo às primeiras estrelas aparecendo no céu e um vestígio de alaranjado no céu, mais o que nos atraiu foi à caverna escura envolta em sombras atrás da cachoeira.
Tínhamos que ir lá à vontade e a curiosidade era mais forte do que nos mesmo já não pensávamos mais um no outro como há um minuto atrás agora nossa atenção era para o que estava atrás da caverna.
Levantei-me a empurandoa para o lado como que hipnotizado, ela levantou também e foi esmagando as flores com os pés indo à direção à caverna, como dois zumbis cambaleando de um lado para o outro entramos a procura do mistério, era um túnel que levava os sete metros debaixo da terra, ela dava em um câmara com varias runas entalhadas nas paredes e um sarcófago no centro, era também entalhado, eu fui impelido por uma voz em minha cabeça a procurar um circulo de runas nas paredes e encontrei tinha o diâmetro de um metro o sarcófago tinha dois metros comprimento por um de largura e ficava a um metro e meio do chão, fui então impelido contra minha vontade a colocar minhas mãos sobres o circulo de runas, Paula parecia estar no mesmo estado, mais ela estava parada em pe ao lado do tumulo.
Minhas mãos se aproximam e as runas camisão a emitir luz roxa, então toco na parede, e os caracteres camisão a se mover, eram muitos e todo vinham para o centro do circulo onde formavam um ponto de luz todos os vês maiores ate o ponto de todas elas sumirem das paredes e minhas mãos estarem pairando sobre uma abertura na parede então, meu corpo e comandado a sair do caminho, Paula vai e retira algo do buraco na parede, e a luz some deixando apenas um buraco perfeitamente circular na parede, e nas mãos dela, estava um livro, todo negro, ela o abre e vejo que nada esta escrita nele são apenas paginas da cor preta igual à capa mais com outra textura como feitas de papel antigo e a capa de couro envelhecido.
Ela folheia as paginas do livro ate parar em uma e to cala com a mão esquerda, em seguida vai ate o tumulo retira a mão de cima da pagina e a coloca em cima dele, nisso o tumulo explode eu consigo sair do transe e pular nela antes das pedras nos atingirem.
Acordo e estou com meu corpo coberto pelas pedras olho para o meu lado vejo Paula desmaiada também sob as pedras, e na minha frente o livro, na minha frente também este parado um vulto, roxo envolto por poeira que logo some e vejo que não e um vulto comum ele e feito de nuvens roxas, no formato de um homem de terno sem rosto apenas com duas luzes no lugar dos olhos.
— obrigado, lacrai os por ter me ajudado – sua vos era de deboche e não parecia com alguém falando pela boca era mais parecido com uma voz na sua cabeça do que com alguém falando, então seu tom muda para o de surpreso e depois volta o de deboche dizendo; – vejamos o que temos aki, parece que aquele que me prendeu aqui teve dependentes hahahaha.
- do que voce esta falando seu louco, quem e você ou o que e você?
- como você e sem educação – seu antepassado era mais como posso dizer cordial, e sim e você mesmo posso sentir o sangue dele em suas veias, e veja só, você já estava tentando espalhar esse seu sangue sujo por ai, mais tenho que admitir que você tenha bom gosto – ele segura o rosto de Paula e o aperta com uma das mãos depois a solta – bem minha alma eu já libertei, ou melhor, vocês libertaram para min – agora falta meu corpo, onde esta aquele livro mesmo – ele olha em volta e vê o livro no meu frete.
Fiz o que estava ao meu alcance de fazer, estendi a minha mão para tentar pegar o livro e com escorço o consegui puxei-o do jeito que estava aberto mesmo e acabei colocando a mão sobre a ultima pagina.
— não! – seu idiota por que você fez isso!
O livro se levantou no ar e começou a se desmontar em milhares de paginas negras que se espalharam e pela sala toda depois saíram como que carregadas pelo vento pelo túnel de saída duas delas ficaram presas no meu braço e uma na cintura de Paula, e algo mais impressionante ainda aconteceu, as três paginas se moldaram onde estava no nosso corpo e se transformaram em tatuagens eu ganhei duas runas que viraram duas listras que formavam uns crus, em Paula a runa virou uma rosa em preto em branco.
O ser de fumaça avia tentado pegar as folhas mais consegui apenas uma e disse – bem pode não ser o que eu queria mais já vai me ajudar a consertar a besteira que você vez – ele segura com dois dedos a folha e encosta a sua mão sobre ela que some em uma luz roxa – bem adeus espero que gostem com o que acabei de fazer com seu mundinho hahahaha – e ele some como que se evaporando.
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